Scientia Ad Sapientiam

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“Não há homem imprescindível, há causa imprescindível. Sem a força coletiva não somos nada” - blog da retórica magia/arte/foto/imagem.

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Ferramentas e estratégias para vencer na melhor batalha da sua vida

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Dois amigos conversavam.
Amigo, onde tem um cabra parado, outro pára pois pensa que é uma fila. Outro pergunta: Mas fila pra quê?
O primeiro diz: Sei lá... Se a fila tá grande é porque deve ser coisa boa, saca?


Brasileiro é esperto, gosta de tirar vantagem. Malandragem é tanta que não sabe onde começa e nem termina seu direito. Prefere pagar antes por algo - privilegiado pensa - quando na verdade o serviço é gratuito. Ou pior, paga pois pensa que o serviço público é bom pois é pago, quando na verdade já está pagando duas vezes. Só em um povo "esperto", acostumado a ser escravizado, é que se instauram boatos que viram verdades, a partir da ânsia por serem libertados.

Gostaria de manifestar aqui que acredito muito na força do momento que podemos participar. Diria até que melhor momento não há para se fazer parte. E melhor é estar em um ambiente acadêmico. Pois.
As discussões estão ligadas pela força inerente as nossas convicções, também as legítimas reivindicações.

Não devemos porém crer que a coisa vai andar sozinha, guiada pela direção do vento, mas por um bom timoneiro. Quem é este?
Digo com convicção que este não deve ser nenhum dos que aí estão no governo, no governo da instituição chamada Brasil. E a barca não é fácil nem possui manual de instruções. Mas temos todas as condições para assumir o controle, só não deixe de me perguntar como.

A nossa força reside justamente na união e na partilha do conhecimento em cooperação que levará nosso país ao rumo certo. Chegou a hora de mudar a lógica da divisão, da competição, do conflito, da luta pela sobrevivência, nada mais justo lutar para sobreviver, porém sob bases protocooperativas.


De certo que as bases que farão esse ajuste na direção não advirão das antigas normas de construção de ideais. Nós sabemos que o capital está falido. Sabemos que o sistema é forte mas está caótico. E que políticos não desejam reformar sua política porque isso feito, implica em um tiro no próprio pé. Alguém tem alguma dúvida sobre isso?

São novas as normas que devem emergir do âmago das questões expostas nas ruas. Que são tão claras como estão claras as respostas evasivas daqueles que pretendem respondê-las, sem imergir verdadeiramente na resolução do inevitável - o caos que precede a mutação.

Não serão referendos nem plebiscitos, nem novas leis ou nova constituição que arrumarão a casa. Esta precisa ser esvaziada completamente e reocupada novamente, como um mal que é cortado pela raiz. E ninguém disse para você ao certo qual deverá ser cortada primeiro. Caberá à nós a força necessária para arrancar as mais profundas raízes desse mal que insiste em suas ramificações. Se vamos ao trabalho ou se vamos a luta, o que seria indispensável ao entrar no campo das batalhas, no campo das conquistas e das realizações?

Como já disse, temos as ferramentas e um inacreditável indicador a nosso favor - a hora é agora, o tempo chegou e está correndo mais rápido do lado de lá. Pragmático, pois a verdadeira necessidade em criar do zero o tempo que será nosso. Que seja ideológico até quando tivermos a capacidade de concebê-lo. Então, acredito que amanhã e depois estará em nossa consciência - e essa é a dádiva - que nos permite estar aqui e agora fazendo a nossa própria história! Vamos pra rua conquistar o que já é nosso!

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Epifania da perfeição

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A Epifania da Perfeição





Eu jurava para mim mesmo que não iria mais fazer postagens como esta. 
Porém, a força sintética da ideia obriga-me a escrever mais um esculacho.





A fraseologia é o ornamento da mente*. A degradação da vida prática pelo ornamento.


Na proliferação das manifestações virtuais e assédio midiático dos dias atuais, somos impelidos a frases de efeito e auto retratos para justificarmos aquilo que já não possuímos, ou que não é autêntico de nossa criação. Deveríamos parar de viver nesse cenário antes de que alguém perceba que é falso. Por isso mesmo este que vos escreve, tem reduzido quase que por completo as tentativas de continuar a publicar coisas do tipo. 

É preciso ânimo e coragem para trazer ao público coisas que realmente sejam suas. E tempo para digeri-las, conforme sentimos o desejo de até compartilha-las. Senão, viveremos num eterno faz de contas. Que segue entorpecendo o real sentido das coisas. Talvez o mundo imaginado esteja tomando o lugar do mundo real das contradições, das limitações e da busca pelo o que realmente vale a pena. O necessário dando lugar ao supérfluo. O concreto dando lugar ao subobjeto. O ideal cedendo lugar ao fantasiado.

*Waal, Edmund de. A lebre com olhos de ambar: Die Potemkinische stadt. Ed. Intrínseca, 2011. Sobre Viena no final do século 19.
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Internet livre – o que sera do mundo sem informacao

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Internet livre – o que será do mundo sem informação

Queridos amigos,



Hoje pode ser o dia em que salvamos a Internet livre. Nós sacudimos a Casa Branca e o Congresso está com um pé atrás.Agora o apagão da Wikipédia colocou os projetos de lei de censura da web dos EUA no topo das notícias. Hoje nós alcançamos o ponto alto. Vamos enterrar esses projetos de lei para sempre. Clique para assinar a petição: 

Sign the petition
Hoje pode ser o dia em que salvamos a Internet livre.

O Congresso dos EUA estava prestes a aprovar leis que permitiriam que seus funcionários censurassem o acesso a qualquer site em todo o mundo. Mas depois que entregamos nossa petição com 1.250.000 assinaturas para a Casa Branca, que saiu contra os projetos, e com a pressão da opinião pública em alta, até mesmo alguns apoiadores dessas leis estão mudando de lado. Nesse momento, o protesto de apagão liderado pela Wikipédia trouxe a campanha para o centro das atenções das notícias.

Estamos virando o jogo. Mas as forças da censura estão tentando ressuscitar os projetos de lei agora. Vamos enterrá-los para sempre. Clique agora para assinar esta petição de emergência para salvar a Internet e se você já tiver assinado, envie um e-mail, telefone, publique no Facebook, ou envie uma mensagem no Twitter ao Congresso e aos alvos corporativos. Em seguida, envie para todos:

http://www.avaaz.org/po/save_the_internet_action_center_b/?vl

Estes projetos de lei fariam dos EUA um dos piores censuradores da Internet no mundo - juntando-se a países como China e Irã. A Lei de Combate à Pirataria Online (SOPA) e o Ato de Proteção à Propriedade Intelectual (PIPA) permitiriam que o governo dos EUA impedisse qualquer um de nós a acessar sites como o YouTube, Google, ou Facebook.

Conseguimos que a Casa Branca mudasse de lado e agora nossa campanha global e a pressão crescente da opinião pública está forçando o Congresso a abandonar os projetos de lei. No último fim de semana, o senador Cardin, que co-patrocinou a legislação PIPA, anunciou que vai votar contra ela! Em seguida, seis notáveis republicanos escreveram uma carta solicitando que o projeto fosse arquivado. Agora a votação na Câmara está na geladeira.

Poucos dias atrás nos disseram que era impossível impedir a censura corporativa, mas agora isso está no ponto alto e surpreendentemente nós podemos ganhar! Vamos parar a censura dos EUA hoje. Assine esta petição de emergência para salvar a Internet agora e envie para todos:

http://www.avaaz.org/po/save_the_internet_action_center_b/?vl

Estas leis dos EUA poderiam infringir todas as nossas liberdades. Mas se ganharmos, vamos mostrar que quando as pessoas se unem em uma só voz de todo o mundo podemos parar o abuso de poder em qualquer lugar. Impedimos estes projetos de lei de serem votado no último momento. Se amplificarmos as nossas vozes hoje, podemos colocar um fim à ameaça mais poderosa de censura à Internet que o mundo já viu.

Com esperança,

Dalia, Ian, Alice, Ricken, Diego, David e a equipe da Avaaz

Fontes: 

Mais de 10 mil sites se somam a protesto contra lei antipirataria (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/tec/1035903-mais-de-10-mil-sites-se-somam-a-protesto-contra-lei-antipirataria.shtml 

Wikipedia sai do ar por 24h contra lei antipirataria (O Estado de S. Paulo)
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,wikipedia-sai-do-ar-por-24h-contra-lei-antipirataria,824114,0.htm 

Entenda o que são os projetos de lei antipirataria SOPA e PIPA (O Globo)
http://oglobo.globo.com/tecnologia/entenda-que-sao-os-projetos-de-lei-antipirataria-sopa-pipa-3701327#ixzz1jpqsg7va 

Sites fazem 'apagão' e protestos contra projetos antipirataria nos EUA (BBC Brasil)
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/01/120118_wikipedia_apagao_pai.shtml 

SOPA pode ser alterado após pressão de empresas da internet (UOL)
http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/sopa-sera-alterado-apos-pressao-de-empresas-de-internet

Com Idec, brasileiros aderem ao apagão contra lei antipirataria (Terra) 
http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5564526-EI12884,00-Com+Idec+brasileiros+aderem+ao+apagao+contra+lei+antipirataria.html
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NO AR Cultura Digital Quando a Cultura encontra a Tecnologia

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http://culturadigital.org.br/aovivo/

O Festival CulturaDigital.Br ocupará o Odeon Petrobras e o MAM RJ com diversas atividades.

A DEMOCRACIA não é um algoritmo. Não é uma fórmula que vai resolver nosso problema. São os pobres que estão criando cultura e estilo de vida. É importante investigar quais as ferramentas da revolução.

