Scientia Ad Sapientiam

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“Não há homem imprescindível, há causa imprescindível. Sem a força coletiva não somos nada” - blog da retórica magia/arte/foto/imagem.

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Desenhando e desenrolando a ambivalência da vida

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Desenhando e desenrolando a ambivalência da vida

$$$ MULTIDÃO DE SOLITÁRIOS $$$ Para uma vida relativamente feliz

Tereis as havaianas nos pés,
porém jamais sabereis quanto ela custou
nos pés de outrem;
Mas andareis por aí a crer que
na meritocracia do espírito santo capital
na liberdade da livre iniciativa da vida
Sempre havereis deter a oportunidade para customizá-la!
Então, adentrareis no reino do sucesso
e da felicidade absoluta!

A ambivalência da vida - Segurança e liberdade

Segurança sem liberdade é escravidão 

Liberdade sem segurança é um completo caos

A fórmula de ouro, a mistura perfeita,
ninguém ainda encontrou... 

Cada vez que você tem mais liberdade,
você entrega parte da sua segurança. 

Cada vez que você tem mais segurança, você entrega um pouco da sua liberdade. 

Então, você ganha algo e perde algo

Z.Bauman

 

Não me convidaram pra essa festa pobre Que os homens armaram pra me convencer A pagar sem ver toda essa droga Que já vem malhada antes de eu nascer Não me ofereceram nenhum cigarro Fiquei na porta estacionando os carros Não me elegeram chefe de nada O meu cartão de crédito é uma navalha Brasil, mostra a tua cara Quero ver quem paga pra gente ficar assim Brasil, qual é teu negócio O nome do teu sócio Confia em mim
Não me convidaram pra essa festa pobre Que os homens armaram pra me convencer Apagar sem ver toda essa droga Que já vem malhada antes de eu nascer Não me elegeram a garota do fantástico Não me subornaram, será que é meu fim Ver TV a cores na taba de um índio Programada pra só dizer sim sim sim Brasil mostra tua cara Quero ver quem paga pra agente ficar assim Brasil qual e teu negocio O nome do teu sócio confie em mim
Grande pátria desimportante Em nenhum instante eu vou te trair Brasil mostra a tua cara quero ver quem paga Pra gente ficar assim Brasil, qual é teu negócio O nome do teu sócio Confia em mim Brasil mostra a tua cara quero ver quem paga Pra gente ficar assim. Brasil, qual é teu negócio O nome do teu sócio Confia em mim O meu Brasil!
 


Written by Agenor Neto, George Alberto Heilborn Israel, Nilo Romero • Copyright © EMI Music Publishing, Sony/ATV Music Publishing LLC, Warner/Chappell Music, Inc


Cazuza 


Deixou gravado na história a canção “Brasil, mostre a tua cara”. É um protesto aos escândalos políticos, às desigualdades sociais e às injustiças. Sua música-manifesto dos anos 1980 conclama: “Brasil, mostra a tua cara /Quero ver quem paga /Pra gente ficar assim /Brasil /Qual é o teu negócio? /O nome do teu sócio /Confia em mim”. O autor de “Ideologia” (“quero uma pra viver”) morreu queixando-se de que suas ilusões haviam sido perdidas. Deixou este outro verso de triste atualidade: “Os meus sonhos foram todos vendidos”.

A música foi composta exatamente no período de transição da ditadura para o regime democrático, com a eleição do presidente Tancredo Neves pela via indireta. Como Cazuza era contra o colégio eleitoral, ele faz uma crítica ao congresso e à mídia, que dava sustentação e legalidade àquele processo de “cala boca” ao povo, já que este não teve nenhuma participação na escolha do presidente. A“festa pobre” a que ele se refere é aquilo que a mídia batizou de “festa da democracia”, ou melhor, à eleição que aconteceu com o povo pedindo “Diretas já!”.

“Brasil, mostra a tua cara”

Cazuza demonstra seu desejo de que a conjuntura seja transparente, desnuda e a nação brasileira mostre a sua verdadeira identidade, ou talvez “mostrar a cara” signifique mostrar quem está dominando, quem está mandando reprimir e criar a recessão.

“Quero ver quem paga para a gente ficar assim”

Sabemos que os países imperialistas (especialmente os Estados Unidos) financiam a miséria do terceiro mundo, seja no fomento de guerras, influenciando na escolha ou derrubando presidentes, etc.

“Qual é o teu negócio? o nome do teu sócio?”:
Essa relação NEGÓCIO X SÓCIO sinaliza para uma “construção”, uma simulação, que gera lucros e que causa a pobreza do povo, porque isso é bom para um grupo ou para as facções.

“Confia em mim”

Pede que a nação constituída e organizada confie em seu povo para resolver os seus problemas.
Nela faz várias críticas ao Brasil, em uma parte que ele fala: “Meu cartão de crédito é uma navalha”, ele procura alertar que o único jeito de pagar suas contas é roubando, por causa do péssimo governo do Brasil na época.
Ele também cita o desprezo do povo diante da corrupção, na qual até a mídia está envolvida.(Até parece que fala dos dias atuais, pois nada parece ter mudado)
Quando a música diz “Mostra a tua cara”, está dizendo para os políticos corruptos, que roubam sem parar, que estão lá não para o povo, mas sim pelos interesses deles e de quem os financia, que mostrarem suas caras, para nós vermos quem nos paga.

Será que o Brasil começou a mostrar a sua cara, ou melhor, suas entranhas? Será que veremos toda essa sujeira?

O problema é que o país sofre de amnésia crônica, e assim tem pouca persistência em levar adiante seus bons propósitos. O escritor Antonio Callado (1917/1997) dizia que o Brasil não anda pra frente porque aqui roubam as rodas do carro. A verdade é que as forças da inércia, da acomodação e do retrocesso às vezes, parecem ser mais fortes do que o movimento para a frente. Assim como os tempos que estamos vivendo hoje, com pedidos da volta dos militares e com os projetos de retrocesso que estão sendo votados e aprovados pelo congresso.

