Scientia Ad Sapientiam

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“Não há homem imprescindível, há causa imprescindível. Sem a força coletiva não somos nada” - blog da retórica magia/arte/foto/imagem.

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Semana do Meio Ambiente

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Semana do Meio Ambiente


Navegar é preciso




Pior que passar frio subindo e descendo ondas ao sul do Oceano Índico seria não ter chegado até aqui. Ou nunca ter deixado as águas quentes e confortáveis de Paraty. Mesmo que fosse apenas para descobrir o quanto elas eram quentes e confortáveis. Eu senti um estranho bem estar ao contornar gelos tão longe de casa. Hoje entendo bem o meu pai - um homem precisa viajar por sua conta, não por meio de histórias, imagem, livros ou TV. Precisa viajar por si com seus olhos e pés para entender o que é seu. Para um dia plantar suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor e o oposto, sentir a distância e o desabrigo para estar bem sobre o próprio teto. O homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como imaginamos, e não simplesmente como é. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos e simplesmente ir ver.



Amyr Klink

fonte:

https://youtu.be/y-zRw8MtfGI?t=50m8s 

MAR SEM FIM

Resumo crítico do Brasil por João Lara Mesquita

  

RECORTES LIVRO MAR SEM FIM - de JOÃO LARA MESQUITA 

MAR SEM FIM I
MAR SEM FIM II





Se você faz o que todo mundo faz, terminará irremediavelmente igual a todas as pessoas.Se faz o que seu coração diz para a vida - e receberá muitas críticas por isso - se não recebê-las é porque não está a fazer nada alinhado com o que diz sua voz interior.Responda ao chamado da sua natureza!

HIPÓTESE I 

SUSTENTABILIDADE e BIO PERMANÊNCIA
SUBLIMAÇÃO* DO CAOS

* fís.térm quím passagem do estado sólido diretamente ao gasoso; purificação de uma substância volátil por meio de calor.


  • Iremos, IRREMEDIAVELMENTE, co-existir e resistir com 50º nos Trópicos nos próximos trinta anos?  
  • Se eu tivesse o dobro do dinheiro e propriedades eu seria duas vezes mais feliz?


SOLUÇÃO I 

METAS SUSTENTABILIDADE

Para os anos que ainda nos restam, antes da sublimação:
META Sustentabilidade - bio construir a permanência - sublimar o caos:

  1. Bio construir moradas mais sustentáveis - menos dinheiro da indústria do consumo - mais harmonia com a natureza. 
  2. Valorizar conhecimentos ancestrais aliados a tecnologias de ponta, de baixo custo e alto impacto social
  3. Adquirir soberania alimentar, erradicar a fome, doenças e a pobreza, ou seja, o fim da ignorância. 
  4. Gerar rendimento [ gerar, trocar, agregar valores, beneficiar, empowerment ] sob novas bases colaborativas, cooperativas e partilhar. 
  5. Praticar relações interpessoais mais humanas, desenvolvimento integral interno e externo.


HIPÓTESE II 

T (E-DNA) = ARTE ENERGIA [CRIADORA DA VIDA] FATORADA PELO TEMPO É IGUAL A ARTE 

O tempo a tudo transformará Mapear o caminho do mundo interior para o exterior Alinhar nossos mundos internos e externos Transformar nossas vidas em obras de arte

SOLUÇÃO II 

Para resumir: o principio básico do trabalho do chacra do coração é criar um circuito palpável feito de dar e receber - o centro do coração, o quarto chacra é, ele próprio, o ponto de apoio e pode transmutar nossas energias por si mesmo. Um sinônimo de doação é apoio, e apoio é algo que acontece em todos os níveis. O ato de dar, quer seja de natureza emocional ou material, não é calculado; o dar flui da plenitude e é espontâneo. Quando nos sentimos completos, estamos livres para dar e receber. O contrário do apoio é a inveja, emblema maior de nossa escassez. Onde haja inveja em nossas vidas, há lugar em que acreditamos não ter o suficiente ou, o que é pior, que nós mesmos não somos suficientes.

Trabalhar com o centro do coração é nos conciliar com nossa inveja, a mesma que pode ser entendida como ignorância. Na tradição budista tibetana, entende-se que essa mentalidade pertence ao reino do 'fantasma faminto', são visualizados como espíritos desencarnados com corpos enormes e pequenas bocas que sempre tentam sugar mais experiencias, porque nunca se satisfazem. A febril energia de consumo - intelectual e material - nunca está satisfeita, porque há pouca fundamentação centrada na terra ou um ciclo regenerativo de dar e receber. Não precisamos manipular, tramar, sequer planejar. Basta abrir o coração para a margem, permitir que a dor, a inveja, ou quaisquer emoções presentes cheguem a superfície. Abandonando-se um resultado preconcebido, emerge nosso destino.

Dessa forma, situações aparentemente negativas se tornam encontros com o destino; a doença e a falência se tornam portas que atravessamos para entrar numa realidade maior. O intelecto e os espasmos do não alinhamento se instalam em seu devido lugar, então temos a facilidade para entender os desejos de nosso coração. Talvez, em um futuro próximo, venham a se desenvolver grupos que pensam igual, em que as pessoas poderão apoiar os esforços uns dos outros a fim de manifestar o trabalho que amam, serão uteis não como muletas emocionais, mas como uma caixa de ressonância e sistema de apoio, para aqueles que ousam se aventurar na vida com uma nova ideia, e para reforçar a ideia da abundancia em oposição ao medo da escassez. E, no momento em que você expuser sua verdade e for ouvido, estará criando um espaço no coração, que é o caminho para o alinhamento.

HIPÓTESE III 

SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO, GESTÃO E CONSERVAÇÃO EM PERMACULTURA 

Pontos guias para desenvolvimento de uma proposta:

  • Reconhecer que será uma viajem, e desfrutá-la; 
  • Desenvolver uma visão e mantê-lo em crescimento; 
  • Construir relações e laços afetivos; 
  • Fazer que o desafio do sistema em sua totalidade seja explícito; 
  • Aceitar ajuda para conseguir ser mais auto-suficientes; 
  • Desenvolver procedimentos claros; 
  • Manter uma sustentabilidade equilibrada; 
  • Sermos abertos e honestos. 


FAZER QUE O DESAFIO DO SISTEMA EM SUA TOTALIDADE SEJA EXPLÍCITO 


Uma vez que o grupo começou a esclarecer sua visão e construir relações, o próximo passo implica orientar ao grupo nas tarefas que necessitam ser realizadas. Neste ponto, muitos grupos encontram o desafio de acomodar dois estilos diferentes de personalidade. Há quem prefira aproximar-se dessas tarefas começando pelo planejamento. Há outros que desejam mergulhar na experimentação.

O desafio para o grupo como totalidade é levar essas duas tendências até uma relação construtiva, assim podem contribuir uns aos outros. Lamentavelmente, o que de freqüente ocorre é que estas duas tendências são vistas em oposição uma a outra e o resultado é uma luta de poder. Durante as últimas décadas, com a maioria das instituições supra burocráticas, aqueles que se lançaram a realizar comunidades experimentais desejaram escapar da estrutura e do planejamento. No processo muitas comunidades aprenderam duras lições por ir tão rápido na direção da experimentação espontânea. Por outro lado, algumas comunidades criam ainda mais complicações quanto ao planejamento e sistema de controle do que se encontra na sociedade.

Hoje, entre as comunidades que sobreviveram por vários anos, há uma maior valorização do planejamento e da experimentação como elementos úteis que necessitam estar em equilíbrio e numa relação adequada.

SOLUÇÃO III 

A ESTRATÉGIA É O PLANEJAMENTO 

Uma grande ajuda para conseguir esta relação adequada implica em alcançar um profundo entendimento do planejamento e da experimentação. Com relação ao planejamento, dois aspectos principais:

  1. Identificar e visualizar as etapas que são requeridas para realizar uma tarefa. 
  2. Decidir quando cada etapa deveria ser completada e através de quais meios. 


 "Algumas comunidades resolveram este dilema ao planejar muito cuidadosamente algumas atividades, como os encontros, e deixar que outros eventos, como as celebrações, se façam espontaneamente". 


O que deveria se incluir dentro do "mapa" grupal?

Um bom lugar para iniciar são as áreas de desafio:

  1. bio sistema
  2. construção ambiental
  3. sistema econômico
  4. sistema social
  5. e coesão grupal


O mapa será mais efetivo se é exposto visualmente em lugar comum de encontro para que possa ser modificado durante as reuniões e na medida que as situações mudem. Seria bom que o display seja o suficientemente flexível como para adicionar ou apagar novas áreas específicas, indicar eventos por vir ou atividades necessárias no futuro, e os sucessos e fracassos que acontecem no presente.
 As futuras atividades e necessidades podem ser redigidas em bilhetes separados e móveis para ser mais flexíveis e comunicar graficamente a flexibilidade. Ao utilizar um mapa deste tipo é importante prestar igual atenção às três fases de desenvolvimento:

  1. Recursos /Projeto
  2. Criação /Implementação
  3. Manutenção 


Talvez seja mais importante desenvolver "meta procedimentos" para mudar estes outros procedimentos. É bom iniciar já com algo escrito, mesmo que seja simples. Isso pode ajudar a evitar dois grandes erros:

  1. Esperar tanto que ao final se chegue a uma confusão ou desacordo sobre os procedimentos; 
  2. O problema oposto, que é permanecer tentando escrever a seqüência perfeita de procedimentos, antes de ter ganhado mais experiência como grupo. 