< ! -- ATUALIZANDO -- ! >


Degustações no menu dominical:


11:05-11:20
Gravadora Livre Amnésia Discos
APRESENTAÇÃO CANCELADA
Empreendimento solidário que atua trocando a produção de discos por dinheiro, serviços ou outros produtos. Falarão sobre as gambiarras necessárias para sua criação, a fim de contribuir com o debate crítico sobre a indústria fonográfica, direitos autorais e alternativas possíveis


12:05-12:20
OpenSourceInteractive
Essa oficina vai ensinar crianças a fazer videogames e outras instalações interativas em tempo real, usando Open Source.


13:00-13:15
Chaos Computer Club
Pioneiros da cultura digital na Alemanha se propõem falar sobre o como a cultura hacker e os artistas estão construindo o futuro


13:40-13:55
Hackerspaces: uma oportunidade para o conhecimento livre em sw&hw
Durante o Festival, membros do Garoa explicarão como montar um hackerspace em 44 dias. Hackers, simpatizantes e interessados são bem vindos para participar, compartilhar e colaborar.


14:20-14:35
Resistência – Proteja sue identidade – Como fazer carteiras protegidas de RFID. Este workshop vai explicar como funciona, como pode ser usado e os riscos do RFID, um pequeno sistema de circuitos eletrônicos que se comunica por wireless em uma curta distância. Qual o tamanho da conveniência disso e quais podem ser os abusos?


16:50-17:05
Bitcoin – a construção da nova economia digital: sem bancos e intermediários
A construção da nova economia digital, sem intermediários desnecessários e livre do controle de como seu dinheiro é usado, suas implicações, como vai afetar a mídia digital, e suas ramificações sociais





A entrada é livre. O acesso às atividades será garantido por ordem de chegada dos interessados até a capacidade máxima dos espaços. A programação pode ser conferida aqui.
Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85
Parque do Flamengo

O Festival CulturaDigital.Br, em parceria com a produtora Filmes para Bailar, realizou um video de divulgação convidando todo mundo a participar do encontro que acontece de 2 a 4 no MAM Rio e no Odeon Petrobras, no Rio de Janeiro.
O filme foi construído a partir de uma diretriz: reforçar a chegada do encontro ao Rio de Janeiro. A partir daí, surgiu a proposta de utilizar as faixas transparentes multicoloridas que compõem a identidade visual do Festival para percorrer as ruas da capital carioca: o centro, a praia, os morros e, finalmente, os lugares sedes do encontro.
Este processo incluiu também a construção coletiva de 7 “tags” que caracterizam o Festival: Diversidade, Colaboração, Compartilhamento, Liberdade, Remix, Afetividade e Ativismo. Além da definição de 3 frases orientadoras: ”O futuro é agora”, ”A vida é um laboratório” e ”Invente seu caminho”, elementos textuais que foram incorporados ao trabalho audiovisual.
O resultado é um video com a cara do Festival: construído a vários mãos e aberto para a recriação por quem se interessar.

Vale lembrar que o festival acontece durante a alta temporada do Rio de Janeiro. Preparar sua viagem com antecedência é o melhor caminho para encontrar opções de transporte e hospedagem com o melhor custo-benefício.
Aqui você poderá encontrar algumas dicas para essa fase.
http://culturadigital.org.br/cobertura-colaborativa/

Grande parte da programação do Festival

será composta por projetos selecionados na Chamada Pública. Aqui você pode saber mais sobre os 358 projetos inscritos, de quase todos os Estados do Brasil e dos cinco continentes. Um qualificado mapeamento de projetos, ideias e redes com atuação destacada e inovadora nas áreas de cultura, política e tecnologia.
Um processo dinâmico e vivo como o Festival CulturaDigital.Br só pode ser realizado com o suor de muitas cabeças. Desde a primeira edição, sob o nome de Fórum da Cultura Digital, em 2009, até este ano,  foram muitas as pessoas que contribuíram e continuam contribuindo para que o encontro seja incrível e que ele perdure até a realização do próximo.

Organizamos a programação complexa do Festival CulturaDigital.Br numa planilha pública do Google Calendar. Assim, os usuários do serviço podem incorporar os eventos que quiserem aos seus próprios calendários, além de outras opções úteis e bacanas :)
  • escolher os eventos exibidos (clique na seta em cima do calendário e elimine/insira a lista que quiser)
  • conhecer detalhes de cada evento (basta clicar sobre a caixa e ler a descrição, com links e mapa)
  • saber a duração de cada evento (e se programar direitinho para não perder nada)
Siga as cores de cada eixo da programação:
Visualidades Mostra de experiências Espaço multimídia Arena
Encontro de rede Laboratório experimental Palestrantes Show
Sábado, 3/12

 

Domingo, 4/12
https://www.google.com/calendar/embed?src=u10dm6iiqk49pan4pkjnlon23o%40group.calendar.google.com&ctz=America/Sao_Paulo
https://www.google.com/calendar/embed?src=h909t35q6uspeqfnc17k3e8qr4%40group.calendar.google.com&ctz=America/Sao_Paulo

Grade completa aqui:

  http://culturadigital.org.br/programacao/grade/




Por Renata Tonezi e Luiza Peixe

Os cartazes colaborativos do Festival CulturaDigital.Br

Quando lançamos a chamada pública convidando designers, artistas, ilustradores e interessados para criarem cartazes de divulgação do evento se apropriando da identidade visual do Festival, não esperávamos que a ação teria tanta repercussão. Recebemos um total de 48 cartazes de diversas cidades do Brasil, incluindo outros países. Todos os cartazes enviados receberam créditos no material de divulgação com a licença Creative commons BY-SA 3.0, que permite divulgação, livre adaptação e eventuais remixes.
O mais bacana, além da participação dos colaboradores, foi ver o quanto as pessoas se dedicaram para criar e transmitir um conceito que dialogasse com os temas abordados pelo Festival. Trabalhar de forma colaborativa ainda é um desafio dentro da comunidade dos designers. Além de levantar dúvidas e questionamentos sobre a forma ideal de como documentar as etapas, metodologias e técnicas utilizadas na criação de um projeto, gera algumas polêmicas sobre o assunto.
Esta ação foi inspirada pela metologia utilizada no desenvolvimento de software livre, e tem sido também discutida por grupos de designers de produtos. Seguindo a lógica proposta pelos desenvolvedores, a proposta é abrir o processo de criação, documentar as etapas e compartilhar a metodologia de criação.
Esse movimento nos motivou a inicialmente abrir uma roda de discussão sobre o tema com outros designers e interessados durante o Festival. Com o passar dos dias foram surgindo novas e boas ideias. Uma delas foi a de pesquisar e compreender mais a fundo como seria o formato de trabalhar com design de forma colaborativa. Convidamos, então, o Henrique Monnerat (letslevo.com), que ministra workshops e oficinas sobre o tema Design Livre, para fazer uma breve apresentação sobre a proposta. Além da parte teórica pensamos também que seria muito produtivo explorar o lado técnico do processo, então convidamos o Felipe Sanches “Juca”, membro e responsável pelo Garoa Hacker Clube e desenvolvedor doInkscape, para fazer parte do nosso bate-papo sobre softwares livres de desenho.
Para dar continuidade a essa ação, estamos convidando todos os colaboradores, designers e interessados para remixarem os cartazes colaborativos enviados para o Festival em uma oficina.

Design Commons


Oficina que busca incentivar projetos abertos, aproximar os designers dos sofwares livres de desenho e dar continuidade à ação dos cartazes colaborativos. A oficina está prevista para acontecer no domingo, 04/12 das 12h às 15h no Espaço Multimídia. Faça o download do Inkscape, teste e/ou traga dúvidas e sugestões.

Sobre a licença Creative Commons BY-SA 3.0

Todas as artes enviadas serão utilizadas como parte da identidade visual do Festival e todos os artistas receberão créditos em todo material de divulgação. Vale informar que os cartazes enviados nesta ação receberão a licença Creative commons BY-SA 3.0 para permitir eventuais remixes.

http://culturadigital.org.br/cartazes-colaborativos/lista/

Como chegar?

De avião
Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Galeão/Antônio Carlos Jobim
Av. 20 de Janeiro, Ilha do Governador
Tel: (21) 3398-5050 e (21) 3393-2288
Confira a
lista de Companhias Aéreas que operam no aeroporto
Aeroporto Santos Dumont
Praça Senador Salgado Filho, Centro
Tel: (21) 3814-7070
Confira a
lista de Companhias Aéreas que operam no aeroporto
De ônibus
Terminal Rodoviário Novo Rio
Av. Francisco Bicalho, 1, Santo Cristo
Tel: (21) 3213-1800

As empresas São Geraldo (0800-704-3496), Itapemirim (0800-723-2121), Cometa (4004-9600), 1001 (4004-5001), Águia Branca (4004-1010) e Penha (0800-723-2121) têm saídas das principais capitais do país
De carro
Do Centro-Oeste e Minas Gerais: acesso pela BR-040
De São Paulo: acesso pela Via Dutra
Do Litoral Norte de São Paulo: acesso pela Rio-Santos
Do Sul e do Nordeste: acesso pela BR-101

Onde ficar?
O Festival tem fechado parcerias com hostels legais no Rio de Janeiro para oferecer descontos nos dias do encontro.
Os nossos parceiros para hospedagem são:
Além disso, selecionamos alguns sites que reunem dicas de Albergues; Pousadas; Apart Hotéis; Hotéis; e Pousadas no Rio de Janeiro
Estamos abertos a negociar espaços para abrigar coletivos, redes, grupos com muitos integrantes. Entre em contato!