A canção de Cazuza está precisando despertar nos brasileiros a visão crítica, pois tudo indica que os brasileiros venderam suas vozes, seus direitos, suas liberdades, seus futuros, suas vidas.

fonte: http://pensadoranonimo.com.br/voce-sabe-o-significado-da-musica-brasil-do-cazuza/



Solta o cano







Experiência de ser

Não estamos interessados em abrir mentes
As mentes sempre seguiram o fervor do coração
Estamos interessados em abrir corações
A vida no terceiro milênio
Qualidades de manifestação do seu ser
Fonte de inspiração
Necessidade
Fato
Ação
Receptivo ao subconsciente
Afirmação
Manifestação de atitudes e qualidades
na sua vida
Essência
Orientação
Consciência humana
Origem
Propósito de nossas vidas
Sabedoria perene e inerente
Dissolver conceitos cristalizados
Mudar o curso dos interesses humanos
Pensamento e ação centrados no medo
Pensamento e ação centrados no amor
Consciência interior natural e sincrônica
Comunicação com o coração eternizado
No presente
Momento de nossas vidas

Escolha ser exponente espontâneo
nas suas interações com a vida!


Alvará de Soltura Espiritual

A mãe terrena e eu somos um
Ela me dá o alimento da vida
para todo meu corpo
Nutrição

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Crise? Que crise

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Crise que crise? 

Onde vai mais fundo o rio, aí faz menos ruído.






Zé Nabiça quanto vê, quanto cobiça

A dívida pública federal começou na época da ditadura militar com o empréstimo de dinheiro dos Estados Unidos a juros flutuantes, que chegou a elevar os juros de 5% para 23%. Mesmo sendo considerada ação criminosa pela Convenção de Viena de 1969, o governo da ditadura aceitou a situação dos juros flutuantes imposta pelos EUA, o que interfere na pauta econômica do país até hoje.

A auditoria serve como “muleta” para desmascarar o esquema. E mostrar o que realmente é dívida e o que é essa farra do mercado financeiro, utilizando um instrumento de endividamento público para desviar recursos e submeter o País ao poder financeiro, impedindo o desenvolvimento socioeconômico equilibrado. Junto com esses bancos estão as grandes corporações e eles não têm escrúpulos. Nós temos que dar um basta nessa situação. E esse basta virá da cidadania. Esse basta não virá da classe politica porque eles são financiados por esse setor. Da elite, muito menos porque eles estão usufruindo desse mecanismo. A solução só virá a partir de uma consciência generalizada e ação direta da sociedade, da maioria. É a maioria, os 99%, que está pagando essa conta. Somos 99% contra 1%.

Em resposta ao veto da Dilma estamos postando online o Banco de Dados do CADE( Conselho Administrativo de Defesa Econômica ). A Dívida Pública que consome quase metade do orçamento da união. Governantes, Banqueiros e Lobistas do sistema financeiro um aviso: Estamos aqui e vamos ficar!

LEIA A CONTINUAÇÃO DESSE POST AQUI

rush farewell to kings
legenda: Capa do Albúm Farewell to kings - RUSH lançado em 1 de Setembro de 1977
fonte: http://rushfaclubebr.blogspot.com.br/2006/01/a-farewell-to-kings.html
OUVIR AQUI

Confundem-se os heróis, aplaudem-se os vilões.Questionam-se as normas morais e fracassam-lhes as éticas.Derrubam-se os governos, elegem-se os mesmos agentes, leia-se acionistas e banqueiros.E assim o sistema continua o mesmo. Como ele é falso, perfeito na ilusão que cria mas imperfeito por dentro e auto destrutivo.

Uma chance para a crise - os cães ladram... 




Ourobouros - Os primeiros registros deste arquétipo foram encontrados entre os egípcios, chineses e povos do norte europeu (associado a serpente folclórica Jörmungandr) há mais de 3000 anos. Na civilização egípcia, é uma representação da ressurreição da divindade egípcia Rá, sob a forma do Sol. Também é encontrado entre os fenícios e gregos. A origem etimológica do termo Ouroboros está, supostamente, na linguagem copta e no idioma hebreu, na qual ouro, em copta, significa Rei, e ob em hebreu, significa serpente. Mas, precisar sua origem e significado primitivo, torna-se uma tarefa praticamente impossível. Mesmo que de certa forma estejam interligados mas, paralelamente, trazem interpretações distintas.

E a palavra é renovada na verdade, na busca de um novo sentido para uma nova visão - se é que poderemos encontrá-la com a perda dos sentidos.Enquanto houver um coração que pulsa, um sangue que corre e uma alma que deseja...
E transbordados escorrem pelo chão das nossas ruas, guetos e avenidas.


Antigamente os heróis usavam máscaras e os vilões ternos. Hoje as máscaras estão proibidas e os heróis precisam ser trocados. Que venha a nova geração! Sejam bem vindos NOSSOS HERÓIS!


Ainda não vi nada ali de novo surgir sem que destes simbólicos aspectos da existência humana sejam transformados, profundamente de dentro para fora, completamente, culturalmente, conscientemente e instintivamente.



“Se as pedras não voam

os sonhos são em vão”.

 

Pedras e sonhos


Trilha sonora oficial para esta postagem 


Convoque seu Buda!