SERMOS ABERTOS E HONESTOS


Finalmente, resulta clara a evidência de que para muitos assuntos comunitários (inclusive os sempre provocatórios temas de sexo, poder e dinheiro):

O QUE VOCÊ FAZ É MENOS IMPORTANTE DO QUE QUÃO ABERTA E HONESTAMENTE O FAÇA 


Algumas comunidades bem-sucedidas se baseiam no celibato, enquanto outras se baseiam em matrimônios grupais. Estas aproximações aparentemente opostas podem ambas funcionar. Aquilo que não funciona e coloca a comunidade em problemas é quando a TEORIA NÃO ENCAIXA COM O COMPORTAMENTO PRIVADO, especialmente quando os que quebram as regras são aqueles em posição de liderança.
O assunto do poder oferece um bom exemplo.
Muitas comunidades adotam o ideal de COMPLETA IGUALDADE DE PODER, mas de fato a aproximação mais sana no processo de grupo é que se possa reformular seus próprios ideais de maneira que HONREM MELHOR SEU SIGNIFICADO PROFUNDO. Por exemplo: JUSTIÇA IGUALITÁRIA para todos pode ser mais importante que IGUALDADE DE PODER e combine melhor com a COMPLEXA VERDADE DE SUAS EXPERIÊNCIAS.

A PERMACULTURA 


Baseada numa ética da terra, traz estímulos e soluções sociais gerados dentro das próprias comunidades. A sua filosofia e práticas simples favorecem a reintegração do ser humano no seu meio ambiente de formas sustentáveis. Criada na Austrália ao final dos anos 70, tem como princípio a observação das estratégias da natureza. Desenvolve-se num design inteligente, racionalizando a organização de sítios e fazendas ou até mesmo de cidades, levando em consideração os aspectos típicos de cada região. Tendo claro as necessidades como moradia, água, acesso, jardim, animais, lazer, área de produção, reserva florestal etc., podemos planejar tudo de forma integrada, com harmonia, eficiência e ecologicamente correta. Nunca duvide de um pequeno grupo de cidadãos pensantes que possam mudar o mundo, pois na verdade , é a única coisa que realmente tem acontecido!
 Entre os entes do mundo animal, mineral e vegetal nenhum precisou de cartão de crédito para sobreviver.


GALERIA COLEÇÕES 

Permacultura Fotografias Facebook 


REFERÊNCIAS & BIBLIOGRAFIA

Biblioteca Ecologica Digital - Referências bibliográficas sobre temas correlacionados da Permacultura (green skills, green economy, sustainable development)

Vitalidade e Alimentação - Segurança e soberania alimentar via alimentação viva raw food (Terrapia - escola nacional de saúde pública ENSP - FIOCRUZ)

Leia também Human Fractals Addenddum


Continuação do post anterior  Human Fractals - sociedade consumista

http://leofotoarte.blogspot.com.br/2014/07/human-fractals-sociedade-consumista.html

...E no pedestal tais palavras aparecem:

Meu nome é Ozymandias, o rei dos reis: Vejam minhas obras, ó fortes – desesperem-se!







Nada resta: junto à ruína decadente e colossal, de ilimitada aridez, areias, lisas e sós, ao longe se estendem. 

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Manual do sobrevivente em caso de estupro mental desvios de caráter e ego zoides no mundo torpe

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Manual do Sobrevivente Moral

Em situações de desvios de caráter
Personalidades egozóides
Mundos deturpados
Ambientes de pressão e repressão
Direitos cerciados, censura à liberdade de expressão


Nossos currículos omitem frequentemente o treinamento para o lobby como também omitem qualquer dose teórica de discussão sobre Ciência Política. Esta omissão não é involuntária, mas constitui uma repressão vitoriana que corre em nosso sangue desde o século XIX. A política é tida como coisa suja, a representação de interesses é vista como um assunto publicamente inconveniente. Essa repressão vitoriana conduz o assunto para o submundo não-oficializado, onde então vale tudo, onde, no esterco e na escuridão, vegeta essa planta autoritária que está escondida em todos nós, pronta para florescer as flores do Mal.

Vamos à definição

Lobby é a ação de influenciar sobre o tomador de decisão na esfera do poder público. A atuação persuasora sobre o poder público. O esforço para influenciar, a tentativa de, a ação para. Por extensão, pode-se chamar de lobby também o grupo de pessoas que exerce essa influência, ou o mecanismo de pressão ou de representação junto ao poder público. A esse último, os franceses chamam de "groupes de pression" e os norte-americanos de "interest groups".

Lobby deve ser distinguido de relações públicas, porque não se trata apenas de uma comunicação social com diversos públicos, mas de uma ação específica visando obter um resultado concreto.
A comunicação social tem por objeto os públicos, o lobby tem como objeto a "tomada de decisão". Relações públicas pode preparar as bases constituintes do poder, esclarecer, persuadir, mas a culminação de uma campanha de opinião é obtida por um momento específico em que se encontra o interesse e a autoridade.

Da mesma forma, a ação comercial ou de venda não pode ser confundida com a de lobby.
O marketing tem por objeto o comprador, cliente, o consumidor, enquanto o lobby (novamente) tem por objeto o poder decisório. Mesmo nas empreiteiras e fornecedoras de governo, onde o tomador de decisão política pode coincidir com o comprador, há o cuidado de distinguir em funções diferentes as duas atividades.

Cabe ainda lembrar que o lobby não é uma profissão e nem poderá ser (mesmo sendo exercido em sua grande maioria por profissionais de relações públicas), dado que o ato de influenciar pode vir a ser exercido por pessoa ou grupo de qualquer agremiação profissional. Não posso imaginar um lobista portador de carteirinha profissional. O fato de o lobby não ser uma profissão não impede que seja registrado, protocolado, classificado para efeito de controle social e de estabelecimento de uma ética própria.

Desta forma, não existe lobby junto à opinião pública, como não existe lobby junto à imprensa.
O lobby, como consumação última de uma campanha de opinião pública, é o beneficiário de relações públicas. Fazer lobby também não deve ser visto como competência exclusiva da recentemente regulamentada profissão de relações públicas.

O lobby é

sempre pejorativo quando outros são beneficiados; quando somos nós os beneficiados, não se usa a expressão. Os democratas norte-americanos usam a expressão contra grupos econômicos vinculados ao Partido Republicano: neste sentido, o lobby das petroleiras.

Saindo fora do debate semântico, fazem lobby todos os grupos da sociedade, todas as pessoas físicas e jurídicas, os grupos de interesses, representantes de ideologias de direita e de esquerda. O lobby não é departamentalizado dentro da estrutura da empresa. Fazem lobby em tempo parcial todos os executivos, desde o presidente do conselho até o engenheiro de obras.
Fazem lobby em tempo integral geralmente uma ou mais pessoas localizadas em diretorias ou assessorias a nível de presidência. Essa "assessoria política", ao mesmo tempo, esclarece a diretoria, planeja a ação e articula os contatos.

O lobby mais comum é o individual, de uma empresa ou de um grupo econômico;
mas ele atinge a sua forma mais complexa quando atua coletivamente através de grupos de pressão, associações de classe, consórcios, sindicatos, sociedades civis, clubes de diretores, associações comerciais ou federações de indústria.

É evidente que o lobby, transformado em instrumento do poder econômico, torna se nocivo, precisando ser regulamentado e controlado pelo poder público. Mas ele não é necessariamente um instrumento prejudicial à sociedade aberta e à representação democrática. A representação dos interesses tanto se pode fazer através das urnas, como através dos grupos de interesse. Nota-se a sua presença nas sociedades mais formalmente democráticas, como uma alternativa de eficácia mais rápida e segura.

A imagem é contundente dos conflitos de interesses que muitas vezes explodem no espaço público. Pode acontecer em qualquer esquina, em qualquer tempo, porém dificilmente conheceremos cara a cara quem são os agentes que provocam ou disparam as forças de pressão sobre os interesses da sociedade.

PERFIL DO LOBBYIST

  1. Conhecimento de Governo.
  2. Cultura Geral.
  3. Conhecimento Jurídico.
  4. Senso Comercial.
  5. Discrição/Confidencialidade.
  6. Tato Político.
  7. Postura.
  8. Conhecimento do Produto.
  9. Integridade Ética.

COMO MONTAR UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO SOBRE O AMBIENTE EXTERNO


Regras Básicas:
  • 1. A informação é fundamental.
    Conhecer o ambiente sobre o qual se vai trabalhar.
  • 2. Evitar identificação político-partidária da empresa.
  • 3. Evitar "figurões" para a direção das relações externas. Procurar profissionais.
  • 4. Trabalhar no curto e no longo prazo.
  • 5. Evitar pontos de conflito entre a empresa e o meio ambiente.
  • 6. Identificar variáveis futuras. Ter canais próprios para identificar metas do governo.
  • 7. Análise da estrutura econômica, política e social.
  • 8. A imprensa é um material básico de trabalho.

LEITURA CRÍTICA DA IMPRENSA

  1. Destrinchar a notícia. Identificar sua origem. Foi "press-release"? Quem distribuiu? Quem está pagando?
  2. Análise comparativa de vários jornais. Identificar pontos comuns (estruturas de frases repetidas) em vários jornais, que possam fornecer pista para a origem da notícia.
  3. Analisar o balanço dos veículos. Conhecer o endividamento dos periódicos. Dívida em dólar ou real? Com que banco?
  4. Analisar a carteira de anunciantes. De quem o jornal depende?
  5. Interesses ostensivos do veículo.
  6. Conhecer os interesses não-explícitos. Perfil do proprietário e dos jornalistas.
  7. Analisar notícias em nível nacional. Às vezes a notícia surge em outras praças.
  8. Acompanhar o perfil das autoridades. A sua política, os seus pronunciamentos, os seus interesses.
  9. Procurar o "off" em contatos informais com os jornalistas.
  10. Compreender como um jornalista produz a notícia.