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Teoria sobre o caos

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A Teoria sobre o caos e as idéias desarticuladas no contra-fluxo da razão.


Desde que surgiu como uma estrutura de idéias articuladas, na década de 60, a teoria do Caos tem suscitado novos, amplos e formidáveis debates sobre as relações de causa e efeito que regem o Universo. Durante séculos, os cientistas analisaram os fenômenos exclusivamente à luz da leis da física clássica. Nas últimas décadas, no entanto, novas experiências indicaram que pequenos desvios nas condições iniciais de um processo são capazes de alterá-lo radicalmente com o decorrer do tempo. Trata-se do já famoso “efeito-borboleta”. De acordo com essa fórmula-provérbio, o bater de asas do inseto, na Ásia, pode determinar ou impedir a ocorrência de uma terrível tempestade nos Estados Unidos. Com base em novos estudos, percebe-se que uma incrível e sutil ordem microscópica de relações está presente onde antes presumia-se que houvesse apenas o caos . Todos os eventos, dos mais corriqueiros aos mais complexos, obedecem a esse fantástico sistema anônimo de organização. Dessa forma, o funcionamento do coração de um pato, o regime de chuvas em uma floresta tropical e os ciclos translacionais dos planetas têm algo em comum. São processos regulados por micro-fatores que escapam aos diagnósticos convencionais do veterinário, do meteorologista e do astrônomo. Muitas vezes, os caprichos dessa ordem mal compreendida são responsáveis por assustadoras manifestações do imponderável. Por que choveu tanto nesse mês de estiagem? Por que ocorreu tal mutação genética? Por que, chutada da linha de fundo, a bola tomou tal efeito e caiu dentro do gol?


Esses novos e até fantasmagóricos conceitos têm sido largamente utilizados na explicação de fenômenos físicos. Especialistas ligados às ciências humanas, entretanto, identificam o”dedo” do caos em revoluções políticas, em transformações econômica e na modificação de costumes e regras morais. O grito entusiasmado de um desconhecido na multidão, disparado no milésimo de segundo apropriado, pode ser o último e vital elemento necessário à deflagração de um conflito armado. A foto de uma artista nua, ou de um simples beijo, pode detonar irreversíveis processos de alteração na maneira de um povo conceber o sexo e a intimidade.

Nos últimos anos, o desenvolvimento dos computadores tem proporcionado uma rápida evolução no conhecimento dos modelos que determinam a “bagunça” da grande casa cósmica. A capacidade de realizar milhões de cálculos em poucos segundos, permite às máquinas encontrar padrões precisos em acontecimentos antes tidos como aleatórios. O grande desafio de hoje é empreender a viagem de volta dos redemoinhos fractais de infinitas profundidades. Trata-se de decifrar a ordem invisível e ampliar o ínfimo controle do homem sobre a natureza.





Determinadas Incertezas


O desenvolvimento recente das teorias sobre o caos colocou sob suspeita dogmas cultivados pelas ciências físicas e pela filosofia. Na base do debate, figura a disputa entre determinismo e indeterminismo. Durante séculos, apregoou-se a possibilidade da identificação de leis gerais e infalíveis que facultassem o ingresso do homem ao mundo do pleno conhecimento e das previsões perfeitas. Desde Maxwell, no entanto, vozes da dissonância mostram a complexidade dos sistemas dinâmicos, sejam eles ligados a fenômenos puramente naturais, sejam produzidos pela ação humana. O cientista escocês difundiu a idéia de “pontos de singularidade”, em que pequenos fatores têm influenciada amplificada e são capazes de alterar radicalmente um processo.

O francês Henri Poincaré mostrou com clareza a suscetibilidade dos sistemas às condições iniciais. Uma mínima incerteza na gênese de um processo pode conduzir a desvios enormes e crescentes. A ciência reconhece a impossibilidade, pelo menos temporal, de identificar todos os pequenos fatores de influência e de mapear com absoluta certeza as condições primordiais. Disso resulta a incapacidade de prever com precisão os eventos futuros.

Nos últimos anos, a difusão do uso de computadores possibilitou a resolução de equações deterministas newtonianas não-lineares, cujas soluções são extremamente sensíveis à condição inicial. “Ao contrário da mecânica quântica, que é indeterminista mas faz predições, parte-se agora de uma teoria determinista e chega-se a uma situação de imprevisibilidade”, afirma o doutor em física Luiz Pinguelli Rosa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Daí o nome de de caos determinista, muito usado pelos pesquisadores.”



Segundo Rosa, no entanto, o estudo do caos nos sistemas dinâmicos não deve ser visto como uma disputa conceitual de escolas científicas ou filosóficas. O professor vê aplicações práticas das novas descobertas na avaliação do comportamento de sistemas aparentemente desordenados, instáveis e aperiódicos. “A Medicina e a Biologia, por exemplo, têm utilizado com sucesso os conceitos desenvolvidos em outras áreas na avaliação de sistemas dinâmicos”, ressalta. “Na universidade temos realizado trabalhos para avaliar o comportamento de produtos utilizados pela engenharia química.” Dessa forma, tem sido possível avaliar a resposta de materiais a mudanças de regime e a situações não convencionais.

O professor destaca o alcance inimaginável do estudo dos problemas não-lineares. No caso da Economia, por exemplo, as polêmicas se multiplicam a cada dia. O comportamento das Bolsas de Valores, em particular, é um fenômento que intriga e desafia matemáticos todos os dias. Muitos computadores foram desmoralizados ao tentar prever com precisão eventos no mercado de ações.

No caso da macro-economia, colocam-se na linha de tiro os conceitos do liberalismo. O equilíbrio perfeito, supostamente resultante do livre comércio e da ausência de intervenção, pode jamais ser alcançado. Esse universo paradisíaco de prosperidade tende a se manifestar somente como uma trégua temporal e localizada em um ambiente de deformações e de evolução caótica. Na verdade, estuda-se hoje para diminuir o grau de indeterminismo dos processos e para dominar o conhecimento dos modelos heterogêneos que se misturam em um fenômeno. Esse é o grande desafio dos cientistas nesta conturbada esquina de milênios.

Em 1960, o precário e ruidoso computador de Edward Lorenz, no campus do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, passava os dias a reproduzir imaginários eventos climáticos. A cada minuto, correspondente a um dia, a máquina (um Royal McBee) fabricava uma série de números estranhos. Eram códigos que exprimiam condições meteorológicas, como regime de ventos e mudanças de temperatura.

Para Lorenz, apaixonado pela Matemática e pela Meteorologia, os primeiros computadores foram a realização de um sonho antigo. Só a máquina poderia explorar a afirmação newtoniana de que o mundo era constituído e se alterava de maneira determinista. O computador, em teoria, permitiria prever o futuro do universo a partir de suas condições iniciais e das leis que regem sua evolução.

No caso das condições climáticas, o número de variáveis é tão grande que qualquer previsão merece alguma desconfiança. Mesmo assim, Lorenz seguiu suas experiências. O computador produzia uma série de eventos prováveis, plausíveis e amplamente reconhecíveis. Os ciclos de fenômenos não eram iguais, mas respondiam a um padrão.

Num dia de inverno, em 1961, Lorenz determinou-se a examinar mais detalhadamente uma sequência de eventos. Para poupar tempo, entretanto, tomou um caminho mais curto. Para fornecer à máquina suas condições iniciais, digitou os números obtidos da impressão anterior. Foi tomar um café e quando voltou, uma hora depois, espantou-se com o que viu.

Os padrões de comportamento climático começaram a divergir radicalmente na máquina. Pensou que uma válvula eletrônica tivesse queimado. Não tinha. O problema era outro. A memória do computador armazenava seis casas decimais: 0,506127. Na impressão colhida por Lorenz, entretanto, apareciam apenas três números depois da vírgula.

Ele os digitou acreditando que a diferença (um para mil) não interferiria nos ciclos de eventos. Errou. O Royal McBee usava um programa clássico, com um sistema de equações determinista. Concebido um ponto de partida, as condições meteorológicas se repetiriam de maneira exatamente igual, a cada vez. Um ponto de partida ligeiramente diferente resultaria em eventos apenas ligeiramente diferentes. No caso de Lorenz, no entanto, os pequenos erros e alterações refutaram essa teoria. Revelaram-se perfeitamente capazes de produzir grandes catástrofes.





O Caos por escrito


A literatura e as narrativas orais estão repletas de exemplos da presença do caos nas vidas humanas. Em realidade ou ficção, os escritores e jornalistas mostram como é complexa a teia dos acontecimentos, e como é também complexo o tecido da teia. “Pela falta de um prego, perdeu-se a ferradura; pela falta da ferradura, perdeu-se o cavalo; pela falta do cavalo, perdeu-se o cavaleiro; pela falta do cavaleiro, perdeu-se a batalha; por falta da batalha, perdeu-se o reino.”

Os exemplos multiplicam-se no dia-a-dia, em fatos reais. O italiano chegou adiantado alguns minutos ao aeroporto e embarcou noutro avião. Aquele que lhe era inicialmente destinado, o Jumbo da TWA, explodiu no ar minutos depois da decolagem. O tenista brasileiro Fernando Meligeni vai sacar, em um jogo na Olímpiada de Atlanta. Um torcedor anônimo, na platéia grita: “ele vai errar!”. A “praga” é destinada ao adversário, mas mesmo assim Meligeni perde a concentração, perde o ponto, depois o jogo e a chance de obter medalha.

