Scientia Ad Sapientiam

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“Não há homem imprescindível, há causa imprescindível. Sem a força coletiva não somos nada” - blog da retórica magia/arte/foto/imagem.

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Krishnamurti, links para um singular pensador

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Fragmentos de um pensador muito especial.

Para quem deve estar se sentindo de saco cheio de textos científicos ou excessivamente técnicos.

Especialmente referente a última aula de sociologia, onde partiu-se do fato consumado de que onde há sociedade, lá também haverá conflito. Veja de onde vem a raiz desse problema, aparentemente sem solução, segundo a visão deste pensador abaixo.





O que você esta fazendo com a sua vida?
Passagens selecionadas sobre as grandes questões que nos afligem.

Ensinar é a mais nobre das profissões, se é que se pode chamar essa atividade de profissão. É uma arte que requer não somente capacidade intelectual, mas paciência e amor infinitos.
Quando somos realmente instruídos, compreendemos nosso relacionamento com todas as coisas – dinheiro, bens, pessoas, a natureza – no vasto campo da existência.

Sei que você, jovem, pode achar difícil decidir o que de fato ama fazer, porque quer fazer muitas coisas. Quer ser engenheiro, piloto de aviões cruzando o céu azul ou, talvez, um famoso orador ou político, ate quem sabe um arquivista [isso fui eu quem escreveu]. Pode querer ser pintor, químico, biólogo, poeta ou carpinteiro. Talvez queira trabalhar com a cabeça, ou produzir algo com as mãos. Alguma destas coisas é o que você realmente ama. Ou seu interesse é meramente uma reação à pressão social?

Como descobrir?

O verdadeiro propósito da educação é ajudá-lo a descobrir o que quer, para que você, quando for adulto, possa se entregar de mente, coração e corpo aquilo que realmente ama fazer.

Descobrir o que realmente gosta de fazer exige bastante inteligência, porque, se tiver medo de não ser capaz de ganhar a vida, ou de não se encaixar nessa sociedade podre, nunca descobrirá. Mas, se não tiver medo, se recusar-se a serem puxados para o caminho da tradição por seus pais, professores, pelas exigências superficiais da sociedade, você poderá descobrir o que realmente ama fazer. Portanto, para descobrir, você não pode ter medo de não conseguir sobreviver.

Mas muito de nos tem esse medo. O que será de mim se eu não fizer o que meus pais querem, se não me encaixar na sociedade, perguntam-se. Com medo, fazemos o que nos mandam fazer, e nisso não há amor, há apenas contradição, e esta contradição intima é um dos fatores que criam ambição destrutiva.

Desse modo, a função básica da educação é ajudá-lo a descobrir o que realmente ama fazer, para que você entregue a mente  e o coração aquilo, porque isso cria dignidade humana, varre para longe a mediocridade, a mesquinha mentalidade burguesa. Por essa razão é tão importante ter os professores certos...

Descobrirão a resposta quando amarem o que estão fazendo. Se você é engenheiro porque precisa ganhar a vida, ou porque seu pai ou a sociedade esperam isso de você, esse é outra forma de compulsão, e compulsão, sob qualquer forma, cria contradição, conflito. Mas se você realmente ama ser engenheiro, ou cientista, ama plantar uma árvore, pintar um quadro, ou escrever uma poesia, não para ser admirado, mas apenas porque ama o que faz, então descobrirá que não está competindo com ninguém. Penso que este é o segredo: amar o que se faz.
...



A verdade é o catalisador para cessar o conflito

"Em uma sociedade basicamente errada, não pode haver meio de vida correto".




O que está acontecendo no mundo atualmente?

Nosso meio de vida, qualquer que seja, leva à guerra, à miséria geral e à destruição, e isso é perfeitamente óbvio. Nossa ocupação, seja qual for, contribui inevitavelmente para que haja conflito, decadência, implacabilidade e sofrimento.

Então, a atual sociedade é basicamente errada, fundada na inveja, no ódio e no desejo de poder, de modo que cria meios de vida errados, como as profissões de soldado, policial, advogado. Por sua própria natureza, essas profissões são um fator de desintegração da sociedade, e quanto mais soldados, policiais e advogados, mais evidente se torna a decadência da sociedade. No mundo todo há cada vez mais soldados etc... e os homens de negócios os acompanham.

Tudo isso precisa ser mudado para que seja fundada uma sociedade correta, e achamos que essa é uma tarefa impossível.

Não é, mas somos você é eu que temos que cumpri-la.
Hoje, qualquer meio de vida que escolhamos cria infelicidade para um outro ou contribui para a destruição da humanidade, como vemos diariamente.

Como pode isso ser mudado?

Só haverá mudança quando você e eu não estivermos buscando poder, quando não formos invejosos, cheios de ódio e antagonismo.
Quando, em nossos relacionamentos, causamos alguma transformação, estamos ajudando a criar uma nova sociedade formada por pessoas  que não estão pressas à tradição, que não pedem nada para si mesmas, que não estão em busca de poder, porque são ricas por dentro, encontraram a realidade. Só o homem que busca a realidade pode criar uma nova sociedade, só o homem que ama pode transformar o mundo.



Mais videos do pensador em:


Quem quiser estudar sobre os fundamentos do pensamento universal, tanto do oriente quanto do ocidente, e as bases filosóficas nas quais nossa sociedade foi formulada, sobretudo na visão de grandes sábios e não somente em escolas científicas ou filosóficas e religiosas, deve considerar este link, organizado sobre a trajetória de Gurdjieff:

http://www.filoinfo.bem-vindo.net/estudos/modelos/Gurdjieff/Gurdjieff.html

Obs: é necessário ter a máquina Java atualizada no navegador web para visualizar o esquema de estudo.



A EDUCACAO E O SIGNIFICADO DA VIDA 

Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=msFhYRTigXwC&lpg=PA1&dq=krishnamurti%20vida&hl=pt-BR&pg=PA1#v=twopage&q&f=false


SOBRE A NATUREZA E O MEIO AMBIENTE 
Por JIDDU KRISHNAMURTI

http://books.google.com/books?id=THmEaijAq1oC&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PA22#v=twopage&q&f=false


SOBRE A LIBERDADE 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=18MRVyENwDwC&lpg=PA1&hl=pt-BR&pg=PA178#v=twopage&q&f=false


SOBRE O MEDO 
Por Jiddu Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=Whp5WEJHeV8C&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PA38#v=twopage&q&f=false


Ensaios sobre o medo Por Adauto Novaes

http://books.google.com/books?id=ht7AFnd55pMC&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PA272#v=onepage&q&f=false


LIBERTE SE DO PASSADO 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=mm0SeKCVMa8C&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PA38#v=twopage&q&f=false


SOBRE RELACIONAMENTOS 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=wjs01j3twEwC&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PA186#v=twopage&q&f=false


SOBRE A VERDADE 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=5zNta1YDmZcC&lpg=PA1&hl=pt-BR&pg=PA18#v=twopage&q&f=false


SOBRE DEUS 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=ymXgXi3evN4C&lpg=PA1&hl=pt-BR&pg=PA38#v=twopage&q&f=false


SOBRE O VIVER CORRETO 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=QPoZnqaSfAAC&lpg=PA1&hl=pt-BR&pg=PA194#v=twopage&q&f=false

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O MUNDO x WALL STREET SOCIEDADE DA CORRUPCAO ESTADO-UTOPIA

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O MUNDO x WALL STREET SOCIEDADE DA CORRUPCAO ESTADO-UTOPIA

O MUNDO x WALL STREET

Queridos amigos,

Pela primeira vez eu vejo as pessoas manifestarem-se contra a real raiz do problema social:

O SISTEMA FINANCEIRO MUNDIAL é o câncer de origem e fundação da SOCIEDADE DA CORRUPÇÃO e do ESTADO-PODER-UTOPIA.

100% APOIADOS E REPLICADOS EM TODA REDE. UP THE IRONS!

Milhares de norte-americanos tomaram conta de Wall Street -- se juntando a um movimento global de Madri a Jerusalém para recuperar a democracia dos interesses corruptos. Se milhões de nós apoiá-los, vamos impulsionar seus ânimos e mostrar aos meios de comunicação e líderes que este não é um movimento extremista. Clique abaixo para assinar a petição - cada assinatura será mostrada ao vivo em um gigante contador no meio da ocupação de Wall Street:

Sign the petition!

Milhares de norte-americanos ocuparam sem violência a Wall Street - um epicentro do poder financeiro global e da corrupção. Eles são os últimos raios de luz em um novo movimento pela justiça social que está se espalhando rapidamente pelo mundo: de Madrid a Jerusalém e a 146 outras cidades, com outras aderindo a cada instante. Mas eles precisam de nossa ajuda para triunfarem.
Como são as famílias de trabalhadores que estão pagando a conta de uma crise financeira causada por elites corruptas, os manifestantes estão exigindo uma verdadeira democracia, justiça social e combate à corrupção. Mas eles estão sob forte pressão das autoridades e alguns meios de comunicação estão retratando-os como grupos extremistas. Se milhões de nós de todo o mundo os apoiarem, vamos aumentar a sua determinação e mostrar a mídia e aos líderes que os protestos fazem parte de um movimento massivo pela mudança.
Este ano pode ser o nosso 1968 desse século, mas para ter sucesso ele deve ser um movimento de todos os cidadãos, de todas classes sociais. Clique para participar da campanha para a democracia real - um contador gigante será erguido no centro da ocupação em Nova York mostrando ao vivo cada um de nós que assinarmos a petição e retransmitido ao vivo na página da petição:


http://www.avaaz.org/po/the_world_vs_wall_st/?vl


A onda mundial de protestos é o capítulo mais recente na história deste ano do poder global do povo. No Egito, as pessoas tomaram a praça Tahrir e derrubaram seu ditador. Na Índia, o jejum de um homem trouxe milhões às ruas e o governo teve que ceder - vencendo uma ação real para acabar com a corrupção. Durante meses, os cidadãos gregos protestam sem descanso contra os injustos cortes nos gastos públicos. Na Espanha, milhares de "indignados" desafiaram a proibição de manifestações pré-eleitoral e montaram um acampamento de protesto na praça do Sol para manifestar contra a corrupção política e a manipulação do governo da crise econômica. E neste verão em Israel as pessoas construíram "cidades de tendas" para protestar contra o aumento dos custos de habitação e por justiça social.


Estes assuntos nacionais estão ligados por uma narrativa global de determinação para acabar com a conivência das elites e de políticos corruptos - que em muitos países ajudaram a causar uma prejudicial crise financeira e agora eles querem que as famílias de trabalhadores paguem a conta. O movimento de massas que está respondendo a isso pode não só garantir que o ônus da recessão não caia sobre os mais vulneráveis, mas também pode ajudar a melhorar o equilíbrio de poder entre democracia e corrupção. Clique para apoiar o movimento:


http://www.avaaz.org/po/the_world_vs_wall_st/?vl


Em cada revolta, do Cairo a Nova York, o pedido por um governo responsável que sirva o povo é claro e nossa comunidade global tem apoiado esse poder do povo em todo o mundo, onde quer que tenha surgido. O tempo em que os políticos ficavam nas mãos dos poucos corruptos está terminando e, em seu lugar, estamos construindo democracias reais, de, por e para as pessoas.

Com esperança,

Emma, ​​Maria Paz, Alice, Ricken, Morgan, Brianna, Shibayan e o resto da equipe Avaaz

Mais informações:

Protestos nos EUA entram no 18º dia e se alastram (O Estado de S. Paulo)
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,protestos-nos-eua-entram-no-18-dia-e-se-alastram,781126,0.htm

A ocupação de Wall Street e a luta simbólica (O Globo)
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/10/05/a-ocupacao-de-wall-street-a-luta-simbolica-409477.asp

Contra medidas de austeridade, Grécia faz greve no setor público (G1)
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/10/grecia-tem-dia-de-greve-no-setor-publico.html

Protestos contra corrupção reúnem milhares no Kuait (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/986423-protestos-contra-corrupcao-reunem-milhares-no-kuait.shtml

Ocupa Wall St - recursos on-line para a ocupação (em inglês)
http://occupywallst.org/

Apoie a comunidade da Avaaz!

Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada garante que até as menores doações sejam bem aproveitadas:


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A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 9 milhões de pessoas
que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
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A paz possivel, a paz indesejada e as utopias dos felizes para sempre

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A paz possível, a paz indesejada e as utopias dos felizes para sempre







O Relatório da Montanha de Ferro




"Em 1963, uma comissão de alto nível - integrada por quinze eminentes pesquisadores, selecionados por seu alto saber e ilibada reputação - começou a reunir-se no local denominado Montanha de Ferro, perto de Nova York, por convocação provável do governo americano, para analisar, realística e objetivamente, as conseqüências que advirão para a humanidade se, e quando, for adotado universalmente um sistema permanente de paz.


"Após três anos e meio de estudos profundos e de sérias investigações sócio-científicas, o grupo deu por encerrados os trabalhos e emitiu unânime e sigiloso parecer, segundo o qual a paz definitiva, além de provavelmente inatingível, não seria útil à sociedade humana, cuja estabilidade - pelo menos no estágio atual - não pode prescindir da guerra.


"A Paz Indesejável (Original: Report from Iron Mountain, 1969) é o surpreendente e chocante relatório da comissão da Montanha de Ferro tornando ostensivo - sem qualquer corte - pela indiscrição de um de seus membros. Foi acrescido de material introdutivo explicativo, preparado pelo jornalista do The New Yorker, Leonard C. Lewin..." (Apresentação do livro)


"Leonard C. Lewin apresenta o livro como um verdadeiro furo. Uma vez, em agosto de 1963, um cientista social o procurou para lhe passar as conclusões do estudo feito por uma comissão da mais alta importância, convocada por Washington, para determinar, realística e precisamente, a natureza dos problemas que os Estados Unidos teriam de enfrentar se, e quando, o mundo atingir uma condição de paz permanente.


"As conclusões do relatório da comissão foram tão chocantes, que a própria comissão resolveu não as publicar. Em síntese, o relatório legitima a guerra... Este livro foi considerado pela maioria dos críticos, uma obra tão interessante, mas tão fictícia...


"E há ainda um depoimento impressionante. Trata-se do que disse a professora de sociologia da Universidade Estadual da Pensilvânia, Jessie Bernard: 'Antes de comentar este relatório, gostaria de corrigir um rumor errôneo. Na página 21, o autor declara que não havia mulheres na comissão. Acontece que fui membro do Grupo. Mas minhas contribuições eram tão contrárias ao tom das discussões... que, por consenso, me pareceu melhor pular fora'". (Nota do tradutor Luiz Orlando Carneiro).



Partes do relatório:


"A possibilidade da guerra fornece o senso de necessidade externa, sem o qual nenhum governo pode permanecer longamente no poder... A organização de uma sociedade para a possibilidade da guerra é seu principal estabilizador político" (p. 69).


"Em geral, o sistema de guerra dá a motivação básica para a organização social primária. Desta forma, ele reflete no nível social os incentivos do comportamento individual humano. O mais importante deles, para propósitos sociais, é o argumento psicológico individual para submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; uma causa requer um inimigo" (p. 73).


"Um substitutivo viável para a guerra como sistema social não pode ser uma mera charada simbólica. Ele deve envolver um risco real de destruição pessoal real, numa escala compatível com a envergadura e a complexidade dos modernos sistemas sociais. Credibilidade é a chave... a menos que forneça uma ameaça crível de vida e morte, não satisfará a função socialmente organizadora da guerra. A existência de uma ameaça externa aceita é, assim, essencial à coesão social, bem como à aceitação da autoridade política" (p. 76).


"A guerra é a principal força motivadora do desenvolvimento da ciência, em qualquer nível, desde o abstratamente conceitual ao estritamente tecnológico... Todas as descobertas importantes sobre o mundo natural foram inspiradas por necessidades militares, reais ou imaginárias, de suas épocas... Começando com o desenvolvimento do ferro e do aço, passando pelas descobertas das leis do movimento e da termodinâmica, à era da partícula atômica, do polímero sintético, e da cápsula espacial, nenhum progresso científico importante deixou de ser, pelo menos indiretamente, iniciado com uma exigência implícita de armamento" (p. 82).


"O projeto espacial mais ambicioso e fora da realidade não pode, por si só, gerar uma ameaça externa crível. Argumenta-se, fervorosamente, que uma tal ameaça poderia se constituir na última e melhor esperança de paz, unindo a humanidade contra o perigo de destruição por criaturas de outros planetas, ou do espaço sideral. Foram propostas experiências para testar a credibilidade de uma ameaça de invasão extraterrena; é possível que alguns dos mais inexplicáveis incidentes com discos voadores, nos últimos anos, sejam de fato experiências primárias desse tipo" (p. 95).


"Um substitutivo político efetivo da guerra exigiria inimigos substitutivos... Pode ser, por exemplo, que a brutal poluição do meio-ambiente possa eventualmente substituir a possibilidade de destruição em massa, através de armas nucleares, como a principal ameaça aparente à sobrevivência das espécies" (p. 96).




Será que qualquer semelhança com o "aquecimento global" é mera coincidência?