    Combinar análises econômico-políticas mais profundas (cenários semestrais) com contatos para análise conjuntural mais frequentes (relatórios de conjuntura) cada 15 dias. Almoços com jornalistas.



PLANO DE LOBBY

Metodologia de trabalho

I. DEFINIÇÃO DO OBJETO DO LOBBY

  1. O que queremos? Qual é o nosso pleito?
  2. É legal?
  3. É moral?
  4. Coincide com a causa pública ou com o interesse da sociedade?
  5. Coincide com o "discurso" ou ideologia do governo?
  6. Qual é o nosso poder político de barganha?
  7. Qual o atrativo (político, ideológico, econômico, eleitoral) que nosso pleito apresenta?
  8. Qual é a imagem política de nossa empresa? Temos contencioso social/político?
  9. Quais os nossos pontos fortes e pontos fracos? (LISTAR)
  10. Qual é o poder de barganha de nossos possíveis aliados?

II. MONTAGEM DA ESTRATÉGIA

  1. Identificação dos interesses ou pleitos. Definição do projeto. O QUÊ
  2. Localização das áreas que decidem no governo. Definição dos segmentos do ambiente político. ONDE
  3. Identificação de oportunidades e ameaças no ambiente. ONDE
  4. Identificação dos atores e aliados. QUEM
  5. Identificação dos oponentes e/ou interesses contrários. QUEM
  6. Determinação do momento oportuno para a ação. QUANDO
  7. Elaboração do orçamento de investimentos na campanha ou no projeto. QUANTO
  8. Definição da "lógica dos acontecimentos" da sequência e das etapas da campanha. COMO

III. INICIAR A COALIZÃO

  1. Identificação dos atores principais (poder decisor. aliados. oponentes).
  2. Identificação dos segmentos favoráveis e desfavoráveis do ambiente.
  3. Análise do nosso poder de barganha.
  4. Avaliação do poder de barganha de nossos aliados.
  5. Seleção de aliados.
  6. Negociação com os aliados.
  7. Identificação dos oponentes.
  8. Avaliação do poder de barganha dos oponentes.
  9. Formulação de estratégias ofensivas e defensivas.
  10. Antecipação de contra-respostas dos oponentes.
  11.  Negociação com os oponentes.
  12. Consolidação da coalizão.

IV. DESENVOLVER A CAMPANHA ("PUBLlCIZING")

  1. Definição do projeto. Elaboração do documento básico.
  2. Preparo interno da empresa.
  3. Formação do grupo de pressão: entidade de classe, fundação, grupo de opinião, assessorias de comunicação social, assessorias especiais.
  4. Escolha dos instrumentos de comunicação social: imprensa, relações públicas, carta a congressistas, busca de aliados dentro do governo, visitas à empresa. etc.
  5. Escolha e treinamento dos agentes.
  6. Redação e divulgação dos documentos. "press-releases" e "mailing lists".
  7. Iniciar a campanha: levar a questão ao público. Escolher o momento certo.
  8. Criar uma atitude favorável por parte da opinião pública.
  9. Escolher o momento certo e trabalhar as áreas decisórias do governo individualmente ou em grupo. Negociar.
  10. Participar de comissões de assessoramento dos legisladores.
  11. Fechar a questão. Concluir a negociação.

V. ESTRUTURA DO LOBBY

  1. Definição de responsabilidades e autoridade.
    Distribuição dos "papéis".
  2. Identificar os executivos que atuarão na campanha.
    Áreas internas da empresa envolvidas na discussão do problema.
  3. Definir o orçamento de cada projeto.
  4. Contratar assessoria individual externa.
    Contratar os agentes do lobby.
  5. Contratar empresas especializadas em comunicação social para apoio de campanha e facilitação de contratos.
  6. Organizar os recursos internos: instalações. secretaria, "mailing list", material promocional, folheteira, banco de dados, assessoria técnica de produto, sistemas de informações, comunicações e correspondências.
  7. Treinar as pessoas envolvidas.
  8. Definir com o presidente da empresa a sua participação pessoal.


Problema Moral do "LOBBY"

PRIMEIRO

O debate das relações entre o poder e os diversos grupos de pressão ou lobbies traz, freqüentemente, o tema da moralidade e da corrupção. 
Este ensaio procura enfocar um pequeno aspecto, dentro da imensidão dos problemas dessa área. Ao percorrer a sua extensão, conclui-se que a questão está longe de ser encerrada. Por falta talvez de maior debate e amadurecimento por parte dos próprios dirigentes, as pessoas envolvidas sentem-se desconfortáveis ou com má consciência ao abordar o assunto.

A questão da propina no lobby levanta mais perguntas do que respostas: 

É possível julgar moralmente o comportamento político?
Há maior anomalia no tráfico político brasileiro do que em outros países?
Um "Estado de Exceção" produz um ambiente moral melhor ou pior do que o de outros sistemas abertos?
O capitalismo selvagem é mais corruptor do que o comunismo?
A pressão pela sobrevivência durante a recessão aumenta as práticas de corrupção?
Quem é o corruptor: quem pressiona para obter um favor ou quem o dá em troca de um ganho pecuniário?
É possível julgar moralmente quem dá uma propina?
Você daria propina para salvar uma vida?

Em maior ou menor escala, o comportamento político usa as paixões humanas e nisso está o seu potencial de provocar juízos morais
As relações de poder são relações de troca. De um lado, alguém recebe apoio ou sustentação; de outro, os
contribuintes esperam algo em câmbio. Em toda relação de poder existe o tráfico de influência: quem recebe apoio dá algo em troca para manter as bases de apoio.
Mesmo o presidente de uma empresa, acionista controlador que seja, sabe que deve fazer concessões em troca de apoio de determinados acionistas ou diretores.
É, pois, ingênuo supor que o comportamento político esteja na esfera do ideal. Quem vota favorece alguém; o votado deve corresponder às expectativas e interesses de seus constituintes até um ponto que ele considere razoável. Do sistema representativo, o tráfico político estende a sua asa sobre quase todas as esferas da ação do poder, chegando finalmente até a instância que estamos abordando. ou seja, o tráfico de influências nas atividades comerciais.
Esse tráfico político, que poderíamos considerar teoricamente normal, deve ser delimitado por princípios da Razão Moral superior. a respeito às leis e aos direitos humanos, o bem comum, o interesse público, a segurança nacional. Porém, já dizia Maquiavel que os interesses têm raízes mais profundas do que as convicções. 
Dada a grande pressão dos interesses humanos, o comportamento político precisa ser controlado e posto a descoberto para que os instrumentos da sociedade possam exercer o seu controle. 
Há momentos em que a sociedade civil se torna delinqüente, como dramaticamente descreve William Golding em O Senhor das Moscas. Momentos esses em que se pode até pôr em dúvida a capacidade da própria sociedade civil de vigiar os seus próprios atos, como no caso das sociedades totalitárias, as sociedades fascistas ou nazistas, por exemplo.
Teoricamente, uma sociedade aberta favorece mais o controle do comportamento político do que uma sociedade totalitária ou autoritária, ou uma sociedade revolucionária no seu período de "terror". Porém, o julgamento moral torna-se difícil numa comparação forçada entre uma sociedade autoritária do tipo "despotismo esclarecido" de Frederico II, na Prússia, e uma sociedade aberta, porém revolucionária, como o da Revolução Francesa. Qual delas foi mais delinquente em seu comportamento político?

Uma coisa têm as sociedades fechadas em comum: elas tranquilizam mais um observador ingênuo beneficiário da situação. Não apresentam "escândalos". O comportamento dos dirigentes e dos grupos de pressão é cercado de uma ideologia oficial que os "santifica". Em contraposição, a sociedade aberta, com o escrutínio dos órgãos de informação pública, apresenta na superfície a intranquilidade que caracteriza o jogo aberto dos interesses, o eriçamento das contradições e conflitos, a massificação das paixões. O bom burguês é levado ao cotidiano escândalo moral da sociedade aberta.
A entrada para a era da "abertura" brasileira deve, sem dúvida, ter despertado em muitos brasileiros a visão de uma sociedade em conflito, onde as tensões se apresentam em campo aberto, onde o desacordo é expresso até com violência, onde cada grupo e cada minoria se acha no dever de vir lutar pelos seus interesses à luz do dia. A violência cotidiana dessa expressão dos interesses e desacordos é que põe algumas pessoas em sobressalto. 
É preciso ter humildade e esperança para aceitar que esse livre jogo das expressões venha a produzir uma sabedoria coletiva. Às vezes, é esperar demais supor que se chegue a soluções sábias. A democracia, já dizia Churchill, é o menos mau de todos os regimes.

SEGUNDO

Outra questão é a dificuldade de julgar a moralidade das ações dos outros. 
No folclore popular, sempre que os outros estão ganhando nós estamos sendo roubados.
A autoridade é sempre corrupta quando os favorecidos não somos nós.
O julgamento moral em política é quase impossível no momento em que a ação decorre. Julgar se um agente usou os meios apropriados, se não feriu o bem comum, pode ser feito a posteriori, no futuro, pelos historiadores políticos. Quando muito, podemos julgar os nossos próprios atos. Quando muito porque, mesmo aí, a psicologia freudiana nos ensinou o quanto de submerso, inconsciente e nebuloso existe em nosso próprio comportamento.