Caos em tempos de racionalismo – Em 1809, Wolfgang Goethe compõe uma obra clássica que mostra quão imprevisível pode ser o futuro de um homem. Em “Afinidades Eletivas”, Goethe faz referência ao fenômeno químico em que dois elementos associados, sob atração de dois outros elementos, se desagregam para formar dois novos pares. A vida tranquila de um casal é subitamente transformada pela chegada de dois hóspedes. O autor mostra as forças da natureza, aparentemente ocultas, em ação sobre as relações pessoais e sociais. Goethe fala sobre um mundo de “incertezas inextricáveis”. A obra detecta os paradoxos da consciência racional que se consolidou com o Século das Luzes.

Na teia das estradas – O escritor italiano Italo Calvino produz uma alegoria do caos e da multiplicidade em seu conto “A Aventura de um automobilista”, do livro “Os Amores Difíceis”. Um homem briga, por telefone, com a namorada que mora em outra cidade. Ele diz que pretende terminar a relação e ela responde que ligará para um outro pretendente. Em seguida, ele se arrepende do que disse e resolve viajar de carro para desculpar-se.
Na estrada, à noite, inúmeras possibilidades atormentam o apaixonado. Imagina que qualquer carro que vem na direção contrária pode ser o de sua amada, o que criaria um desencontro. Depois de muito pensar resolve retornar, mas qualquer carro na direção contrária pode ser o do rival, que estaria rumando para um encontro com moça.
O protagonista imagina que os três podem continuar indefinidamente a correr para frente e para trás naquela estrada. “Verdade que o preço a ser pago é alto, mas temos que aceitá-lo: não podermos nos distinguir dos muitos sinais que passam por este caminho, cada um com um significado seu que permanece escondido e indecifrável, pois fora daqui não há mais ninguém capaz de nos receber e nos entender.”




Fractais


Durante muito tempo, o homem dedicou-se a desenvolver teorias para explicar coincidências (ou a ausência delas) no universo dos números e das formas. Essas fórmulas, baseadas sobretudo nos princípios de Euclides, foram, no entanto, incapazes de abranger a essência dos episódos irregulares. Nas últimas décadas, os cientistas acabaram por saltaram dos trilhos da linearidade euclidiana para se aventurar no túnel dos fragmentos.

Além de exercício paraestético, o trabalho com fractais é hoje um símbolo sofisticado da ciência do caos, cujo objetivo é detectar padrões nas coisas desprovidas de ordem aparente. O criador das primeiras imagens de fractais, na década de 70, foi o polonês Benoit Mandelbrot, nascido de uma família judia. O cientista passou boa parte da infância e da juventude fugindo de guerras e teve sua formação intelectual marcada por saltos e interrupções.

O laborioso e criativo menino jamais decorou o alfabeto e a tabuada além de cinco. Tinha, no entanto, uma ótima intuição geométrica, que aplicava a seus estudos de economia, engenharia e fisiologia. Mandelbrot, dono de uma inteligência desorganizada e substancialmente imaginativa, acabou por dar à luz os fractais nos computadores da IBM, empresa em que trabalhou por vários anos.

Em uma tarde de inverno em 1975, o cientista encontrou no dicionário de latim do filho pequeno um nome para sua abstração. Mandelbrot escolheu o termo fractus, do verbo frangere (fraturar, quebrar), que depois se tornaria fractal. Uma palavra que se casava bem com os ingleses fracture e fraction. Um traço importante da vida daquele homem estava representado naquela expressão.




A nova ordem caótica controla a internet



A fantástica malha de informações da Internet é hoje um modelo vivo das relações caóticas do universo. Na rede, conjugam-se as ofertas da multiplicidade e as dúvidas da escolha. Um pesquisador que prepara um estudo pode servir-se, via computador, de milhões de diferentes informações. Em poucos minutos, em condições técnicas ideais, pode colher dados oferecidos por um colega chinês e compará-los com o de outro na Groenlândia.

O pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), Ronaldo Entler, tem se dedicado a estudar os processos caóticos na produção artística e no uso dos novos sistemas informatizados de comunicação. Em suas observações, percebeu claras similaridades entre sistemas dinâmicos das ciências físicas e as teias de informação da Internet. “A rede oferece acesso a diferentes assuntos, todos interligados, em ordens que não obedecem necessariamente aos catálogos das bibliotecas e aos processos de pesquisa convencional”, analisa. “A maneira como se trilha o caminho da informação acaba por alterar as indagações do pesquisador e o resultado final de seu trabalho”.



Em seu trabalho “O Caos na Rede e a Ruptura das Hierarquias”, Entler destaca a interdisciplinaridade como virtude de um novo padrão de construção do conhecimento. Na Internet, as informações não estão necessariamente arquivadas como nas estantes de uma livraria. Na busca por um dado, esbarra-se ao acaso em uma série de informações correlatas, muitas vezes capazes de enriquecer o estudo em curso. “A situação sugere que o pesquisador se coloque sensível aos eventuais novos caminhos, apontados no próprio trajeto”, teoriza Entler.


De acordo com o pesquisador, a Internet tem articulado uma nova ordem no aparente universo dos dados desconexos e da informação desencontrada. O histórico divórcio entre a rede e os sistemas convencionais de pesquisa teria três aspectos fundamentais: multiplicidade dos gêneros de informação, novos métodos de classificação de dados e interatividade. Entler acredita que o novo perfil dos meios de comunicação e interação determinará uma nova concepção de pesquisa de estruturação do conhecimento adquirido. “O caos não é um obstáculo a ser transposto, já que é uma característica genética da Rede”, afirma. “É, ao contrário, um estímulo à livre experimentação”.


Walter Facelta Jr
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Candidatos a Presidencia Buzz no Twitter

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Buzz no Twitter sobre o debate dos candidatos à Presidência

A E.Life, empresa brasileira em inteligência de mercado e gestão do relacionamento 2.0 nas redes sociais, monitorou o buzz sobre o primeiro debate dos candidatos à Presidência, que aconteceu no dia 5 de agosto, na TV Bandeirantes. A E.Life analisou o volume das mensagens publicadas via Twitter sobre cada candidato entre as 10h do dia 5 de agosto e 12h do dia 6 de agosto. Além dos volumes, foram analisadas também as principais hashtags – organizadores e sinalizadores de informação utilizados em posts no Twitter e sinalizados por # – associados a cada um dos participantes.


debate-candidatos-tweets-vol

Dilma Marina Plínio Serra


hashtags-candidata-dilma O debate na Band foi muito associado à Dilma, nos tweets que aconteceram durante a programação. Através das hashtags, foram notados dois movimentos: um de apoio à candidata, manifesto em expressões como #lula, #pt e #agoraedilma, #ondavermelha (há um movimento pró-Serra com #ondaazul), e outro de apoio a Serra: #serra45, #serravence, #serra. Algumas falhas, como o fato de a candidata gaguejar, geraram críticas expressas por termos como #fail, #dilmafail ou #deusemas Demais candidatos, como #serra, #marina e #plínio foram citados

hashtags-candidato-serra Serra também foi muito associado ao debate, conforme demonstram as hashtags relacionadas ao tema: #debate, #debateband. Nota-se um movimento de entusiastas do candidato, que divulgaram conteúdo associado à vitória do candidato: #serravence, #ondaazul. Críticas à postura de Serra no debate surgem nos tweets, quer por brincadeiras – #trocadilhofail, #piadasfail (piada sobre a diferença de postura entre Serra e Marina: “enquanto Marina Planta árvores, José Serra” – ou por propostas políticas: #jaouvimosissoantes. #dilma, #plinio e #marina foram associados ao candidato.


hashtags-candidata-marina Marina foi muito associada às piadas e trocadilhos sobre seu posicionamento político, com destaque para aquela relacionada ao plantio de árvores. #pelavoltadoscassinos e #vivaobingo surgem de uma brincadeira originalmente publicada pelo perfil @nairbello acerca de alguns dados trabalhados pela candidata. Grupos de apoio se posicionaram frente às redes sociais: #euvotomarina, #marinapresidente. Algumas pessoas, a partir de um posicionamento da candidata em defesa dos índios, passaram a defendê-la e pedir debate através de #euquerodebate.


hashtags-candidato-plinio Plínio Arruda foi associado a Dilma através de piadas, como por exemplo “Plínio Arruda ganhou a pele no pescoço que a Dilma tirou. #MáDistribuiçãoDe- Pelanca”, publicada originalmente por @nairbello. O fato de o candidato ter ficado em primeiro lugar nos trending topics mundiais suscitou uma série de piadas denominadas #plinioarrudafacts. A postura ácida do candidato gerou expressões como #euri e #trollrito (internauta que faz piada com outros internautas). Grupos de apoio ao candidato se manifestaram - #plinio50.














O estudo tornou possível uma leitura rápida daquilo que se falava sobre a performance dos candidatos no debate, durante o desenrolar do programa. “É importante observar que o candidato Plínio, mesmo sendo a revelação do debate e ter aparecido nos trending topics do Twitter, teve um número de menções menor que os demais. Não se sabe de uma relação comprovada entre entrar nos trending topics e o volume de buzz no Twitter. Nossa hipótese é de que o algoritmo dos TT leve em consideração o passado, ajudando a identificar as novidades, picos repentinos de temas e assuntos que nunca tiveram grande volume e que aparecem com picos pela primeira vez”, diz Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life. O levantamento foi realizado por meio do Tweetmeter, software desenvolvido pela própria E.Life para monitorar, em tempo real, a comunicação boca a boca online.


fonte: E.LIFE Proxxima Setembro 2010






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Plano Acao em Marketing para Empresas Produtores Artistas Atletas Patrocinio

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Planos de Ação em Marketing para Empresas com responsabilidade social - Produtores, Artistas, Atletas e competidores, propostas de patrocínio e pessoas físicas independentes.