Vós que arrotais, é porque fartinho estais

1990 – 2005, utilizando como ponto de referência os dispositivos da Constituição
Federal de 1988 e os dados estatísticos da execução orçamentária do governo
federal. O objetivo principal é verificar a capacidade financeira do sistema
previdenciário de saldar os compromissos pactuados e de se expandir para um
processo mais avançado de universalização dos direitos. É feita uma análise
histórica do nascimento e evolução do sistema previdenciário brasileiro
avaliando suas instituições e a forma como é afetado pela dinâmica da
economia nacional. Por fim, faz-se uma análise da conexão que se estabelece
entre a política econômica liberal-ortodoxa adotada no país desde os anos 1990
e a forma de gestão dos recursos da seguridade social. Os resultados dessa
investigação levaram a conclusão de que o sistema de seguridade social é
financeiramente auto-sustentável, sendo capaz de gerar um volumoso
excedente de recursos. Entretanto, parcela significativa de suas receitas é
desviada para aplicações em outras áreas pertencentes ao orçamento fiscal
permitindo que as metas de superávit primário sejam cumpridas e até
ultrapassadas. Ao contrário do que é usualmente difundido, o sistema de
previdência social não está em crise e nem necessita de reformas que visem ao
ajuste fiscal, pois o sistema dispõe de recursos excedentes, mas de reformas
que permitam a inclusão de um grande contingente populacional que hoje se
encontra desprotegido. A capacidade de sustentação futura do sistema
dependerá, no entanto, de mudanças na política econômica que impliquem na
promoção do crescimento associado a políticas de distribuição de renda.

Há uma certeza dominando o debate sobre a previdência social no
Brasil: a de que este é um sistema que apresenta déficit de grandes proporções.
Esse déficit teria crescido de forma acelerada nos últimos anos e se tornará maior
no futuro próximo se nada for feito agora. Economistas e homens de negócios que
lidam com o dia-a-dia da economia têm transmitido a ideia de que a situação das
finanças públicas é um dos grandes obstáculos ao crescimento sustentado da
economia brasileira e o déficit da previdência tem dado uma contribuição
significativa para a magnitude do desequilíbrio fiscal. Por esse motivo, a reforma
da previdência tornou-se um objetivo incansavelmente perseguido pelos vários
governos durante os últimos quinze anos. Mesmo após várias alterações na
Constituição federal e na legislação infraconstitucional que rege a matéria a
reforma da previdência permanece como uma questão inacabada e urgente para
que não se chegue a uma situação de descontrole definitivo sobre as finanças
públicas.

Este discurso tem se repetido incansavelmente, com amplo apoio da
mídia e vem contaminando a todos, do mundo dos negócios às esferas
governamentais, inclusive alguns daqueles que tradicionalmente têm se oposto às
idéias liberalizantes que dominaram o cenário nas últimas décadas.
Teixeira definiu o estado atual das reflexões sobre previdência da
seguinte forma:
A idéia de uma “reforma previdenciária” tornou-se uma expressão
cabalística ou um artigo de fé, perante o qual todos têm que se
curvar e prestar homenagem. Intelectuais, políticos, a imprensa
de modo geral, muitos sem o menor conhecimento do assunto,
proclamam a sua necessidade sem sequer discutir do que se trata.
Formou-se um consenso nacional quanto à importância de
realizá-la, sob o pretexto de que, sem ela, qualquer política
voltada à retomada do crescimento econômico estará fadada ao
mais rotundo fracasso (TEIXEIRA, 2004).


O superávit da seguridade tem servido aos propósitos da política fiscal,
firmemente voltada para a geração de superávits primários em escala crescente.
O problema do déficit fiscal, portanto, não está nos gastos excessivos da
seguridade social, mas no montante de recursos que o governo decide empregar
no pagamento de juros da dívida pública.
Assim, esta pesquisa acabou por se constituir numa versão alternativa
acerca da situação financeira do sistema de seguridade social que se contrapõe à
padronização veiculada pela grande mídia, responsável pela consolidação de um
discurso de falência da seguridade social e, particularmente, da previdência. Não
se está, aqui, de forma alguma desatento à noção de que a tarefa de construir
outra interpretação dos fatos quase beira o impossível, em face da massificação
de informações distorcidas e parciais sobre esse tema.
O que se propõe para superar as barreiras é o um extenso levantamento empírico de números dispostos
metodicamente em tabelas, de uma forma que não está disponível em relatórios
oficiais, para refletir com maior clareza a situação atual da seguridade social.


Os segmentos do mercado que se beneficiam com o resultado da
política econômica de juros altos e com o falso discurso de falência da previdência
social – bancos, seus fundos de previdência privada e seguradoras, assim como
os outros grandes proprietários de títulos públicos pessoas físicas e empresas
não-financeiras, com recursos investidos em fundos de investimento financeiro –
se voltam para a defesa da política fiscal restritiva, que reduz as despesas
correntes do governo federal, entre elas os gastos com a seguridade (com alvo na
previdência), reservando grande parte dos recursos orçamentários para a
acumulação financeira. Em momentos de instabilidade e de reversão das
expectativas esse problema se agrava, porque o governo é pressionado a atuar
como ofertante de hedge contra as incertezas do futuro no mercado financeiro.
Esse é o papel que hoje exerce a dívida pública: ser um instrumento
privilegiado (líquido e sem risco) da acumulação financeira, que não pode
prescindir do desmonte do Estado, do desvio de recursos da área social e da
precarização dos serviços públicos em geral.

O bom desempenho financeiro da previdência não implica também em
concluir que o sistema não necessite de reformas no âmbito gerencial que se
traduzam em esforços para reduzir fraudes e sonegação, incentivar a filiação,
melhorar os serviços de atendimento, recuperar crédito e racionalizar gastos
administrativos. São igualmente relevantes as medidas que visem dar maior
progressividade na tributação dos salários e seletividade na tributação dos
diferentes setores produtivos. São todas medidas imprescindíveis.
A conclusão mais relevante deste trabalho, entretanto, é a constatação de que as reformas não se justificam por motivo de déficit previdenciário e, conseqüentemente, não há
necessidade de implantar reformas que impliquem na substituição parcial ou total
do sistema público ou em sua aproximação com um sistema de capitalização
através de corte de direitos, redução no valor de aposentadorias, maior dificuldade
de acesso aos benefícios e elevação da tributação. A direção da reforma deve ser
a de levantar fundos suficientes para tornar o sistema mais inclusivo e autossustentável
no futuro, o que depende primordialmente da mudança de rumo da
política econômica que derive de um novo padrão de desenvolvimento para o
país, pois é o crescimento dos níveis de produção para patamares mais elevados
que os atuais que fará aumentar o nível de ocupação em empregos formais e
ampliará a massa de rendimento dos assalariados, permitindo, assim, expandir o
nível de receita da previdência pela incorporação de maior número de
contribuintes.

