Scientia Ad Sapientiam

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“Não há homem imprescindível, há causa imprescindível. Sem a força coletiva não somos nada” - blog da retórica magia/arte/foto/imagem.

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Crise? Que crise

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Crise que crise? 

Onde vai mais fundo o rio, aí faz menos ruído.






Zé Nabiça quanto vê, quanto cobiça

A dívida pública federal começou na época da ditadura militar com o empréstimo de dinheiro dos Estados Unidos a juros flutuantes, que chegou a elevar os juros de 5% para 23%. Mesmo sendo considerada ação criminosa pela Convenção de Viena de 1969, o governo da ditadura aceitou a situação dos juros flutuantes imposta pelos EUA, o que interfere na pauta econômica do país até hoje.

A auditoria serve como “muleta” para desmascarar o esquema. E mostrar o que realmente é dívida e o que é essa farra do mercado financeiro, utilizando um instrumento de endividamento público para desviar recursos e submeter o País ao poder financeiro, impedindo o desenvolvimento socioeconômico equilibrado. Junto com esses bancos estão as grandes corporações e eles não têm escrúpulos. Nós temos que dar um basta nessa situação. E esse basta virá da cidadania. Esse basta não virá da classe politica porque eles são financiados por esse setor. Da elite, muito menos porque eles estão usufruindo desse mecanismo. A solução só virá a partir de uma consciência generalizada e ação direta da sociedade, da maioria. É a maioria, os 99%, que está pagando essa conta. Somos 99% contra 1%.

Em resposta ao veto da Dilma estamos postando online o Banco de Dados do CADE( Conselho Administrativo de Defesa Econômica ). A Dívida Pública que consome quase metade do orçamento da união. Governantes, Banqueiros e Lobistas do sistema financeiro um aviso: Estamos aqui e vamos ficar!

LEIA A CONTINUAÇÃO DESSE POST AQUI

rush farewell to kings
legenda: Capa do Albúm Farewell to kings - RUSH lançado em 1 de Setembro de 1977
fonte: http://rushfaclubebr.blogspot.com.br/2006/01/a-farewell-to-kings.html
OUVIR AQUI

Confundem-se os heróis, aplaudem-se os vilões.Questionam-se as normas morais e fracassam-lhes as éticas.Derrubam-se os governos, elegem-se os mesmos agentes, leia-se acionistas e banqueiros.E assim o sistema continua o mesmo. Como ele é falso, perfeito na ilusão que cria mas imperfeito por dentro e auto destrutivo.

Uma chance para a crise - os cães ladram... 




Ourobouros - Os primeiros registros deste arquétipo foram encontrados entre os egípcios, chineses e povos do norte europeu (associado a serpente folclórica Jörmungandr) há mais de 3000 anos. Na civilização egípcia, é uma representação da ressurreição da divindade egípcia Rá, sob a forma do Sol. Também é encontrado entre os fenícios e gregos. A origem etimológica do termo Ouroboros está, supostamente, na linguagem copta e no idioma hebreu, na qual ouro, em copta, significa Rei, e ob em hebreu, significa serpente. Mas, precisar sua origem e significado primitivo, torna-se uma tarefa praticamente impossível. Mesmo que de certa forma estejam interligados mas, paralelamente, trazem interpretações distintas.

E a palavra é renovada na verdade, na busca de um novo sentido para uma nova visão - se é que poderemos encontrá-la com a perda dos sentidos.Enquanto houver um coração que pulsa, um sangue que corre e uma alma que deseja...
E transbordados escorrem pelo chão das nossas ruas, guetos e avenidas.


Antigamente os heróis usavam máscaras e os vilões ternos. Hoje as máscaras estão proibidas e os heróis precisam ser trocados. Que venha a nova geração! Sejam bem vindos NOSSOS HERÓIS!


Ainda não vi nada ali de novo surgir sem que destes simbólicos aspectos da existência humana sejam transformados, profundamente de dentro para fora, completamente, culturalmente, conscientemente e instintivamente.



“Se as pedras não voam

os sonhos são em vão”.

 

Pedras e sonhos


Trilha sonora oficial para esta postagem 


Convoque seu Buda!

Vós que arrotais, é porque fartinho estais

1990 – 2005, utilizando como ponto de referência os dispositivos da Constituição
Federal de 1988 e os dados estatísticos da execução orçamentária do governo
federal. O objetivo principal é verificar a capacidade financeira do sistema
previdenciário de saldar os compromissos pactuados e de se expandir para um
processo mais avançado de universalização dos direitos. É feita uma análise
histórica do nascimento e evolução do sistema previdenciário brasileiro
avaliando suas instituições e a forma como é afetado pela dinâmica da
economia nacional. Por fim, faz-se uma análise da conexão que se estabelece
entre a política econômica liberal-ortodoxa adotada no país desde os anos 1990
e a forma de gestão dos recursos da seguridade social. Os resultados dessa
investigação levaram a conclusão de que o sistema de seguridade social é
financeiramente auto-sustentável, sendo capaz de gerar um volumoso
excedente de recursos. Entretanto, parcela significativa de suas receitas é
desviada para aplicações em outras áreas pertencentes ao orçamento fiscal
permitindo que as metas de superávit primário sejam cumpridas e até
ultrapassadas. Ao contrário do que é usualmente difundido, o sistema de
previdência social não está em crise e nem necessita de reformas que visem ao
ajuste fiscal, pois o sistema dispõe de recursos excedentes, mas de reformas
que permitam a inclusão de um grande contingente populacional que hoje se
encontra desprotegido. A capacidade de sustentação futura do sistema
dependerá, no entanto, de mudanças na política econômica que impliquem na
promoção do crescimento associado a políticas de distribuição de renda.