Leia aqui como montar sua "imagem virtual" e ser presente on-line

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15 CAIAQUES ARTES VISUAIS OBRA ARTISTICA DE INTERVENCAO URBANA APROVADO 15 julho, 2006 15 julho, 2007 R$ 100.000,00 R$0,00 EDUARDO S.L.G. SRUR EPP SRUR@DOUTROMUNDO.COM SÃO JOAQUIM S.A ADM. E PARTICIPAÇÕES
179 TEMPORADA DE LARANJAS ARTES CÉNICAS MONTAGEM DE PECA TEATRAL TEMPORADA DAS LARANJAS APROVADO 15 julho, 2006 15 julho, 2007 R$ 100.000,00 R$54.800,00 GILMAR APARECIDO GUIDO GILMARGUIDO@UOL.COM. REDECARD S.A
2 CORAL DA CIDADE DE SAO PAULO E ORQUESTRA ACADEMICA MÚSICA DEZESSEIS CONCERTOS DE MUSICA ERUDITA APROVADO 15 julho, 2006 15 julho, 2007 R$ 150.000,00 R$0,00 ORAGANIZACAO DE CULTURA E CIDADANIA CORCISP@YAHOO.COM.BR PARTICIPAÇÕES MORRO VERMELHO S.A
457 RESTAURO DO COMPLEXO DE TENIS PACAEMBU SETOR INTERNO PATRIMONIO HISTÓRICO E CULTURAL RESTAURO PATRIMONIO HIST APROVADO 5 agosto, 2006 5 agosto, 2007 R$ 500.000,00 R$0,00 CULTURA E ACAO CONSULTORIA E PROJ LTDA ORBITALL SERV.E PROCESSAMNETO DE INFORM.COMER
32 AMANTE E COMPANHIA ARTES CÉNICAS PECA TEATRAL APROVADO 25 agosto, 2006 25 agosto, 2007 R$ 100.000,00 R$0,00 SAGITARIUS RICK GARCIA PROD.ARTIS.LTDA SAGITARIUSRICK@HOTMA ESTAMPLAZA ADM HOTELEIRA E COMERCIAL LTDA
198 1995-2005-OS DEZ ANOS MAIS RECENTES DA ARTE BRASILEIRA (LIVRO) LITERATURA E BIBLIOTECA EDIÇÃO DE LIVRO OU CATALOGO APROVADO 15 julho, 2006 15 julho, 2007 R$ 150.000,00 R$0,00 INSTITUTO TOMIE OHTAKE ANNA@INSTITUTOTOMIEOHTAKE.ORG EMC COMPUTER SYSTEMS BRASIL LTDA
199 1995-2005-OS DEZ ANOS MAIS RECENTES DA ARTE BRASILEIRA (EXPOSIÇÃO) ARTES VISUAIS MONTAGEM DE MOSTRA CULTURAL/ EXPOSIÇÃO APROVADO 15 julho, 2006 15 julho, 2007 R$ 129.600,00 R$0,00 INSTITUTO TOMIE OHTAKE ANNA@INSTITUTOTOMIEOHTAKE.ORG EMC COMPUTER SYSTEMS BRASIL LTDA
10 CIRCO RODA BRASIL ARTES CÉNICAS RESGATAR A TRADICAO DO CIRCO ITINERANTE APROVADO 29 julho, 2006 29 julho, 2007 R$ 179.790,00 R$0,00 RICARDO MAIA DE SOUZA DA SILVA ME RIC.MAIA@TERRA.COM.B CONCESSIONARIA DO SIST. ANHANGUERA BANDEIRANTE
74 LUTAS CINEMA E VÍDEO DESPERTAR O INTERESSE DO PUBLICO PELA HIST.DO PAIS APROVADO 15 julho, 2006 15 julho, 2007 R$ 300.000,00 R$0,00 BURITI FILMES LTDA BURITI@BURITIFILMES. CINEMARK BRASIL S.A
363 UNIAO FRATERNA CINEMA E VÍDEO LONGA METRAGEM APROVADO 11 agosto, 2006 11 agosto, 2007 R$ 150.000,00 R$104.620,55 BURITI FILMES LTDA CINEMARK BRASIL S.A
366 GOLEIRO CINEMA E VÍDEO LONGA METRAGEM APROVADO 15 julho, 2006 15 julho, 2007 R$ 150.000,00 R$63.308,00 GULLANE FILMES LTDA CINEMARK BRASIL S.A
39 TEATRO CROWNE PLAZA 2006/2007 ARTES CÉNICAS PROGRAMACAO CULTURAL DO TEATRO CROWNW PLAZA APROVADO 15 julho, 2006 15 julho, 2007 R$ 100.000,00 R$0,00 MAMBERT & MAMBERT PRODUCOES ARTIS.LTDA MAMBERTI@UOL.COM.BR CAPITAL CENTER HOTEIS
Projeto Área Produto cultural Resultado Pre-qual. Prazo Capitado Restante Empreendedor Contato Incentivador
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PATROCINIO PLANEJADO
GUIA DE MARKETING CULTURAL PARA EMPRESAS
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE MARKETING CULTURAL

Por: Leide Moreira Marketing Cultural, UFF – Instituto de Artes e Comunicação Social, UFPR – Universidade Federal do Paraná







Definindo a marca que sua marca imprime





Saturação da oferta e da mídia



Imagine você na correria do seu dia-a-dia, bombardeado por uma infinidade de informações a respeito de produtos, suas vantagens e benefícios. Tudo isso através de propagandas, anúncios, mala-diretas, folhetos, mensagens, telefonemas, out-doors e outros meios.

A confusão é agravada pela similaridade dos produtos que, com suas estratégias de marketing, saturam os canais de comunicação. Quanto sufoco!

O respiro


De repente, em meio a todas as pressões diárias, aparece um respiro – uma atividade cultural.

Essa oportunidade é o sustento da alma – a reciclar os sentimentos, as emoções.

É assim que o consumidor percebe a ação cultural, como um momento único para extravasar e dar asas à imaginação...

A comunicação diferenciada


Por ela, o consumidor pode assimilar melhor a sua mensagem. Afinal, nada melhor do que oferecer ao seu publico aquilo de que ele mais gosta.
Consumir arte abastece a alma e ressalta os valores do ser humano.

Existiria melhor forma para estarmos próximos de nosso público-alvo?




A seguir, conceitos e dicas para se utilizar a cultura como instrumento de comunicação.

CULTURA É ALMA. MARKETING É NEGÓCIO

A união da alma com o negocio é irresistível. Nenhuma porta se fecha para a cultura; e saber usar com elegância, respeito e civilidade as infinitas possibilidades dos produtos culturais, pode proporcionar às empresas uma oportunidade única para se sobressaírem no mar de mediocridade em que se transformou nosso mercado competitivo.
Aproveite esse guia para pensar a respeito. Qual papel você pode desempenhar em sua empresa, que traga reflexos positivos para a sociedade?
O marketing cultural pode ser um caminho para quem exercita a inteligência.


MARKETING é o atendimento das necessidades de um determinado público, buscando interação e valor, em contrapartida à maximização de resultados.

CULTURA é a expressão artística e intelectual de um povo através dos tempos.

MARKETING CULTURAL é o atendimento das necessidades culturais de um determinado público, objetivando retornos específicos em comunicação.

A definição de marketing cultural é polemica, pois é entendido sob diferentes formas por diferentes públicos. Independente da definição, existem pontos de vista singulares a destacar...

Artista e produtor, ambos entendem marketing cultural como o gerenciamento de seu negocio. Como eles desempenham muitas vezes a função de gerente de marketing ou de produto, mesmo sem saber, acabam decidindo a respeito do detalhamento técnico da ação cultural, sua divulgação, dos locais de realização, preços etc...

Considerando que estes profissionais atuam em um mercado especifico – o cultural – o que eles fazem é marketing cultural.

Se fossem atletas ou de um time de futebol, por exemplo, estariam atuando no mercado esportivo. Então, o que seria considerado marketing esportivo.


Marketing cultural sob o ponto de vista dos artistas e produtores culturais



Marketing de produto significa gerenciar atividades relacionadas a:

Onde se encontra? 
Quanto se paga?
Produto Promoção
qualidade Divulgação
especificação técnica Comunicação
praça Preços
distribuição Custos


Para o artista ou produtor, marketing cultural é realizar o marketing de sua obra. É marketing de produto, o seu dia-a-dia de trabalho. Cultura é um negócio!

Marketing cultural sob o ponto de vista das empresas


É a comunicação através da arte. Uma alternativa diferenciada de divulgação de produtos, serviços ou imagens.

Manifestações artísticas = veículos de comunicação

Marketing cultural sob o ponto do Patrocinador ou Apoiador

Marketing Institucional
Marketing de Relacionamento
Marketing Promocional
Responsabilidade Social
Cultura é um negócio

Consumo cultural


A relação com a cultura vai além da compra, pois aquela, na maioria das vezes, acontece em um momento extra-comercial, como por exemplo, assistindo a um espetáculo teatral, um show de música, um concerto... Envolve sentimentos e emoções.

Assim, o público percebe a presença da empresa de uma maneira receptiva e simpática, e entende que a satisfação desse consumo cultural só foi possível devido ao patrocínio.
Essa percepção agrega valores positivos às marcas envolvidas.