O problema demográfico de envelhecimento da população, sempre
levantado como um ponto de estrangulamento do sistema, embora real, não tem a
gravidade que lhe é atribuído e não representa uma justificativa suficientemente
forte para a realização de reformas radicais “preventivas”, pois conforme
demonstram vários estudos científicos apontados por Andrade (1999), a
configuração das tendências demográficas da população brasileira, até pelo
menos a segunda década deste século, podem ser consideradas como
extremamente favoráveis.61 Os problemas neste campo, portanto, podem ser
contornados com planejamento e com crescimento econômico.

Por fim, cabe dizer que, não obstante os determinantes externos, que
são os que efetivamente limitam a seguridade social, ainda persiste, no interior da
Constituição Federal, um sistema de proteção social complexo e bem acabado,
mesmo após várias reformas. A manutenção desse arcabouço jurídico da
seguridade social permite sustentar um processo de defesa e reerguimento desse
sistema com o objetivo de dar-lhe conteúdo prático. Situar a previdência no âmbito
da seguridade social é fundamental para reconhecer que ela é mais que um
seguro individual: é, antes de tudo, uma política social integrante de um sistema
de proteção social. Dadas as circunstâncias políticas, ideológicas e institucionais
do momento, esse processo, entretanto, só será efetivado sob tensões muito
maiores que as do passado. Fazer vigorar os direitos da cidadania implica em que
o pacto social que está por trás do sistema previdenciário se torne efetivo. Pactos
sociais, entretanto, são quase sempre efetuados sobre circunstâncias extremas.
As formas de proteção social foram historicamente arquitetadas para atenuar os
conflitos sociais e políticos decorrentes dos efeitos devastadores do capitalismo e
assegurar o controle da acumulação. As condições sociais da atualidade de
desigualdade, pobreza e desemprego, já contêm a dramaticidade necessária para
que o Estado intervenha na direção da redução das inquietações sociais,
restabelecendo o contrato social de 1988.

fonte:
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Instituto de Economia
Programa de Pós-Graduação – Doutorado
Denise Lobato Gentil
Orientador: Prof. Dr. Aloísio Teixeira
Tese submetida ao Corpo Docente do Instituto de Economia (IE) – Centro de
Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) da Universidade Federal do Rio de
Janeiro (UFRJ), como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de
Doutor.
Rio de Janeiro

Setembro – 2006

Há que se investigar a história do Brasil por inteiro!

Baixe, assista e divulgue as dicas de Pepe para formar uma nação de heróis, com ou sem crise, por aqui

Legenda: Palestra Integral

Mujica palestrando na UERJ

Flyer Pop Mujica -01


Onde vai o burro, vão as canastras.

Entrevistas com João Pedro Stédile





Quebrando preconceitos:
O que é e o que querem o pessoal do MST?

Quebrando os monopólios da comunicação e TV 

Dossiê global

Discutir com âncoras da mídia dá nisso - total perda de tempo diante de prepotência dos vendidos.
Se pelo menos abrissem os ouvidos para ouvir aprenderiam um pouco de política e economia, e até quem sabe das experiências de ir ao front nos campos de batalha.


A origem da crise, ou a crise originalmente planejada

 

Resistência Ñande Rú Marangatú


Quanta barbaridade dos seres civilizados!
Antes de julgar os povos, as etnias ou as diferenças quaisquer culturais, aprendamos um pouquinho mais de economia do agronegócio.


Quanto vandalismo federal!
Depois vem me chamar pra uma entrevista.


Os povos Guarani Kaiowá Aty Guasu agradecem aos guerreiros da resistência do povo Terena pelo apoio total. Os povos Guarani Kaiowa acionam guerreiros indígenas e vão enviar mais de 20 mil guerreiros (as) para apoiar a RESISTÊNCIA DE TEKOHA ÑANDERU MARANGATU-ANTONIO JOÃO. Frente à ataque terrorista dos fazendeiros e políticos anti-indígenas ás crianças no tekoha Ñanderu Marangatu MS/Brasil todos povos indígenas se preparam para lutar e enfrentar os pistoleiros/ fazendeiros cruéis. SEGUE A NOTA DE GUERREIROS DE POVO TERENA

fonte: https://www.facebook.com/aty.guasu/posts/690739244394611


“Haverá um núcleo inegociável na construção da arte com propósitos revolucionários”

Galeria

Vila autódromo RESISTE!






Apresentação grupo Lá Vai Maria



Apresentação grupo Lá Vai Maria













fonte: https://www.facebook.com/vivaavilaautodromo?ref=ts&fref=ts

Agenda de atividades abaixo, participe. 

A verdade nunca será televisionada!

“Haverá um núcleo inegociável na construção da arte com propósitos revolucionários” 

Eike resistir!