"Um substitutivo de qualidade e magnitude críveis, deve ser encontrado, se uma transição para a paz é possível sem desintegração social. É mais provável, a nosso ver, que uma ameaça tenha de ser inventada ao invés de ser criada a partir de condições desconhecidas" (p. 96, 97).


"É inteiramente possível que o desenvolvimento de uma forma sofisticada de escravidão possa ser um pré-requisito absoluto para o controle social, num mundo de paz" (p. 99).

NOTA:

É impossível terminar a leitura deste relatório e não se lembrar dos dias de Noé: "Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração" (Gn 6:5). "Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem" (Mt 24:37). O tipo de "paz" que o mundo vai tentar construir em lugar do sistema de "guerra" será sem a presença e os ensinamentos do Príncipe da paz - Jesus Cristo.




Por isso que a profecia adverte: "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição" (1Ts 5:3). As notícias atuais ("Aquecimento global", "vida fora da terra", "terrorismo") refletem as recomendações deste relatório na prática... Quem viver verá!!




"Já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos" (Rm 13:11)




Assine o blog leofotoarte e receba o conteúdo do relatório da montanha de ferro na íntegra.






Excerto do livro - Iron Mountain Report


SECTION 7 - SUMMARY AND CONCLUSIONS THE NATURE OF WAR




War is not, as is widely assumed, primarily an instrument of policy utilized by nations to extend or defend their expressed political values or their economic interests. On the contrary, it is itself the principal basis of organization on which all modern societies are constructed. The common proximate cause of war is the apparent interference of one nation with the aspirations of another. But at the root of all ostensible differences of national interest lie the dynamic requirements of the war system itself for periodic armed conflict. Readiness for war characterizes contemporary social systems more broadly than their economic and political structures, which it subsumes.




Economic analyses of the anticipated problems of transition to peace have not recognized the broad preeminence of war in the definition of social systems. The same is true, with rare and only partial exceptions, of model disarmament "scenarios." For this reason, the value of this previous work is limited to the mechanical aspects of transition. Certain features of these models may perhaps be applicable to a real situation of conversion to peace; this till depend on their compatibility with a substantive, rather than a procedural, peace plan. Such a plan can be developed only from the premise of full understanding of the nature of the war system it proposes to abolish, which in turn presupposes detailed comprehension of the functions the war system performs for society. It will require the construction of a detailed and feasible system of substitutes for those functions that are necessary to the stability and survival of human societies.








THE FUNCTIONS OF WAR

The visible, military function of war requires no elucidation; it is not only obvious but also irrelevant to a transition to the condition of peace, in which it will by definition be superfluous. It is also subsidiary in social significance to the implied, nonmilitary functions of war; those critical to transition can be summarized in five principal groupings.








ECONOMIC. War has provided both ancient and modern societies with a dependable system for stabilizing and controlling national economies. No alternate method of control has yet been tested in a complex modern economy that has shown itself remotely comparable in scope or effectiveness.








POLITICAL. The permanent possibility of war is the foundation for stable government; it supplies the basis for general acceptance of political authority. It has enabled societies to maintain necessary class distinctions, and it has ensured the subordination of the citizen to the state, by virtue of the residual war powers inherent in the concept of nationhood. No modern political ruling group has successfully controlled its constituency after failing to sustain the continuing credibility of an external threat of war.








SOCIOLOGICAL. War, through the medium of military institutions, has uniquely served societies, throughout the course of known history, as an indispensable controller of dangerous social dissidence and destructive antisocial tendencies. As the most formidable of threats to life itself, and as the only one susceptible to mitigation by social organization alone, it has played another equally fundamental role: the war system has provided the machinery through which the motivational forces governing human behavior have been translated into binding social allegiance. It has thus ensured the degree of social cohesion necessary to the viability of nations. No other institution, or groups of institutions, in modern societies, has successfully served these functions.








ECOLOGICAL. War has been the principal evolutionary device for maintaining a satisfactory ecological balance between gross human population and supplies available for its survival. It is unique to the human species.








CULTURAL AND SCIENTIFIC. War-orientation has determined the basic standards of value in the creative arts, and has provided the fundamental motivational source of scientific and technological progress. The concepts that the arts express values independent of their own forms and that the successful pursuit of knowledge has intrinsic social value have long been accepted in modern societies; the development of the arts and sciences during this period has been corollary to the parallel development of weaponry.








SUBSTITUTES FOR THE FUNCTIONS OF WAR: CRITERIA




The foregoing functions of war are essential to the survival of the social systems we know today. With two possible exceptions they are also essential to any kind of stable social organization that might survive in a warless world. Discussion of the ways and means of transition to such a world are meaningless unless a)substitute institutions can be devised to fill these functions, or b) it can reasonably be hypothecated that the loss or partial loss of any one function need not destroy the viability of future societies.




Such substitute institutions and hypotheses must meet varying criteria. In general, they must be technically feasible, politically acceptable, and potentially credible to the members of the societies that adopt them. Specifically, they must be characterized as follows:








ECONOMIC. An acceptable economic surrogate for the war system will require the expenditure of resources for completely nonproductive purposes at a level comparable to that of the military expenditures otherwise demanded by the size and complexity of each society. Such a substitute system of apparent "waste" must be of a nature that will permit it to remain independent of the normal supply-demand economy; it must be subject to arbitrary political control.








POLITICAL. A viable political substitute fir war must posit a generalized external menace to each society of a nature and degree sufficient to require the organization and acceptance of political authority.








SOCIOLOGICAL. First, in the permanent absence of war, new institutions must be developed that will effectively control the socially destructive segments of societies. Second, for purposes of adapting the physical and psychological dynamics of human behavior to the needs of social organization, a credible substitute for war must generate an omnipresent and readily understood fear of personal destruction. This fear must be of a nature and degree sufficient to ensure adherence to societal values to the full extent that they are acknowledged to transcend the value of individual human life.








ECOLOGICAL. A substitute for war in its function as the uniquely human system of population control must ensure the survival, if not necessarily the improvement, of the species, in terms of its relations to environmental supply.








CULTURAL AND SCIENTIFIC. A surrogate for the function of war as the determinant of cultural values must establish a basis of sociomoral conflict of equally compelling force and scope. A substitute motivational basis for the quest for scientific knowledge must be similarly informed by a comparable sense of internal necessity.







But the principal cause for concern over the continuing effectiveness of the war system, and the more important reason for hedging with peace planning, lies in the backwardness of current war-system programming. Its controls have not kept pace with the technological advances it has made possible. Despite its unarguable success to date, even in this era of unprecedented potential in mass destruction, it continues to operate largely on a laissez-faire basis. To the best of our knowledge, no serious quantified studies have even been conducted to determine, for example:








optimum levels of armament production, for purposes of economic control, at any given relationship between civilian production and consumption patterns: ---correlation factors between draft recruitment policies and mensurable social dissidence;
minimum levels of population destruction necessary to maintain war-threat credibility under varying political conditions;
optimum cyclical frequency of "shooting" wars under varying circumstances of historical relationship.

These and other war-function factors are fully susceptible to analysis by today's computer-based systems, but they have not been so treated; modern analytical techniques have up to now been relegated to such aspects of the ostensible functions of war as procurement, personnel deployment, weapons analysis, and the like. We do not disparage these types of application, but only deplore their lack of utilization to greater capacity in attacking problems of broader scope.

Our concern for efficiency in this context is not aesthetic, economic, or humanistic. It stems from the axiom that no system can long survive at either input or output levels that consistently or substantially deviate from an optimum range. As their data grow increasingly sophisticated, the war system and its functions are increasingly endangered by such deviations.

Our final conclusion, therefore, is that it will be necessary for our government to plan in depth for two general contingencies. The first, and lesser, is the possibility of a viable general peace; the second is the successful continuation of the war system. In our view, careful preparation for the possibility of peace should be extended, not because we take the position that the end of war would necessarily be desirable, if it is in fact possible, but because it may be thrust upon us in some form whether we are ready for it or not.

Planning for rationalizing and quantifying the war system, on the other hand, to ensure the effectiveness of its major stabilizing functions, is not only more promising in respect to anticipated results, but is essential; we can no longer take for granted that it will continue to serve our purposes well merely because it always has.

The objective of government policy in regard to war and peace, in this period of uncertainty, must be to preserve maximum options. The recommendations which follow are directed to this end.




SECTION 8 – RECOMMENDATIONS

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ILUMINAÇÃO
Felizes para sempre ou Utopia? Esta história começa com o nascimento de um Homem a 7 de março de 1949 no norte de Tamil Nadu, Índia, homem de muitas qualidades e habilidades extraordinárias, adorado por milhões de pessoas em todo planeta. Muitos nomes e títulos são atribuídos a ele, porém ele prefere que o chamem apenas como Bhagavan (palavra em sânscrito que significa algo como santo ou sagrado, na Índia costuma-se dar este títulos a todos os homens de destaque espiritual).


Depois em 15 de Agosto de 1954 em Nellore Sudeste da Índia, nasce uma extraordinária mulher que parece ser feita de pura compaixão e amor, que tem um sorriso tão singelo e puro que faz com que os mais sensíveis se derramem em lágrimas de emoção, quando em sua presença. Ela prefere ser chamada de simplesmente Amma (mãe em sânscrito).




Casal de Avatares

Um casal aparentemente normal, ele se formou em matemática, se casaram e tiveram um filho, Crishinaji. Porém mantinham incógnito a grande e milagrosa missão de iluminar a humanidade.

Desde criança conta-se que ele, diferente de seus coleguinhas, quase não brincava, pois era um observador obstinado dos mistérios da vida. Certa vez, aos 4 anos de idade, depois de muita insistência de sua mãe acabou respondendo a persistente pergunta de, o que ele tanto pensava quando se punha a manter seu olhar distante de tudo que o rodeava, e ele respondeu simplesmente: -"Nada mãe, estou apenas planejando como iluminar a humanidade".

Cercado constantemente por todos por causa de suas palavras de sabedoria, gestos, amor e graça emanantes em sua presença, e todos nem suspeitavam de quem se tratava aquela encantadora criança. E somente aos 40 anos, em 1989 revelou-se um Avatar (homem de dons especiais) e a graça divina de sua missão. Por seus ensinamentos de Amor e Liberdade além dos estados de felicidade e dos fenômenos extraordinários que sempre ocorrem em sua presença, rapidamente reuniu centenas de milhares de simpatizantes. Pois escutar os ensinamentos de Sri Bhagavan significaria definitivamente rasgar-nos sob todos os véus da ignorância da vida e de tudo.




Projeto


O projeto audacioso deste sagrado casal, passou por fundar uma escola para crianças e nela muitas delas se iluminaram completamente com habilidades extraordinárias. Dentre elas, 6 que conjuntamente a seu amigo de infância se tornaram os 7 principais discípulos deste movimento. E somados aos 200 outros que foram formados por eles, são os responsáveis pela administração de uma gigantesca estrutura montada para a realização da visão de Sri Amma e Sri Bhagavan. A Golden Age Fundation, responsável pela construção da Golden City, uma cidade modelo para nova era com vários setores entre eles a Cosmic Music Studio, estúdio de Música, Oneness University, Universidade da Unidade, Shakti Oneness, Templo da Unidade para todas as religiões e filosofias. Construído em bases a uma ciência muito avança, de estrutura em mármore com três andares, sendo que em um deles há um salão com espaço livre sem pilares para estarem 8000 pessoas simultânea e continuamente, por substituição, em oração e meditação. Experiência sem precedentes na história da humanidade que irá gerar um campo de energia que mudará significativamente o campo psico-morfogênico da humanidade, alterando definitivamente o comportamento do homem elevando a humanidade a iluminação, um estado permanente de consciência acrescentada. Culminando finalmente "na Graça Divina da imensurável Realização de Deus".

Esta visão de Sri Bhagavan e Sri Amma, de levar a humanidade num estado de Felicidade sem limites e Amor sem causa, promovido pela transferência consciente de uma energia Divina gerando um estado de Unidade com tudo ao redor, que além de ausência de medos, apegos e remorsos, elimina completamente o sofrimento da humanidade.





A Causa do Sofrimento e a Urgência da Mudança de Rota.


O homem tem sofrido por estar escravizado e a mercê dos caprichos da mente, aquela que fora criada para servir de instrumento passou a conduzir o ser sob seu domínio e tirania, causando condicionamentos implacáveis, círculos viciosos, inconscientes, e até mesmo aqueles que tomam conhecimento destes tais condicionamentos, ainda assim não conseguem com facilidade se livrar deles, e acabam se tornando verdadeiros autômatos. Como diz Cristian Opitz: "Todas nossas intenções conscientes estão carregadas por muitas motivações inconscientes e essas motivações não podem ser mudadas através da intenção. As motivações inconscientes são o armazém dos traumas, das idéias limitadas a cerca da vida, da auto sabotagem e surgiram a existência muito antes que pudéssemos formular metas ou intenções. Por tanto, nenhuma quantidade de intenção pode mudar sequer a parte mais profunda da nossa psique, a que determina nossa experiência de vida muito mais que a superfície dos pensamentos conscientes... ...De acordo ao renomado biólogo celular Bruce Lipton, a mente consciente pode processar 2.000 bits de informações por segundo. O inconsciente, não obstante, está processando 4 bilhões de bits por segundo. Isto é a razão de dois milhões por um. Se queremos mudar una crença inconsciente ou limitação através de afirmações conscientes, é como discutir com dos milhões de pessoas que estão convencidas do seu equivoco.


Sri Amma e Sri Bhagavan considerados como os Avatares da Iluminação, vêem para resgatar o homem deste sofrimento, numa atitude de absoluta entrega de amor e compaixão. Assim como os grandes Sábios, Santos, Místicos e Deuses, como Jesus, Bhuda, Ramakrishina, Rama Mararshi, Santa Clara, Maria, São Francisco e outros. Em cada um destes seres especiais o tempo esteve do lado da humanidade, pois depois de terem vindo, a humanidade tive muito tempo para compreender e absorver suas Graças e ensinamentos. Neste momento atual a circunstâncias são muito diferentes, baseado nas expectativas bastante pessimistas das grandes autoridades científicas contemporâneas tanto nos setores ecológicos, econômicos, psicológicos, social e espiritual, são unânimes em que para a solução da aparentemente inevitável rota de colisão, desta vez as mudanças de postura da humanidade devem ser profundas, de caráter global, irreversíveis e principalmente instantâneas.





Benefícios da Iluminação


Baseado na teoria científica da "Necessidade Emergente", onde a solução de qualquer problema emerge das próprias condições que geraram os problemas, e como já dizia o Bhagavad Guita, livro sagrado dos Hindus, "Tudo se resolve indubitavelmente em suas conseqüências". A mesma humanidade que gerou este problema gerou também o surgimento deste Divino Casal com habilidades extraordinárias (Shiva-Shakti) de com uma simples imposição de mãos na cabeça, chamada de Deeksha (iniciação), podem transferir uma parcela de energia inteligente, definida por Bhagavan como uma Esfera Divina de Luz Dourada que promove uma irreversível e progressiva mutação cerebral a nível do Neocortex, Corpo Caloso. Acarretando uma série de alterações definitivas físicas, mentais, emocionais e psicológicas. Sem deixar de mencionar a também valiosa habilidade de transferir esta capacidade de passar iluminação para terceiros, o seja de formar iluminadores.


Dados preliminares de uma pesquisa científicas que estão sendo realizando com as pessoas que receberam a iluminação.

Revelam as seguintes alterações:


1 – Os estímulos neuronais são em maior número no lóbulo frontal que nos parietais, que é mais comum no indivíduo adulto não iluminado.


2 – Dependendo da atividade que o indivíduo comum estiver submetido os estímulos neuronais vão atuar mais fortemente no hemisfério direito ou no esquerdo, a depender do tipo de atividade que exija mais interpretações emocionais ou racionais. E no cérebro de um iluminado será estimulado ambos hemisférios simultaneamente. Este fenômeno é provavelmente decorrente de uma alteração das funções observadas no corpo caloso, neocortex.


3 – A velocidade sináptica sensomotora diminui sensivelmente.


4 – Altera-se a proporção da relação de estímulos conscientes por segundos com relação aos inconscientes, que numa pessoa não iluminada, como citamos anteriormente, é da ordem de 200 mil para 4 bilhões, ou seja 1 para 2 milhões. Todavia ainda não se tem uma medição segura da ordem desta alteração num iluminado.


A níveis mentais e psico-emocionais se observa as seguintes alterações:
1 – Ausência de pânicos e medos.
2 – Estados freqüentes de alegria sem causa.
3 – Equilíbrio emocional estável.
4 – Maior clareza de pensamentos.
5 – Sensação de plenitude e paz.
6 – Desapegos possessivos.
7 – Facilidade de aprendizagem e aumento de inteligência.
8 – Dissolução de complexos de culpa.
9 – Solução de relacionamentos conflituoso.
10 – Manifestações de Amor e Compaixão mais freqüentes





Salto Quântico


A soma de três fatores: 1 – As habilidades extraordinárias de Sri Amma e Sri Bhagavan de iluminar e de formar iluminadores. 2 – Aumento progressivo da Ressonância Shumman, pulso do planeta Terra, de 7,8 para atualmente quase 12 ciclos por segundos, e que segundo as previsões deverá atingir seu auge em 13,4 ciclos. Fenômeno que, segundo os cientista, se repete pela 4 vez, alterando os campos magnéticos as polaridades e a velocidade de rotação do núcleo da Terra, e que por conseqüência afeta significativamente os campos magnéticos do corpo humano. 3 – A conclusão da construção do Shakti Oneness (Templo da Unidade), possibilitarão levar toda humanidade ao estado de iluminação irreversível. Dando princípio a uma nova era, segundo as profecias hindus a Golden Age, Era de Ouro colocando fim a Kaliyuga era de dor e sofrimento causado pela ignorância.