Há uma certeza dominando o debate sobre a previdência social no
Brasil: a de que este é um sistema que apresenta déficit de grandes proporções.
Esse déficit teria crescido de forma acelerada nos últimos anos e se tornará maior
no futuro próximo se nada for feito agora. Economistas e homens de negócios que
lidam com o dia-a-dia da economia têm transmitido a ideia de que a situação das
finanças públicas é um dos grandes obstáculos ao crescimento sustentado da
economia brasileira e o déficit da previdência tem dado uma contribuição
significativa para a magnitude do desequilíbrio fiscal. Por esse motivo, a reforma
da previdência tornou-se um objetivo incansavelmente perseguido pelos vários
governos durante os últimos quinze anos. Mesmo após várias alterações na
Constituição federal e na legislação infraconstitucional que rege a matéria a
reforma da previdência permanece como uma questão inacabada e urgente para
que não se chegue a uma situação de descontrole definitivo sobre as finanças
públicas.

Este discurso tem se repetido incansavelmente, com amplo apoio da
mídia e vem contaminando a todos, do mundo dos negócios às esferas
governamentais, inclusive alguns daqueles que tradicionalmente têm se oposto às
idéias liberalizantes que dominaram o cenário nas últimas décadas.
Teixeira definiu o estado atual das reflexões sobre previdência da
seguinte forma:
A idéia de uma “reforma previdenciária” tornou-se uma expressão
cabalística ou um artigo de fé, perante o qual todos têm que se
curvar e prestar homenagem. Intelectuais, políticos, a imprensa
de modo geral, muitos sem o menor conhecimento do assunto,
proclamam a sua necessidade sem sequer discutir do que se trata.
Formou-se um consenso nacional quanto à importância de
realizá-la, sob o pretexto de que, sem ela, qualquer política
voltada à retomada do crescimento econômico estará fadada ao
mais rotundo fracasso (TEIXEIRA, 2004).


O superávit da seguridade tem servido aos propósitos da política fiscal,
firmemente voltada para a geração de superávits primários em escala crescente.
O problema do déficit fiscal, portanto, não está nos gastos excessivos da
seguridade social, mas no montante de recursos que o governo decide empregar
no pagamento de juros da dívida pública.
Assim, esta pesquisa acabou por se constituir numa versão alternativa
acerca da situação financeira do sistema de seguridade social que se contrapõe à
padronização veiculada pela grande mídia, responsável pela consolidação de um
discurso de falência da seguridade social e, particularmente, da previdência. Não
se está, aqui, de forma alguma desatento à noção de que a tarefa de construir
outra interpretação dos fatos quase beira o impossível, em face da massificação
de informações distorcidas e parciais sobre esse tema.
O que se propõe para superar as barreiras é o um extenso levantamento empírico de números dispostos
metodicamente em tabelas, de uma forma que não está disponível em relatórios
oficiais, para refletir com maior clareza a situação atual da seguridade social.


Os segmentos do mercado que se beneficiam com o resultado da
política econômica de juros altos e com o falso discurso de falência da previdência
social – bancos, seus fundos de previdência privada e seguradoras, assim como
os outros grandes proprietários de títulos públicos pessoas físicas e empresas
não-financeiras, com recursos investidos em fundos de investimento financeiro –
se voltam para a defesa da política fiscal restritiva, que reduz as despesas
correntes do governo federal, entre elas os gastos com a seguridade (com alvo na
previdência), reservando grande parte dos recursos orçamentários para a
acumulação financeira. Em momentos de instabilidade e de reversão das
expectativas esse problema se agrava, porque o governo é pressionado a atuar
como ofertante de hedge contra as incertezas do futuro no mercado financeiro.
Esse é o papel que hoje exerce a dívida pública: ser um instrumento
privilegiado (líquido e sem risco) da acumulação financeira, que não pode
prescindir do desmonte do Estado, do desvio de recursos da área social e da
precarização dos serviços públicos em geral.

O bom desempenho financeiro da previdência não implica também em
concluir que o sistema não necessite de reformas no âmbito gerencial que se
traduzam em esforços para reduzir fraudes e sonegação, incentivar a filiação,
melhorar os serviços de atendimento, recuperar crédito e racionalizar gastos
administrativos. São igualmente relevantes as medidas que visem dar maior
progressividade na tributação dos salários e seletividade na tributação dos
diferentes setores produtivos. São todas medidas imprescindíveis.
A conclusão mais relevante deste trabalho, entretanto, é a constatação de que as reformas não se justificam por motivo de déficit previdenciário e, conseqüentemente, não há
necessidade de implantar reformas que impliquem na substituição parcial ou total
do sistema público ou em sua aproximação com um sistema de capitalização
através de corte de direitos, redução no valor de aposentadorias, maior dificuldade
de acesso aos benefícios e elevação da tributação. A direção da reforma deve ser
a de levantar fundos suficientes para tornar o sistema mais inclusivo e autossustentável
no futuro, o que depende primordialmente da mudança de rumo da
política econômica que derive de um novo padrão de desenvolvimento para o
país, pois é o crescimento dos níveis de produção para patamares mais elevados
que os atuais que fará aumentar o nível de ocupação em empregos formais e
ampliará a massa de rendimento dos assalariados, permitindo, assim, expandir o
nível de receita da previdência pela incorporação de maior número de
contribuintes.