Em política, freqüentemente a moral é decorrente de uma "ética de situação" pela qual uma dada ação só pode ser julgada dentro de coordenadas ad hoc do aqui e do agora, dentro de um contexto concreto que pode justificar ou não a moralidade.
Devem existir "princípios eternos" superiores, como, por exemplo, o respeito pela vida, mas o comportamento político cotidiano está às voltas com problemas mais comezinhos, como: fazer concessões, vender-se ou não, dar ou receber propinas, exercer coerção sobre pessoas utilizando a influência de seus superiores, amedrontar, etc.
O esforço para moralizar uma determinada época consiste em estabelecer as "regras do jogo", os "códigos de ética", criar dispositivos de controle ou de divulgação.
Apesar de todo esforço que deve continuar sendo feito, assim mesmo resulta difícil julgar moralmente as outras pessoas. Só podemos julgar moralmente a nós mesmos.


TERCEIRO


Após Watergate, muitas empresas norte-americanas, apanhadas no escândalo das propinas políticas, e até algumas tendo os seus dirigentes condenados criminalmente, viram-se às voltas com a necessidade de uma moralização das práticas comerciais. Algumas filiais brasileiras de multinacionais têm, até hoje, a prática de exigir de seus diretores e gerentes a assinatura de um compromisso anual de não exercer nenhuma pressão sobre funcionários governamentais que possa ser classificada como coerção, extorsão ou corrupção. Algumas empresas controlam rigorosamente, através de "Políticas de Dar e Receber Presentes", a troca de favores entre diretores e figuras no poder público.

No processo de "abertura", a própria sociedade brasileira está se tornando consciente da necessidade de ampliar os controles. Sabe-se que a própria "comunidade de informações" está voltada, hoje, para o acompanhamento de situações e de grupos onde se suspeita de abuso do poder econômico ou de prática de corrupção. Praticamente, todos os ministérios e secretarias de Estado estão se organizando para "auditar" e corrigir comportamentos. Essa ação de "auditoria" do poder público é sem dúvida necessária e elogiável, mas não esgota o assunto. 

É a própria sociedade civil quem deve exercer a "auditoria" sobre as suas práticas políticas.

Como não acredito no "rearmamento moral", só posso esperar que os diversos grupos que compõem a sociedade não só debatam os seus "códigos de ética", mas exerçam o controle, pondo a público as questões. Independente de qualquer imperativo religioso ou confessional, a sociedade deve exercer os seus mecanismos de consciência à luz da Razão Moral. 
Os órgãos de imprensa têm particularmente o dever de escrutinizar o comportamento político em todas as questões de interesse e bem comum. Tornar o jogo conhecido pela opinião pública. "Disclosure", ou disposição para estar aberto ou transparente, é um requisito de todos os cidadãos quando o que fazem afeta o bem comum.
A sociedade da "abertura" não tem um único centro de poder, mas vários; não tem um só partido no poder, mas vários; não tem uma só ideologia, mas varias. Conviver com esse pluralismo requer estar sendo devassado e escrutinizado diariamente. A sociedade que sobreviver à "abertura" deverá dar prioridade ao cumprimento das leis e ao respeito pelos direitos humanos, deverá, portanto, colocar no mais alto nível o imperativo moral.

QUARTO


Dar dinheiro ou bens de valor venal elevado em troca de favores políticos está muito ligado à opinião popular sobre os lobbies. Aqui entra a questão da propina nas trocas de favor.
Em Brasília, usa-se a terminologia anglo-americana para isso: "brabe", "bribery" (suborno) ou "bribing" (ato de subornar).

Eis, aqui, o resultado de minhas investigações:
  1. Algum empresários não aprovam "em nenhuma hipótese" essa prática em suas empresas, mesmo à custa de perder negócios ou reduzir a atuação em certos setores.
  2. Outros sabem que alguém nos seus escalões inferiores dá propina, mas oficialmente desconhecem a questão.
  3.  Alguns consideram que isso "faz parte das regras do jogo" e, caso necessário, aceitam a situação.
  4. Para alguns, há uma distinção entre aceitar fazer "em nome da sobrevivência da empresa" e não desejar fazê-lo em nome pessoal, como se fosse possível distinguir com nitidez a responsabilidade moral da pessoa física e da jurídica.
  5. Há quem costume classificar áreas ou setores onde a prática da propina é "condição do negócio", e outras em que não é.
  6. Outros levantam a questão de quem é o corruptor: o funcionário do governo ou seu intermediário que propõe o percentual de ganho, ou o funcionário da empresa que dá a propina, como se deixar-se corromper não seja parte da corrupção.
  7. Há ainda a questão de saber se a propina só consiste em "dar dinheiro" ou alternativas como a promoção no emprego, o favor sexual, etc. O folclore machista está saturado de episódios de natureza sexual, etc.
  8. Há quem considere a propina como um costume cultural, apontando povos mais ou menos corruptos, no que vai um traço de preconceito nacional ou racial.

Toda essa questão é pelo menos muito controversa, como se vê. O mal entendido é ainda mais favorecido pelo obscurecimento e pela atmosfera de mistério que o cerca. 
Não discutir a questão é talvez mais daninho do que deixar como está.


Gilberto Freire já escreveu sobre o sentido de culpa e má consciência que o brasileiro tem diante do lucro, identificando as suas raízes culturais e religiosas. Em nossa sociedade, ainda de certa forma rural, o homem de negócios ainda tem um grande espaço a ganhar quanto à legitimidade social de seu trabalho. O empresário é periodicamente alvo das acusações da má consciência popular. No assunto em pauta, o empresário é responsabilizado pelo grau de corrupção das práticas comerciais. O lobby empresarial está ligado popularmente à idéia de propina. Na realidade, o grande vilão na sociedade brasileira não é o Estado, é o homem de negócios. Eis por que é duplamente importante que o próprio empresário promova a luta contra a corrupção.



No sentido de contribuir com algo concreto, sugiro, aqui, aos empresários algumas medidas:

  1. Estar pronto a esclarecer a ética em qualquer caso concreto.
  2. Evitar ou abandonar a vinculação com pessoas do poder ou seus intermediários que sejam conhecidos como recebedores de propina.
  3. Detectar, internamente, as áreas envolvidas e fazer uma profilaxia organizacional.
  4. Introduzir no treinamento dos executivos a discussão da ética de negócios.
  5. Colaborar com grupos de trabalho, visando coibir as práticas incorretas.
  6. Estabelecer uma "Política para Dar e Receber Presentes" ou "Brindes", e fazê-la cumprir pelos diretores, gerentes e associados.
  7. Colaborar ativamente com todos os setores vivos de consciência da sociedade (como a imprensa) para o progresso da moralidade pública.
  8. Examinar detidamente as áreas de contencioso da empresa sob o ponto de vista não apenas legal, mas ético.
  9. Conduzir o planejamento estratégico para a dimensão social e ética, evitando que suas diretrizes sejam produto de uma "mente tecnocrática".
  10. Evitar associações com pessoas ou grupos que reconhecidamente atuam contra o interesse público e bem comum.

QUINTO

Um gesto de boa vontade para com as pessoas de fora é a prática de dar presentes. Dar presentes não deve ser confundido com dar propinas. Um presente é simbólico, elegante, sem alto valor venal, não é negociado, não é dado no momento do favor, não é para ser devolvido, é, enfim, um sinal de atenção. 

Os presentes são geralmente baseados em sugestões dos diretores ou gerentes, adquiridos e distribuídos pela área de relações públicas, numa época determinada (o Natal, por exemplo), em categorias de valor conforme uma classificação em quatro ou cinco níveis de beneficiado.
A instituição cujos funcionários recebem brindes deve do mesmo modo elaborar uma política para o recebimento de presentes. O funcionário ou diretor presenteado deve levar o fato ao conhecimento da presidência ou da direção geral, para que o assunto não esteja carregado de mal-entendidos. Presentes, mesmo de alto valor, não devem ser recusados; são aceitos como gesto de simpatia ou de troca de atenção, mas, conforme o nível, poderão ser destinados a um fundo central e depois sorteados entre os membros da organização ou doados a uma instituição de caridade. 
Pode-se estabelecer um nível de valor pelo qual o presente fique com o destinatário, seja destinado ao fundo geral para sorteio ou seja destinado a uma instituição filantrópica.

Em breve acompanhe aqui a continuação dessa série MANUAL DO SOBREVIVENTE MORAL:


  • Poder, Política e Desenvolvimento Organizacional
  • Cultura Empresarial Brasileira
  • Política e Responsabilidade Social da Empresa
  • Elegia do Empresário Falido (Ou: Vamos Tentar Tudo Outra Vez)
  • Esta Crise Ameaça Levar-nos à Desmoralização Interna,
  • A Responsabilidade Democrática numa Sociedade em Crise
  • Pensar Claro, Primeiro Passo para uma Regeneração Política
  • Especulação sobre a Possibilidade do Socialismo no Brasil
  • Como Crescer numa Era de Retórica Populista
  • Para Ajudar a Compreender a Função da Imprensa
  • Como Fazer "LOBBY" com a Oposição no Poder
  • Negociação
  • É Hora de nos Livrarmos do Raciocínio Tecnocrático






Flores Astrais
Secos e Molhados

Um grito de estrelas vem do infinito
E um bando de luz repete o grito
Todas as cores e outras mais
Procriam flores astrais

O verme passeia na lua cheia
O verme passeia na lua cheia
O verme passeia na lua cheia
O verme passeia na lua cheia






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Lobos alcateia e comportamento

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Lobos alcateia e comportamento


A fotografia foi feita por um homem de nome Cesare Bra e foi postada na rede há algumas semanas atrás pela usuária Hermel Barbara Bach. Até 13/01 a foto já tinha sido compartilhada por mais de 220.000 pessoas de vários países, contando com mais de 500.000 curtidas, ou seja, é uma imagem que se tornou viral em pouquíssimo tempo. 