O Fenômeno se dará segundo uma ciência chamada Salto Quântico que versa sobre a mudança no campo psico-morfogênico da humanidade gerando uma reação em cadeia até que todas as pessoas estarão beneficiadas com a transformação. Ou seja os planos para iluminar toda humanidade, está em se atingir a Massa Crítica (quantidade mínima) para promover o Salto Quântico, ou seja, um mínimo de 64 mil pessoas em estado de Iluminação de Unidade, que provocaria uma reação em cadeia e em pouco tempo toda humanidade se Iluminaria automaticamente e mesmo sem que se desse conta de o que exatamente se passou com ela. E todos passariam a manifestar um amor incondicional, e desfrutariam de uma felicidade sem limites e todos em conjunto trabalhariam para construir uma nova civilização a tão esperada Nova Era.





Final da História



Existem hoje inúmeros instrutores por todo planeta distribuindo esta energia e já somam quase 20 mil pessoas que gozam deste estado de ausência absoluta de sofrimento ou seja Iluminação.


Tudo isso pode ser apenas um delírio de um louco, um esquizofrênico megalomaníaco e os registros de transformações das pessoas pode não passar de pura auto-sugestão e esta coisa de Nova Era e de compaixão coletiva ser mera utopia ou pior, uma grande mentira, e se um destes pensamentos passa por sua mente, tudo bem. Contudo não podemos negar que a idéia é extremamente atraente, e vale a pena, dar-se o privilégio da dúvida e pelo menos dar-se a oportunidade de participar do processo para tirar sua opinião desde sua experiência pessoal. E assim quem sabe esta história terminaria com um final: "felizes para sempre".
Por Marco Sanchez







Entrevista com NeurocientistaCHRISTIAN OPITZ


A palavra “helplessnes” em inglês refere-se a ser incapaz ou inadequado para fazer algo por si mesmo, sentindo-se indefesos, impotentes, vulneráveis, expostos, desamparados, abandonados, sem amigos, etc. Por isso a traduzimos como “desamparo” porque é o sentimento que o leva a buscar ajuda.

Bhagavan disse que “onde termina o homem, começa Deus.”

PERGUNTA: Bhagavan enfatiza o desamparo, e que não podemos mudá-lo por nós mesmos. O que há a respeito da idéia de que podemos criar nossa própria realidade através da intenção?

C. Opitz: Todos os seres humanos nascem como seres emocionais, sem a habilidade de formar intenções conscientes. A maior parte dos padrões neurológicos no cérebro é constituída nos três primeiros meses de vida, muito antes que uma mente intencional se forme. Muitas escolas de psicologia do desenvolvimento concordam que 90% de nossos padrões psicológicos se desenvolvam nos primeiros anos de vida, quando a experiência de vida dominante é a experiência emocional direta, sem perspectiva racional ou intencional. Assim, qualquer intenção consciente sempre vem de uma intenção inconsciente mais profunda. Todas nossas intenções conscientes estão reprimidas por muitas motivações inconscientes e estas motivações não podem ser mudadas por meio da intenção. As motivações inconscientes são os armazéns dos traumas, das idéias limitadas a respeito da vida, da auto-sabotagem e surgiram na Existência muito antes que pudéssemos formular metas ou intenções. Portanto, nenhuma quantidade de intenção pode mudar a parte mais profunda da nossa psique, que determina nossa experiência de vida muito mais do que a que emerge dos pensamentos conscientes.

PREGUNTA: Se estou consciente dos conceitos limitantes da minha mente ou do trauma do meu inconsciente, porque não posso mudar estas coisas através de afirmações positivas, por exemplo?

C. Opitz: De acordo com o renomado biólogo celular Bruce Lipton, a mente consciente pode processar 2000 bits de informação por segundo. O inconsciente, no entanto, está processando 4000 milhões de bits por segundo. Esta razão é de 2 milhões para um. Querer mudar uma crença inconsciente ou limitação através de afirmações conscientes seria discutir com 2 milhões de pessoas que estão convencidas de que você está errado. De igual forma, seria como tentar reverter um maremoto disparando uma pistola de água. Outro fator importante é também a motivação que há em usar afirmações ou qualquer outra modalidade para mudar o pensamento. Por exemplo, se uma pessoa se sente como um perdedor na vida e deseja modificar este sentimento repetindo afirmações de êxito, o mesmo desejo de fazê-lo provém de feridas inconscientes que também estão bloqueadas na raiz de seu êxito, porque não foram eleitas pela consciência livre, independente destas feridas. A intenção de mudar o problema sempre vem do problema e, desta forma, é uma extensão dele, e não o caminho da solução. O centro cerebral associado comas motivações emocionais profundas no inconsciente é o sistema límbico e o centro associado com a volição ( desejo) , o córtex frontal. Novas investigações na Alemanha sugerem que o sistema límbico constantemente alimenta com informação o córtex frontal, mas há muito pouca informação a respeito. Isto mostra como os sentimentos inconscientes influenciam nossa mente consciente, mas a mente consciente não é capaz de influenciar os sentimentos inconscientes.

PREGUNTA: Eu li estudos que mostram que podemos, por exemplo, melhorar habilidades como jogar uma bola de basketball por meio simplesmente da visualização sem, na realidade, praticar a habilidade. Isto não prova o poder da mente para criar a mudança?

C. Opitz: O estudo mostra que as pessoas que só visualizam lançamentos exitosos de bolas de baskettball melhoram 23% em seis semanas, enquanto que as pessoas que praticam o esporte melhoram 24%. Este estudo é citado frequentemente por aqueles que promovem a idéia de que a mente pode ser usada para mudar a vida humana. Mas, o que mudou na realidade nas pessoas deste estudo? Uma simples habilidade mecânica do sistema nervoso sensório-motor que era completamente irrelevante para a sua felicidade ou liberdade interna. Uma habilidade mecânica como esta é na realidade fácil de mudar com a intenção consciente. Mudar a experiência fundamental da vida, como nos sentimos conosco mesmos e com a vida, que traumas carregamos e vivemos, tudo isto é infinitamente mais complexo que arremessar uma bola de basketball. Mudar quem somos e o que a vida é para a nossa percepção, não pode ocorrer pela mente consciente. A mente consciente é, em si mesma, uma sub-realidade de nossa experiência de vida, e uma parte relativamente pequena se comparada com a mente inconsciente e com os vários fatores genéticos e coletivos. Deste modo, a mente consciente não tem poder de mudar a realidade maior, da qual é só uma parte.


Os Ensinamentos dos Essênios de Enoque aos Manuscritos do Mar Morto – e o verdadeiro Príncipe da Paz

THE REAL PEACE MAKER

“A Lei foi plantada no jardim da Irmandade para alumiar o coração do homem e para fazer direitos diante dele todos os caminhos da verdadeira retidão, um espírito humilde, um humor igual, uma natureza livremente compassiva, e bondade e compreensão e introvisão eternas, e uma sabedoria pujante, que acredita em todas as Obras de Deus, e uma fé confiante em Suas muitas bênçãos, e um espírito de conhecimento em todas as coisas da Grande Ordem, sentimentos leais para com todos os filhos da verdade, uma pureza radiante que abomina tudo o que é impuro, uma discrição relativa a todas as coisas ocultas da verdade e dos segredos do conhecimento secreto.”
Extraído do “Manual de Disciplina” dos Manuscritos do Mar Morto









Eles tinham a sabedoria profunda de compreender que essas forças eram fontes de energia, de conhecimentos e de harmonia, por intermédio das quais o homem transforma o seu organismo num instrumento cada vez mais sensível para as receber e utilizar conscientemente. De mais a mais, entendias que colocar-se em harmonia com as forças do Pai Celestial e da Mãe Terrena era a atividade mais importante do homem em toda a sua vida.


As características de cada uma das diferentes forças estavam muito claras para eles, que sabiam o que significava a força na vida de cada indivíduo e de que maneira ela poderia vir a ser utilizada. Eles também compreendiam o relacionamento entra as forças. No seu entender, cada força celeste tem uma força terrena que corresponde a ela e a cada força terrena tem um pode celeste que lhe corresponde.


Essas forças celestes e terrenas que se correspondem foram colocadas na Árvore da Vida essênia de modo que se atravessam diagonalmente, uma acima e outra abaixo do homem. Uma linha traçada entre qualquer par de forças correspondentes passava, portanto, diretamente pelo homem no centro da Árvore. As forças que correspondem umas às outras, em cima e embaixo, são as seguintes:





O Pai Celestial e a Mãe Terrena


O Anjo da Vida Eterna e o Anjo da Terra


O Anjo do Trabalho Criativo e o Anjo da Vida


O Anjo da Paz e o Anjo da Alegria


O Anjo do Poder e o Anjo do Sol


O Anjo do Amor e o Anjo da Água


O Anjo da Sabedoria e o Anjo do Ar





Essas correlações mostraram aos essênios que, quando uma pessoa estabelece contato com alguma força terrena, entra em contato também com certo poder celestial. Isso permitiu que eles compreendessem como é necessário estar a pessoa em perfeita harmonia com cada uma e com todas as forças e anjos, assim nos mundo visíveis como nos invisíveis. A simbólica Árvore da Vida tornou-se claríssimo para as pessoas quão inseparavelmente estão elas ligadas a todas as forças, cósmicas e terrestres, e mostrou-lhes o relacionamento que mantêm com cada uma delas.





O Anjo da Paz – Segunda-feira à Noite


Essa Comunhão dedicava-se com o Anjo da Paz à profunda intuição do homem em relação à paz dentro si mesmo e com todo o universo infinito. Segundo o pensamento dos essênios, a paz é um dos tesouros mais valiosos do homem e, a menos que ele compreenda o seu verdadeiro significado, não pode ter espiritualidade, sem a qual sua vida não tem sentido. Proclamava-se que a obrigação mais imediata do homem era criar a paz dentro de si mesmo e com tudo o que o cercava, e que o trabalho da paz se inicia no interior do indivíduo. Os essênios utilizavam todas as fontes de paz do universo e as transmitiam ao mundo, uma de cujas manifestações era a saudação universal: “A paz seja contigo.”





AS MEDITAÇÕES DO MEIO-DIA


Um terceiro grupo de práticas era levado a efeito ao meio-dia todos os dias da semana. Eram meditações que solicitavam ao Pai Celestial o envio do Seu Anjo da Paz a fim de harmonizar os diferentes departamentos da vida do homem. Tão importante era a paz para os essênios que eles tinham um ensinamento especial relativo a ela e ao qual chamavam Paz Sétupla.


A prática das catorze Comunhões acarreta uma experiência interior, ou expansão de consciência, que permite que a pessoa faça uso consciente das forças invisíveis da natureza e do cosmo. A Paz Sétupla mostra a aplicação prática dessa consciência expandida na vida cotidiana da pessoa no seu relacionamento com os diferentes aspectos de vida.


Essas Meditações de Paz eram praticadas na seguinte ordem:


Meio-dia de sexta-feira – Paz com o Corpo.


Meio-dia de quinta-feira - Paz com a Mente.


Meio-dia de quarta-feira – Paz com a Família.


Meio-dia de terça-feira – Paz com a Humanidade.


Meio-dia de segunda-feira – Paz com a Cultura.


Meio-dia de domingo – Paz com a Mão Terrena.


Meio-dia de sábado – Paz com o Pai Celestial.





Uma explicação desses sete setores da vida da pessoa é dada num capítulo subseqüente. Todo sétimo dia, o Sábado essênio, era consagrado a um dos aspectos da paz e nele se faziam reuniões comunitárias, separadas das meditações individuais. Essas reuniões tinham por escopo refletir sobre a aplicação coletiva prática da paz particular na qual os essênios se concentravam nesse Sábado.





O GRANDE SABBATH


Todo sétimo Sábado recebia o nome de Grande Sabbath e era dedicado à Paz com o Pai Celestial, a Paz transcendental, que continha todos os demais aspectos da Paz. Dessa maneira, tomava-se em consideração cada uma das fases da vida do homem, uma depois da outra. Esse era o modelo essênio da Comunhão com as forças cósmicas e naturais da meditação sobre os aspectos da paz que lhes mostravam como pôr em prática as forças na vida de cada um.


Não encontraremos o equivalente disso em nenhum outro sistema. Ele tem a sabedoria de oito mil anos atrás de si. Não se trata exclusivamente de uma forma ou de um ritual, mas de uma experiência intuitiva dinâmica, capaz de instaurar a unidade do gênero humano.


Os essênios praticaram essas Comunhões e Meditações há mais de dois mil anos. Podemos praticá-las hoje.



“Exaltarei Tuas obras com cânticos de Ação de Graças continuamente, de período a período, nos circuitos do dia, e na sua ordem fixa: com a vinda da luz desde a sua fonte na virada da noite e no sumiço da luz, no sumiço da treva e no advento do dia, continuamente, em todas as gerações do tempo.”



Extraído dos “Salmos de Ação de Graças” dos Manuscritos do Mar Morto XVII (xii. 4-12)





Why I don’t care about success



Be awesome.



‘Try not to become a man of success, but rather try to become a man of value.’ Albert Einstein

A lot of people in my field write about how to be successful, but I try to avoid it. It’s just not something I believe is important.

Now, that might seem weird: what kind of loser doesn’t want to be successful?

Me. I’m that loser.

Obviously, the first problem with success is how you define success … is it becoming famous, rich, creating a world-changing business, coming up with an idea that changes people’s lives, helping others, being happy? So many people with values similar to mine would reject the traditional definitions of success: being rich or famous or having a best-selling book or creating a huge business is not all there is to life.


And those people are right, in my book. If all you’re striving for is money, you’ll do horrible things to get it. If all you want is a successful business, you’ll screw people over to get it. If all you want is fame, you’ll give up your dignity to achieve it.


I could probably get a book on the New York Times best-seller list if I really tried, but it’s not something I care enough about, and I know I’d have to do things I wouldn’t be happy doing in order to get there. I’d have to make promises I couldn’t deliver on, sell something to people who are looking for answers I don’t have, trick them into buying the book.


I could make a lot more money than I make now, if I capitalized on all the readers I have and pressured them into buying more things. But I don’t think buying a lot of things is a good thing, so I’d feel crappy doing that. It’s not worth it.



Snake oil

So those who teach you to be successful … they’ll share methods that are a bit shady sometimes. If not, often they sell you platitudes that sound good but are too vague to really mean anything.


I’ve read many, many things on how to be successful (I can’t avoid finding them — they’re everywhere), and rarely will any of them really show you how to get where you want to go.


And when you don’t get there, you blame not the success system, but your own inadequacies.



The deeper problem

There are other problems, though. Whatever your definition of success, it’s something you’re looking for … something that exists in the future. It’s based on your desire to achieve something, your feelings that you’re not where you want to be.


That’s why the snake oil salesmen are so “successful” … they capitalize on the feelings of inadequacies that other people have. I think that’s horrible.


But beyond that, the trap of striving for this future “success” … it’s never-ending. You strive for more, and then when you get it, you strive for more again. You’re never satisfied. People who have a billion dollars, for example … they’re successful, right? Why don’t they stop trying to make money, then? Why would they possibly need more than a billion dollars? How can you possibly spend that much? They strive to make more because there will never be enough. They’ll never be successful enough.


That’s true not just of the rich, but of anyone who strives for success. Striving is a condition that doesn’t have an end, unless you give it up.



The real success


I might have a lot of readers now on Zen Habits, but I don’t feel that’s what makes me a success. I’ve been a success since Day 1, because even when I had zero readers, I was doing what I loved. Even when no one else would have called me a success (I really was a nobody then), I absolutely loved writing my posts, and though I don’t agree now with a lot of what I wrote back then (in 2007), I was happy.


Success isn’t about achieving something in the future, but about doing something right now that you love.


So doesn’t that mean I care about success? Well, sure, if you define success as whatever it is you care about, then of course you’re going to care about success. But then “success” really doesn’t have a meaning, does it? If it can mean anything, then it means nothing.


So forget about “success”, and just find joy, passion, love, awesome-ness right now, in this moment. *That* is a success you can achieve, without any self-help course, without any method. Just go out and do it.