O problema demográfico de envelhecimento da população, sempre
levantado como um ponto de estrangulamento do sistema, embora real, não tem a
gravidade que lhe é atribuído e não representa uma justificativa suficientemente
forte para a realização de reformas radicais “preventivas”, pois conforme
demonstram vários estudos científicos apontados por Andrade (1999), a
configuração das tendências demográficas da população brasileira, até pelo
menos a segunda década deste século, podem ser consideradas como
extremamente favoráveis.61 Os problemas neste campo, portanto, podem ser
contornados com planejamento e com crescimento econômico.

Por fim, cabe dizer que, não obstante os determinantes externos, que
são os que efetivamente limitam a seguridade social, ainda persiste, no interior da
Constituição Federal, um sistema de proteção social complexo e bem acabado,
mesmo após várias reformas. A manutenção desse arcabouço jurídico da
seguridade social permite sustentar um processo de defesa e reerguimento desse
sistema com o objetivo de dar-lhe conteúdo prático. Situar a previdência no âmbito
da seguridade social é fundamental para reconhecer que ela é mais que um
seguro individual: é, antes de tudo, uma política social integrante de um sistema
de proteção social. Dadas as circunstâncias políticas, ideológicas e institucionais
do momento, esse processo, entretanto, só será efetivado sob tensões muito
maiores que as do passado. Fazer vigorar os direitos da cidadania implica em que
o pacto social que está por trás do sistema previdenciário se torne efetivo. Pactos
sociais, entretanto, são quase sempre efetuados sobre circunstâncias extremas.
As formas de proteção social foram historicamente arquitetadas para atenuar os
conflitos sociais e políticos decorrentes dos efeitos devastadores do capitalismo e
assegurar o controle da acumulação. As condições sociais da atualidade de
desigualdade, pobreza e desemprego, já contêm a dramaticidade necessária para
que o Estado intervenha na direção da redução das inquietações sociais,
restabelecendo o contrato social de 1988.

fonte:
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Instituto de Economia
Programa de Pós-Graduação – Doutorado
Denise Lobato Gentil
Orientador: Prof. Dr. Aloísio Teixeira
Tese submetida ao Corpo Docente do Instituto de Economia (IE) – Centro de
Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) da Universidade Federal do Rio de
Janeiro (UFRJ), como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de
Doutor.
Rio de Janeiro

Setembro – 2006

Há que se investigar a história do Brasil por inteiro!

Baixe, assista e divulgue as dicas de Pepe para formar uma nação de heróis, com ou sem crise, por aqui

Legenda: Palestra Integral

Mujica palestrando na UERJ

Flyer Pop Mujica -01


Onde vai o burro, vão as canastras.

Entrevistas com João Pedro Stédile





Quebrando preconceitos:
O que é e o que querem o pessoal do MST?

Quebrando os monopólios da comunicação e TV 

Dossiê global

Discutir com âncoras da mídia dá nisso - total perda de tempo diante de prepotência dos vendidos.
Se pelo menos abrissem os ouvidos para ouvir aprenderiam um pouco de política e economia, e até quem sabe das experiências de ir ao front nos campos de batalha.


A origem da crise, ou a crise originalmente planejada

 

Resistência Ñande Rú Marangatú


Quanta barbaridade dos seres civilizados!
Antes de julgar os povos, as etnias ou as diferenças quaisquer culturais, aprendamos um pouquinho mais de economia do agronegócio.


Quanto vandalismo federal!
Depois vem me chamar pra uma entrevista.


Os povos Guarani Kaiowá Aty Guasu agradecem aos guerreiros da resistência do povo Terena pelo apoio total. Os povos Guarani Kaiowa acionam guerreiros indígenas e vão enviar mais de 20 mil guerreiros (as) para apoiar a RESISTÊNCIA DE TEKOHA ÑANDERU MARANGATU-ANTONIO JOÃO. Frente à ataque terrorista dos fazendeiros e políticos anti-indígenas ás crianças no tekoha Ñanderu Marangatu MS/Brasil todos povos indígenas se preparam para lutar e enfrentar os pistoleiros/ fazendeiros cruéis. SEGUE A NOTA DE GUERREIROS DE POVO TERENA

fonte: https://www.facebook.com/aty.guasu/posts/690739244394611


“Haverá um núcleo inegociável na construção da arte com propósitos revolucionários”

Galeria

Vila autódromo RESISTE!






Apresentação grupo Lá Vai Maria



Apresentação grupo Lá Vai Maria













fonte: https://www.facebook.com/vivaavilaautodromo?ref=ts&fref=ts

Agenda de atividades abaixo, participe. 

A verdade nunca será televisionada!

“Haverá um núcleo inegociável na construção da arte com propósitos revolucionários” 

Eike resistir!