A própria internauta Hermel Bach explicou sobre o que existe de tão especial no caso, pois o que mais levanta questionamentos é a estrutura de fila indiana que o bando assume com alguns membros específicos do grupo em posições estratégicas, indicando que eles não escolheram as suas posições na fila por acaso. Bach frisou que muito provavelmente os 3 primeiros indivíduos são idosos ou estão doentes e são eles que conferem o ritmo da marcha dos demais lobos. Se isso não acontecesse, os 3 primeiros lobos ficariam para trás e acabariam perdendo o contato com o resto do bando, podendo ser alvos de emboscada por algum predador e acabar sendo mortos. 

Logo depois dos 3 lobos do início da fila, há um sub-grupo de 5 lobos com aparência bastante forte, no que pode ser chamado de linha de frente. Na parte central há a presença de 11 lobos, depois de uma pequena lacuna vem seguindo mais 5 animais. Por fim, há o último lobo um pouco mais afastado que é chamado de alfa, ou seja, é esse último animal que controla tudo do final da fila. A conclusão que a própria internauta apresentou faz muito sentido, uma vez que nessa posição o último lobo tem no seu campo visual toda a matilha, podendo decidir a direção que tomará, movendo-se no ritmo dos idosos e ajudando uns aos outros a se cuidar e proteger. 

Milhares de usuários da rede que compartilharam a fotografia, também ficaram atônitos com a explicação anterior dada. Eles estão se perguntando se tudo isso faz sentido ou é verdade? Há sim, ao menos, uma certa lógica se for considerado que as alcateias têm uma estrutura social muito bem definida, o que é homologado com a imagem que foi capturada por Cesare Bra. 

Um site espanhol especializado em lobos ressalta que a hierarquia entre esses bichos é muito elevada, sendo que todos os membros obedecem às leis determinadas pelo coletivo. Pode soar como algo extremamente duro, mas no final garante a sobrevivência da matilha. O mesmo site elucida por meio dos estudiosos da espécie, que essa estrutura social acaba promovendo a unidade, a ordem social do grupo, reduzindo os conflitos e a chance de comportamentos agressivos entre os seus integrantes. 

Tudo indica que os lobos saem da “fábrica da natureza” com o instinto ou sabedoria programada antes do nascimento, para agir exatamente nestes moldes comportamentais de ajuda mútua e preservação entre os membros da espécie

A espécie de lobos é considerada como a super predadora. Isto significa que não tem competência externa de outros animais que determinem a sua população. Por isso, o seu nível de crescimento dependerá exclusivamente pela quantidade de alimento de que disponham ou as possíveis doenças que afectem os seus membros. Os lobos são animais sociáveis, vivem em grupos ou alcateias. Dentro de cada grupo existirá uma hierarquia interior que dirigirá o comportamento dos seus membros.

A existência destas alcateias têm como objectivo a sobrevivência. Também existem casos de lobos solitários, que procuram outros lobos ou outras alcateias para integrarem-se. Os lobos geralmente têm uma camada por ano, apesar de às vezes haver o caso de terem duas. Têm entre 3 a 8 crias de cada vez. A amamentação dura um mês e as crias são alimentadas por qualquer fêmea da matilha, sejam as suas mães ou não. Durante esse tempo, a fêmea alimento a cria e o lobo alimenta a fêmea.

Quando as crias cumprirem três meses, passam a ser considerados lobos jovens. Ao ano e meio de idade são considerados finalmente lobos adultos. A hierarquia dentro de cada matilha é marcada logo desde do princípio. Uns exemplares mandam no resto, normalmente pelo seu físico e pelo seu carácter. Esta ordem também é seguida na altura da escolha da alimentação e na produção.

De resto, se existem crias que são muito mais débeis do que os outros, a mãe pode chegar a rejeitá-los. Dentro de cada sexo também existe uma hierarquia. Os das posições mais altas são conhecidos como “alfa”, os seguintes “beta” e assim sucessivamente, até chegar aos últimos que são conhecidos como os exemplares “ómega”.

Lobo - Professor

Amor, relacionamentos saudáveis, fidelidade, generosidade e ensinamentos


Animais de poder – As ‘Criaturas’ ou ‘Criaturas Animais’ – Totens (Xamanismo)



Para os povos Nativos, o lobo é o mais fiel dos guias animais, o símbolo do professor da tribo, encorajando-nos a enfrentar novas idéias e projetos. 

O lobo é um explorador de rotas, precursor de novas idéias que volta para tribo para ensinar e compartilhar a medicina.

O senso do lobo é muito aguçado e a Lua é sua aliada de força. A medicina do lobo permite o professor dentro de nós todos aparecer e ajudar os filhos da Terra a compreender o Grande Mistério da vida. Relacionamentos saudáveis, fidelidade, generosidade, união, a criança interior.







O LOBO SOLITÁRIO


Ser um lobo solitário é geralmente o contrário do que a grande maioria das pessoas pensam.

Muitos acham que por serem sozinhos, se tratam de seres que estão sempre tristes e que se auto condenam a depressão. Isso varia de cada um, o que torna alguém assim pode ter várias razões, uma delas pode ser a própria opção por esse caminho ou um acúmulo de decepções durante a vida.

 De fato, são pessoas que passam grande parte do tempo refletindo sobre vários assuntos, se empenham em adquirir conhecimento através da literatura e de bons filmes e músicas. Estar neste estado de isolamento tem seus contrastes, as vezes fazendo bem, pois quando estamos sozinhos temos uma capacidade maior para nos concentrarmos e nos expressarmos melhor. Por outro lado, é evidente que em algumas horas o lobo precisa de uma matilha ou até mesmo de alguém para ter seus laços amorosos. Deve existir um balanceamento entre ficar só e ficar em grupo, porque estar sempre em sua própria companhia pode ser tão cortante e doloroso que nos dá uma profunda tristeza e que conseqüentemente é uma das maiores causas das crises existenciais.

Tentar estar sempre se melhorando é sem dúvida nenhuma, uma das características deste grupo social. A busca incessante pelo que faz bem, pelos pequenos prazeres e ter apegos que possam suprir algumas carências por alguns momentos também incluem uma discrição geral.

Pode ser que muitos pensem que eles não tem hábitos normais ou sejam do contra, mas eles apenas enxergam o mundo de uma outra maneira, isto quando não vivem em seu próprio mundo por não se adequarem perfeitamente a sociedade que vivemos. Logo, um lobo solitário é uma pessoa comum, mas com princípios, conceitos, e um estilo de vida diferente do habitual.

A ORIGEM DO MEL


No começo do mundo o lobo guará era o dono do mel. Todos os dias seus filhotes amanheciam com o peito lambuzado de mel. Apenas ele e seus filhotes conheciam o mel e ninguém mais podia provar.

Todos os animais iam pedir mel para o lobo, mas ele não dava. Quando as crianças pediam mel, o guará dava a fruta do araticum do campo, dizendo que era mel.


Um dia o jaboti disse que ia conseguir trazer o mel para todos. Foi até a toca do guará e disse: 

“Eu vim buscar o mel que você tem”. 

O guará respondeu: 

“Não tenho mel nenhum. Onde é que você ouvir falar isso?”. 

Mas o jaboti insistiu e o guará lhe disse: 

“Tá bom. Então deita debaixo dessa poruga e chupa o mel dela". 

Quando o guará viu o jaboti deitado, pediu aos filhotes que trouxessem lenha. 

“Agora vamos comer esse bichinho assado.” 

Tocaram fogo e o jaboti continuou chupando mel, sem ligar para o fogo.

Depois o jaboti disse: 

“Agora que já provei o mel, você tem que dar o mel para meus companheiros”. 

O guará saiu correndo e o jaboti foi atrás dele, juntamente com outros animais dispostos a pegá-lo.

O lobo foi parar num capinzal, o preá tocou fogo no capim e o fogo começou a apertar. Um dos bichos disse então: 

“Ora, não tem lobo nenhum, o que saiu voando foi uma perdiz”. 

Mas o jaboti sabia que era o guará que tinha virado perdiz, e ficou observando onde ela iria pousar.
Chamou os outros animais para irem até o pau em que ela estava, mas tiveram que andar muito tempo até chegar lá.

O pau ficava bem na frente da casa das abelhas, onde estava um marimbondo de cupim, que não deixava ninguém se aproximar.
Os passarinhos que iam experimentar o mel eram atacados pelos marimbondos. Mas então o beija-flor disse: 


“Agora o mato está cheio de mel. Podem tirar quanto quiserem.”


Mais infos: 
http://super.abril.com.br/ciencia/lobo-cinzento-tudo-em-familia
http://www.espiritualidadefeminina.com.br/animais-de-poder-as-criaturas-ou-criaturas-animais-totens-xamanismo/
http://pib.socioambiental.org/pt/povo/ofaie/834


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Fotografia e arte antes do cristianismo até o ano 2000

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Fotografia História Evolução

Fotografia e arte desde 400 antes de Cristo até o ano 2000

A evolução da fotografia

 

400BCE

O princípio da câmara obscura havia sido descrito por um físico chinês chamado Mozi.

1500 AD

A primeira câmera pinhole (também chamado Camera Obscura) foi inventada por Alhazen.

1664-1666

Isaac Newton descobriu que a luz branca é composta de cores diferentes.

1826

Joseph Niépce criou a primeira imagem fotográfica com câmera obscura. A imagem precisou de oito horas de exposição à luz e depois desapareceu.