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Pensamentos na psicanalise

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Aprendi da psicanalise que os pensamentos só andam em linha reta

Um depois do outro sob condições de repressão

São pensamentos formiga

Pensamentos marchantes

Livres da repressão na liberdade do ide
As idéias dançam sem ordem aparente ao sabor da livre associação

Os pensamentos formiga se transformam em pensamentos pulga

Começam a saltar


Minha leitura não leitura meus textos pretextos

Carregam as palavras sem nada dentro

Portas abertas

Cujo propósito é criar o vazio para que a palavra esquecida se diga

Na verdade não importa o que digo ou escrevo

O que importa são as palavras que se dizem vindas das funduras de quem lê

O entendimento esgota o sentido da palavra

Deixa vazia com nada mais a ser dito

Quando a palavra é entendida segue-se um silêncio morto


Psicanalista é igual a boiadeiro

Lá está o boiadeiro largado e mole na sua cela

As vacas passando tranquilas até que de repente

Sem que se saiba a razão acontece um espanto e a boiada estoura

Sai abestada pelos pastos e cerrados

Aí o boiadeiro endurece firma-se na cela

Esporeia o cavalo e vai em disparada através dos bois enlouquecidos

Para trazê-los de novo à pastar tranquilos

Aí ele fica largado e frouxo de novo na sua cela

Pois psicanalista é igual

Ele também toma conta de boiada

A boiada de que ele toma conta mora dentro da cabeça

Idéias sem conta uma atrás da outra

Idéias mansas idéias não mansas

Tontas pastando
Pastando grama do dia-a-dia


Arringo Barnabé
 

Innuendo

One two three four

Ooh ooh

While the sun hangs in the sky and the desert has sand

While the waves crash in the sea and meet the land

While there's a wind and the stars and the rainbow

Till the mountains crumble into the plain

Oh yes, we'll keep on trying

Tread that fine line

Oh, we'll keep on trying

Yeah

Just passing our time

Ooh ooh

While we live according to race, colour or creed

While we rule by blind madness and pure greed

Our lives dictated by tradition, superstition, false religion

Through the eons and on and on

Oh, yes, we'll keep on trying, yeah

We'll tread that fine line

Oh oh we'll keep on trying

Till the end of time

Till the end of time

Through the sorrow all through our splendour

Don't take offence at my innuendo

Duh duh duh duh duh duh duh

Duh duh duh duh duh duh duh duh duh duh duh

You can be anything you want to be

Just turn yourself into anything you think that you could ever be

Be free with your tempo, be free, be free

Surrender your ego - be free, be free to yourself

Ooh ooh, yeah

If there's a God or any kind of justice under the sky

If there's a point, if there's a reason to live or die

Ha, if there's an answer to the questions we feel bound to ask

Show yourself - destroy our fears - release your mask

Oh yes, we'll keep on trying

Hey, tread that fine line

(yeah) yeah

We'll keep on smiling, yeah

(yeah) (yeah) (yeah)

And whatever will be - will be

We'll just keep on trying

We'll just keep on trying

Till the end of time

Till the end of time

Till the end of time

 

Insinuação

Um, dois três, quatro

Ooh ooh

Enquanto o sol estiver no céu e o deserto tiver areia

Enquanto as ondas quebrarem no oceano e encontrarem a terra

Enquanto houver um vento as estrelas e o arco-íris

Até as montanhas desmoronarem dentro da planicie

Oh sim nós continuaremos tentando

Passando naquela corda fina

Oh nós continuaremos tentando

Yeah

Somente passando nosso tempo

Ooh ooh

Enquanto nós vivemos conforme a raça,cor ou credo

Enquanto nós governamos por loucura e cobiça pura

Nossas vidas são ditadas por tradição, superstição,falsa religião

Através das eras, indo e continuando

Oh sim nós continuaremos tentando

Nós vamos passar naquela corda fina

Oh nós continuaremos tentando

Até o final dos tempos

Até o final dos tempos

Através de toda mágoa, através do nosso esplendor

Não se ofenda em minha insinuação

Duh duh duh duh duh duh duh

Duh duh duh duh duh duh duh duh duh duh duh

Voce pode ser qualquer coisa que desejar

Somente se converta em algo que sempre imaginou poder ser

Seja livre com o seu tempo, seja livre, seja livre

Entregue seu ego - seja livre, seja livre para si mesmo

Ooh ooh, yeah

Se houver um Deus ou algum tipo de justiça sob o céu

Se haver um ponto, se houver uma razão pra viver ou morrer

Se houver respostas para as perguntas que você se sente limitado para perguntar

Mostre-se - destrua nossos medos - libere sua máscara

Oh sim nós continuaremos tentando

Hey passar naquela corda fina

(yeah) yeah

Nós contimnuaremos sorrindo yeah

(yeah) (yeah) (yeah)

E seja o que for será - será

Nós apenas continuaremos tentando

Nós apenas continuaremos tentando

Até o final dos tempos

Até o final dos tempos

Até o final dos tempos

 
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Desenvolvimento Harmonioso do Homem – perseveranca paciencia e compaixao

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Desenvolvimento Harmonioso do Homem – perseverança paciência e compaixão
Afirmando, negando e reconciliando com a sociedade e o mundo






GESTÃO DE SÁUDE







PROGRAMA DE REEDUCAÇÃO EMPRESARIAL PARA O AUTOCONHECIMENTO, SAÚDE MENTAL E CULTIVO ESPIRITUAL 
LEI AQUI UM RESUMO DOS CAPÍTULOS DA OBRA BASE DESTE PROJETO DE MONOGRAFIA.

SUMÁRIO






CAPÍTULO I – O PROBLEMA 

1.1 Objetivos







CAPÍTULO II – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 









CAPÍTULO III –ESTUDO TEÓRICO: PROGRAMA DE EDUCAÇÃO SUPLEMENTAR 









4.1 Aspectos conclusivos, 

4.2 Considerações sobre as questões formuladas 

4.3 Sugestões de trabalhos futuros. 






REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

ANEXO A - BASES LEGAIS 

ANEXO B - O HOMEM QUE TROUXE O ENEAGRAMA PARA O OCIDENTE 

ANEXO C – A IMPORTÂNCIA DA GINÁSTICA LABORAL NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS OCUPACIONAIS 








APENDICE A - ESTUDO DO ENEAGRAMA 

A.1 O valor objetivo de certos símbolos e as origens do eneagrama 

A.2 A aplicação psicológica do eneagrama 

A.3 Os três grupos de seres humanos básicos e os quatro grupos superiores 

A.4 A importância do estudo prático do eneagrama para o autoconhecimento 

A.5 O Eneagrama dos nove traços (defeitos) principais 

A.6 Definições consideradas para o estudo dos traços (defeitos) principais 

A.7 O eneagrama interior e a questão dos "eus" 

A.8 Definições dos Nove Traços ou Defeitos Principais 

A.9 Eneagrama: uma ferramenta de gestão e autoconhecimento 

A.10 Eneagrama: uma ferramenta milenar 

A.11 Por que é que este mapeamento psicológico é tão importante? 

A.12 Todos temos os nove traços, porem um deles é nosso traço principal. 

A.13 O eneagrama e seus movimentos e dinâmica 

A.14 Como é que o eneagrama pode ser aplicado aos negócios? 

A.15 Algumas dicas para por em pratica o eneagrama na vida pessoal e profissional 








APENDICE B - PROGRAMA DE EDUCAÇÃO SUPLEMENTAR 

B.1 Perguntas à serem feitas para a formulação do material do Programa de Educação Suplementar 

B.2 Vinte conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual 

B.3 A Pirâmide Alimentar 

B.4 “Sabedoria da Visão Espiritual” 










Por

MAURO JOSÉ DE AGUIAR BICHARA JUNIOR















1.1 Objetivos


O presente trabalho tem como objetivo descrever e desenvolver um “Programa Educacional”, relatando os principais achados da pesquisa bibliográfica executada com a meta de desenvolver o autoconhecimento individual e a incorporação dos fatores humanos aos processos de qualquer setor de qualquer empresa que se encontrem. 




Acaso então os gênios religiosos da humanidade foram meros sonhadores ao nos recomendar o amor a Deus como o mais importante dos preceitos? 




A deterioração coletiva da consciência é resultado de nosso espírito excessivamente mercantil, ao que não convém que se invoquem valores que possam competir com as ganâncias. 

Passando pelo tema da meditação e da consideração do elemento terapêutico no desenvolvimento humano que estou propondo como complemento para a atual formação educacional, apresenta-se num programa suplementar de autoconhecimento, reeducação interpessoal e cultivo espiritual, já aludindo implicitamente ao terapêutico através de dois fatores intimamente conexos: o do conhecimento de si ou insight, e o de promover uma mudança voluntária nas relações humanas. 




No programa se combinam meditação e psicoterapia, no entanto, é mais preciso dizer que nele se combinam a meditação, o autoconhecimento e a reparação interpessoal. 

Com referencia ao autoconhecimento, que constitui o objetivo das assim chamadas psicoterapias de insight ou “psicoterapia profunda”, foi reconhecido desde sempre como uma via de transformação. A ele professamos certa veneração coletiva ao “Conhece-te a ti mesmo” que tanto associamos com a figura e missão de Sócrates e com o Oráculo de Delfos; porém nisto somos coletivamente hipócritas, pois caso contrário o autoconhecimento teria lugar fundamental em nossa prática educativa. 




Os que sofrem psicologicamente, quer dizer, os que não podem desconhecer seu mal emocional, descobriram que necessitam do autoconhecimento para corrigir seu estado disfuncional e a necessidade de cura coletiva alimentou o desenvolvimento do novo caminho de transformação que é a psicoterapia moderna. 

Enquanto que as escolas espirituais tradicionais abordaram a superação do ego através da prática da conduta virtuosa e da contemplação espiritual, a psicoterapia espera em primeiro lugar que a transcendência dos condicionamentos infantis sobrevenha através da compreensão de si mesmo. E ainda que se possa arguir que a psicoterapia não trouxe tanta luz ao mundo como as grandes religiões com seus santos e profetas, não se pode desconhecer sua contribuição, formidável e talvez indispensável para o nosso tempo. 




O empreendimento de encaminhar-se para a compreensão de si mesmo compreende diversas facetas: 




1. – A tomada de contato com a própria experiência no aqui e agora, que implica não só na capacidade de aceitação e reconhecimento da própria experiência que se cultiva na prática, mas numa educação da capacidade de ser testemunha de si mesmo, quer dizer, de viver o mais conscientemente possível em lugar de andar pela vida “no piloto automático”. 




2. – A retrospecção, quer dizer, a tomada de contato, através da recordação, com a experiência passada. Tal clarificação retrospectiva é estimulada e facilitada, por sua vez, pela expressão, seja através da escrita ou da comunicação oral. No programa, põe-se a escrita a serviço da compreensão da própria vida, por um lado, e, por outro, a comunicação oral sistemática, através da associação livre em um contexto meditativo, serve para o esclarecimento e análise das experiências cotidianas. 




3. – A compreensão da experiência do momento no contexto da experiência total. A compreensão de si mesmo vai além de saber o que se sente e o que se pensa em um momento determinado: o que na psicoterapia se chama insight, implica na organização de nossas observações de nós mesmos em uma configuração coerente, o que implica entender, por exemplo, os padrões repetitivos em nossa vida relacional, assim como a relação de nossas experiências presentes com as do passado. Implica, também, entender nossa personalidade e como ela influi em nossa vida. O maior estímulo para a compreensão de nós mesmos nos é proporcionado pelo diálogo com quem, em virtude de seu próprio autoconhecimento, é capaz de entender o que nos sucede. No programa este diálogo tem lugar no contexto de diversos exercícios psicológicos interpessoais e em laboratórios terapêuticos com profissionais multidisciplinares.. 




4. – A tudo isso deve agregar-se um componente adicional do processo de autoconhecimento, como é a clarificação da compreensão através de formulações teóricas ou mapas de referência. Cada escola psicológica interpreta as experiências do indivíduo a partir de uma teoria algo diferente, e aquela na qual nos apoiamos não é nenhuma das conhecidas no mundo acadêmico, mas uma versão da psique desenvolvida a partir de uma inspiração esotérica da Ásia central. 




Na educação interpessoal, mais do que em nenhum outro aspecto da educação, implica necessariamente no reaprender, na reparação relacional, no trabalho encaminhado para a mudança de conduta. Podemos dizer que, como no caso da compreensão de si mesmo, esta reeducação vai mais além de fórmulas ou técnicas, constituindo um aspecto potencial de cada momento de nossa vida. 













A compreensão da relação entre saúde/doença mental e trabalho, a busca de respostas concretas para o adoecimento psíquico oriundo das situações de trabalho, o reconhecimento dos determinantes da doença ou do sofrimento psíquico, as efetivas mudanças que possam ser geradas pelos resultados encontrados neste campo – tudo isso será fruto do diálogo, do esforço e do trabalho de um conjunto de atores, dentre os quais estão os profissionais de saúde responsáveis pelo atendimento médico e psicológico, os estudiosos do tema, os sindicalistas e, sobretudo, os próprios trabalhadores, que ainda precisam tomar consciência de algo fundamental: o sofrimento ou o transtorno psíquico deve ser considerado como queixa legítima e, por esta razão, deve ter o mesmo estatuto de qualquer outra queixa de doença relacionada ao trabalho, independentemente do lugar onde ela for relatada, seja nas empresas, na perícia do INSS, nos CRST, nos consultórios de médicos ou de psicólogos. 




A religiosidade e a espiritualidade sempre foram consideradas importantes aliadas das pessoas que sofrem e/ou estão doentes. Entretanto, a medicina ocidental, como um todo, e a psiquiatria em especial têm tido, essencialmente, duas posturas em relação ao tema: 




1) negligência, por considerar esses assuntos irrelevantes ou fora de sua área de interesse principal; 




2) oposição, ao caracterizar as experiências religiosas de seus pacientes como evidências de psicopatologias diversas. A tradição da medicina oriental, por outro lado, busca integrar de forma explícita as dimensões religiosa e espiritual ao binômio saúde/doença. 




Existem evidências crescentes de que a religiosidade está associada com saúde mental. Em um estudo de revisão, foi mostrada uma associação positiva em 50% dos casos e negativa em 25% deles. Nessa revisão, a religiosidade foi considerada como sendo um fator protetor para suicídio, abuso de drogas e álcool, comportamento delinqüente, satisfação marital, sofrimento psicológico e alguns diagnósticos de psicoses funcionais (Gartner et al apud Levin et al7). Ao estudar a relação entre religiosidade e tempo de internação, foi constatado que pacientes deprimidos religiosos permaneceram menos tempo internados, em relação aos não religiosos. Estudando pacientes com AIDS, por meio de uma escala para medir bem-estar espiritual e desesperança, observou-se que os pacientes com escores maiores em bem-estar espiritual tendiam a ser mais esperançosos. 








“Portanto, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo.


E bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade sobre os que tais coisas fazem.


E tu, ó homem, que julgas os que fazem tais coisas, cuidas que, fazendo-as tu, escaparás ao juízo de Deus?


O qual recompensará cada um segundo as suas obras; a saber:


A vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e incorrupção;


Mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, desobedientes à verdade e obedientes à iniqüidade;


Tribulação e angústia sobre toda a alma do homem que faz o mal; primeiramente do judeu e também do grego;


Glória, porém, e honra e paz a qualquer que pratica o bem; primeiramente ao judeu e também ao grego;


Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas.


Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados.


Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados.


E confias que és guia dos cegos, luz dos que estão em trevas, Instrutor dos néscios, mestre de crianças, que tens a forma da ciência e da verdade na lei;


Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas?


Tu, que dizes que não se deve adulterar, adulteras? Tu, que abominas os ídolos, cometes sacrilégio?


Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei?”


(Romanos 2:1-23)


“Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer.


Não há ninguém que entenda;


Não há ninguém que busque a Deus.


Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis.


Não há quem faça o bem, não há nem um só.


A sua garganta é um sepulcro aberto; Com as suas línguas tratam enganosamente; Peçonha de áspides está debaixo de seus lábios; Cuja boca está cheia de maldição e amargura.


Os seus pés são ligeiros para derramar sangue.


Em seus caminhos há destruição e miséria;


E não conheceram o caminho da paz.


Não há temor de Deus diante de seus olhos.


Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;


Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.


Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.”


(Romanos 3:10-26)










Desde a Assembléia Mundial de Saúde de 1983, a inclusão de uma dimensão "não material" ou "espiritual" de saúde vem sendo discutida extensamente, a ponto de haver uma proposta para modificar o conceito clássico de "saúde" da Organização Mundial de Saúde para "um estado dinâmico de completo bem-estar físico, mental, espiritual e social e não meramente a ausência de doença" (WHO/MAS/MHP/98.2).







No entanto, existem vários problemas metodológicos nos estudos da relação entre saúde e religiosidade. Sloan et al (1999) destacam que diferenças genéticas, comportamentais e variáveis como idade, sexo, educação, etnia, nível socioeconômico e estado de saúde podem ser importantes vieses de confusão nesses estudos. Esses mesmos autores sugerem a necessidade de estudos bem conduzidos para orientar condutas baseadas em evidências também nesta área. Um primeiro problema metodológico nessa área é o de como "medir" religiosidade. A avaliação da religiosidade é feita de diversas maneiras nos diferentes estudos. Em geral, a variável "religiosidade" é avaliada em relação à afiliação (católica, budista e outras), à prática religiosa (praticante/ não praticante) ou à freqüência aos cultos (semanal, mensal e outras). Estas estratégias são sabidamente limitadas para estudar uma variável de tal complexidade.