Marketing cultural
Marketing tradicional
Amplas possibilidades de mídia. Várias possibilidades de diferenciação e investimentos, são áreas, seguimentos
e modalidades, ações para tudo que é
gosto e marca.
Veículos convencionais, formatos padrões, saturados pelo grande volume de informações
Objetivo Institucional – associar à marca
Objetivo comercial - persuadir

Os agentes do mercado cultural


Empresa
O responsável pela decisão de patrocínio na empresa é um profissional, na maioria das vezes, das áreas de comunicação institucional ou marketing. Para serviços de assessoria, complementam-se a agencia de publicidade ou estúdio gráfico, com a assessoria de imprensa. A agência de marketing cultural surge para planejar e executar projetos culturais de interesse da empresa patrocinadora.

Mídia
As editorias que cobrem as agendas culturais normalmente dão ênfase à ação cultural. Porém, os grandes veículos de massa estão percebendo a importância do patrocínio e passam a valorizar as empresas patrocinadoras.
Os veículos de comunicação, apoiando a cultura, divulgando seus patrocinadores através da citação em matérias, fazem mover a engrenagem do investimento em mídia.

Público
Com o aumento dos investimentos em cultura, o público conta com mais opções na escolha de seu consumo cultural. Por conta desse cenário, torna-se mais seletivo, critico e questionador.

Governo
Através das leis de Incentivos, estimula o investimento privado em cultura e prioriza projetos socioculturais.

Agencia de publicidade
Assessoria de imprensa
Agencia marketing cultural
Mídia>Empresas>Artista
>Produtor>Público>Governo
Mídia<Empresas<Artista
<Produtor<Público<Governo
<Mídia
<Empresas
<Artista
<Produtor
<Público
<Governo


Produtor Cultural

Não é de hoje que existe o profissional que produz e gerencia arte e cultura. Um enorme grupo de agentes desenvolve seu trabalho mesmo antes de se pensar na denominação
“Produtor Cultural”, e foi por perceber a existência desse grupo, por perceber uma profissão de tamanha influencia e importância na formação do sujeito na sociedade - exercida ate então sem nenhuma estrutura, que surgiu a figura do Produtor Cultural.
Além disso, vivemos em um país onde a arte e a cultura recebem um tratamento displicente do governo, e é tratada pela população como algo supérfluo ou artigo
De luxo e vaidade. Aviso aos navegantes: Cabe a nós mesmos mudar este cenário e reivindicarmos acesso a diversidade cultural em nosso país.


Áreas de atuação do Produtor

Listar todas as possibilidades de forma breve e precisa é muito difícil. São diversos os caminhos, fizemos uma tentativa a seguir:
• Arte e educação;
• Área Acadêmica - Aqueles que seguem carreira de pesquisa, produção de conhecimento
E ensino universitário. Antropologia e estudos culturais;
• Políticas Culturais - Compondo equipes governamentais de gestão cultural em nível Municipal, estadual e federal, auxiliando na definição de políticas publica para a Cultura;
• Gestão Cultural - Trabalhando com meios e estratégias para o fomento e promoção de cultura. O que pode ser em bairros, cidades, países, e também em
De instituições, como museus, teatros, centros culturais;
• Marketing Cultural;
• Desenvolvimento de Projetos - Planejamento, organização e realização de produtos culturais;
• Promover a integração entre criação artística e gerencia administrativa na produção da indústria cultural (teatro dança música, literatura, audiovisual);
• Curadorias;
• Preservação e revitalização de patrimônio cultural.
Temos a possibilidade de criar áreas para atuarmos, talvez olhar para uma escola, um condomínio, uma igreja, ou a nossa própria universidade como possibilidades de atuação, como possíveis territórios de desenvolvimento de uma política cultural que nos rendam mais um Item nessa lista...

Veja aqui um exemplo: Equipe de Som e Entretenimento



E o que mais poderíamos fazer?
Escolher uma profissão em processo de reconhecimento, em processo de definição, faz com que sejamos pessoas em busca de caminhos. Saber reconhecer oportunidades, espaços para penetrar e algo que todos temos que desenvolver.

VISÃO SOCIAL E MERCADOLÓGICA


O mercado vem cobrando das empresas mudanças no seu modo de fazer negócios, relacionando com seu meio e o mundo que as cerca, gerando responsabilidade social, uma questão de sobrevivência em longo prazo no mundo dos negócios.
Um novo ambiente empresarial em que os acionistas dividam responsabilidade com as demandas da comunidade, dos clientes, funcionários e fornecedores.


                 

                                      
CULTURA VISÃO SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL
VISÃO DE MERCADO MARKETING

A cultura é um importante instrumento para o desenvolvimento social e econômico do País.
Neste guia, especificamente, o enfoque é mercadológico, considerando valor agregado e o respectivo retorno em comunicação para as organizações.
                  
CULTURA DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DESENVOLVIMENTO MERCADOLÓGICO
DESENVOLVIMENTO SOCIAL





Abrangência Cultural


AÇÃO DE LONGO ALCANCE

Por mais especifico que seja seu público-alvo, sempre há uma ação cultural que o agrade.
A arte é dividida em áreas, e estas por segmentos. A arte é um universo que atende a todos. Com a música, por exemplo, é possível atender de um público extremamente sofisticado a um popular, variando apenas os estilos.

ÁREAS E SEGMENTOS
ARTES CÊNICAS
PRODUÇÃO AUDIOVISUAL
ARTES PLÁSTICAS
Teatro Ópera
Dança Mímica
Circo
Cinema Vídeo
Disco Rádio e TV
Fotografia
Gráficas
Gravuras,Cartaz
Filatelia
PATRIMÔNIO CULTURAL
MÚSICA
HUMANIDADES
Paleontológico
Livros
Urbanístico
ÁREAS INTEGRADAS
Incentivos à leitura
Cult-Afro-BR
Literatura
Cult-Indígena
Obras de referência
Bibliotecas | Científicos
Áreas culturais
Línguas clássicas
Arquivos | Ecológicos
Segmentos culturais
Literatura e vernáculas
Acervos | Etnográficos
Línguas estrangeiras
Histórico
História
Museológico
Filosofia
Paisagístico
Folclórico
Artesanal
Arqueológico
Arquitetônico






MODALIDADES CULTURAIS
EXEMPLO:
ÁREA: ARTES CÊNICAS
SEGMENTO: TEATRO
MODALIDADE:OFICINA
CURSO
OFICINA
APRESENTAÇÕES
ACERVO BIBLIOGRÁFICO
CONCURSO
WORKSHOP
ADPTAÇÕES
EDIÇÃO DE LIVROS
CONCERTO
REFORMA
AQUISIÇÃO EQUIPAMENTO
PRODUÇÃO AUDIO-VISUAL
EXPOSIÇÃO
CONGRESSO
CONSTRUÇÃO
URBANIZAÇÃO
FESTIVAL
INTERGÂMBIO
ACERVO MUSEULÓGICO
MONTAGEM
SEMINÁRIO
AMPLIAÇÃO
RESTAURAÇÃO

PALESTRA
PREÊMIO


Para entender aos possíveis desdobramentos e às sinergias de áreas, segmentos e modalidades, é interessante observar as diferenças entre um EVENTO e um PRODUTO cultural.

EVENTO CARACTERÍSTICAS
EXEMPLOS
Destinado à grupos restritos ou amplos
Espetáculos de teatro e dança
Ciclo de veiculação
período de execução
Shows e apresentações de todo tipo
É volátil, tem vida útil, restrito ao acontecimento
Eventos de lançamentos
Gera impacto
Exposições
Indicado para pesquisas, promoções e merchandising
Feiras e congressos
Ferramenta para marketing de relacionamento
Etc...

PRODUTOS CARACTERÍSTICAS
EXEMPLOS
Pode ser um brinde* Livros
Tem consumo individualizado Discos
É um múltiplo bem tangível Pôsteres
Representa registros duráveis Fotografias
Tem impacto diluído Quadros
Possui potencial de distribuição Multimídias etc...

* a Lei Rouanet permite que parte da tiragem dos produtos resultantes do projeto  seja destinado ao patrocinador.

TANGIBILIZAÇÃO DO EVENTO

Significa criar produtos para serem distribuídos em eventos, como forma de eterniza-los, por exemplo. Para uma exposição é possível produzir um catálogo ou livro, tangibilizando-o.

PRODUTO AMPLIADO

Significa significa agregar valores, como serviços, a produtos culturais. Por exemplo para um livro, é possível realizar o lançamento num evento com uma exposição ou uma palestra.

Além do cruzamento das áreas, segmentos e modalidades, com cultural é possível falar de qualquer coisa. De tudo e de todos.
A arte se utiliza de motes ou assuntos para se manifestar.

Sua empresa é do ramo automotivo e seu público gosta de teatro?

Nada impede o patrocínio de um espetáculo que fale sobre veículos ou que utilize um como merchandising. É uma forma de associar a ação cultural ao negocio da empresa patrocinadora.

Além da interação, um dos grandes diferenciais das atividades culturais, é a possibilidade de participação ativa do público, como por exemplo, nos prêmios ou concursos.

CARACTERÍSTICA DA ARTE
Sensibiliza o público-alvo, emocionando e interagindo;
Tem amplitude – áreas, opções de eventos e produtos, interação;
Utiliza motes ou assuntos do cotidiano identificando as pessoas.

O MARKETING CULTURAL
Estimula a mudança de atitude, em relação à marca;
Aumenta o conhecimento, a consciência;
Valoriza a marca institucional;
Agrega valores positivos;
Melhora a imagem;
Desenvolve culturalmente a sociedade;
Aproxima a empresa e seus públicos;
Gera resultados na imprensa, com matérias e outros.