E até o velho Chico cantou pra todo mundo ouvir:
- Eike, Eike, Eike, Eike, Eike, hay que resistir!
Duas coisas bem distintas, uma é o preço, outra é o valor
Quem não entende a diferença pouco saberá do amor,
da vida, da dor, da glória e tampouco dessa história,
memória de cantador

Revoluções [in] Humanidades

 



A Farewell to Kings Adeus aos reis
A Farewell to Kings
When they turn the pages of history
When these days have passed long ago
Will they read of us with sadness
For the seeds that we let grow?
We turned our gaze
From the castles in the distance
Eyes cast down
On the path of least resistance
Cities full of hatred, fear and lies
Withered hearts and cruel, tormented eyes
Scheming demons dressed in kingly guise
Beating down the multitude and
Scoffing at the wise
The hypocrites are slandering
The sacred halls of Truth
Ancient nobles showering
Their bitterness on youth
Can't we find the minds that made us strong?
Can't we learn to feel what's right
And what's wrong?
What's wrong?
Cities full of hatred, fear and lies
Withered hearts and cruel, tormented eyes
Scheming demons dressed in kingly guise
Beating down the multitude and
Scoffing at the wise
Can't we raise our eyes and make a start?
Can't we find the minds to lead us
Closer to the Heart?
Link: http://www.vagalume.com.br/rush/a-farewell-to-kings-traducao.html#ixzz3kXBnzB8y

PERFEIÇÃO - LEGIÃO URBANA
Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estupradores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso Estado, que não é nação
Celebrar a juventude sem escola
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião
Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade.

Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta de hospitais
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras e sequestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda hipocrisia e toda afetação
Todo roubo e toda a indiferença
Vamos celebrar epidemias:
É a festa da torcida campeã.

Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar um coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo o que é gratuito e feio
Tudo que é normal
Vamos cantar juntos o Hino Nacional
(A lágrima é verdadeira)
Vamos celebrar nossa saudade
E comemorar a nossa solidão.

Vamos festejar a inveja
A intolerância e a incompreensão
Vamos celebrar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror
De tudo isso - com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou esta canção.

Venha, meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão.

Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera -
Nosso futuro recomeça:
Venha, que o que vem é perfeição

O orgulho nacional em "mais do mesmo" do Legião Urbana de 1998.
Link: http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/discografia/mais-do-mesmo.html

http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/perfeicao-com-trecho-da-musica-ao-vivo.html#ixzz3l4MF0qqw
A Farewell to Kings (tradução)
Quando viram as páginas da história
Quando estes dias já tiverem passado há muito tempo
Lerão sobre nós com tristeza
Pelas sementes que deixamos germinar ?
Nós desviamos nosso olhar dos
Castelos distantes
Olhando para baixo
No caminho de menor resistência
Cidades cheias de ódio
Medo e mentiras
Corações murchos e olhos cruéis e atormentados
Demônios conspiradores vestidos com roupas de rei
Massacrando a multidão
E zombando dos sábios
Os hipócritas estão difamando
As salas sagradas da verdade
Nobres anciões estão descarregando
As suas mágoas na juventude
Será que não podemos encontrar
as mentes que nos tornaram fortes?
Será que não podemos aprender
O que é certo ou errado?
O que é errado?
Cidades cheias de ódio
Medo e mentiras
Corações murchos e olhos cruéis e atormentados
Demônios conspiradores vestidos com roupas de rei
Massacrando a multidão
E zombando dos sábios
Será que não podemos levantar nossos olhos e recomeçar?
Será que não podemos encontrar as mentes
Que nos guiem para mais perto do coração?

Contexto histórico:
Lançamento: 01 de setembro de 1977
Começaram a trabalhar num álbum que teve primeiramente o título de Closer To The Heart. Pouco antes de ser lançado, em setembro de 1977, foi alterado para A Farewell to Kings.
O Rush, fiel à sua palavra (onde descreviam o ao vivo All The World's A Stage como o fim do começo, o encerramento da 'Fase Um'), acabava de trazer um álbum bastante experimental e revigorante. Depois de tocarem de forma exaustiva enquanto se aperfeiçoavam em seus instrumentos, as habilidades criativas dos canadenses os guiavam para novos horizontes musicais. "Aves podem ser ouvidas na introdução de um exercício de fantasia chamado 'Xanadu', certamente a obra mais complexa e multi texturizada que realizamos", diz Peart. "Pegamos mais leve na canção de amor 'Madrigal'. Uma mudança de cenário e nos encontramos nos limites do espaço sideral, no buraco negro de 'Cygnus X-1'.
É a primeira parte de uma história épica que concluiremos no próximo álbum. Deve ser uma das coisas mais fortes que fizemos. Senão mexer com você, é porque não está ouvindo alto o suficiente".