Não existem, na literatura, instrumentos para avaliar a religiosidade que sejam ao mesmo tempo facilmente aplicáveis, satisfatórios aos aspectos mais genéricos das religiões - isto é, aqueles presentes em todas ou na maioria delas - e também capazes de incorporar realidades específicas de uma determinada religião. Além disso, os poucos instrumentos disponíveis são desenvolvidos, na maioria das vezes, em um único país (em geral, nos Estados Unidos) e são, provavelmente, pouco válidos para estudar a prática religiosa em diferentes culturas.







Em função disso, a Organização Mundial da Saúde, por meio do Grupo de Qualidade de Vida, incluiu um domínio denominado "religiosidade, espiritualidade e crenças pessoais" no seu instrumento genérico de avaliação de qualidade de vida, o WHOQOL-100 (World Health Organization Quality of Life Instrument - 100 itens). Este domínio é composto por quatro questões, que se mostraram insuficientes em testes de campo realizados em vários centros. Assim, o Grupo de Qualidade de Vida decidiu desenvolver um módulo do WHOQOL-100 específico para avaliar esta dimensão dentro de uma perspectiva trans-cultural.




A discussão da categoria teórica metodológica de apoio social, teve seu início em intensos debates sobre saúde pública, nos EUA, em relação ao chamado social support. Sua definição envolve uma gama de fatores inter-relacionados, dentre eles as redes sociais, as relações íntimas e as relações comunitárias. Assim, será apresentada a definição de apoio social, segundo alguns autores pesquisados. Para Barrios (1999b) o apoio social inclui qualquer atividade que permita num espaço de tempo compartilhar com familiares, amigos, grupos religiosos, entre outros grupos, ou com qualquer pessoa que ofereça um apoio afetivo ou material. A importância desta categoria está na manifestação da solidariedade e no efeito benéfico como expressão de saúde para as pessoas que participam das atividades. Barrios (1999b) aponta para um dado interessante sobre o apoio social que é assinalado desde a antigüidade, pois segundo este autor, a Bíblia refere-se sobre isso: ... Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade... (1 João 3:17, 18, apud Barrios, 1999b: 166). 







Assim, o apoio social comporta um valor ético e político que é expresso, segundo Barrios, no Livro dos Gálatas “...Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.’...” (Gal 5:14, apud Barrios, 1999b: 167). 







Outra questão que este autor aponta é com relação ao conceito de apoio social, sobre o qual não existe uma definição universalmente aceita, pois alguns autores propõem definições que abrangem três níveis de análise: comunitário, redes sociais e relações íntimas que incluem o estudo sobre o apoio social. Outros autores apresentam definições baseadas na existência de quantidades de relações sociais. Entre as relações mais estudadas, estão o estado civil e a existência de freqüência de contatos com amigos e familiares (Barrios, 1999b). 







“Sin embargo solo a existencia de relaciones no implica la seguridad de apoyo. Por ello, otro tipo de definiciones enfatizan las funciones que cumple el apoyo social, y coincidem en considerar este concepto como um constructo multidimensional con distintas categorías, siendo las principales la provisión de apoyo emocional, apoyo material e apoyo informacional. Todos estos aspectos forman parte de lo que se entiende por apoyo social, y todos ellos deben incluir en las definiciones” (Barrios, 1999b:167). 







Se os modos humanos de viver incluem o lugar do trabalho, da sexualidade e da família; se a história de vida das pessoas é também a sua história biológica e a história dos momentos percebidos por elas como significativos – se é assim, para qualificar e compreender os modos de sofrimento psíquico relacionados ao trabalho (sejam eles configurados ou não como transtorno ou doença mental), é necessário, além de considerar a concretude da situação de trabalho, levar em conta os vários aspectos da história do trabalhador, bem como seu modo de significar os eventos marcantes da sua vida. 







Neste sentido, Tavares (2004, p. 55), a partir de sua experiência clínica, reconhece que determinados aspectos reais da situação de trabalho podem produzir sofrimento psíquico em muitas pessoas, devendo ele ser tratado, prioritariamente, como um problema relacionado ao trabalho. Por outro lado, afirma que há situações de sofrimento que são resultado da experiência de vida dos indivíduos localizada fora do seu contexto de trabalho. Entretanto, considera que o sofrimento é resultado da interação dos aspectos do trabalho e da história das pessoas. "A ressonância entre questões do trabalho e aspectos da experiência e da história do sujeito, portanto, a ressonância de fatores objetivos e subjetivos, é responsável pela maior parte do sofrimento na situação de trabalho."







Lima (2002), por sua vez, afirma ser preciso levar em conta tanto o discurso do trabalhador quanto os aspectos objetivos de seu trabalho. Assim, para articular objetividade e subjetividade, de modo a compreender efetivamente o comportamento humano no trabalho, é necessária "a compreensão da subjetividade concreta", no verdadeiro sentido politzeriano (Lima, 2002, p. 80). A autora defende que é preciso evitar cair tanto no subjetivismo, que se restringe à pura interioridade dos indivíduos, quanto no objetivismo, que toma a realidade como pura exterioridade contraposta aos sujeitos.







Considerando o que foi exposto até aqui, a meu ver, deveria valer também para a compreensão e o reconhecimento dos casos de saúde mental a recomendação que Barros e Guimarães (1999, p. 83) fazem para se reconhecer uma queixa de LER: é necessária "ao profissional de saúde uma escuta sem preconceitos dos sofrimentos que lhe são relatados, de maneira que possa estar sensível para ouvir mais do que ver, e entender mais do que medir." 







É importante considerar que as pessoas vivem nas intersecções das várias esferas da vida e da variedade de significados e sentidos que constroem tanto individual como coletivamente. Portanto, a subjetividade é também construída na história dessas intersecções e, como afirma Sato (2002, p. 43), “... se expressa de diversas formas – instituições criadas (formas de relação, códigos, ritos, regras, valores, etc.) e as práticas – sendo a verbalização apenas um dos canais de sua expressão. Isto significa que o estudo da subjetividade não se restringe ao que as pessoas 'pensam ou conhecem', mas ao que 'faz sentido' para elas, porque pode estar no âmbito dos costumes, uma espécie de segunda natureza, incorporada em hábitos, 'um comportamento inercial, induzido e habitual.’ (apud Thompson, 1993, p. 2).







Se é assim, a saúde e o sofrimento ou transtorno psíquico devem ser pensados também como resultados da história dessas interseções. Portanto, resgatar aspectos do trabalho para a compreensão dos processos subjetivos e dos processos de adoecimento psíquico do trabalhador não significa isolar, dos demais aspectos de sua história de vida, seu percurso profissional anterior e sua situação imediata de trabalho. 







Ao contrário, o que se busca é a articulação das várias histórias que o trabalhador apresenta para dizer da dimensão do seu sofrimento – tanto aquelas qualificadas como objetivas, que podem ser submetidas ao crivo da observação ou verificação, como também as que entendemos como subjetivas, e que são de difícil apreensão, não se oferecendo facilmente à nossa compreensão, por estarem relacionadas às representações e aos sentidos que o trabalhador lhes empresta.







O que está em questão é, ao fim, a concretude da realidade e do sofrimento experimentados pelos trabalhadores, mesmo porque a diversidade das situações vividas cotidianamente por eles "não respeita as fronteiras teórico metodológicas" (Sato & Bernardo, 2005, p. 3), exigindo, portanto, diálogo crítico e constante entre as várias disciplinas que buscam compreender o problema. Para além destes aspectos, estão questões concretas e práticas que os atingem diretamente e que aguardam respostas também concretas e práticas da parte dos pesquisadores e profissionais de saúde. 







A relação mente X corpo são fundamentais ao equilíbrio, pois as emoções podem ser meios que podem ocasionar o surgimento de algumas doenças, a partir do momento em que estão afetadas, desequilibradas, alteradas, proporcionando assim sintomas no corpo: “o corpo é quem paga”1.







De acordo com Rabelo (1998), a passagem da doença à saúde nos rituais utilizados pelos espaços religiosos, “pode vir a corresponder a uma reorientação mais completa do comportamento do doente, na medida em que transforma a perspectiva pela qual este percebe seu mundo e relaciona-se com outros” (p. 47). Segundo esta autora, alguns estudos têm se voltado a compreender sobre os rituais utilizados por esses espaços: “os doentes são conduzidos a uma reorganização da sua experiência no mundo” (p. 47). A cura pode ser entendida como um processo de “persuasão que envolve a construção de um novo mundo fenomenológico” (p. 49). Assim, o doente redireciona a sua atenção a novos aspectos relacionados a sua vida e passa a perceber a sua experiência de vida a partir de um novo sentido. As terapias religiosas proporcionam aos seus adeptos respostas para algumas aflições porque estão mais próximas da realidade deles, e promovem a aceitação e compreensão de seus problemas quando não conseguem resolvê-los, na medida em que oferecem ajuda explicitamente para os diferentes problemas do cotidiano individual. Essas terapias segundo Rabelo (1993), não implicam o abandono do tratamento médico, pois o que ocorre é uma divisão de responsabilidades, onde uma intervém onde a outra não é capaz, e vice-versa. Segundo Parker (1996: 274), de uma forma geral e com suas distinções, todas as práticas religiosas “... apontam para uma eficácia simbólica em função das necessidades básicas do presente”. De acordo com Spiegel (1997), as terapias ajudam as pessoas a entenderem melhor os seus sintomas físicos como expressão de seus conflitos emocionais, aprendendo a enfrentar o estresse e a desenvolver estratégias saudáveis para lidar com ele. Segundo esses autores, as crenças religiosas são fundamentais na luta contra doenças graves como o câncer, e ajudam a encontrar um significado para a doença e como lidar com ela. “O apoio social de uma comunidade religiosa, por exemplo, pode ser um fator importante na produção de um efeito positivo da espiritualidade na luta contra o câncer” (1997: 81)











O termo “fator humano” tem sido objeto de um vasto número de diferentes interpretações e definições, possuindo, inclusive, correlações com os termos “engenharia de fatores humanos” e “ergonomia”. Na tentativa de estabelecer uma definição padronizada para o termo, LICHT, POLZELLA E BOFF (1990) realizaram uma pesquisa que analisou 73 diferentes referências bibliográficas e identificou a existência de uma história de debate sobre a compatibilidade destes três termos. Alguns autores consideram a possibilidade de utilização dos mesmos de forma intercambiável, enquanto outros apresentam certas diferenças entre os termos, muitas delas consideradas como sutis. O estudo identificou que “a terminologia utilizada para descrever o termo fator humano é muito variada” (p.5) e não pôde ser conclusivo, na busca de uma definição que pudesse ser padronizada, mantendo acesa a discussão, entre os especialistas das várias disciplinas, em relação à utilização dos termos fator humano, engenharia de fator humano e ergonomia como forma de refletir a interação do homem com o ambiente de trabalho.







Este trabalho adota a proposta do Health and Safety Executive (HSE), onde, o termo “fator humano” é utilizado para cobrir um largo conjunto de questões. Estas incluem as capacidades físicas, mentais e perceptivas das pessoas e as interações dos indivíduos com o seu trabalho e meio ambiente onde este trabalho é desenvolvido, a influência do projeto dos sistemas e equipamentos sobre o desempenho humano, e sobretudo, as características organizacionais os quais influenciam a segurança relacionada ao comportamento no trabalho. (HSE, 1991, p. 2). Com base neste conceito, o HSE utiliza a seguinte definição: fatores humanos se referem aos fatores ambientais, organizacionais e do trabalho, e as características individuais e humanas as quais influenciam no comportamento no trabalho de forma a poder afetar a segurança e a saúde.




A busca da excelência em SMS tornou-se parte irrevogável da estratégia empresarial que busca a sustentabilidade do negócio. Neste aspecto, os fatores humanos compõem uma parte indissociável deste processo pois, em maior ou menor grau estará sempre presente e terá contribuição decisiva para o sucesso ou o fracasso desta estratégia. Verifica-se que as organizações têm buscado o aprimoramento na gestão de processos e na gestão de pessoas, mas considerando a impossibilidade de dissociação entre ambos, as organizações deveriam estar buscando o aprimoramento da gestão de “processos com pessoas” e não de “processos e pessoas”.







Os sistemas de gestão e os fatores humanos não são concorrentes, mas sim complementares pois, qualquer sistema produtivo, por mais simples ou complexo, manual ou automatizado, será sempre em maior ou menor grau, projetado, operado e mantido por seres humanos e, independente do seu grau de complexidade e automação, estará sempre inserido em um sistema organizacional maior gerenciado por seres humanos. Por isso, um sistema de gestão será tanto mais eficaz, quanto mais objetivamente considerar a importância das pessoas. 







O entendimento de que a incorporação dos fatores humanos aos processos é a forma pela qual será possível atingir um novo salto de qualidade no desempenho em SMS neste início de século, representa uma clara demonstração de que novamente a indústria coloca-se em uma posição de vanguarda. Por isso, o “Programa Educacional” apresentada neste trabalho, preenche uma lacuna nas discussões ora desenvolvidas sobre o tema. A sua incorporação aos Sistemas de Gestão de SMS, fortalece a implementação por fazê-la sobre uma base sólida e estruturada, capaz de permitir ao mesmo tempo, minimização dos esforços e a maximização dos resultados.








O mapa psicológico mais satisfatório e esclarecedor que se conhece até agora não é nenhum dos propostos até hoje no campo da psicologia acadêmica, mas um que nos chegou de uma tradição esotérica asiática, que é a aplicação do Eneagrama ao estudo da personalidade.







Foi Gurdjieff quem introduziu o Eneagrama no Ocidente, e seu pensamento a respeito pode ser algo encontrado em um livro muito interessante de um jornalista russo da época – Ouspensky – intitulado “Fragmentos de um Ensinamento Desconhecido - Em Busca do Milagroso.”







As influências de Gurdjieff podem ser encontradas nas aplicações psicológicas do Eneagrama de um boliviano em Arica: Oscar Ichazo, que sob o nome de protoanálise apresentou ante o colégio de psicólogos do Chile, em 1969, um conjunto de noções nas quais se pode reconhecer a continuidade com uma tradição cristã muito antiga, da qual a doutrina dos pecados capitais é um eco; há muitos séculos o que constituiu uma psicologia prática no tempo dos País do deserto e hoje em dia sobrevive como dogma da Igreja, perdeu-se como conhecimento vivo no Ocidente.







Em nossos dias podemos reformular a doutrina dos pecados capitais dizendo que, por termos todos sofrido durante a infância em maior ou menor medida uma frustração amorosa, desenvolvemos uma maneira específica de tentar conseguir o que nos faltou; e assim, por exemplo, desenvolvemos uma paixão pelo aplauso, pelo conhecimento, pela intensidade, etc. 




Aprendemos muitas manobras para conseguir amor, e não existe melhor mapa para entender a variedade destas manobras do que o Eneagrama, coerente com aquele de que se utilizava Dante ao classificar os pecadores no inferno ou no purgatório. Em alguns a dinâmica fundamental é o orgulho, em outros a inveja, a angustia, o medo, etc., e existem psicólogos que se interessaram principalmente por uma ou outra destas emoções básicas. 

Porém o Eneagrama permite ter uma visão global dos tipos humanos e se começa a perceber que não existe uma psicologia, mas nove; cada uma com sua loucura implícita, com suas idéias disfuncionais e com suas necessidades particulares exageradas.











“Eu vim para que tenham vida. Vida em abundância.”

(Jesus Cristo)




Os caminhos espirituais, os caminhos dos Monges, Faquires e Yoguins, nada mais são do que escolas aonde os alunos recebem um treinamento especial para desenvolverem seu par e adquirir um novo saber. Existem diferenças entre as linguagens, mas os princípios são os mesmos. Os alunos dessas escolas são submetidos a condições de vida que permitam a eles realizar algum tipo de Trabalho Sobre Si Mesmo, com visitas ao desenvolvimento interior.







Esses caminhos talvez sejam adequados para determinados tipos de pessoas, mas não para todas. Há neles algo de artificial ao qual a maioria das pessoas não poderia se adaptar. Se os princípios gerais da verdadeira evolução interior estivessem certos, deveria haver um modo de aplicá-los diretamente à vida, nas condições naturais da vida.







Entre os princípios conhecidos pelas escolas tradicionais, existem aqueles essenciais, que depois de compreendidos podem permitir trilhar o Caminho nas condições naturais da vida. 










“Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.”

(Sócrates)







O primeiro cálculo no caminho do desenvolvimento é que não sabemos quem somos. Estamos cheios de idéias erradas a nosso respeito. Pensamos que somos muitas coisas que na verdade não somos. 




Na verdade, tudo o que pensamos a nosso próprio respeito, tudo o que pensamos que somos, bem poderia ser chamado de uma Falsa Personalidade. A falsa personalidade nos acompanha em tudo, se apossa de tudo o que temos. Nós a chamamos de “eu”, e, por isso, ela não dá espaço para o nosso verdadeiro Eu. É necessário que a destruamos para podermos enxergar a verdade. Como destruí-la? Primeiro, observando-a. Tornando-se um espectador de si mesmo, como alguém que assistisse um filme, com pipoca e tudo. É preciso vê-la de fora, ridicularizá-la, rir dela. Mas ver-se de fora é ainda tarefa impossível para nós. Temos que começar com pequenas observações, baseadas nos princípios psicológicos corretos. É preciso observar, pouco a pouco, a falsa personalidade, e acumular constatações. Como num trabalho de espionagem, colher informações sobre o inimigo. 