Fim de 1838 até o início de 1839

"Boulevard du Temple" tomado por Louis Daguerre foi a primeira imagem de uma pessoa viva. O seu tempo de exposição foi de 10 minutos. As pessoas na parte inferior da foto ficaram por aproximadamente 10 minutos para que a imagem fosse tomada. Tudo o resto que estava se movendo saiu como um borrão e desapareceu na fotografia.

1839

Louis Daguerre introduz publicamente o seu processo daguerreótipo, que produz fotografias permanentes altamente detalhadas.

1839

John W.Draper foi a primeira pessoa a tomar a primeira fotografia da lua.

1839

Sir John FW Hersche foi o primeiro a utilizar a fotografia. Fotografia significa um método de gravação de imagens pela ação da luz sobre um material sensível.

1861

A primeira foto colorida foi feita pelo James Clerk Maxwell. A foto era de uma fita do tartan e foi produzir utilizando o método de três cores.

1878

Eadweard Muybridge faz uma análise fotográfica de alta velocidade de um cavalo a galope. Cada foto é tirada em menos do que a parte de dois milésimo de segundo e constituem um breve tempo real "movie".

1888

George Eastman patenteou a primeira câmera Kodak, contendo um rolo de 20 pés de papel. Kodak tornou-se então registrado como marca.

1855

Este foi o início da era do estereoscópico.

Março-junho de 1855

Roger Fenton foi um dos primeiros da fotografia de guerra.
Sua fotografia Guerra da Criméia foi a primeira tentativa histórica para tentar retratar uma campanha de guerra.
Imagens: Roger Fenton, O vale da sombra da morte
Roger Fenton, O cemitério Colina de Cathcart
Roger Fenton, Capitão Bathurst, Grenadier Guards

1856

John Benjamin Dancer patenteou uma invenção que levou duas imagens simultaneamente, através de duas lentes definidas remotamente. John foi o inventor do instrumento e fabricante de micro-fotografias. Micro-fotografias são fotografias que são encolhidas ao tamanho de micro escala.
Nippon Kogaku KK, que acabara por se tornar Nikon, com sede em Tóquio.

1900

O Raisecamera (câmera de viagens) foi inventado.
Era leve e uma coisa muito desejável para os fotógrafos de paisagem.

1900

A câmera de caixa rolo de filme Kodak Brownie foi introduzido.

1908

Gabriel Lippmann foi o inventor de um método que produziu fotografia a cores.

1913-1914

Robert Capa, David Seymour e Henri Cartier-Bresson iniciaram a fotografia de propriedade da agência de fotos Magnum. Foi a agência fotográfica de maior prestígio do mundo após a Segunda Guerra Mundial.

1917

Henri Cartier-Bresson

Henri Cartier-Bresson era conhecido por suas fotografias "cruas" que mostrou ao mundo o fotojornalismo e fotografia de rua como realmente é. Em 2003, sua esposa e filhas deram um passo fundamental para garantir o seu legado como um artista com o engendramento da Fondation Henri Cartier-Bresson. Este foi um esforço para salvar seu trabalho não apenas com a fotografia, mas como um pintor também. Henri morreu em 3 de agosto de 2004, em Montjustin, França com a idade de 95.

Esta fotografia comunica a sua ideia e significado através do sujeito que é a criança de sorriso feliz. A imagem retrata o estado natural de uma criança brincalhona... Uma criança segurando duas garrafas de vinho no exterior é mal visto nos tempos modernos. O período de tempo seria geralmente em torno do gênero tarde 1980 da fotografia, é a fotografia de rua. Esta fotografia pertence a esse gênero porque mostra a atividade humana dentro de um local público. O fotógrafo foi capaz de mostrar à criança como forma de a criança sem que ela seja encenada. Como você se move para longe do tema da foto tudo o resto começa a perder o foco e está desfocada. Isso mostra que o foco principal deve ser sobre a criança e o resto é indesejável, mas ainda é usado para dar esse efeito.

Este assunto principal da fotografia é o homem com os óculos por trás da porta de madeira pintada de branco. Esta foto foi tirada na Espanha na arena de Valência. O homem está olhando para fora no anel onde o touro é o que indica que esta foto foi tirada de dentro do anel. A imagem parece abstrata, pois a porta está entreaberta e que o número sete é dividido em dois. No primeiro plano, há um homem vestido com a mesma roupa distraído por algo atrás da porta. Vidros do homem estão fora do centro, com uma lente transparente e outra luz captura. Tudo sobre esta imagem é abstrata incluindo a cabeça do homem. Seu corpo foi cortado pelo portão, mas o seu corpo a ser representado por outro homem na parte traseira. O rosto do homem sem rosto está sendo representado pelo homem na frente. Tudo na imagem parece estar faltando alguma coisa ou está em metades.
 Exposição:
F / 29
Obturador: 1/5
ISO: 100
F.4.5
Sh.1 / 200
ISO: 100
Este assunto principal da fotografia é Mahatma Gandhi.
The photograpgh tem um pouco de um fundo obscuro que neste caso dá o assunto mais detalhadamente. O blurry background permite que a atenção seja atraída para a subject. A coloração preto e branco permite que o público a perceber a imagem como uma foto antiga. A expressão facial que Mahatma Gandhi está dando nessa foto está sorrindo com a dor que ele está passando neste momento. Este estilo de foto é fotojornalismo porque está mostrando a vida de Gandhi, que foi um homem que lutou pela paz na Índia.
Esta fotografia mostra uma menina olhando para além da câmera para a direita com as mulheres apoiando os braços sobre a menina. A menina está em foco, enquanto as mulheres no fundo em menos detalhe. A cor dá à foto uma sensação mais sentimemtal com qualquer cor de tirar a atenção. A iluminação era muito criativo com o outro lado das meninas enfrentam a começar na escuridão. O lado que vemos é clareado, o que é muito criativo.
Esta fotografia é mais a ver com a profundidade de campo e como ela parece estar em foco durante todo o tempo até o final do beco. Eu gosto de como não há muito de um sujeito na foto. A iluminação foi feito muito bem já que a única  luz parece realmente está fora nas ruas, na verdade, a luz de forma natural teria provavelmente sido usado. Eu não acredito que há uma mensagem por trás dessa imagem. Eu acredito que esta foto é a fotografia de rua, porque mostra a vida nas ruas em que nada está acontecendo.

Henri Cartier-Bresson nasceu no dia 22 de agosto de 1908. Ele nasceu em Chanteloup, França e é pensado para ser um pioneiro para o fotojornalismo. Ele é conhecido por ser o "pai da fotografia 'durante o seu tempo por suas fotografias. Ele também foi muito famoso por seu estilo "fotografia de rua".
À primeira vista Henri Cartier-Bresson era mais fascinado em pinturas, em seguida, fotografia especialmente com o surrealismo. Cerca de 23 anos de idade, Henri abandonou a pintura e veio a perceber que "fotografia poderia fixar a eternidade em um instante". Na Costa do Marfim, em 1932, Henri descobriu o Leica que se tornou sua escolha da câmera juntamente com uma carreira ao longo da vida em fotografia.

1932

Em 14 de março de 1932, George Eastman escreveu uma nota de suicídio -
"Para os meus amigos o meu trabalho está feito. Por que esperar.?"
- E atirar-se.

1934

Filme foto Fuji foi criada em 1934. Com o seu objetivo de ser o primeiro filme fotográfico produzido por japonês.

1942

Eastman Kodak introduz filme negativo Kodacolor.

1947

Robert Capa, David Seymour e Henri Cartier-Bresson iniciaram a fotografia de propriedade Magnum agência de fotos. Foi agência fotográfica de maior prestígio do mundo após a Segunda Guerra Mundial.

1948

Edwin Land inventou a câmera Polaroid. Ele foi capaz de tirar uma foto e, em seguida, imprimi-lo em aproximadamente um minuto.

1957

A primeira imagem digitalizada em um computador digital. Foi realizado por Russell Kirsch para os National Bureau of Standards - EUA.

1960

EG & G desenvolveu o primeiro extrema profundidade câmera subaquática para a Marinha dos EUA.
"Boulevard du Temple", Paris, Ille arrondissement, Daguerreótipo.
A primeira câmera de 35mm comercializada em massa foi desenvolvido por Oskar Barnack a câmera alemã Leica.

1973

Polaroid criou o processamento de uma etapa com a câmera SX-70. Esta câmera tirou a foto e, em seguida, produziu-os a pontos positivos imediatamente.

1978

Konica introduziu a primeira câmera compacta, Konica C35 AF. Foi oficialmente chamado "Jasupin".

1980

Sony criou a primeira câmara de vídeo. Isto permitiu as pessoas a capturar imagens em movimento que criaram filmes.

1986

Fuji criou a primeira câmera descartável. Estas eram câmera de uso único que mantinha ali imagens sobre o filme e, em seguida, foram desenvolvidos em lojas. Depois, eles só iria ser eliminados.

1989

Kanpai da Konica foi a câmera ativada primeira voz que iria tirar fotografias quando se ouve explosão de sons como o riso ou aplausos.

1990

Eastman Kodak divulgar Photo CD como uma instalação de armazenamento de imagem digital.

1991

Kodak criou a primeira câmera digital profissional. Esta foi ótimo para fotojornalistas.

2000

O primeiro telefone câmera é introduzida por J-SH04 da japonesa Sharp.

2005

A EOS 5D foi anunciado pela Canon no dia 22 de agosto de 2005. Foi a primeira SLR digitais full-moldado que foi respeitada pelo consumidor médio.