O álbum foi lançado mundialmente em setembro de 1977. Essa foi a primeira vez que um álbum do Rush era lançado ao mesmo tempo nos Estados Unidos e no Reino Unido. Em novembro de 1977, nos Estados Unidos, três álbuns foram certificados com disco de ouro no mesmo dia: 2112, All The World’s A Stage e A Farewell to Kings. Link:http://rushfaclubebr.blogspot.com.br/2006/01/a-farewell-to-kings.html

Vamos comemorar?








fontes:
http://www.ufrj.br/docs/jornal/2007-marco-jornalUFRJ24.pdf
https://idiarte.files.wordpress.com/2010/06/globo_historiasecreta.pdf

https://www.facebook.com/midiaNINJA/videos?fref=photo
https://www.facebook.com/aty.guasu/posts/690739244394611
https://www.facebook.com/events/484174938412379/?fref=ts
http://tvbrasil.ebc.com.br/espacopublico/episodio/espaco-publico-entrevista-joao-pedro-stedile
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Capital humano, gestão de pessoas e FIB no Butão

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Capital humano, gestão de pessoas e a felicidade interna bruta no Butão

A nova concepção das organizações e corporações sobre as pessoas está vinculada ao capital por meio da lógica da geração de valores econômicos e recursos, ultrapassando a noção de mais valia no discurso do trabalho assalariado como gerador de valor agregado. Os seres humanos hoje não são vistos mais como peças de reposição numa linha de montagem, mas como a própria matéria para formação de ativos nas empresas, atualizando a noção de capital humano na gestão de pessoas, usualmente associando-as com processos de geração de valor.
O ser humano passa a representar fonte de rendimento, elemento central no processo de geração de valor econômico. Essa postura associa as qualidades humanas à organização coletiva da produção de bens e serviços, num discurso humanista para objetivo restrito ao seu engajamento¹ neste processo gerador econômico. Significa que o investimento é no capital e não na pessoa, através das aptidões pessoais para contabilizar uma série de aspectos da vida em prol da maximização do próprio capital, justificado como incremento da fonte de rendimento, conceitualmente entendido como capital intelectual. Na verdade essa postura implica maior controle e poder sobre o trabalhador ao considerá-lo capital humano², eleva-o ao extremo individualismo sob os interesses da empresa para a qual trabalha, sob a retórica da vantagem pessoal, fazendo-o crer que suas qualidades se converterão em fontes de rendimentos. A vida se torna objeto de uma gestão empresarial, elevada ao extremo quando a ordem é se adaptar a exigências desumanas. Assim, além da gestão por empresas, pelo Estado e outras instituições, sua vida é limitada a lógica administrativa, no que implica o empobrecimento da original diversidade de modos de se encarar a luta pela sobrevivência.
Como consequências nós atingimos a artificial rede atual de relações pessoais, apenas vista como potenciais de negócios. O sentido familiar passa à lógica do investimento capitalista, inexistem fronteiras entre tempo de trabalho e tempo de lazer. Nossa qualidade humana original, verdadeiras individualidades são anuladas e nossa dignidade inteiramente comprometida nessa nova visão de consumo para investimento de médio e longo prazo. Ao enxergar-se capital humano, o trabalhador deixa de se identificar com sua classe e passa a ver os outros trabalhadores como empresas concorrentes, como ameaça e não como iguais diante dos desafios da vida.

Discurso

Nova concepção sobre as pessoas na organização: ao invés de um recurso que se consome com o tempo e precisa ser reposto periodicamente, elas passariam a ser vistas como um capital a ser valorizado, por constituir o núcleo gerador de valor das empresas. A lógica da “empresa humana” estava claramente estabelecida ali.

Gestão do capital humano

Os seres humanos passam a ser vistos como elementos estratégicos de formação de capital. As empresas passam assim a valorizar as pessoas como seus principais ativos, e com isso a visão tradicional dos recursos humanos é substituída pela de “capital humano”.

Valor

Elevando o ser humano, de fato, a elemento central do processo de geração de valor econômico. O que quer dizer que o ser humano não é valorizado enquanto tal, mas apenas enquanto fonte de rendimento.

Análise e atenção

Postura muito mais ativa e participativa no processo de geração de valor, em que qualidades como criatividade, comunicabilidade, afetividade, iniciativa e capacidade de decidir são valorizadas. As qualidades inseparáveis dos seres humanos e dependendo parcialmente de sua iniciativa pessoal para a organização coletiva da produção de bens e serviços. Equivale a dizer que a sua vida pertence e é dependente exclusivamente desse modelo de realização, colocando-o como pivô do sucesso ou fracasso da corporação, que neste caso, representaria o fim de sua existência numa sociedade que prega o sucesso e elimina os fracassados.

Empresa humana e dignidade humana

O discurso de que isso levaria as empresas a se tornarem mais “humanas” não é verdadeiro. Torna-se cada vez mais necessário contar com a boa vontade do trabalhador, obtendo seu engajamento.

Realidade

O salário é um rendimento. O que é fonte de rendimento, no caso do trabalhador é o capital, é indissociável das competências do próprio indivíduo.
O investimento em capital pode ser concebido como o próprio desenvolvimento das aptidões pessoais, incluindo assim no cálculo econômico uma série de esferas da vida.
A vida toda se torna objeto de uma gestão do tipo empresarial, fazendo com que todas as relações sejam lidas e racionalizadas por meio de um cálculo de maximização do próprio capital, sendo meios para se incrementar sua fonte de rendimento.