Nós nunca fizemos isso antes. Nunca nos observamos. Apenas tentamos, às vezes, analisar nosso comportamento em algum momento do passado ou fazer planos para como agir no futuro. É isso que deve mudar. A pessoa deve aprender a Se Observar no exato momento em que faz alguma coisa, ou tem algum pensamento, elevado ou tolo, ou se empolga com algo ou começa a ficar irritado. É nesses momentos que devemos nos espionar. No início, não conseguiremos fazer isso por muito tempo. Só vai dar tempo, por assim dizer, de bater uma foto de si mesmo. É por aí que devemos começar. Se tentarmos fazer isso várias vezes, se acumularmos o maior número possível dessas fotos, começaremos a descobrir coisas sobre nós mesmos que jamais havíamos imaginado. Esse é o primeiro passo no caminho para a mudança de ser: Observar-se.







Para compreender a situação atual do nosso ser, é necessário compreendermos que não possuímos um “eu” único permanente. Não temos um “eu” que esteja no controle. Ao invés disso temos Vários Eu’s, vários pequenos eu’s sem um comando central. Isso ocorre porque damos o nome de “eu” a qualquer pequeno desejo, opinião, ou sentimento que acidentalmente nos vem á mente. Dizemos “eu gosto disso”, e na verdade é apenas uma pequena parte de nós que está expressando, e, no minuto seguinte, expressamos opinião exatamente oposta. E não nos damos conta. Nunca nos damos conta do quanto somos contraditórios. Dizemos “eu amo esta pessoa”, mas todas as nossas atitudes dizem o oposto. Isso ocorre porque temos vários eu’s. Um desses eu’s assume um compromisso e se propõe a cumpri-lo, mas quem terá que cumprir o compromisso será um outro eu que nada tem a ver com isso e não desejava de forma alguma cumprir tal compromisso. Esses eu’s se sucedem aleatoriamente, não há ninguém no controle. É assim que temos vivido.




A mudança do nosso ser significará a formação de Um Eu Único E Permanente, com uma Vontade verdadeira, capaz de seguir uma direção sem se desviar, uma Consciência, no verdadeiro sentido dessa palavra e muitas outras coisas.







Atualmente, somos uma multidão de eu’s que não seguem direção alguma. A falsa personalidade é um grupo desses eu’s que, de certa forma ocupa o lugar do nosso verdadeiro. Na nossa mente, a falsa personalidade está ligada justamente ao conceito que temos, ou à imagem que temos de “eu”. Dessa forma, ela usurpou e ocupa o trono que na verdade pertence ao verdadeiro eu. Os outros eu’s, nossas predileções, gostos e aversões, tudo aquilo que aprendemos ao longo da vida forma a nossa Personalidade. A personalidade também ocupa hoje um lugar indevido, pois, como não há um comando central, somos arrastados, para um lado e para o outro, por cada pequeno desejo, gosto ou aversão. Mas, quando começarmos a formar um Eu permanente dentro de nós, e este começar a assumir o controle, a personalidade naturalmente se subordinará a ele, e então será muito útil, pois ela é responsável, em grande parte, pelo sabor da nossa vida, ou seja, ela é o cenário onde Eu pode atuar, e o estímulo para que o Eu possa crescer.







Seguir esse caminho sozinho levaria, na mais otimista das hipóteses, ao auto-engano, e, na pior, à loucura. Seria como caminhar sozinho numa estrada escura. Cada pessoa que está junto nesse caminho é um irmão, um mestre, e um amigo. Devemos ser gratos pela existência dessas pessoas e reavivar continuamente essa gratidão. 







Neste caminho, apesar de não precisarmos de instituições, precisamos de uma Escola, isto é, de um grupo de pessoas que compartilhem dessas idéias e trabalhem conosco, nos falem, nos corrijam, e nos ouçam. Um grupo de pessoas dispostas a empreenderem um trabalho para a mudança de seu próprio ser, quem sejam sinceras consigo mesmas e que encontrem as idéias certas e as pessoas certas, têm chances de obter resultados reais. Se essas hipóteses não forem satisfeitas, dificilmente se poderá obter algum resultado concreto. 







Uma outra característica da nossa situação atual é que não possuímos vontade. A vida, na escala do indivíduo, é caótica. O homem vive imerso nesse caos e é levado pelas forças exteriores a diferentes direções, como uma molécula que, em seu movimento desordenado, é lançada continuamente em diferentes direções pelas colisões exteriores. Mas o homem tem a ilusão de que sempre está seguindo alguma direção. Pura ilusão. Na verdade, a vida comum não nos leva a parte alguma. Vivemos num mundo caótico, e somos controlados por forças mecânicas. Estamos presos e não nos damos conta disso. Estamos dormindo, enquanto nossa vida está passando. 







O que ocorre é que quando começamos a despertar e a tentar seguir uma direção, todas as forças mecânicas continuam atuando, colidindo conosco e nos lançando em diversas direções, sem que tenhamos força para resistir.







O primeiro passo para sair de tal situação é começar a distinguir a nossa vida interior do mundo exterior. Isso porque nessa vida interior é igualmente caótica e corrobora com o resto do mundo para nos manter nesse eterno movimento de colisão e desvio, nesse eterno torpor. 







É preciso encontrar dentro de si um ponto de partida. Encontrar dentro de si um lugar onde você tenha algum poder e começar a exercer esse poder. Fazer desse lugar sua academia, sua torre de observação, e, por fim, seu quartel general.







Liberdade pressupõe vontade. Para Ter liberdade, precisaremos adquirir vontade, pois não a temos, no real sentido da palavra. O desejo de adquirir vontade se formará em nós à medida em que formos nos apercebendo da nossa situação atual, e começarmos a considerá-la um desperdício de vida, a sofrer profundamente essa realidade, sentir na pele a dor da inexistência. Então nascerá em nós o desejo de mudar, de trabalhar sobre si mesmo. E a vontade será um resultado desse trabalho. Enquanto pensarmos que possuímos vontade, não poderemos fazer os esforços necessários para obtê-la. Mas, quando nos damos conta da nossa atual situação, podemos nos dispor a trabalhar para sairmos dela. Esse trabalho será diário. É o trabalho de uma vida inteira, o sentido de uma vida. E quem encontrar um sentido real para sua vida terá encontrado um grande tesouro.







Então, como começar?







Começamos tentando controlar o nosso estado de consciência. Tentando manter a nossa consciência em seu mais alto nível possível, tentado “ficar desperto”, isto é, atento ao aqui e agora, conscientes do que sabemos sobre a vida, e sobre nós mesmos, observando-nos a nós mesmos, não nos deixando levar para a condição de torpor e mecanicidade que nós é usual. Então, se qualquer pessoa tentar fazer isso, descobrirá que não consegue. Sua atenção é irremediavelmente arrastada para longe dessas idéias, Se identifica com qualquer pequena coisa, pensamento, sentimento ou sensação, não consegue separar as coisas dela mesma. Isso ocorre porque ninguem está acostumado a ficar desperto. Nossos eu’s não querem despertar. Eles sequer sabem o que é isso. Nunca experimentaram o sabor do despertar. É preciso persuadi-los, fazê-los, um a um, experimentar esse novo estado. Isso se faz tentando ficar desperto nas mais variadas situações da vida. Não há outro modo. É justamente essa luta persistente para ficar desperto que irá fortalecer a vontade. 




Agora, o desejo de continuar esse trabalho deverá ser alimentado por nós mesmos. Ninguém pode fazer isso por nós. O acaso não o fará, porque o acaso é caótico e somente nos levará para o sono. Somos nós que deveremos fazer um esforço para fortalecer o desejo de ficar desperto. E isso é algo inédito na vida. Até hoje, os desejos que acidentalmente nos chegaram à mente conduziram nossas ações. Agora, teremos que fazer nosso próprio desejo.







Então, quando tentamos ficar aqui e agora, despertos, e conscientes de nós mesmos, descobrimos que há grandes obstáculos. Descobrimos que nosso nível de consciência é muito mais baixo do que imaginamos. Vivemos identificados. Cada pensamento, sentimento, opinião, idéia, desejo ou sensação, gera em nós identificação. Descobrimos que não temos liberdade interior. Somos arrastados como boçais aonde quer que queiram nos levar. Mas ninguém vai nos levar a parte alguma, e sim as circunstâncias da vida, e a vida é caótica. É preciso compreender essa situação, Ter horror a ela, desejar sair dela e encontrar a verdade e a vida, a verdadeira vida. Isso irá gerar em nós a disposição para fazer esforços, para lutar contra a identificação. A identificação é o grande obstáculo que encontramos no caminho para a consciência e, conseqüentemente, para uma vida mais plena.







“Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa.” (Mateus 24:43)




“Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.” (2 Pedro 3:10)




A identificação se revela em manifestações mecânicas, grosseiras e incontroladas. As principais dessas manifestações são a imaginação, o falatório vazio, e as emoções negativas. Uma boa maneira para começar a lutar contra a identificação é tentar surpreender, observar e deter essas manifestações. Logo descobriremos que toda nossa vida é preenchida, absorvida e desperdiçada nessas três manifestações. Isso precisa mudar, se desejamos evoluir o nosso ser. A luta contra a imaginação, o falatório vazio e as emoções negativas é o primeiro trabalho mais concreto que podemos fazer. Esse trabalho nos tornará mais despertos. Com o tempo, essas manifestações tornar-se-ão grosseiras demais para passarem despercebidas. Serão como um desastrado tentando entrar numa casa sem acordar o vigia. Elas nos mostrarão o quanto somos mecânicos, e, assim, nos tornarão mais sensíveis, mais atentos, com a condição de que nos lembremos de detê-las. Se nos esforçamos realmente, em pouco tempo já não poderemos “dormir” tão tranqüilamente. E esses esforços servirão para fortalecer nossa vontade. Nesse ensinamento, trabalhamos em várias frentes ao mesmo tempo. As coisas estão interligadas, de maneira que um trabalho corretamente realizado produz resultados em diversas áreas. Isso só é possível porque conhecemos esses princípios especiais expostos aqui. É nisso que se baseiam nossas reais possibilidades de mudança.







O nosso corpo é como uma fábrica. Uma indústria química aonde chegam determinadas substâncias, onde ocorrem determinados processos nos quais as substâncias existentes, tanto as que nos vêm do exterior quanto as que já possuímos, são combinadas e dessa forma transformadas em outras, para atender a alguma finalidade. A fisiologia ordinária já conhece alguns desses processos e dessas substâncias, mas não todas. Há substâncias mais sutis em nós que a ciência atual desconhece.







Tudo em nós é material e tudo de relaciona. Os processos estão todos interligados. O alimento que comemos, o ar que respiramos e todos os subprodutos gerados pela digestão e pela respiração são substâncias, que são requeridas para alguma função ou são um subproduto de alguma transformação química. Ocorre que também nossos pensamentos, nossas emoções, as impressões que nos chegam do mundo exterior e são captadas pelos sentidos, são substâncias que se relacionam com as outras substâncias presentes no nosso organismo. A nossa compreensão das coisas se tornará muito mais unificada se compreendermos que tudo é material. 







Se temos um determinado pensamento, isso significa que alguma substância é produzida no nosso cérebro, lançada na corrente sangüínea e levada a todas as células do nosso corpo. Isso certamente provocará uma reação qualquer que se manifestará como uma emoção, uma postura corporal que assumimos induzirá pensamentos, emoções e outros fenômenos. É nesse princípio que se baseiam muitos dos fenômenos considerados sobrenaturais e milagrosos. Nisso também se fundamentam as várias técnicas de meditação, oração, terapias, etc.







O nosso desenvolvimento deverá ser, portanto, o resultado de um trabalho integrado sobre as diversas partes do nosso corpo, de forma que todas se desenvolvam harmoniosamente. Se uma área ficar subdesenvolvida, isso deterá necessariamente o desenvolvimento das outras áreas e, por conseguinte, do nosso ser como um todo. 







O trabalho do nosso corpo está dividido em diversas funções, que trabalham utilizando diferentes substâncias e em diferentes velocidades. Essas funções são a função intelectual, a função emocional, a função motora, a função instintiva e a função sexual. Essas funções são controladas por centros, correspondentes a cada uma delas, a saber: o centro intelectual, o centro emocional, o centro motor, o centro instintivo e o centro sexual. Esses centros existem de fato em nós, não são apenas uma divisão arbitrária, e seu estudo e observação será de suma importância para o conhecimento e a observação de si, e, conseqüentemente, para o trabalho sobre si.




O centro intelectual é responsável pelos pensamentos, o raciocínio, as associações, a imaginação, etc. O centro emocional é responsável pelas emoções, sentimentos, etc. O centro motor é responsável pelos nossos movimentos. O centro instintivo é responsável pelo trabalho interno do nosso organismo, a saber: a digestão, a respiração, a circulação, o trabalho dos órgãos e glândulas, as defesas do corpo, etc. O centro sexual é responsável pela função sexual.







O que ocorre na nossa situação atual é que essas funções encontram-se misturadas, trabalhando de forma inadequada e sem controle. Não há um comando central. A falsa personalidade é apenas um conjunto de mentiras, não um comando central. O homem vive identificado, quase inconsciente e o resultado é que as nossas funções trabalham desordenadamente e produzem apenas manifestações inteiramente inúteis como a imaginação, a tagarelice perpétua, as emoções negativas e a expressão das emoções negativas, a tensão muscular inútil, a mentira, o interesse dedicado a coisas e pessoas com quem nada temos a ver, uma atenção errante e uma capacidade de concentração nula.




Compreenda que não há qualquer utilidade nesse trabalho desordenado do corpo, e, o que é pior, esse trabalho consome toda a energia que poderíamos empregar para tentar despertar e nos mantém longe de qualquer possibilidade de enxergar a verdade, longe de qualquer contato com a realidade. 




A imaginação, por exemplo, mantém o nosso pensamento fora do nosso controle, sempre distante da realidade. Não me refiro, é claro, ao pensamento abstrato ou à capacidade de pensar em diferentes categorias, mas ao pensamento sem controle que preenche toda nossa vida interior quase que indefinidamente.







E o falatório vazio? Quando estamos sós o próprio pensamento assume a forma de um falatório infindável. E quando estamos com alguém falamos, falamos, falamos, porque não podemos deixar de falar. Cada pensamento que nos vem à mente, cada associação acidental precisa virar um comentário. Em tudo que vemos há algo que mereça uma crítica ou um elogio. Em tudo que vemos ou ouvimos há algo que nos remete imediatamente a algum outro lugar, ao passado ou ao futuro. Nunca, nunca na nossa vida estamos aqui, e agora. Além disso, quando surge em nós uma emoção negativa, não podemos deixar de expressá-la. É quase um dever. Parece-nos importantíssimo expressar nossas emoções negativas, e, no entanto, não há nisso utilidade alguma.







E as emoções negativas impregnam e inutilizam quase todas as impressões que recebemos, e desse modo, impedem-nos de ver as coisas tais como são. E, além disso, consomem toda a energia de que dispomos. É preciso que aprendamos a ser neutros em relação às impressões do dia-a-dia. Como poderemos querer ser alguma coisa, se tudo que vemos nos incomoda, nos entristece. Tudo é mais forte que nós, tudo nos arrasta e, sem o perceber, já começamos a criticar e a lamentar, a imaginar coisas ruins e a nos preocupar.




Dessa forma, as manifestações do trabalho desordenado dos nossos centros, resultado da identificação, ocorrem todas juntas, se relacionam, se estimulam. O nosso poder está em conhecê-las, conhecer suas causas, e poder lutar contra todas ao mesmo tempo. Assim, a luta contra uma ajudará a diminuir a outra, nos tornará mais despertos e nos dará material para a observação de nós mesmos, de modo que acumularemos constatações sobre nós mesmos.




Trabalhamos, portanto, ordinariamente, com esses cinco centros. Mas o centro intelectual e o centro emocional são, na realidade esboços, como imitações mal feitas de dois centros superiores, que o homem não conhece.: o centro intelectual superior e o centro emocional superior. Os centros comuns precisarão ter seu trabalho reorganizado, muito bem controlado e melhorado para que possamos ter acesso aos centros superiores. Na nossa atual situação, em que os centros encontram-se fora do nosso controle e trabalhando num nível bem inferior ao que poderiam, não podemos sequer pensar em ter controle sobre os centros superiores. Isso está muito distante de nós. 







Além disso, o trabalho de nossa fábrica química ainda tão abaixo do que poderia, que não temos em nós as substâncias refinadas que são requeridas para o funcionamento dos centros superiores. Esse trabalho deverá passar por uma completa reestruturação, para que os centros superiores possam entrar em ação. 