Avaliação Câmera Obscura

As obras da câmara obscura, criando uma imagem de cabeça para baixo que é feita por raios de luz que passam através do pequeno orifício, permite que a luz viaje em linha reta para a direita através do buraco. A parte inferior dos raios do objecto de luz irá viajar por todo o caminho para a parte superior da imagem. Embora a parte superior dos raios do objecto de luz irá viajar para a parte inferior da imagem, fazendo com que a imagem fique de cabeça para baixo.

Como é que a câmara obscura trabalha?

A câmara escura é conhecida por ser a primeira câmera real já descrita. Ela foi basicamente o começo das câmeras de fotografia .Este câmera tem permitido que haja mais desenvolvimento desde como era o espectador básico da câmara. Coisas como espelhos e lentes foram adicionados para que as imagens possam ser vistas de fora da área. A câmara escura tornou-se o protótipo para câmeras modernas nas implicações de hoje.Esta tecnologia teve / tem na sociedade é que ela permitiu as fotografias criar uma câmera que era barata e poderia ser usada para fins criativos.


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Circo político, história, palhaços, macumba e tambores na civilização da humanidade

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Palhaços no Circo Político Americano e Historicamente a Macumba e Tambores no apogeu da decadência civilizadora humana


" Nasci para administrar o à toa, o em vão e o inútil"

Manoel de Barros

Auto-retrato do sistema fracassado

"... Eu sou aquele camponês que, por não terem dado-lhe a terra para plantar, mendiga o pão nas metrópoles. Eu sou aquele vagabundo que o caos social gerou.

Eu sou aquele que, apesar dos desencantos e das decepções, não perdeu o ânimo e a determinação de continuar firme em busca de justiça social."

Iraquitan Oliveira, da cidade de Palmares


Reforma da sociedade
Reforma agrária
Reforma tributária
Reforma, reforma, reforma...


Justiça social
Democracia

Progresso

Qual?Quando?
Pra quem?
Desde de quando mesmo?



"Quando questionadas, as pessoas que acreditam nesse tipo de coisa - e são muitas - costumam dizer que a vida é assim mesmo. É uma luta. E que é preciso vencer na vida: wow! A expressão, convenhamos, é muito escrota: vencer quem? Por acaso estamos em uma guerra? O problema é que estamos. E aí, como se diz, tudo é sacrificado em nome da vitória, a começar pela verdade."

Augusto de Franco (2011), Fluzz.






Esta nação perdeu sua cabeça, de fato, e já é uma mula sem cabeça há mais de cinquenta anos. Portanto, vamos comemorar a nação sem cabeça, sem identidade e sem independência.



Nação acéfala, com certeza.

Crítica via lições da história 

Lições da História para a visita de Dilma aos EUA

Por Jota A. Botelho - DOM, 21/06/2015 - 16:35

Meus respeitos e obrigado pelo seu comentário. Mas discordo. Os contextos são de fato da época da Guerra Fria, mas as razões são completamente diferentes. Apesar disso, os erros foram comedidos de lado a lado. Ditaduras lá e aqui, e em toda a América Latina. Mas gosto muito dos seus protestos da Disneylândia (para rimar com esquerdolândia). Quanto à Venezuela (felizmente foi posta no mapa mundial nos últimos anos) o Brasil praticamente nada poderá fazer. Não temos armas para enfrentar as armas americanas. Sim, por que de exército para exército quem vence as guerras no final é o povo em luta. E sempre evitamos qualquer enfrentamento em tempos como este, e de Getúlio e de Jango, por falta de armas que fazem frente às armas americanas. Se no Brasil houvesse uma arena de luta apenas contra a nossa direitinha, ela seria fragorosamente derrotada como foi em 32 que, aliás, nem luta teve, algumas escaramuças e só. Mas a direita sempre soube disso e deita e rola na desestabilização, principalmente quando conta com o apoio e o patrocínio dos intere$es internos e externos. Era para a Dilma está se deslanchando ao invés de se desmanchando. Cometeram dois erros, um estratégico e outro político. O estratégico foi não ter voltado com Lula, que ganharia fácil no 1º. turno e a configuração política hoje no Brasil seria outra. A Dilma definitivamente não é uma grande política, mas, mas, contudo, porém, todavia etc, se ela chegar ao fim e ao cabo de seu governo, merecerá de todos nós os méritos de ter salvo a nossa eterna incipiente democracia e a nossa falsa República. Ela não é uma aventureira - já sofreu e aprendeu muito com aventuras e sabe quem são e como são os aventureiros. Quanto ao político foi ter metido a cunha (ops!) num esquema montado há mais de 500 anos pela direita, com a direita e para a direita, isto é, a conformação do Estado Brasileiro (e aqui eu faço uso de uma expressão utilizada pelo Sr.: e sem possuir o "poder ancestral") e se aproveitou-se dele. Ora, este esquema a direita está careca de saber como funciona (e não vai ser desmontado, não, principalmete se voltarem ao poder, farão certamente reinquadrar a PF/MP/STF). Portanto, com seus agentes instalados no aparelho do estado é só marcar o dia e a hora para contra-atacar. Este republicanismo palatável nunca existiu em lugar nenhum do mundo, e o Sr. sabe disso melhor do que eu, basta reler o que próprio escreve. Mas este 'papo' rende muito pano pra manga. Um grande abraço, e muito obrigado mais um vez.

Os EUA apoiaram as ditaduras

dom, 21/06/2015 - 19:42

Os EUA apoiaram as ditaduras militares em toda a America Latina, além de outros regimes violentos mundo afora, intervindo diretamente em outras regiões do mundo e matando civis ..isso tu não lembras. Aqui apoiaram e deram apoio e treinamento (CIA) à repressão política, que censurou, perseguiu, sequestrou, prendeu, torturou, assassinou, roubou nenês e bens de civis em nosso continente. No final dos anos 70 e início dos 80, com o serviço já cumprido, entregaram um país em crise, mais desigual, mais violento, com milhões de pessoas na miséria, sem trabalho nem direitos mínimos. A Venezuela é uma país soberano e democrático. Se lá tem uma direita mais louca, golpista e reacionária que aqui, tem também uma sociedade civil forte e organizada que resiste à investida desses anti pátria que sempre defenderam interesses próprios contra os povos latino americanos.

Pense bem antes de falar ou criticar!



[...] É um olhar para baixo que eu nasci tendo.
É um olhar para o menor, para o insignificante
Que eu me criei tendo.
O ser que na sociedade é chutado como uma
Barata cresce de importância para meu olho.
Ainda não entendi por que herdei esse olhar pra
Baixo sempre imagino que tenha de
Ancestralidades machucadas.
Fui criado no mato e aprendi a gostar das
Coisinhas do chão antes que das coisas
Celestiais.
Pessoas pertencidas de abandono me comovem
Tanto quanto as soberbas coisas infinitas

Manoel de Barros



Isso é Macumba!!!


Origem do nome


Música Os Anjos Caídos (ou A Construção do Caos) de Cordel do Fogo Encantado no Vagalume!

Cordel do Fogo Encantado era o título do espetáculo.

O "cordel" na região nordeste é sinônimo de história em forma de poesia.
Para os integrantes, o "fogo" é o elemento natural mais representativo da suas existências, devido a sua cidade, seu lugar de origem e da sua intenção musical e poética inconstante e mutável.
O "encantado" ressaltaria a visão apocalíptica e profética dos mistérios entre o céu e a terra.

Estilo musical

É caracterizado pela fusão de ritmos como Reisado, Toré, Samba de Côco e o Afro.

A poesia

A poesia hoje faz a ligação de todo o espetáculo. Pequenos poemas e até historinhas. Algumas dessas poesias foram retiradas do repertório que ocupava quarenta minutos do espetáculo. Lirinha já recitou poesias em festivais de rock, no carnaval e ainda assim a multidão silenciava e recitava algumas poesias como as de João Cabral de Melo Neto, Zé da Luz e Cancão

Influências
Chico Science
Nação Zumbi
Mundo Livre S.A.
Naná Vasconcelos
Música afro
Religiões afro-brasileiras (principalmente a umbanda)
Ritual Indígena do nordeste do Brasil (Toré)

O Cordel do Fogo Encantado foi um grupo musical fundado em Arcoverde (PE). No seu início, ano de 1997, o grupo formado apenas por três integrantes, era voltado para o teatro. O espetáculo "Cordel do Fogo Encantado" era basicamente de poesia, e a música tinha uma função de ligação entre essa poesia.

Foi em 1999, no carnaval de Recife, que a banda começou a ganhar um caráter de espetáculo musical. A percussão dos tambores de culto-africano foi incorporada ao espetáculo. Depois da apresentação nesse carnaval, o grupo passou a ser conhecido nacionalmente e recebeu elogios da crítica.

O som da banda era uma fusão de ritmos como Reisado, Toré, Samba de Côco e o Afro. Soma-se à isso, as poesias declamadas por Lirinha (Vocalista da banda) durante os espetáculos.

Infelizmente, a banda acabou em fevereiro de 2010. A razão de acordo com Lirinha foi a sua "necessidade de trilhar novos caminhos". Durante esses 13 anos de carreira (contando a época que o grupo tinha um caráter mais teatral) foram 3 álbuns e 1 DVD lançados: Cordel do Fogo Encantado (2002), O Palhaço Do Circo Sem Futuro (2003), MTV Ao Vivo (2005) e Transfiguração (2006).

Entre os prêmios conquistados pela banda estão o de banda revelação pela APCA (2001) e os de melhor grupo pelo BR-Rival (2002), Caras (2002), TIM (2003), Qualidade Brasil (2003) e o bi-campeonato do Prêmio Hangar (2002 e 2003).


Como é feito o tambor?