A VANTAGEM FINANCEIRA
Não utiliza a verba de comunicação, através de incentivos fiscais.



QUANTO UTILIZAR O MARKETING CULTURAL?


O patrocínio cultural pode ser interessante quando:

Oportunidades de relacionamento


Lançamentos

Necessidades de diferenciação

Promoções

Campanhas de comunicação

Política institucional

Estratégias de penetração mercado

Novos nichos mercadológicos

QUER MAIS UM BOM MOTIVO PARA INVESTIR EM CULTURA?

ANALISE A CONCORRÊNCIA

Se a sua empresa não faz patrocínio planejado, perde mercado. Pois ou a concorrência já faz, ou se prepara para fazer.
Assim, perde-se uma ótima oportunidade de ser pioneiro na diferenciação pela cultura.

Leia aqui como montar sua "imagem virtual" e ser presente on-line

A seguir leia:
Leis de Incentivos

A lei Federal de incentivo à Cultura – 8.313/91 instituiu, por meio do Programa Nacional de Apoio à Cultura – PRONAC, os mecanismos do Fundo Nacional de Cultura – FNC, do Mecenato e do Fundo de Investimento Cultural e Artístico – FICART.
O FNC apóia, a fundo perdido, projetos culturais apresentados por entidades públicas e privadas sem fins lucrativos de natureza cultural.


CONTRAPARTIDA
Como o FNC financia até 80% do valor do projeto, o proponente precisa dispor dos 20% restantes para integrar o valor total. A essa parte, que é de responsabilidade do proponente, se dá o nome de contrapartida. Esta pode ser em recursos ou em bens e serviços necessários ao projeto e deverá estar especificada na planilha de custos. O proponente precisa comprovar a disponibilidade de contrapartida.
O Mecenato refere-se ao apoio que o Governo Federal dá à cultura, permitindo que projetos culturais recebam recursos de empresas e pessoas físicas. Uma parte desses recursos pode ser deduzido do Imposto de Renda devido.
É o investimento em projetos culturais, mediante doações, patrocínios, ou contribuições ao FNC, com a possibilidade de abatimento no IR devido do contribuinte investidor. Este sendo pessoa física pode aplicar até 6% do imposto de renda devido. Se pessoa jurídica este percentual é de 4%.


DOAÇÃO
Transferência definitiva e gratuita de recursos, bens e serviços, em favor de projetos culturais, sendo vedado o uso de publicidade paga para divulgação desse ato. Podem receber estas doações pessoas físicas ou jurídicas de natureza cultural sem fins lucrativos, e o Fundo Nacional de Cultura – FNC.


PATROCÍNIO
Transferência definitiva e gratuita de numerário para a realização de projetos culturais, e tem a finalidade de promoção e publicidade para o incentivador e pode ser realizado na forma de cobertura de gastos do projeto ou na forma de uso de bens moveis do patrimônio do patrocinador, sem transferência de domínio. . Podem receber estas doações pessoas físicas ou jurídicas de natureza cultural com ou sem fins lucrativos. OBSERVAÇÃO: o patrocinador poderá receber somente 25% dos produtos gerados pelo projeto se custeá-lo integralmente. Se o patrocínio foi de metade do valor do projeto, por exemplo, sua cota será de até 12,5%, que é a metade de 25%. Se houver mais de um patrocinador, esse percentual devera ser rateado entre eles.

Proponentes que podem apresentar projetos ao MECENATO
Pessoa Física de natureza cultural Escritores,artistas plásticos,atores,dançarinos,mímicos,agentes culturais, etc...
Pessoa Jurídica de natureza cultural Do Direito Privado sem Fins Lucrativos: fundações particulares, ONG´s, associações, institutos, etc...
Do Direito Privado com Fins Lucrativos: produtoras,empresas especializadas na execução de projetos culturais, etc...
Do Direito Público adm.direta: fundações e autarquias.


COMO O DOADOR OU PATROCINADOR OBTEM OS INCENTIVOS FISCAIS?
Para abater os investimentos em cultura a primeira condição é que o projeto seja previamente aprovado pelo MinC e se encontrem dentro do prazo para captação de recursos concedido em portaria ministerial. Do contrario não poderá utilizar-se desse beneficio.



QUANTO PODE-SE ABATER?
Percentuais abatimento PF e PJ em projetos enquadrados nas Leis Art.18 da Lei nº8.313/91 Art.26 da Lei nº8.313/91
Pessoa Física ou Pessoa Jurídica Dedução de ate 100% do valor da doação ou patrocínio,respeitados os limites do imposto devido de 4% ou 6% para PF e PJ respectivamente. Somente para projetos em:
- artes cênicas;
- livros de valor artístico,literário ou humanístico;
- musica erudita ou instrumental;
exposição de artes visuais;
- doações de acervos ou treinamento de pessoal, à bibliotecas, museus,arquivos ou cinematecas públicas;
- produção de obras cinematográficas e videograficas de curta e media metragem, preservação e difusão do acervo audiovisual;
- preservação do patrimônio cultural material e imaterial.
ATENÇÃO!
- A pessoa jurídica que investir em projetos culturais enquadrados no artigo 26 poderá lançar o valor total do investimento como despesa operacional em sua contabilidade, já quando o investimento basea-se no artigo 18 isto não é permitido;
- O enquadramento num ou outro artigo da Lei é feito pelo Ministério da Cultura no momento da aprovação e informado na portaria ministerial que autoriza a captação de recursos.
Pessoa Física de natureza cultural
- 80% do valor da doação, respeitando o limite Máximo de 6% do imposto devido;
- 60% do valor do patrocínio, respeitando o limite Máximo de 6% do imposto devido;

Pessoa Jurídica
de natureza cultural
- 40% do valor da doação, respeitando o limite Máximo de 4% do imposto sobre a renda;
- 30% do valor do patrocínio, respeitando o limite Máximo de 4% do imposto sobre a renda;


LEGISLAÇÃO RECOMENDADA
- Lei nº8.313/91
- Lei nº9.532/97
- Lei nº9.874/99

- Medida Provisória nº2.228/01
- Decreto nº1.494/95
- Decreto nº3.000/99
- IN Conjunta MinC/SRF nº01/95
- Portaria MinC/nº46/98
- Portaria MinC/nº180/98
- Portaria MinC/nº219/97



O FICART permite aplicação em projetos culturais de caráter comercial, por meio de fundos de investimentos criados por instituições financeiras. Este mecanismo, entretanto, ainda não está ativado.
Para que os realizadores de projetos culturais possam receber apoio em um dos mecanismos do PRONAC, deverão antes obter a aprovação do Ministério da Cultura.

LEI ROUANET Lei nº8.313/91

É a lei que institui o Programa de Apoio à Cultura – PRONAC, cuja finalidade é a captação e canalização de recursos para os diversos setores culturais.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Representações Regionais

Representação Regional de São Paulo (acesse o site desta Representação)
Endereço: Edifício CBI Esplanada – Rua Formosa, nº 367, 21º andar – Centro
CEP: 01049-911
São Paulo – SP
Telefones: (11) 5539-6304/ 5084-0628
Fax: (11) 5549-6116
Horário de Atendimento: das 9h às 13h
Chefe da Representação: Cecilia Garçoni
E-mail:
atendimento.sp@cultura.gov.br
Representação Regional do Rio de Janeiro (acesse o site desta Representação)
Endereço: Palácio Gustavo Capanema – Rua da Imprensa, nº 16, 2º andar – Centro
CEP: 20030-120
Rio de Janeiro – RJ
Telefones: (21) 2220-6590/ 2220-4189
Fax: (21) 2220-7715
Horário de Atendimento: das 9h às 18h
Chefe da Representação: Adair Leonardo Rocha
E-mail:
gabinete.rj@cultura.gov.br
Atendimento a projetos: pronac.rj@cultura.gov.br
Representação Regional de Minas Gerais (acesse o site desta Representação)
Twitter:
http://twitter.com/mincmg
Endereço: Rua Rio Grande do Sul, 940, Santo Agostinho (mapa)
CEP: 30170-111
Belo Horizonte – MG
Telefones: (31) 3293-5713/ 3293-5796
Fax: (31) 3293-8144
Horário de Atendimento: 2ª a 6ª feira, das 9h às 18h
Atendimento Lei Rouanet: 2ª a 6ª feira, das 14h às 17h
Chefe da Representação: Aída Ferrari
E-mail’s:
PRONAC –
marcia.quintao@cultura.gov.br; fernando.guimaraes@cultura.gov.br
Pontos de Cultura - claudia.castro@cultura.gov.br
Boletim Teia Cultural – divulgacaomg@cultura.gov.br

Representação Regional do Nordeste (acesse o site desta Representação)
Endereço: Rua do Bom Jesus, 237 - Bairro do Recife, Recife – PE
CEP: 50030-170
Tel.: (81) 3194-1300 Fax: (81) 3194-1301
Horário de Atendimento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h
Atendimento Lei Rouanet: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h
Chefe da Representação: Tarciana Gomes Portella
E-mail: nordeste@cultura.gov.br
Twitter:
http://twitter.com/mincnordeste
Blog: http://culturadigital.br/mincnordeste
Representação Regional do Sul (acesse o site desta Representação)
Endereço: Rua André Puente, nº 441, sala 604 – Bairro Independência
CEP: 90.035-150
Porto Alegre – RS
Telefone: (51) 3395-3423
Fone/Fax: (51) 3395-3423
Atendimento ao Público: 2ª a 6ª feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h.
Atendimento ao Pronac: 2ª, 4ª, 5ª e 6ª feira, das 14h às 18h, e terça-feira das 9h às 12h.
Chefe da Representação: Rozane Maria Dalsasso
E-mails:
PRONAC –
atendimentopronacsul@cultura.gov.br
Pontos de Cultura – pontosdeculturasul@cultura.gov.br
Informativo Eletrônico – comunicacaosul@cultura.gov.br
Regional Sul – regionalsul@cultura.gov.br
Representação Regional do Norte (acesse o site dessa regional)
Endereço: Avenida Governador José Malcher, nº 563 – Bairro de Nazaré
CEP: 66.030-100
Belém – PA
Telefone: (91) 3224-1825
Fax: (91) 3224-0699
Horário de atendimento: das 9h às 12h e das 14h às 18h
Chefe da Representação: Delson Luis Cruz (interino)
E-mail:
regionalnorte@cultura.gov.br