Controle

Trata-se agora de prescrever uma nova forma de subjetividade, de modo a produzir adesão aos objetivos corporativos. O trabalhador passa a considerar a si mesmo como um capital, ele passa a se gerir como uma empresa de si mesmo. A partir da noção de capital humano, transformar os humanos em empresas, constituindo uma nova modalidade de poder e controle. Ao considerar-se como capital humano, o trabalhador deixa de se identificar com sua classe e passa a ver os outros trabalhadores como empresas concorrentes, não como companheiros de luta. A resistência coletiva contra formas insidiosas de exploração e perda de direitos se dissolve em um individualismo extremado, que busca apenas a vantagem pessoal. O empregado passa a se identificar com os interesses da empresa para a qual trabalha ou presta serviço, pois é nela que suas qualidades humanas podem se converter em fontes de rendimentos.

Condições de trabalho

Novas práticas administrativas tendem a precarizar as condições de trabalho. A vida toda se torna objeto de uma gestão do tipo empresarial, sendo meios para se incrementar sua fonte de rendimento. O trabalhador precisa promover uma acumulação crescente, indo sempre além de si mesmo. São levados ao extremo, e tampouco são raros os casos de recorrência a estimulantes mentais, físicos e mesmo a remédios psiquiátricos para decuplicar as suas forças e se adaptar a exigências desumanas.
O indivíduo deve assumir os riscos de suas decisões e se responsabilizar inteiramente por elas, zelar pela valorização de seu capital humano, responsabilizando cada um por fenômenos cujas variáveis estão completamente fora de seu controle. Além da gestão realizada por empresas, Estado e outras instituições, as pessoas são submetidas também a uma autogestão do tipo empresarial, em que todas as esferas da vida são reduzidas à lógica administrativa, promovendo um empobrecimento da diversidade de modos de vida.

Consequências

A instrumentalização das redes de relações pessoais como oportunidades de negócios, a criação dos filhos a partir da lógica do investimento capitalista, a não diferenciação entre tempo de trabalho e tempo de lazer, a impossibilidade de se dedicar a um trabalho em que suas qualidades humanas originais, individualidade, de sua dignidade estão inteiramente implicadas, a nova visão do consumo apenas como investimento de médio e longo prazo etc.

Enquanto isso no Butão…

O Governo Real do Butão formulou índices para o FIB³, que subsidiam, avaliam, rastreiam e guiam o planejamento do desenvolvimento especificamente para aquele país. Os índices FIB de nível macro podem ser subdivididos em numerosos sub-indicadores que são úteis em diversos fatores:

PSICOLÓGICO

O bem estar psicológico é de primordial importância para medir o sucesso do estado em prover as políticas e os serviços apropriados. Entre inúmeros indicadores, a prevalência de taxas de emoções tanto positivas quanto negativas, o estresse, as atividades espirituais, o desfrute da vida, a satisfação com a vida, a auto avaliação da saúde – seja física quanto mental – são calculados na população.

USO DO TEMPO

O domínio do uso do tempo é uma das mais eficazes janelas para qualidade de vida, uma vez que ele analisa a natureza do tempo que é despendido. O uso do tempo é reconhecer o valor do lazer. Os laços sociais criados e compartilhados na socialização com a família e com os amigos contribuem significativamente para todos os níveis de felicidade e contentamento numa sociedade.

SAÚDE

Avaliam o status de saúde da população, os fatores determinantes da saúde e o sistema de saúde em si. Incluem a auto avaliação da saúde, invalidez, as limitações para atividades e a taxa de dias saudáveis, padrões de comportamento arriscados, exposição a condições de risco, status nutricional, práticas de amamentação e condições de higiene. O sistema de saúde, que incluí tanto o sistema ocidental quanto o nativo, é medido a partir do ponto de vista da satisfação do usuário em diversas dimensões, tais como amabilidade do provedor, competência, tempo de espera, custo, distância, etc.

EDUCAÇÃO

Contribui para o conhecimento, valores, criatividade, competências, capital humano e sensibilidade cívica dos cidadãos. Um domínio tal como o da educação não tem por objetivo meramente medir o sucesso da educação por si, e sim tentar avaliar a eficácia da educação quanto a se trabalhar em prol da meta do bem estar coletivo. Considera fatores como: participação, competências e apoio educacional, entre outros. Esse domínio inclui no seu escopo a educação informal (competências nativas, técnicas tradicionais orgânicas de agricultura e pecuária, remédios caseiros, genealogias familiares, conhecimento sobre a cultura e história locais), e educação monástica.

DIVERSIDADE E RESILIÊNCIA CULTURAL / BOA GOVERNANÇA

A manutenção das tradições culturais é uma das fundamentais metas de política pública do país, já que reconhece o valor das tradições da diversidade cultural na formação da identidade, nos valores e na base criativa para o futuro. Os indicadores estimam valores nucleares, costumes locais e tradições, bem como a percepção de mudanças em valores e tradições. O domínio da governança avalia como as pessoas percebem várias funções governamentais em termos da sua eficácia, honestidade e qualidade. Os temas desses indicadores incluem liderança em vários níveis do governo, na mídia, no judiciário, na policia e nas eleições.
O Butão já organizou quatro Congressos Internacionais sobre o FIB, o ultimo em outubro de 2008, com forte participação ocidental.

O FÓRUM MUNDIAL DE ISTAMBUL (JUN/07)

Para “Medir e Encorajar o Progresso das Sociedades” organizações internacionais como a Comissão Europeia, Índice Canadense de Bem-Estar (ICBE), a Organização Para a Conferência Islâmica, Nações Unidas e o Banco Mundial. Reconheceu-se que nossa dependência em tais medidas econômicas do tipo do PIB como sendo um dos principais sinalizadores de progresso, é uma prática que precisa ser alterada. Em muitos dos países desenvolvidos, a prosperidade aumentou, o capital social diminuiu e o Bem-estar/felicidade não aumentaram.