E até o velho Chico cantou pra todo mundo ouvir:
- Eike, Eike, Eike, Eike, Eike, hay que resistir!
Duas coisas bem distintas, uma é o preço, outra é o valor
Quem não entende a diferença pouco saberá do amor,
da vida, da dor, da glória e tampouco dessa história,
memória de cantador

Revoluções [in] Humanidades

 



A Farewell to Kings Adeus aos reis
A Farewell to Kings
When they turn the pages of history
When these days have passed long ago
Will they read of us with sadness
For the seeds that we let grow?
We turned our gaze
From the castles in the distance
Eyes cast down
On the path of least resistance
Cities full of hatred, fear and lies
Withered hearts and cruel, tormented eyes
Scheming demons dressed in kingly guise
Beating down the multitude and
Scoffing at the wise
The hypocrites are slandering
The sacred halls of Truth
Ancient nobles showering
Their bitterness on youth
Can't we find the minds that made us strong?
Can't we learn to feel what's right
And what's wrong?
What's wrong?
Cities full of hatred, fear and lies
Withered hearts and cruel, tormented eyes
Scheming demons dressed in kingly guise
Beating down the multitude and
Scoffing at the wise
Can't we raise our eyes and make a start?
Can't we find the minds to lead us
Closer to the Heart?
Link: http://www.vagalume.com.br/rush/a-farewell-to-kings-traducao.html#ixzz3kXBnzB8y

PERFEIÇÃO - LEGIÃO URBANA
Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estupradores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso Estado, que não é nação
Celebrar a juventude sem escola
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião
Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade.

Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta de hospitais
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras e sequestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda hipocrisia e toda afetação
Todo roubo e toda a indiferença
Vamos celebrar epidemias:
É a festa da torcida campeã.

Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar um coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo o que é gratuito e feio
Tudo que é normal
Vamos cantar juntos o Hino Nacional
(A lágrima é verdadeira)
Vamos celebrar nossa saudade
E comemorar a nossa solidão.

Vamos festejar a inveja
A intolerância e a incompreensão
Vamos celebrar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror
De tudo isso - com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou esta canção.

Venha, meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão.

Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera -
Nosso futuro recomeça:
Venha, que o que vem é perfeição

O orgulho nacional em "mais do mesmo" do Legião Urbana de 1998.
Link: http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/discografia/mais-do-mesmo.html

http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/perfeicao-com-trecho-da-musica-ao-vivo.html#ixzz3l4MF0qqw
A Farewell to Kings (tradução)
Quando viram as páginas da história
Quando estes dias já tiverem passado há muito tempo
Lerão sobre nós com tristeza
Pelas sementes que deixamos germinar ?
Nós desviamos nosso olhar dos
Castelos distantes
Olhando para baixo
No caminho de menor resistência
Cidades cheias de ódio
Medo e mentiras
Corações murchos e olhos cruéis e atormentados
Demônios conspiradores vestidos com roupas de rei
Massacrando a multidão
E zombando dos sábios
Os hipócritas estão difamando
As salas sagradas da verdade
Nobres anciões estão descarregando
As suas mágoas na juventude
Será que não podemos encontrar
as mentes que nos tornaram fortes?
Será que não podemos aprender
O que é certo ou errado?
O que é errado?
Cidades cheias de ódio
Medo e mentiras
Corações murchos e olhos cruéis e atormentados
Demônios conspiradores vestidos com roupas de rei
Massacrando a multidão
E zombando dos sábios
Será que não podemos levantar nossos olhos e recomeçar?
Será que não podemos encontrar as mentes
Que nos guiem para mais perto do coração?

Contexto histórico:
Lançamento: 01 de setembro de 1977
Começaram a trabalhar num álbum que teve primeiramente o título de Closer To The Heart. Pouco antes de ser lançado, em setembro de 1977, foi alterado para A Farewell to Kings.
O Rush, fiel à sua palavra (onde descreviam o ao vivo All The World's A Stage como o fim do começo, o encerramento da 'Fase Um'), acabava de trazer um álbum bastante experimental e revigorante. Depois de tocarem de forma exaustiva enquanto se aperfeiçoavam em seus instrumentos, as habilidades criativas dos canadenses os guiavam para novos horizontes musicais. "Aves podem ser ouvidas na introdução de um exercício de fantasia chamado 'Xanadu', certamente a obra mais complexa e multi texturizada que realizamos", diz Peart. "Pegamos mais leve na canção de amor 'Madrigal'. Uma mudança de cenário e nos encontramos nos limites do espaço sideral, no buraco negro de 'Cygnus X-1'.
É a primeira parte de uma história épica que concluiremos no próximo álbum. Deve ser uma das coisas mais fortes que fizemos. Senão mexer com você, é porque não está ouvindo alto o suficiente".

O álbum foi lançado mundialmente em setembro de 1977. Essa foi a primeira vez que um álbum do Rush era lançado ao mesmo tempo nos Estados Unidos e no Reino Unido. Em novembro de 1977, nos Estados Unidos, três álbuns foram certificados com disco de ouro no mesmo dia: 2112, All The World’s A Stage e A Farewell to Kings. Link:http://rushfaclubebr.blogspot.com.br/2006/01/a-farewell-to-kings.html

Vamos comemorar?








fontes:
http://www.ufrj.br/docs/jornal/2007-marco-jornalUFRJ24.pdf
https://idiarte.files.wordpress.com/2010/06/globo_historiasecreta.pdf

https://www.facebook.com/midiaNINJA/videos?fref=photo
https://www.facebook.com/aty.guasu/posts/690739244394611
https://www.facebook.com/events/484174938412379/?fref=ts
http://tvbrasil.ebc.com.br/espacopublico/episodio/espaco-publico-entrevista-joao-pedro-stedile
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Circo político, história, palhaços, macumba e tambores na civilização da humanidade

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Palhaços no Circo Político Americano e Historicamente a Macumba e Tambores no apogeu da decadência civilizadora humana


" Nasci para administrar o à toa, o em vão e o inútil"

Manoel de Barros

Auto-retrato do sistema fracassado

"... Eu sou aquele camponês que, por não terem dado-lhe a terra para plantar, mendiga o pão nas metrópoles. Eu sou aquele vagabundo que o caos social gerou.

Eu sou aquele que, apesar dos desencantos e das decepções, não perdeu o ânimo e a determinação de continuar firme em busca de justiça social."

Iraquitan Oliveira, da cidade de Palmares


Reforma da sociedade
Reforma agrária
Reforma tributária
Reforma, reforma, reforma...


Justiça social
Democracia

Progresso

Qual?Quando?
Pra quem?
Desde de quando mesmo?