Essa reestruturação será gradativa e compreenderá a formação de um eu permanente, que pouco a pouco, assumirá o controle sobre os centros e crescerá em vontade e consciência. Não há vantagem, do ponto de vista deste ensinamento, na criação de leis e restrições exteriores, como nos caminhos tradicionais. Aqui, o homem é apresentado a algumas idéias e deverá, a partir daí, fazer suas próprias observações e chegar a suas próprias constatações. 







Neste ensinamento, as constatações que nós mesmos fazemos são de fundamental importância. Com elas é que construiremos a nossa própria compreensão das coisas, o nosso próprio sistema. E somente se tivermos a nossa própria compreensão é que poderemos colocar as idéias em prática e obter resultados satisfatórios. Nos caminhos tradicionais, o homem é ensinado a obedecer, a acreditar, a imitar simplesmente o seu mestre. Aqui o mais importante para o homem é ser sincero consigo mesmo. Devemos, neste caminho, aprender a sermos os nossos próprios mestres, pois, ainda que nos ensinem muitas coisas, cedo ou tarde teremos que aprender a caminhar com nossas próprias pernas. Esse é o caminho do homem astuto. 




E para compreender bem uma idéia, temos que aprender a ouvir. Ouvir, no verdadeiro sentido da palavra, significa ter a mente limpa. Aproximar-se da idéia sem dizer sim ou não a ela, e assim permitir que ela interaja com seus pensamentos, suas emoções, com suas entranhas, para que, no seu ser, a verdade possa encontrar seu lugar e a mentira possa se dissipar. 





Duas pessoas que discutem entre si simplesmente não podem se ouvir nem se ver. Estão identificadas, sem nenhuma chance de compreensão. A nossa forma de pensar usual é semelhante à de pessoas que discutem. Precisamos reformulá-la, aprender a pensar acima do sim e do não, acima das dualidades, para podermos nos aproximar da verdade, onde não há dualidade alguma.







Este ensinamento é, portanto, para aqueles que amam a verdade, que desejam conhecer e viver na verdade, que tenham dentro de si uma repulsa à mentira e um desejo da verdade que seja forte o bastante para conduzi-los numa determinada direção, a despeito de toda resistência, inércia e oposição das outras partes de si mesmos. Essas partes só desejam continuar dormindo. Esses eu’s precisarão ser despertados por grandes e prolongados esforços. Mas quantos homens há que estejam interessados na verdade? E quantas são as mulheres que estão dispostas a fazer os esforços necessários neste caminho?




De fato, há poucos homens e mulheres assim. A maioria das pessoas não possuem dentro de si um ponto de partida. Todos os seus eu’s querem viver na ilusão e no sono, ou os eu’s que querem despertar são fracos demais até para fazer os primeiros esforços. As pessoas, mesmo na vida comum, estão em diferentes condições, e possuem diferentes possibilidades. 




Agora, o ponto de partida para um homem querer despertar, e o que o diferencia da maioria, é um conjunto de interesses e constatações que ele acumulou ao longo da vida e que se juntaram formando um centro magnético, isto é, um núcleo suficientemente forte para vencer a resistência inicial e levar o homem a dar o primeiro ou os primeiros passos.







O centro magnético é um grupo de eu’s que se torna, por assim dizer, um solo fértil para a verdade e para a semente do verdadeiro eu. Um homem que não tenha formado um centro magnético não se interessará por essas idéias, ou seu interesse não será forte o bastante para começar o caminho e chegar aos primeiros resultados. 







O centro magnético se forma a partir das reflexões do homem ao longo de sua vida. Essas reflexões podem ser alimentadas pelas idéias encontradas em livros, obras de arte, trabalhos de ciência, filosofia e psicologia, nas conversas com outras pessoas, nas religiões, na música, etc. Quando as constatações advindas dessas reflexões começam a se acumular no homem, elas começam a atrair idéias similares, e pessoas com idéias similares. Uma idéia geral da vida começa a tomar forma, uma busca do sentido e do sabor da vida vai se fortalecendo, e, tudo isso, com muita sorte, pode levar o homem a encontrar um caminho real para o desenvolvimento de si, e pessoas com quem poderá trabalhar, aprender e ensinar. 







Depois que o homem encontra seu caminho e começa a trilhá-lo, as coisas se modificam. Uma enxurrada de novas constatações começam a chegar, e estas terão que ser acompanhadas de uma certa prática, de certos esforços. Isso porque o saber de um homem só poderá se desenvolver se o seu ser também se desenvolver. O ser e o saber só poderão crescer juntos. E o crescimento do ser significa a aquisição de consciência e vontade. As dificuldades do caminho serão crescentes e o homem deverá estar pronto para elas. Começa a responsabilidade. E daí em diante, devemos cuidar pessoalmente de dar um destino adequado a cada nova constatação, pois já não devemos contar com a sorte. Em outras palavras, deveremos usar todas essas novas constatações para aumentar o desejo de ficar desperto. Do contrário, tenderemos novamente e sempre ao sono e o trabalho se deterá. Nenhum trabalho é possível no sono. Devemos, pois, ligar os fatos, as constatações, as idéias, mantendo-as acesas na mente o melhor que puder, através mesmo de um esforço de vontade. Fazendo isso sempre e insistentemente o trabalho poderá prosseguir. Ninguém pode fazer isso por nós. O mesmo acaso que fez encontrar o caminho pode fazer perdê-lo. É necessário, pois, trabalhar, mantendo sempre em mente uma visão do todo, de tudo que sabemos, do sentido e do propósito que um dia fizeram você ter vontade de despertar. 







O centro magnético faz parte da nossa personalidade. A personalidade é formada por tudo aquilo que aprendemos ao longo da vida, ou seja, tudo aquilo que não nos é inato. Nossos interesses e gostos, desde que não sejam inatos, nossas teorias, nossas idéias, crenças e convicções, nossas máscaras, nossos muitos eu’s, nossa profissão, tudo isso forma a nossa personalidade. A personalidade será sempre muito útil, desde que aprendamos a colocá-la em seu devido lugar, desde que, em nosso íntimo, aprendamos a separar a personalidade do nosso verdadeiro eu. 







Além da personalidade, possuímos a essência, que é a parte inata de nós mesmos, nossa constituição, nosso tipo, determinando por fatores genéticos, astrais, etc. Os cinco centros pertencem à essência. A essência é verdadeiramente a parte mais profunda de nós. O que ocorre, porém, é que, desde a infância, a educação que recebemos faz atrofiar a essência e colocar em seu lugar a personalidade, e, de quebra, esse processo faz surgir a falsa personalidade, esta sim inútil porque é falsa e daí decorre toda confusão da vida interior do homem. 







O trabalho sobre si, deste ponto de vista, significará a identificação e a distinção entre a personalidade e a falsa personalidade, o aniquilamento desta e a realocação daquela, a descoberta da essência e o seu desenvolvimento. A nossa essência está, portanto, num nível muito baixo de desenvolvimento e deverá ser desenvolvida para ocupar o lugar que lhe cabe. Enquanto isso, criamos um “eu substituto”, ligado às idéias deste ensinamento, para coordenar os trabalhos, adquirir o que for necessário e realizar a mudança do ser. 




Os adultos que conhecemos são na verdade crianças crescidas. Suas essências são de crianças, pois não se desenvolveram. Somente um prolongado trabalho sobre si mesmo, conduzido na direção correta, poderá criar um homem, ou uma mulher, no verdadeiro sentido da palavra. Nisso, não podemos esperar pelo destino. O que pudermos conseguir será fruto do nosso trabalho e será nossa própria recompensa.







Neste contexto, pecado, para nós, é quando fazemos algo que sabemos ser contrário à nossa meta, que nos afasta de nossa meta. Pecado, portanto, pressupõe uma meta, um caminho, e uma direção. Para quem vive sem meta, caminho ou direção, não pode haver pecado, desse ponto de vista.








Ora, se o que queremos é uma vida abundante, cheia de impressões vivas e novas, cheia de significado e Saúde, então, todas as vezes que deliberadamente desperdiçamos a nossa vida, um segundo que seja, estamos cometendo um pecado. Há muitas formas de desperdiçar vida. Todas as vezes que nos permitimos adormecer quando poderíamos ter feito algo para ficarmos despertos, estamos pecando contra nós mesmos, e a vida que deixamos passar, que perdemos assim, não poderá voltar. Esse é o castigo, ou seja, a conseqüência do que fizemos com nós mesmos.





Sempre não, mas, às vezes, temos escolha, alguma escolha. E os resultados que obtemos dependerão, nesses casos, da escolha que fizemos. E, quanto mais caminharmos, mais conhecimento e vontade teremos e, dessa forma, maiores possibilidades de escolha e, conseqüentemente, mais responsabilidade.







Esse caminho é para aqueles que não têm medo da responsabilidade, ou, em todo caso, que compreendem a necessidade de se ter uma crescente responsabilidade. O homem comum não tem responsabilidade alguma. 




Tudo simplesmente lhe acontece. Ele não tem meta nem direção, é simplesmente arrastado de um lado a outro pelas influências exteriores, que dão origem a seus desejos, que por sua vez o controlam. No nosso caso, nossas ações deverão cada vez mais ser controladas pela consciência que gradativamente iremos adquirir. Esta, baseada num conhecimento também crescente, poderá guiar nossos passos numa direção definida. Desse modo, pecado e responsabilidade somente podem existir para aqueles que estão no caminho. 








As palavras de Jesus Cristo, que foram interpretadas erroneamente como leis ou regras de conduta moral para todos os homens, eram, na verdade, parte de um sistema de desenvolvimento e trabalho sobre si, destinado a seus discípulos, e somente têm sentido e utilidade no contexto desse sistema, e para aqueles que o conheciam.


A tentativa de universalizar as palavras de Jesus e, pior ainda, de tentar impô-las a todos e pela força, teve conseqüências negativas, não apenas em períodos destacadas da história, mas em toda a história. A mensagem de Jesus para as multidões era um convite: “É chegado o Reino dos Céus! Venham, venham todos que queiram! As portas estão abertas! Venham os cegos, surdos, pobres e pecadores, a todos é dada a chance”. Mas ele sabia que poucos poderiam aceitar esse convite, e chegou a afirmar que “muitos são chamados, mas pouco os escolhidos”.







Neste caminho, temos uma obrigação e não devemos esquecer dela: aumentar a nossa vontade de caminhar. Se não o fizermos diariamente, constantemente, cairemos no sono e o tempo passará e poderemos perder a oportunidade que tínhamos. Temos que criar constantemente novas associações no nosso intelecto, para que sempre haja algo que nos remeta para a nossa meta e nos faça despertar. A sensação é exatamente esta: despertar. Quando nos lembramos de nossa meta e de tudo que está ligado a ela é como se nos lembrássemos de nós mesmos, como se acordássemos de um sonho e tomássemos consciência, olhássemos ao redor e ratificássemos mentalmente quem nós somos e onde estamos. Deve-se lembrar-se de si mesmo, sempre e em todo lugar. Devemos nos acostumar a viver desperto. Fazer isso todo dia e sempre até que o sono se torne incômodo para nós. Devemos criar novos despertadores para as diferentes situações da vida, até mesmo para aquelas em que é particularmente difícil ficar acordado. Isso de fato nos tornará mais conscientes, mais atentos, mais sensíveis às impressões, e tiraremos assim, da vida, o melhor que ela tem para nos oferecer. 







É importante que sejamos sérios em relação a essas idéias, que sejamos sérios, respeitosos em relação à vida. A atitude correta é importante para que possamos fazer os esforços necessários. Na nossa vida, em geral, tudo acontece. Não estamos acostumados a fazer qualquer tipo de esforço. Nossos desejos nos empurram de um lado para o outro. Nossas identificações nos mantêm entorpecidos o dia todo. Temos que criar em relação ao nosso trabalho interior uma atitude que nunca tivemos por nada na vida. Uma atitude permanente, que esteja acima de humores e estados de ânimo. Cada vez mais acima. Somente criando algo permanente em nós, algo como um centro de gravidade permanente, é que teremos uma base para construir um eu permanente.








Esse eu permanente é criado pelo atrito, pelo conflito interno que acontece quando você tenta ficar desperto, enfrenta forças de oposição e inércia. O eu permanente é o começo da existência real, da individualidade, e da possibilidade de sobreviver à morte do corpo físico. Para pensarmos em sobreviver à morte, precisamos que haja algo em nós que seja forte o bastante para desistir à morte. Além disso, a nossa consciência deverá existir e estar ligada a essa parte de nós. Isso é o que podemos saber usando um raciocínio simples: se nos tornamos senhores da nossa vida, poderemos ser também senhores da nossa morte.







Se nós realmente levarmos a sério nosso trabalho pessoal, fazendo os esforços adequados e na direção certa, esse esforço criará um atrito interior. Esse atrito interior criará, ou possibilitará à nossa fábrica química a produção de substâncias mais finas, mais sutis, que não são produzidas em nós no nível atual de trabalho da nossa máquina. Essas substâncias, se o trabalho for prolongado e não for interrompido, se acumularão no nosso corpo, no nosso sangue, nas nossas células, e chegarão a formar um segundo corpo, dentro do nosso corpo físico. 

Esse corpo terá propriedades distintas do corpo físico e estará sujeito a outras leis. Através dele, poderemos utilizar o centro emocional superior. O homem que alcançar esse nível, já estará bem acima do nível comum da vida. Agora, através de um trabalho posterior, ele poderá formar dentro do segundo corpo um terceiro corpo, mais sutil, que poderá controlar o centro intelectual superior. Finalmente, o homem com três corpos trabalhará, e adquirirá um quarto corpo, e terá alcançado tudo que um homem pode alcançar, e já não poderá perder o que alcançou. 







Esses corpos superiores em diferentes níveis de “imortalidade”, isto é, o segundo corpo sobreviverá à morte do corpo físico por algum tempo, e a consciência do homem que possui dois corpos estará no segundo corpo, que não morre tão facilmente como o corpo físico. Mas o segundo corpo, a seu tempo, também morre. Se o homem tiver formado o terceiro corpo, este sobreviverá ainda mais tempo depois da morte do segundo corpo. Finalmente, quando o terceiro corpo morrer, restará, caso o homem possua, o quarto corpo, e este é imortal nos limites do sistema solar. 




O homem que alcançou este nível de ser é chamado homem nº7. 

Aquele que possui os três corpos e trabalha com os dois centros superiores, homem nº6. 

O homem de dois corpos, que já trabalha com o centro emocional superior, homem nº5. Ele alcançou a unidade, isto é, um eu único e permanente. 

Aquele que encontrou um ensinamento, em condições de compreendê-lo e assimilá-lo, e passou a fazer de sua evolução e do trabalho relacionado a ela, a coisa mais importante da sua vida, não só em palavras, mas de fato, é chamado homem nº4. O homem nº4 ainda possui as mesmas debilidades de um homem comum, mas ele já está começando a se libertar de algumas leis gerais, as mais grosseiras, que afetam os homens comuns. 

Os homens comuns formam a humanidade mecânica e se dividem em homens nº1, se os centros motor e instintivo desempenham o papel predominante na tarefa de controlar as suas vidas, isto é, de produzir os desejos que controlam o homem; 

homem nº2, se for principalmente escravo de suas emoções; 

e homem nº3, se for uma marionete controlada pelos pensamentos que automaticamente são produzidos em sua mente. 





Há, portanto, sete tipos de homens, no que se refere ao nível do seu ser. 
Quando falarmos de homens superiores, estaremos falando de homens nºs 5,6 e 7. Eles adquiriram um ser muito superior ao nosso e, por isso, suas possibilidades de saber também são muito maiores. 
O homem nº4 está mais próximo de nós, num nível de ser um pouco mais elevado. 
Quando falo de nossa situação atual, me refiro a características dos homens nºs 1, 2 e 3, que estão aproximadamente no mesmo nível de ser. 
A compreensão dessas características e os primeiros esforços para a mudança do ser, sob a orientação das idéias certas, são o começo de uma longa jornada, cujo fim podemos somente imaginar 

” 




Nossos centros possuem, cada um, três partes, ou seja, seu trabalho pode ser realizado de três maneiras diferentes. 

O primeiro nível, ou o primeiro andar de cada centro, é aquele que trabalha automaticamente. Seu funcionamento independe da nossa atenção. 

O segundo andar funciona quando algum fator externo nos mantém concentrados no que estamos fazendo. A nossa atenção é atraída pelo assunto ou objeto em questão, e não precisamos fazer esforço para mantê-la. 

O terceiro andar, o andar superior de cada centro, nós só podemos utilizar se, por um esforço, nos concentramos no que estamos fazendo, ou pensando, ou sentindo. É esse andar superior que quase nunca utilizamos e é por isso que nosso ser está num nível tão inferior ao que poderia, e nós estamos tão longe dos centros superiores. 







A parte superior do centro intelectual, por exemplo, deveríamos usar para a descoberta, para pensar nas idéias e formular teorias. Ao invés disso usamos a parte inferior, e os resultados são evidentemente muito inferiores ao que poderiam ser. 