Logo, algumas conclusões ficam evidentes: em alguns dos países desenvolvidos, nossa prosperidade tem aumentado ao mesmo tempo em que o capital social tem se deteriorado, e a felicidade permaneceu achatada ou declinou. Essas tendências são particularmente devastadoras se for considerada a “taxa” que foi cobrada pelo progresso no meio ambiente.

O Canadá e a Inglaterra assumiram um compromisso muito sério com esse tema, envolvendo até os escalões mais elevados do governo. Os ingleses articularam um foco de política pública voltado para o bem-estar, onde todas as políticas públicas precisam ser ponderadas em relação aos seus respectivos impactos no bem-estar.

Pelo fato do FIB incluir medidas subjetivas, existe um contínuo interesse no desenvolvimento e implantação de outras ferramentas para política pública acontecendo em vários países, tais como lentes e métodos para conduzir avaliações de impacto ambiental.

FELICIDADE INTERNA BRUTA PRODUTO INTERNO BRUTO
Mede outras formas de capital e serviços, tais
como aqueles providos pelo meio ambiente,
humanos e sociais.
Mede muito bem o capital produzido.
Bem público, porém subjetivamente sentido. É parte integrante do FIB, uma vez que o
crescimento econômico de fato promove o bem-estar e a felicidade dos mais pobres.
A felicidade é, e deve ser, um bem público, já
que todos os seres humanos a almejam.
Ela não pode ser deixada exclusivamente a cargo de dispositivos e esforços privados.
O PIB subvaloriza tempo livre e trabalho não
remunerado, não mede o tempo livre e nem
tampouco o trabalho voluntário, não
remunerado, revelando um sério preconceito
contra trabalho voluntário e lazer que contribui para a felicidade e o bem-estar.
Cuidar de crianças e idosos, o trabalho
doméstico, são serviços não remunerados que
se dão à margem das transações do mercado.
Essas atividades não estão precificadas, e são
executadas por aqueles cuja motivação está
acima do ganho financeiro.
Se o planejamento governamental, e portanto
as condições macro-econômicas da nação,
forem adversos à felicidade, esse planejamento fracassará enquanto uma meta coletiva.
Os governos precisam criar condições
conducentes à felicidade, na qual os esforços
individuais possam ser bem sucedidos.
Uma economia cujo PIB cresce continuamente,
a uma taxa ambientalmente insustentável, pode ser vista como um fracasso, devido à sua
incapacidade de promover o desapego da
proliferação de desejos.

¹Para se obter um grau de satisfação na organização é preciso que os seus trabalhadores estejam satisfeitos, felizes.
²A prática de gestão do capital humano sem considerar aspectos relevantes tais como felicidade, satisfação, aptidões, qualidade de vida, treinamento, comprometimento da equipe poderão repercutir negativamente nas metas traçadas pela politica da organização. As organizações são formadas por recursos humanos, hoje em dia denominados por capital humano da organização. Cabe a gestão do capital humano propiciar um ambiente adequado e favorável as praticas laborais.

³No oriente existe uma filosofia conhecida por felicidade interna bruta FIB, que busca alinhar as necessidades e anseios do individuo para com as necessidades do quotidiano de uma organização, respeitando valores intrínsecos e extrínsecos dos indivíduos.

fontes:
ANDRADE, Daniel Pereira. Empresa Humana ou Humano Empresa? - Revista de Administração de Empresas. Jan/Jun 2011, Vol 10. No 1 – p.38-41. disponível em http://rae.fgv.br/sites/rae.fgv.br/files/artigos/38-41.pdf, acesso em 24 ago 2015.
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Divisão e segregação nacional e o modelo americano

 

Conheça o mapa eleitoral brasileiro e escolha a sua cor favorita



eleitores_brasil_2014
Clique no mapa interativo aqui:
Veja como PT e PSDB se enfrentaram em cada Estado brasileiro desde 1994 para conquistar o Palácio do Planalto
Conheça também os locais e ocasiões onde um terceiro partido sacudiu a polarização entre os dois.
A região Norte é a maior territorialmente no país mas o sudeste tem maior peso eleitoral. Bem diferente do territorial, o mapa eleitoral do Brasil tem o Sudeste - com 43% dos votos e 61 milhões de eleitores - maior que o Norte, que é a região mais extensa do País em território.