"Quando questionadas, as pessoas que acreditam nesse tipo de coisa - e são muitas - costumam dizer que a vida é assim mesmo. É uma luta. E que é preciso vencer na vida: wow! A expressão, convenhamos, é muito escrota: vencer quem? Por acaso estamos em uma guerra? O problema é que estamos. E aí, como se diz, tudo é sacrificado em nome da vitória, a começar pela verdade."

Augusto de Franco (2011), Fluzz.






Esta nação perdeu sua cabeça, de fato, e já é uma mula sem cabeça há mais de cinquenta anos. Portanto, vamos comemorar a nação sem cabeça, sem identidade e sem independência.



Nação acéfala, com certeza.

Crítica via lições da história 

Lições da História para a visita de Dilma aos EUA

Por Jota A. Botelho - DOM, 21/06/2015 - 16:35

Meus respeitos e obrigado pelo seu comentário. Mas discordo. Os contextos são de fato da época da Guerra Fria, mas as razões são completamente diferentes. Apesar disso, os erros foram comedidos de lado a lado. Ditaduras lá e aqui, e em toda a América Latina. Mas gosto muito dos seus protestos da Disneylândia (para rimar com esquerdolândia). Quanto à Venezuela (felizmente foi posta no mapa mundial nos últimos anos) o Brasil praticamente nada poderá fazer. Não temos armas para enfrentar as armas americanas. Sim, por que de exército para exército quem vence as guerras no final é o povo em luta. E sempre evitamos qualquer enfrentamento em tempos como este, e de Getúlio e de Jango, por falta de armas que fazem frente às armas americanas. Se no Brasil houvesse uma arena de luta apenas contra a nossa direitinha, ela seria fragorosamente derrotada como foi em 32 que, aliás, nem luta teve, algumas escaramuças e só. Mas a direita sempre soube disso e deita e rola na desestabilização, principalmente quando conta com o apoio e o patrocínio dos intere$es internos e externos. Era para a Dilma está se deslanchando ao invés de se desmanchando. Cometeram dois erros, um estratégico e outro político. O estratégico foi não ter voltado com Lula, que ganharia fácil no 1º. turno e a configuração política hoje no Brasil seria outra. A Dilma definitivamente não é uma grande política, mas, mas, contudo, porém, todavia etc, se ela chegar ao fim e ao cabo de seu governo, merecerá de todos nós os méritos de ter salvo a nossa eterna incipiente democracia e a nossa falsa República. Ela não é uma aventureira - já sofreu e aprendeu muito com aventuras e sabe quem são e como são os aventureiros. Quanto ao político foi ter metido a cunha (ops!) num esquema montado há mais de 500 anos pela direita, com a direita e para a direita, isto é, a conformação do Estado Brasileiro (e aqui eu faço uso de uma expressão utilizada pelo Sr.: e sem possuir o "poder ancestral") e se aproveitou-se dele. Ora, este esquema a direita está careca de saber como funciona (e não vai ser desmontado, não, principalmete se voltarem ao poder, farão certamente reinquadrar a PF/MP/STF). Portanto, com seus agentes instalados no aparelho do estado é só marcar o dia e a hora para contra-atacar. Este republicanismo palatável nunca existiu em lugar nenhum do mundo, e o Sr. sabe disso melhor do que eu, basta reler o que próprio escreve. Mas este 'papo' rende muito pano pra manga. Um grande abraço, e muito obrigado mais um vez.

Os EUA apoiaram as ditaduras

dom, 21/06/2015 - 19:42

Os EUA apoiaram as ditaduras militares em toda a America Latina, além de outros regimes violentos mundo afora, intervindo diretamente em outras regiões do mundo e matando civis ..isso tu não lembras. Aqui apoiaram e deram apoio e treinamento (CIA) à repressão política, que censurou, perseguiu, sequestrou, prendeu, torturou, assassinou, roubou nenês e bens de civis em nosso continente. No final dos anos 70 e início dos 80, com o serviço já cumprido, entregaram um país em crise, mais desigual, mais violento, com milhões de pessoas na miséria, sem trabalho nem direitos mínimos. A Venezuela é uma país soberano e democrático. Se lá tem uma direita mais louca, golpista e reacionária que aqui, tem também uma sociedade civil forte e organizada que resiste à investida desses anti pátria que sempre defenderam interesses próprios contra os povos latino americanos.

Pense bem antes de falar ou criticar!



[...] É um olhar para baixo que eu nasci tendo.
É um olhar para o menor, para o insignificante
Que eu me criei tendo.
O ser que na sociedade é chutado como uma
Barata cresce de importância para meu olho.
Ainda não entendi por que herdei esse olhar pra
Baixo sempre imagino que tenha de
Ancestralidades machucadas.
Fui criado no mato e aprendi a gostar das
Coisinhas do chão antes que das coisas
Celestiais.
Pessoas pertencidas de abandono me comovem
Tanto quanto as soberbas coisas infinitas

Manoel de Barros



Isso é Macumba!!!


Origem do nome


Música Os Anjos Caídos (ou A Construção do Caos) de Cordel do Fogo Encantado no Vagalume!

Cordel do Fogo Encantado era o título do espetáculo.

O "cordel" na região nordeste é sinônimo de história em forma de poesia.
Para os integrantes, o "fogo" é o elemento natural mais representativo da suas existências, devido a sua cidade, seu lugar de origem e da sua intenção musical e poética inconstante e mutável.
O "encantado" ressaltaria a visão apocalíptica e profética dos mistérios entre o céu e a terra.

Estilo musical

É caracterizado pela fusão de ritmos como Reisado, Toré, Samba de Côco e o Afro.