A parte automática do centro intelectual tem sua utilidade. Essa parte, chamada aparelho formatório é responsável pelas associações, pelo pensamento mais rudimentar, que julga as coisas segundo um critério do tipo: sim e não. O pensamento formatório não deveria ser utilizado para pensar sobre a vida, pois ele só sabe dividir as coisas em dois: bom ou mau, quente ou frio, cedo ou tarde. Ele pode Ter sido útil aos homens que tinham que tomar decisões rápidas do tipo: lutar ou fugir? Mas, quando erroneamente é usado para formular teorias sobre a vida, o resultado são coisas do tipo: comunismo e capitalismo, cristãos e hereges, e assim sucessivamente. Temos, a nossa vida toda, usado o aparelho formatório para todo tipo de trabalho intelectual: para conversar, responder, perguntas, discutir, assistir TV, estudar, etc. E, no entanto, continuamos acreditando em nossas teorias e idéias e realmente nos julgamos muito espertos.







E, para o trabalho dos outros centros, também temos usado somente as partes inferiores. Se queremos aumentar a qualidade da nossa vida e o nível do nosso ser, temos que aprender a utilizar as partes superiores dos nossos centros. 







Para utilizar as partes superiores dos centros, devemos aprender a fazer um tipo especial de esforço. Um esforço para termos uma certa consciência do que estamos fazendo. Um esforço para estarmos “aqui e agora” no momento em que estamos escrevendo algo, ou colocando água num copo, ou conversando com alguém. Através desse esforço, nossas ações se tornam um pouco menos mecânicas. Adquirimos um controle maior. 













Neste momento, por exemplo, estou escrevendo com minha lapiseira numa folha A4. Sinto o atrito da ponta do grafite contra o papel, sinto meus pés encostarem no chão. Estou consciente de quem eu sou e de muitas coisas que sei sobre mim mesmo. Posso “ver” os meus pensamentos formulando as frases que vou escrever, minha mão tentando acompanhar o ritmo dos pensamentos e meu centro emocional preocupado em saber se você vai entender o que eu quero dizer. Meu centro emocional está preocupado, mas eu o estou vendo, e eu não, estou preocupado. Em suma, quero dizer que estou aqui e agora, vendo tudo ao meu redor e vendo a mim mesmo. Mas não de forma permanente. Através de um esforço, tenho um lampejo dessa sensação por uma reação de segundo e, em seguida, minha atenção se perde no trabalho de formular as frases, no trabalho da mão e no desejo de que você me compreenda. Através de um novo esforço, cada vez mais difícil, tenho um novo lampejo desse estado, e, em seguida, me identifico de novo com algum pensamento que me passou pela mente. O esforço que estou fazendo agora é exatamente o que nos possibilita trabalhar com as partes superiores dos centros.





” 




Na nossa condição atual, é a coisa mais elevada que podemos fazer. Esse esforço, nós o chamaremos, daqui para a frente, de lembrança de si. 







Os esforços para lembrar-se de si mesmo são o núcleo do nosso trabalho. Eles nos farão despertar, nos possibilitarão observa-nos e conhecer-nos a nós mesmos. Nos farão adquirir consciência, vontade, controle sobre si. Possibilitarão a produção de substâncias sutis no nosso corpo e o seu não desperdício. Tudo que fizermos estará ligado à lembrança de si. O Eu se formará por esses esforços, prolongados, diários, insistentes, persistentes. Tudo que se falou até aqui sobre esforços, sobre trabalho pessoal, sobre despertar, está ligado à lembrança de si.







Está é uma idéia psicológica que torna esse ensinamento diferente de qualquer outro. É a nossa arma secreta. É o ponto fraco nos muros de nossa mecanicidade. Temos que compreender bem essa idéia, e a colocarmos em prática. 







A lembrança de si começa quando nos damos conta de que estamos adormecidos, entorpecidos por nossa imaginação, tagarelando sem freios, identificados e expressando emoções negativas. O próprio fato de nos darmos conta disso e tentar sair dessa situação, nos trará mais para próximo da realidade, do aqui e agora e da consciência de si. Assim, nos lembraremos da nossa meta, do sentido da nossa vida, etc. 




Nesse momento, quanto mais idéias saudáveis e construtivas forem ligadas na nossa mente, sem que nos identifiquemos com elas, melhor. Esse é um esforço geral da idéia, mas ela somente poderá ser bem compreendida pela prática. 







No começo, nosso melhor despertador, isto é, o que melhor poderá guiar a nossa mente para a lembrança de si, é a luta contra a imaginação, o falatório vazio, e as emoções negativas. Devemos nos surpreender constantemente numa dessas três manifestações mecânicas e perceber que o que nos leva a elas é a identificação. Percebendo isso, já poderemos nos olhar um pouco mais de fora, e isso será o caminho para a lembrança de si.







A identificação é decorrência da falta de controle que nos é característica, da falta de um eu permanente que ocupe o trono que lhe pertence. Quando deixamos esse trono vazio, qualquer pequena parte de nós pode ocupar o trono e inutilizar o “eu”. E nós dizemos “eu estou preocupado”, “eu estou zangado”, ou simplesmente ficamos como que entorpecidos. 




Agora, quando nos damos conta de que estamos nesse estado, podemos, por um esforço consciente, colocar, no trono de suas decisões, pensamentos, emoções, ações, etc. , aquele “eu” que estamos começando a formar, e que já sabe das coisas mais do que os outros eu’s. 

Isso é “lembrar-se de si”, ou “estado de vigília”. 




É justamente por não compreender esse princípio e este método que muitas pessoas jamais conseguem pôr em prática suas teorias, e vivem sempre fazendo o oposto do que quereriam fazer, se estivessem no controle. 







Mas como fazer isso? 

Como se dar conta disso no desenrolar da vida, em meio a um mar de impressões, emoções, informações, etc?

Justamente criando despertadores, ou seja, algo que nos faça lembrar-nos de nos lembrar de nós. E o primeiro despertador que se propõe é a luta contra a imaginação, o falatório vazio e as emoções negativas. 








Temos o costume, por exemplo, de imaginar que temos poderes que, de fato, não temos, e que sabemos coisas que, de fato, não sabemos. Isso, por sua vez, dá origem ao falatório vazio e à mentira, pois passamos horas discorrendo sobre assuntos que não conhecemos de verdade e sobre os quais não temos o menor fundamento, a não ser a nossa imaginação. E, enquanto fazemos isso, não estamos de fato vivendo, estamos mortos, pois, para haver vida, é preciso que haja verdade.







E, quando estamos identificados, comumente nos pomos a falar desnecessariamente, e esse falar consome nossa energia e nossa atenção. Estabelece-se uma conexão automática entre os pensamentos e o gesto motor de falar, ambos mecânicas, e nos tornamos simples máquinas de falar. Nesse momento, o melhor a fazer é calar-se e acordar. 







Um outro aspecto, ligado à imaginação, é que, quando nos recordamos de alguma situação que vivemos, imaginamos que poderíamos ter agido de outra forma, e, então, passamos horas reconstruindo mentalmente as situações, criando mundos imaginários e vivendo neles. E isso nos afasta do mundo real. Na verdade, não poderíamos, nunca, ter agido de outra forma, pois somos mecânicos e não decidimos nada. Tudo simplesmente acontece. A única possibilidade de mudar essa situação é o trabalho sobre si. Somente através de um prolongado trabalho sobre si mesmo é que poderemos adquirir a capacidade de fazer. Por ora, o melhor que podemos fazer, é esse trabalho interior, o qual só se tornou possível porque conhecemos essas novas idéias e esses novos princípios. 







Sobre as emoções negativas, há muitos aspectos e muitos detalhes que devem ser observados, se queremos lutar contra elas. O primeiro deles é que essa luta só poderá começar depois que aprendemos a deter a expressão das emoções negativas. 







A expressão das emoções negativas é um hábito que aprendemos desde criança, por imitação, e que nos acompanha toda a nossa vida. Se tentarmos detê-la, veremos que essa tarefa é mais difícil do que esperávamos. A expressão das emoções negativas é um hábito mais forte do que imaginamos. Há sempre uma boa desculpa para fazê-lo. É necessário, pois, primeiramente, compreender que não há qualquer utilidade nas emoções negativas e na sua expressão e, mais ainda, enquanto nos permitirmos expressar livremente nossas emoções negativas, não teremos chance algum contra elas, pois não poderemos observá-las. As emoções negativas nos arrastarão e nos manterão eternamente sob seu poder, adormecidos, longe da realidade.







A luta contra essas três manifestações mecânicas é, portanto, um bom modo de se despertar nas diversas situações da vida. 








O homem pode experimentar, em sua vida, quatro estados de consciência. Nós, porém, vivemos usualmente só nos dois primeiros, isto é, nos dois inferiores, embora não saibamos disso. Dessa forma, desperdiçamos toda a nossa vida em estados letárgicos ou semi-letárgicos, sem sequer saber da existência dos estados superiores de consciência e das possibilidades que eles contêm.







O primeiro nível de consciência é o sono comum, quando dormimos, por exemplo, em nossas camas à noite e não temos qualquer controle. As partes automáticas dos centros continuam funcionando, dando origem, por exemplo, a movimentos automáticos e aos sonhos, onde temos dificuldades para discernir o real do imaginário. Os sonhos, via de regra, vão se sucedendo por associação, sem ordem ou controle. 







O segundo estado de consciência é o estado comum em que as pessoas vivem quando julgam estar acordadas. Mas, para nós, o estado em que as pessoas vivem comumente está muito mais próximo do sono do que de estar, de fato, acordado. As pessoas continuam como que adormecidas, pois permanecem reféns dos pensamentos automáticos e do trabalho automático dos centros. Enfim, vivem como entorpecidos, sem controle e sem liberdade interior. Não temos um nome para esse segundo estado de consciência, mas dizemos usualmente que as pessoas estão adormecidas quando estão nesse estado e faremos ressalva somente quando quisermos nos referir ao primeiro estado de consciência. 








O terceiro estado de consciência, desconhecido de quase todos, embora quase todos suponham viver nele, chama-se consciência de si. Nesse estado, nós nos vemos e podemos conhecer toda a verdade sobre nós mesmos. Esse é o estado de consciência comum do homem n°5, que já trabalha com o centro emocional superior, e possui um Eu único e permanente.







Os esforços, feitos corretamente e de forma persistente, para a lembrança de si nos levarão, a médio prazo, a ter vislumbres do terceiro estado de consciência. Na verdade, até um homem comum pode ter, acidentalmente (pois tudo para ele é acidental), e em raríssimas ocasiões, lampejos do terceiro estado de consciência. Mas esses lampejos serão isolados e não produzirão qualquer resultado efetivo. Mas, para os homens n°4 que trabalharem constantemente, esses lampejos poderão tornar-se cada vez mais freqüentes e cada vez mais duradouros, e assim produzirão efeitos cada vez maiores sobre a qualidade do nosso ser, e da nossa compreensão.







O quarto estado de consciência é para nós, hoje, somente um nome: consciência objetiva. Nesse estado, que é o estado comum dos homens nºs 6 e 7, o homem já ultrapassou a ilusão dos sentidos, e pode conhecer toda a verdade sobre todas as coisas. Ele vê as coisas tais como são. 








Há muitas descrições desse estado na literatura, utilizando diversas imagens e metáforas, mas pouco se fala do terceiro estado de consciência. Este, porém, é condição necessária para que se possa chegar àquele. Aliás, um aspecto deste ensinamento, que o diferencia dos demais, é que sempre se procura expor uma idéia do ponto de vista prático, isto é, ligando-se a idéia à situação atual e ao próximo passo que podemos dar, enquanto que, em outros sistemas, fala-se de condições que estão muito distantes das nossas condições atuais e torna-se muito difícil fazer a ligação entre as duas.







O “Eu” é o caminho, a verdade, e a vida. Um aspecto psicológico muito importante da lembrança de si que devemos aprender a separar, a cada vez que nos lembramos de nós mesmos, o “eu”, que por ora é apenas a semente do verdadeiro eu e que, no nosso caso, não é um só, mas um conjunto de “eus” independentes e desorganizados que se sucedem indefinidamente em nossa mente, e ao qual damos, erradamente, o nome de “eu”. Isso é muito importante. Nosso trabalho só poderá dar bons resultados quando soubermos separar “eu” e “Eu”, e saber que praticamente tudo, ou tudo que até hoje chamamos “Eu”, é, na verdade, “eus”. Devemos ser capazes de ver os “eus” de fora, olhar para eles e não nos identificar. Devemos até mesmo rir deles, da mecanicidade deles, e compreender quão tênue, quão fraco, quase imperceptível é o nosso verdadeiro “Eu” atualmente. 







Que pequeno lugar, em nossas vidas, ocupa o nosso verdadeiro “Eu”, se comparado com os outros “eus”! Temos vivido separados do nosso verdadeiro “Eu”, imersos em sonhos distrações, preocupações, planos, devaneios, imaginação, mentiras, futilidades, etc. Devemos assim, cada vez que nos lembrarmos de nós, ter o cuidado de abrir espaço em meio aos nossos “eus”, para que o verdadeiro “Eu” possa respirar e, desse modo, crescer. 







Não devemos ter ilusões a respeito disso. Devemos saber que a única coisa que hoje podemos chamar de “Eu” é o que em nós está ligado às idéias deste ensinamento. Quando ouvimos falar, pela primeira vez, em separar “Eu” dos “eus”, temos a tendência de chamar “Eu” àqueles “eus” de que mais gostamos e “eu”, àqueles de que não gostamos. Esse é um erro muito comum. Devemos, para conhecer a verdade sobre nos mesmo, estar desapegados de todos os nossos “eus”, para poder colocar, cada um deles, no lugar que lhe cabe, e o nosso verdadeiro eu, no lugar que lhe é devido. É claro que esse desapego, como tudo mais neste caminho, será conquistado gradativamente, com a continuidade do trabalho. 







Uma outra coisa importante que devemos ligar à lembrança de si, é a observação do trabalho do centro motor, isto é, dos nossos movimentos e do trabalho dos músculos. Desperdiçamos muita energia inutilmente por causa da tensão muscular inútil. Nosso corpo não pára. Não conseguimos ficar parados. Os momentos involuntários se sucedem, sem que o percebamos. Além disso, para executar movimentos simples, e para andar, tencionamos muitos músculos desnecessariamente. Nosso andar deverá tornar-se o andar de um homem superior, e nossas posturas também. Temos que trabalhar para isso. Não adianta, neste caminho, trabalhar só com a mente. Temos que aprender, simultaneamente, a Ter controle sobre o centro motor. E o primeiro passo para isso é lembrar de observar o centro motor, sempre em toda parte. 







Um trabalho mais correto do centro motor, com movimentos e posturas mais sutis, influenciará positivamente o trabalho dos outros centros, e a produção das substâncias pelo nosso corpo.







A lembrança de si é justamente o que nos possibilita um trabalho integrado sobre todas as áreas do nosso ser. Nosso trabalho acontece nas circunstâncias normais da vida. É a própria vida que fornece a substância e o estímulo necessário para a nossa evolução. 







Dia a dia, a vida nos dará as oportunidades para fazer esforços. Se soubermos aproveitá-las, as coisas começarão a mudar para nós. Escaparemos das leis mecânicas que controlam a humanidade. Poderemos extrair da vida o melhor que ela tem para nós. Teremos vida, vida em abundância. 







“Vigiai e Orai.”

(Jesus Cristo)








Designar 1(uma) hora da jornada de trabalho por dia para as atividades do Programa de Educação Suplementar, podendo o trabalhador optar em participar da atividade do dia ou continuar trabalhando normalmente. 




Sugestão de Roteiro Semanal: 

Segunda: Seminário e definição do exercício de observação a ser praticado na semana para o estudo de si mesmo. 

Terça: Ginástica Laboral

Quarta: Meditação / Relaxamento / Alongamento / Yoga

Quinta: Seminário (Educação – Ergonomia – Alimentação – Saúde) 

Sexta: Dinâmica de grupo – relatos das observações e experiências de cada um pela a prática do exercício da semana. 










4.1 Aspectos conclusivos 










Conceito atual de Promoção da saúde:

Saúde é uma resultante social de melhoria das condições de vida e autoconhecimento da população.







1- Conhecer todo o processo de produção

2- Capacitação em emergências médicas e primeiros socorros




conscientização ergonômica

Análise/ avaliação do risco da saúde – gestão de saúde 

OHSAS 18001:2007

Sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional

Metodologia: pesquisa 

Saúde mental 

Capacidade para o trabalho 

Psicologia da educação em projetos sociais 

Solidariedade

Inteligência emocional 

Autoconsciência

Bem estar espiritual 

Satisfação

Subjetividade

Coping/burnout







4.2 Considerações sobre as questões formuladas 







Como podemos incorporar os fatores humanos aos processos do Sistema de Gestão de SMS e obter uma melhor e mais explicita consideração da forma como as pessoas interagem com todos os aspectos do ambiente de trabalho, contribuindo para o alcance da excelência no desempenho em SMS ?

Como podemos prevenir e reduzir as falhas humanas, considerando como os indivíduos interagem com os outros indivíduos, com as instalações e equipamentos e com o sistema de gestão? 
















4.3 Sugestões de trabalhos futuros. 







Programa de educação alimentar

Não será objetivo do estudo a implementação do Programa, bem como a avaliação dos indicadores de resultados, diagnóstico interno e evolução. 

Indicadores de resultado, diagnóstico interno e evolução.















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