Vejas as diferenças entre as áreas geográficas dos estados

E decida qual é a relevância para o Brasil manter-se dividido entre azuis e vermelhos, copiando a receita americana há 50 anos; ou agregado em sua diversidade, multiplicidade às cores de nosso Brasil, fazendo jus à sua cultura e combatendo, sobretudo, a desigualdade social, o preconceito cultural, o racismo e a hipocrisia nacional.

estados eleicoes 2014
Clique no mapa interativo aqui:

Em um Brasil há pouco tempo trás…

2006_Brazilian_Election_1st_round

 

Em um outro Brasil chamado Estados Unidos da América

2008-presidential-election-finalUSA-2012
USA-mar2014USA-1nov2012


Mais do mesmo ou trocando seis por meia dúzia

E o Brasil tá bem, tá bem, navegando em águas tranquilas. E eu acordo com notícia de ameaça de bomba em mochila. Esse pequeno grande país com síndrome de norte América.
E a “abestada” ainda afirma que o país não está dividido, e está aberto ao diálogo. Pelo visto ela continuará a seguir o coelhinho branco barbudo no seu país das maravilhas.
Entre os neófitos, quem não chegou lá por ser parente se encaixa em pelo uma dessas categorias: já passou por outro cargo eletivo (prefeito, deputado estadual etc), exerceu alguma função pública (policial, promotor etc), é celebridade – com as exceções que confirmam a regra. Na Câmara, a eleição foi seis por meia dúzia.
Por que os gritos e cartazes não se converteram em votos de protesto? Não em quantidade suficiente para mudar os donos do poder. Por que? Há várias respostas, esta é apenas uma.

Um país multicolorido ou um verde-amarelo-azul-branco mais para o vermelho contra o azul ou vice versa, você é quem decide[?].

Escolha entre uma grande variedade de tons americanos do vermelho ao azul, ou se preferir, do mais lindo céu azul ao mais tenebroso vermelho.
Me parece que enquanto o brasileiro não souber quais são suas cores, enquanto o mundo todo está aguardando a nossa resposta, simultaneamente nós mesmos estaremos olhando para o mundo na busca do caminho ideal para prosseguir. E veja bem quanta ironia, não encontraremos lá fora o que só existe aqui dentro.

Um livro na mão em boa hora

titulolivro futuro chegou

Domenico De Masi e a nossa vida após o óciofuturo-chegou-orelha

Esse pequeno livro de pouco mais de sete centenas de páginas se apresenta hoje na minha mão nesse momento oportuno de questionamentos, conflitos e agressões traduzidas em palavras de não simplório escalões dos mais variados tons de cinza que um encéfalo predominantemente criativo poderia reivindicar a autoria.
Mesmo em momentos inóspitos como este, vejo que nada acontece em vão. A primeira vista o título me chamou a atenção quando o li na prateleira da livraria, mas como bom menino não gosto de nada apenas pela capa – ham ham – dei uma pequena folheada e vi que o assunto me apetece, assim como ocorreu no ócio criativo. Acontece que para entender o Brasil no contexto contemporâneo, por vezes recorro a visão daqueles que estão do lá de lá, de fora do país e que não sejam brasileiros que pediram arrego e foram viver o sonho estúpido de um mundo melhor lá fora, vendido pela essa nossa queridíssima propaganda internacional. Com na metáfora de uma nau dos desesperados de Sebastian Brant – clássico que revisitou fontes da antiguidade para fundamentar seus provérbios sobre os erros e desvios de toda sorte existentes nas camadas sociais de então – esse compendio de O FUTURO CHEGOU chegou bem na hora em que a nau Brasil parece atolar-se profundamente em mares dantes nunca experimentados. E olha que exemplos mundo a fora é que não faltam.
E é justamente aí que esse livro tenta navegar pelos sistemas testados, aprovados, reprovados e experimentados no mundo contemporâneo. A pesar de tratar-se de um italiano falando sobre o brasileiro, o último capítulo é dedicado à nós, ele fala com a propriedade de um homem com sensibilidade de mergulhar um pouco mais fundo nos aspectos sociais e filosófico, não apenas nos clássicos ISMOS que perpetuaram-se desde a idade média, mas se mostra competente em querer encontrar uma resposta que não se limita a sua influente cultura de um viajante com biblioteca de passaportes na bagagem. Diz ele que até se apaixonou pelo Brasil e muito querido por aqui sentiu-se incumbido de retribuir singelo acolhimento ao povo brasileiro, dizendo que o futuro está em nossas mãos.
Por favor futuro, vem ni mim que eu tô cansadin de seguir modelos do velho mundo há mais de quinhentos anos.
futuro chegou ilusao e desencanto 2
Leia o artigo da folha aqui: http://politica.estadao.com.br/blogs/vox-publica/seis-e-meia-duzia/



fontes:
http://www.dailykos.com/story/2013/03/12/1191706/-Political-Geography-Part-5-Mapping-the-US-Congressional-Elections#
http://s1131.photobucket.com/user/swolf318/media/Political%20Geography/UnitedStatesHouseofRepresentativesElection2012byCounty_zps37885a7f.png.html
http://www.dvorak.org/blog/2014/03/27/which-states-have-the-most-segregated-schools-in-the-nation/
http://www.dvorak.org/blog/wp-content/uploads/2014/03/voting2000map.gif
http://www.themonastery.org/blog/2012/03/mapping-american-social-attitudes/
https://truthbeforedishonor.wordpress.com/tag/presidential-elections-1912-to-present/
https://truthbeforedishonor.files.wordpress.com/2012/11/2012-270-to-win-battleground-states-1nov2012.jpg

Minha mensagem para todos aqueles que se vão embora desse pedaço de chão chamado Brasil, viver a dose ilusão na América. 


Minha não mas desse sinhôzinho que ainda canta e dança igual um cabrito novo, mesmo depois de trinta anos de alegrias e lutas.

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_hedonism_taken_serious

by The Hedonist Cover Art: "Portrait of Sun Ra", oil on canvas by Paul David Elsen

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