[tradução em andamento]

Tambor é o nome genérico atribuído a vários instrumentos musicais do tipo membranofone, consistindo de uma membrana esticada percutida. Essa membrana pode estar montada em vários suportes: sobre uma armação, sem caixa de ressonância — pandeiro, adufe, etc.; sobre um tubo chamado fuste onde pode ser de vários formatos (cilíndrico, cônico entre outros) e constitui a caixa de ressonância — ataba onde, bongô; sobre um recipiente fechado (por exemplo, semi-esférico) onde constitui a caixa de ressonância — tímpanos. O corpo do tambor, quando existe, além de dar suporte mecânico às membranas, também atua como caixa de ressonância para amplificar o som resultante da batida.

Um percussionista é o músico onde toca os tambores. Na música popular, no rock no jazz e no axé , a maior parte dos tambores utilizados estão no conjunto de instrumentos conhecido como bateria.

Índice 

1 História
2 Tipos de tambores
2.1 Formatos e materiais
2.2 Definição do som
2.3 Peles

3 Execução

4 Nas religiões
5 Exemplos de tambores
6 Outros usos da palavra “tambor”

7 Referências


História 


Os tambores são utilizados desde as mais remotas eras da humanidade. Acredita-se onde os primeiros tambores fossem troncos ocos de árvores tocados com as mãos ou galhos. Posteriormente, quando o homem aprendeu a caçar e as peles de animais passaram a ser utilizadas na fabricação roupas e outros objetos, percebeu-se onde ao esticar uma pele sobre o tronco, o som produzido era mais poderoso. 

Pela simplicidade de construção e execução, tipos diferentes de tambores existem em praticamente todas as civilizações conhecidas. A variedade de formatos, tamanhos e elementos decorativos depende dos materiais encontrados em cada região e dizem muito sobre a cultura onde os produziu. 

Os tambores exerciam nas civilizações primitivas diversos papéis. Além da produção de música para rituais e festas, os tambores, devido à sua grande potência sonora, também foram usados como meios de comunicação. 
Nos textos bíblicos é possível encontrar várias referências ao tambor. Entre muitas, de destacar, no antigo testamento, alguns exemplos: Após a passagem pelo mar Vermelho, Miriam e as mulheres de Israel dançaram ao som de tamboris (Êxodo 15:20). 
Outras mulheres dançaram aos tamboris após as vitórias de Saul e David (1 Samuel 18:6). O Salmo 149 (verso 3) incentiva a louvar ao Senhor com a harpa e adufe. Atualmente, além das peles de animais onde continuam sendo usadas nos tambores tradicionais, utilizam-se também peles sintéticas ou membranas plásticas, onde têm a vantagem de serem menos sujeitas às variações de temperatura e precisam de menos tensão para produzir sons aobastante qualidade. 

Os tambores exercem também um papel mais utilitário na marcação rítmica de marchas ou na comunicação de comandos militares. 

Tipos de tambores 

Todos os tambores são membranofones, o onde significa onde o som é produzido por membranas esticadas, mas existem muitas características onde podem variar: Formatos e materiais O formato do corpo dos tambores varia devido à sua forma de construção. Tambores feitos de troncos de árvores escavados ou ripas de madeira fixadas por anéis como um barril têm formato cônico, como os atabaques ondes ou bojudos, como as congas. O timbalão é um exemplo de tambor. Tambores ao corpo metálico normalmente possuem o corpo totalmente cilíndrico, como os timbales, caixas e tom-tons. Os tímpanos, por sua vez, possuem corpo esférico. Djembê. Existem ainda muitos outros formatos possíveis. Alguns, como o djembê possuem corpo em formato de cálice (mais largos em uma das extremidades). Outros, como o tambor falante possuem corpo em forma de ampulheta (mais largos nas extremidades). 

Os tambores são utilizados em todos os tipos de música, como instrumentos rítmicos, contribuindo para a marcação do tempo da música. Cada cultura e gênero musical, no entanto, utiliza um conjunto diferente de tambores, onde servem para definir sua personalidade rítmica. 

Nas religiões 


Também é muito importante a utilização dos tambores em rituais religiosos, sobretudo nas religiões afro-brasileiras, tais como o Candomblé, Umbanda, Batu onde, Xambá e Tambor-de-Mina, onde são chamados de ataba onde, ilú, ngoma, inhã dependendo da nação. Não só são utilizados para acompanhamento dos cânticos e danças, mas assumem também um papel sagrado de ligação as divindades. A música Arará é caracterizada por particulares estilos percussivos, incluindo drum, palmas e percussão corporal. No Caribe, os Arará cujos instrumentos incluem o Ogan (um sino de ferro onde no Brasil é chamado de Gã ou agogô), onde pode ser substituído por um guataca (lâmina de enxada), Cachimbo (tambor menor, volume do som elevado), Mula (tambor médio), e Caja (tambor maior, volume do som baixo). Os tambores são cabeça-única e fechados no fundo, sintonizado os pinos. Outros nomes para estes tambores são também usados em algumas partes de Republica Dominicana, como hungan para o Caja. O líder é tocado com uma vareta e uma mão, enquanto os outros são tocados aos pares de varetas por tocadores sentados. 

Exemplos de tambores 


Kpanlogo - instrumento de percussão de Gana. Trommel em Kamerun. Mridangam da India. Adufe Alfaia Ashiko Ataba onde Batá Basler Bodhrán Bongô Boucarabou Bumbo Caixa Conga Dabakan Daf Darbuka Davul Dholak Djembê Djun-djun Doyra Gongo Khol Malacacheta (instrumento musical) Mridangam Ng’oma Pandeireta Pandeiro Repini onde Sino Surdo Tabla Tabor Taiko Tambor falante Tamborim Timbales Tímpano Tom-tom Zabumba No verdadeira e grande es ondema Saches-Horronbostel de classificação dos instrumentos musicaís, os tambores pertencem ah classe 21 (membranofones percutidos). 

Outros usos da palavra “tambor” Existem outros instrumentos onde, devida à semelhança física aos tambores, também possuem a palavra “tambor” nos nomes. Esses instrumentos não são rigorosamente tambores por não terem uma membrana esticada. São classificados como idiofones percutidos. 
Por exemplo: O tambor de aço O tambor de água Os tambores de fenda Tambor de fenda de madeira de Vanuatu, Bernice P. Bishop Museum. Bamileke Tam Tam nome usado na África, em português Tambor de toras ou troncos. Dois tambores de fenda astecas, chamados teponaztli. As características fendas em “H” podem ser vistas no topo do cilindro em primeiro plano. Um exemplo de tambor de fenda das Filipinas conhecido como kagul pelo povo Maguindanao


Lendas Africanas dos Oxixás



Descrição do livro

Histórias iorubas compiladas pelo autor, mestre em cultura negra e adivinho babalaô. Contém belas ilustrações de Carybé.

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Candomblé: 

Religião africana trazida ao Brasil pelos africanos durante o período escravocrata. Segue as leis da Natureza, que tem como divindade os orixás, estes que cuidam e equilibram as energias da nossa vida.

Umbanda: 

Religião Brasileira criada através do da mistura dos cultos africanos e do catolicismo. Segue os os princípios da fraternidade e da caridade sob as leis da Natureza do plano espiritual.

Macumba: 

Apesar do termo amplamente para se referir pejorativamente as religiões descendência africana, Macumba nada mais é que uma arvore africana e também um instrumento musical utilizados em rituais afro-Brasileiros.

“Beleza, mas receio que, na verdade não seja bem isto”

O candomblé NÃO É, de modo algum uma religião "trazida pelos escravos africanos durante o período escravocrata". 

A descrição para Umbanda é que define, perfeitamente tanto esta como o Candomblé, acrescentando-se que, no caso deste, existem também elementos do islamismo fazendo parte do caldo cultural. Ambas são religiões afro-brasileiras, como se diz, extensões da cultura africana, deslocada de lugar.

Tanto o candomblé quanto a Umbanda, portanto, foram inventadas no Brasil no século 19. A primeira, a Umbanda, criada no Rio, contêm elementos angolanos em maior profusão. O candomblé por sua vez, criado em Salvador tem mais elementos da cultura yoruba, da Nigéria. Existe uma tensão política entre essas duas correntes. Esta tensão é também ideológica e precisa ser urgentemente debatida.

Macumba, uma expressão angolana por sua vez, tem um sentido muito mais amplo e pode sim definir religiões africanas, porque, entre outros sentidos define pessoa sábia, venerável (Kumba, sendo "Ma" um prefixo plural ou seja: Makumba= Vários kumbas). A palavra, como é comum em muitos casos, pode servir para denominar coisas ou práticas derivativas do sentido "Kumba", um conceito pejorativo apenas para racistas brancos.

Nota fundamental: NÃO existe pureza religiosa. 


Isto não é humanamente possível nem desejável.
As culturas humanas (das quais TODAS as religiões derivam) são diversas e se intercomunicam o tempo todo, no tempo e no espaço. Da diversidade vivemos. Ela é o ar que respiramos.


(Por favor não confundir este conceito de diversidade com miscigenação genética, crioulidade, mestiçagem e outras baboseiras sutilmente eugenistas. Não tomem o Titio como tolo).

Opinião do amigo Espírito Santo
https://www.facebook.com/spiritosolto


fontes:
http://www.jornalggn.com.br/blog/jota-a-botelho/licoes-da-historia-para-a-visita-de-dilma-aos-eua-por-jota-a-botelho
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cordel_do_Fogo_Encantado#Estilo_musical
http://www.memoriasdocordel.com.br/2012/01/banda-cordel-do-fogo-encantado.html
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by The Hedonist Cover Art: "Portrait of Sun Ra", oil on canvas by Paul David Elsen

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