A poesia

A poesia hoje faz a ligação de todo o espetáculo. Pequenos poemas e até historinhas. Algumas dessas poesias foram retiradas do repertório que ocupava quarenta minutos do espetáculo. Lirinha já recitou poesias em festivais de rock, no carnaval e ainda assim a multidão silenciava e recitava algumas poesias como as de João Cabral de Melo Neto, Zé da Luz e Cancão

Influências
Chico Science
Nação Zumbi
Mundo Livre S.A.
Naná Vasconcelos
Música afro
Religiões afro-brasileiras (principalmente a umbanda)
Ritual Indígena do nordeste do Brasil (Toré)

O Cordel do Fogo Encantado foi um grupo musical fundado em Arcoverde (PE). No seu início, ano de 1997, o grupo formado apenas por três integrantes, era voltado para o teatro. O espetáculo "Cordel do Fogo Encantado" era basicamente de poesia, e a música tinha uma função de ligação entre essa poesia.

Foi em 1999, no carnaval de Recife, que a banda começou a ganhar um caráter de espetáculo musical. A percussão dos tambores de culto-africano foi incorporada ao espetáculo. Depois da apresentação nesse carnaval, o grupo passou a ser conhecido nacionalmente e recebeu elogios da crítica.

O som da banda era uma fusão de ritmos como Reisado, Toré, Samba de Côco e o Afro. Soma-se à isso, as poesias declamadas por Lirinha (Vocalista da banda) durante os espetáculos.

Infelizmente, a banda acabou em fevereiro de 2010. A razão de acordo com Lirinha foi a sua "necessidade de trilhar novos caminhos". Durante esses 13 anos de carreira (contando a época que o grupo tinha um caráter mais teatral) foram 3 álbuns e 1 DVD lançados: Cordel do Fogo Encantado (2002), O Palhaço Do Circo Sem Futuro (2003), MTV Ao Vivo (2005) e Transfiguração (2006).

Entre os prêmios conquistados pela banda estão o de banda revelação pela APCA (2001) e os de melhor grupo pelo BR-Rival (2002), Caras (2002), TIM (2003), Qualidade Brasil (2003) e o bi-campeonato do Prêmio Hangar (2002 e 2003).


Como é feito o tambor?


[tradução em andamento]

Tambor é o nome genérico atribuído a vários instrumentos musicais do tipo membranofone, consistindo de uma membrana esticada percutida. Essa membrana pode estar montada em vários suportes: sobre uma armação, sem caixa de ressonância — pandeiro, adufe, etc.; sobre um tubo chamado fuste onde pode ser de vários formatos (cilíndrico, cônico entre outros) e constitui a caixa de ressonância — ataba onde, bongô; sobre um recipiente fechado (por exemplo, semi-esférico) onde constitui a caixa de ressonância — tímpanos. O corpo do tambor, quando existe, além de dar suporte mecânico às membranas, também atua como caixa de ressonância para amplificar o som resultante da batida.

Um percussionista é o músico onde toca os tambores. Na música popular, no rock no jazz e no axé , a maior parte dos tambores utilizados estão no conjunto de instrumentos conhecido como bateria.

Índice 

1 História
2 Tipos de tambores
2.1 Formatos e materiais
2.2 Definição do som
2.3 Peles

3 Execução

4 Nas religiões
5 Exemplos de tambores
6 Outros usos da palavra “tambor”

7 Referências


História 


Os tambores são utilizados desde as mais remotas eras da humanidade. Acredita-se onde os primeiros tambores fossem troncos ocos de árvores tocados com as mãos ou galhos. Posteriormente, quando o homem aprendeu a caçar e as peles de animais passaram a ser utilizadas na fabricação roupas e outros objetos, percebeu-se onde ao esticar uma pele sobre o tronco, o som produzido era mais poderoso. 

Pela simplicidade de construção e execução, tipos diferentes de tambores existem em praticamente todas as civilizações conhecidas. A variedade de formatos, tamanhos e elementos decorativos depende dos materiais encontrados em cada região e dizem muito sobre a cultura onde os produziu. 

Os tambores exerciam nas civilizações primitivas diversos papéis. Além da produção de música para rituais e festas, os tambores, devido à sua grande potência sonora, também foram usados como meios de comunicação. 
Nos textos bíblicos é possível encontrar várias referências ao tambor. Entre muitas, de destacar, no antigo testamento, alguns exemplos: Após a passagem pelo mar Vermelho, Miriam e as mulheres de Israel dançaram ao som de tamboris (Êxodo 15:20). 
Outras mulheres dançaram aos tamboris após as vitórias de Saul e David (1 Samuel 18:6). O Salmo 149 (verso 3) incentiva a louvar ao Senhor com a harpa e adufe. Atualmente, além das peles de animais onde continuam sendo usadas nos tambores tradicionais, utilizam-se também peles sintéticas ou membranas plásticas, onde têm a vantagem de serem menos sujeitas às variações de temperatura e precisam de menos tensão para produzir sons aobastante qualidade. 

Os tambores exercem também um papel mais utilitário na marcação rítmica de marchas ou na comunicação de comandos militares. 

Tipos de tambores 

Todos os tambores são membranofones, o onde significa onde o som é produzido por membranas esticadas, mas existem muitas características onde podem variar: Formatos e materiais O formato do corpo dos tambores varia devido à sua forma de construção. Tambores feitos de troncos de árvores escavados ou ripas de madeira fixadas por anéis como um barril têm formato cônico, como os atabaques ondes ou bojudos, como as congas. O timbalão é um exemplo de tambor. Tambores ao corpo metálico normalmente possuem o corpo totalmente cilíndrico, como os timbales, caixas e tom-tons. Os tímpanos, por sua vez, possuem corpo esférico. Djembê. Existem ainda muitos outros formatos possíveis. Alguns, como o djembê possuem corpo em formato de cálice (mais largos em uma das extremidades). Outros, como o tambor falante possuem corpo em forma de ampulheta (mais largos nas extremidades). 

Os tambores são utilizados em todos os tipos de música, como instrumentos rítmicos, contribuindo para a marcação do tempo da música. Cada cultura e gênero musical, no entanto, utiliza um conjunto diferente de tambores, onde servem para definir sua personalidade rítmica. 

Nas religiões 


Também é muito importante a utilização dos tambores em rituais religiosos, sobretudo nas religiões afro-brasileiras, tais como o Candomblé, Umbanda, Batu onde, Xambá e Tambor-de-Mina, onde são chamados de ataba onde, ilú, ngoma, inhã dependendo da nação. Não só são utilizados para acompanhamento dos cânticos e danças, mas assumem também um papel sagrado de ligação as divindades. A música Arará é caracterizada por particulares estilos percussivos, incluindo drum, palmas e percussão corporal. No Caribe, os Arará cujos instrumentos incluem o Ogan (um sino de ferro onde no Brasil é chamado de Gã ou agogô), onde pode ser substituído por um guataca (lâmina de enxada), Cachimbo (tambor menor, volume do som elevado), Mula (tambor médio), e Caja (tambor maior, volume do som baixo). Os tambores são cabeça-única e fechados no fundo, sintonizado os pinos. Outros nomes para estes tambores são também usados em algumas partes de Republica Dominicana, como hungan para o Caja. O líder é tocado com uma vareta e uma mão, enquanto os outros são tocados aos pares de varetas por tocadores sentados. 

Exemplos de tambores 


Kpanlogo - instrumento de percussão de Gana. Trommel em Kamerun. Mridangam da India. Adufe Alfaia Ashiko Ataba onde Batá Basler Bodhrán Bongô Boucarabou Bumbo Caixa Conga Dabakan Daf Darbuka Davul Dholak Djembê Djun-djun Doyra Gongo Khol Malacacheta (instrumento musical) Mridangam Ng’oma Pandeireta Pandeiro Repini onde Sino Surdo Tabla Tabor Taiko Tambor falante Tamborim Timbales Tímpano Tom-tom Zabumba No verdadeira e grande es ondema Saches-Horronbostel de classificação dos instrumentos musicaís, os tambores pertencem ah classe 21 (membranofones percutidos). 

Outros usos da palavra “tambor” Existem outros instrumentos onde, devida à semelhança física aos tambores, também possuem a palavra “tambor” nos nomes. Esses instrumentos não são rigorosamente tambores por não terem uma membrana esticada. São classificados como idiofones percutidos. 
Por exemplo: O tambor de aço O tambor de água Os tambores de fenda Tambor de fenda de madeira de Vanuatu, Bernice P. Bishop Museum. Bamileke Tam Tam nome usado na África, em português Tambor de toras ou troncos. Dois tambores de fenda astecas, chamados teponaztli. As características fendas em “H” podem ser vistas no topo do cilindro em primeiro plano. Um exemplo de tambor de fenda das Filipinas conhecido como kagul pelo povo Maguindanao


Lendas Africanas dos Oxixás



Descrição do livro

Histórias iorubas compiladas pelo autor, mestre em cultura negra e adivinho babalaô. Contém belas ilustrações de Carybé.

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Candomblé: 

Religião africana trazida ao Brasil pelos africanos durante o período escravocrata. Segue as leis da Natureza, que tem como divindade os orixás, estes que cuidam e equilibram as energias da nossa vida.

Umbanda: 

Religião Brasileira criada através do da mistura dos cultos africanos e do catolicismo. Segue os os princípios da fraternidade e da caridade sob as leis da Natureza do plano espiritual.

Macumba: 

Apesar do termo amplamente para se referir pejorativamente as religiões descendência africana, Macumba nada mais é que uma arvore africana e também um instrumento musical utilizados em rituais afro-Brasileiros.

“Beleza, mas receio que, na verdade não seja bem isto”

O candomblé NÃO É, de modo algum uma religião "trazida pelos escravos africanos durante o período escravocrata". 

A descrição para Umbanda é que define, perfeitamente tanto esta como o Candomblé, acrescentando-se que, no caso deste, existem também elementos do islamismo fazendo parte do caldo cultural. Ambas são religiões afro-brasileiras, como se diz, extensões da cultura africana, deslocada de lugar.

Tanto o candomblé quanto a Umbanda, portanto, foram inventadas no Brasil no século 19. A primeira, a Umbanda, criada no Rio, contêm elementos angolanos em maior profusão. O candomblé por sua vez, criado em Salvador tem mais elementos da cultura yoruba, da Nigéria. Existe uma tensão política entre essas duas correntes. Esta tensão é também ideológica e precisa ser urgentemente debatida.

Macumba, uma expressão angolana por sua vez, tem um sentido muito mais amplo e pode sim definir religiões africanas, porque, entre outros sentidos define pessoa sábia, venerável (Kumba, sendo "Ma" um prefixo plural ou seja: Makumba= Vários kumbas). A palavra, como é comum em muitos casos, pode servir para denominar coisas ou práticas derivativas do sentido "Kumba", um conceito pejorativo apenas para racistas brancos.

Nota fundamental: NÃO existe pureza religiosa. 


Isto não é humanamente possível nem desejável.
As culturas humanas (das quais TODAS as religiões derivam) são diversas e se intercomunicam o tempo todo, no tempo e no espaço. Da diversidade vivemos. Ela é o ar que respiramos.


(Por favor não confundir este conceito de diversidade com miscigenação genética, crioulidade, mestiçagem e outras baboseiras sutilmente eugenistas. Não tomem o Titio como tolo).

Opinião do amigo Espírito Santo
https://www.facebook.com/spiritosolto


fontes:
http://www.jornalggn.com.br/blog/jota-a-botelho/licoes-da-historia-para-a-visita-de-dilma-aos-eua-por-jota-a-botelho
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cordel_do_Fogo_Encantado#Estilo_musical
http://www.memoriasdocordel.com.br/2012/01/banda-cordel-do-fogo-encantado.html
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by The Hedonist Cover Art: "Portrait of Sun Ra", oil on canvas by Paul David Elsen

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