Atribuições – Art. 14º do Decreto nº 5.711 de 2006

Às Representações Regionais, nas suas áreas de jurisdição, compete:
I – representar o Ministério, bem como participar da implementação e acompanhamento das políticas culturais;
II – prestar informações sobre os programas, projetos e atividades do Ministério, orientar e acompanhar sua implementação;
III – fornecer subsídios para a formulação e avaliação das políticas, programas, projetos e atividades do Ministério;
IV – auxiliar o Ministério na articulação com os órgãos federais, estaduais, municipais e entidades privadas, incluindo empresas, instituições culturais e o terceiro setor;
V – atender e orientar o público quanto aos serviços prestados pelo Ministério;
VI – prestar apoio logístico e operacional aos fóruns de política cultural;
VII – exercer as atividades de ouvidoria do Ministério da Cultura; e
VIII – exercer outras atividades determinadas pelo Ministro de Estado

Órgãos de Registro

Contatos dos órgãos de registro de obras intelectuais

Registro de Obras de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo
Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA
Endereço: SEPN – Quadra 508 – Bloco B. Edifício Adolfo Morales de los Rios Fillho – Asa Norte.
70740-542 – Brasília/DF
Telefone: (61) 348-3700/3705/3703
Fax: (61) 348-3739/3751
E-mail:
confea@confea.org.br
Sítio: www.confea.org.br
Registro de Obras de Artes Visuais
Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Endereço: Av. do Ipê 550, Prédio da Reitoria, sala 723
21949-970 – Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 2598-1649
Fax: (21) 2280-9590
E-mail:
direitos@eba.ufrj.br
Sítio: www.eba.ufrj.br
Registro de Obras Musicais
Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Endereço: Rua do Passeio, 98. Lapa.
20021-290 – Rio de Janeiro/RJ
Telefax: (21) 2532-4649 2240-1391
E-mail:
musica@acd.ufrj.br ou Harlei@acd.ufrj.br
Sítio: www.musica.ufrj.br
Registro de Programas de Computador
Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI
Endereço: Praça Mauá, 07 – Centro
20081-240 – Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 2139 3791 / 3000
E-mail:
registro_de_software@inpi.gov.br
Sítio: www.inpi.gov.br
Registro de Obras Literárias
Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional – EDA
Endereço: Rua da Imprensa, 16 – 12o. Andar – Sala 1205
Palácio Gustavo Capanema – Castelo
20030-120 – Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 2220-0039 – 2262-0017 – 2240 9179
Fax: (21) 2240-9179
E-mail:
eda@mincrj.gov.br
Sítio: www.bn.br
Representação do EDA – Brasília/DF
Biblioteca Demonstrativa de Brasília – BDB
Endereço: Av. W3-Sul – EQ. 506/507. Asa Sul.
70350-580 – Brasília/DF
Telefone: (61) 443-5669 – 443-0852 – 443-5682
Fax: (61) 443-9142 – 443-3163

Representação do EDA – São Paulo/SP
Endereço: Rua General Júlio Marcondes Salgado, 234. Campos Eliseos.
01216-001 – São Paulo/SP
Telefone: (11) 3825-5249
Fax: (11) 3826-4127
Sítio:
www.bn.br
Representação do EDA – Salvador/BA
Biblioteca Pública do Estado da Bahia
Endereço: Rua General Labatut, 27 – 3º Andar. Barris.
40070-100 – Salvador/BA
Tel: (71) 3317-6064
Fax: (71) 3328-3940

Representação do EDA – Recife/PE
Biblioteca Pública Estadual Presidente Castelo Branco
Endereço: Rua João Lira, s/n. Bairro: Santo Amaro.
50050-550 – Recife/PE
Telefone: (81) 3423 8446
Fax: (81) 3221-3716
E-mail:
direitoautoralpe@educacao.pe.gov.br

Representação do EDA – Natal/RN
Biblioteca Pública Câmara Cascudo
Endereço: Rua Pontengi, 535. Bairro Petrópolis.
59020-030 – Natal/RN
Telefax: (84) 3232-9746

Representação do EDA – Aracaju/SE
Universidade Federal de Sergipe – UFS – Biblioteca Central
Endereço: Cidade Universitária Prof. José Aluísio de Campos. São Cristóvão
49100-000 – São Cristóvão/SE
Telefone: (79) 212-6521 / 212-6528
Fax: 212-6474
E-mail:
bicen@ufs.br
Representação do EDA – Vitória/ES
Universidade Federal do Espírito Santo
Endereço: Av. Fernando Ferrari, 514- Goiabeiras – Campus Universitário.
29060-900 – Vitória/ES
Telefone: (27) 3335-2370 / 3335-2375
Fax: (27) 3335-2378 / 3335-2379

Representação do EDA – São Luís/ Ma
MAP
Endereço: Praça do Pateon S/N – Centro
65020-048 – São Luís/ MA
Telefone: (98) 3218-9961

Representação do EDA – Cuiabá/MT
Universidade de Cuiabá
Endereço: Av. Beira Rio, 3.100- Bloco F. Jardim Europa.
78015-480 – Cuibá/MT
Telefone: (65) 3615-1261 – 615-1177
Fax: (65) 3615-1176

Representação do EDA – Florianópolis/SC
Universidade do Estado de Santa Catarina – Reitoria
Endereço: Av. Madre Benventura, 2007. Itacorubi.
88035-001 – Florianópolis/SC
Telefone: (48) 3321-8020 / 3231-1590
Fax: (48) 3334-6000

Representação do EDA – Macapá/AP
Biblioteca Estadual Elcy Lacerda
Rua São José, 1800 – Bairro Central
68900-110 – Macapá/APTelefone: (96) 3212-5119 / 3212-5239


Representação do EDA – Curitiba/PR
Biblioteca Pública do Paraná
Rua Cândido Lopes 133. Centro.
80020-901-Curitiba-PR
Telefone (41) 322-9800 – 224 0575 – Ramais: 4865/4866


Representação do EDA – Belém/PA
Universidade Federal do Pará
Campos Universitário do Guamá – Prédio da Reitoria
Av. Augusto Corrêa nº 01 – 2º andar
66075-900 – Belém – Pará
Telefone: (91) 211-1436
Fax: (91) 211-1258

Registro de Domínio na Internet
CGI.Br – Comitê Gestor da Internet no Brasil
E-mail: info@cgi.br
Sítio: http://registro.br
AUTARQUIAS
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN
Presidente: Luiz Fernando de Almeida
Telefones: (061) 3414-6280 / 3414-6282
FAX: (061) 3414-6275
E-mail:
gab@iphan.gov.br

Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM
Presidente: José do Nascimento Junior
Telefone: (061) 2024-4002/2024-4005
E-mail:
ascom@museus.gov.br

Agência Nacional do Cinema – Ancine
Presidente: Manoel Rangel
Telefones: (021) 2240-1049/1030/1244
FAX: (021) 2240-3102
E-mail:
gabinete.presidencia@ancine.gov.br e agenda.presidencia@ancine.gov.br

FUNDAÇÕES
Fundação Casa de Rui Barbosa – FCRB
Presidente: José Almino de Alencar e Silva Neto
Telefones: (021) 3289-4602
FAX: (021) 3289-4690
E-mail:
fcrb@rb.gov.br

Fundação Cultural Palmares – FCP
Presidente: Zulu Araújo
Telefones: (061) 3424-0108
FAX: (061) 3326-0242
E-mail:
chefiadegabinete@palmares.gov.br

Fundação Nacional de Arte – Funarte
Presidente: Sérgio Mamberti
Telefones: (021) 2279-8004 / 2279-8003
FAX: (021) 2532-3431
E-mail:
gabinete@funarte.gov.br

Fundação Biblioteca Nacional – BN
Presidente: Muniz Sodré de Araújo Cabral
Telefones: (021) 2240-8079 / 2220-1994
FAX: (21) 2220-4173
E-mail:
presidencia@bn.br

Projeto Cultural

1.Apresentação do proponente;
2.Apresentação do projeto;
3.Objetivos do evento, projeto ou ação;
4.Público-Alvo;
5.Abrangência geográfica;
6.Contribuições do evento/ação para o segmento patrocinador;
7.Histórico de apoios anteriores e patrocínios concedidos;
8.Programação / Cronograma roteiro definitivo ou provisório;
9.Valor solicitado;
10.Estimativas de custos gerais para realização do projeto;
11.Plano de Comunicação;
12.Indicadores de Retorno / Contrapartidas;
13.Dados bancários da empresa, entidade ou instituição proponente para depósito / Aplicação Ótima nas Leis de Incentivo;
14.Potenciais patrocinadores e/ou parcerias confirmadas;
15.Identificação dos responsáveis pelo projeto;
16.Layouts ou artes finais das peças gráficas e eletrônicas de divulgação do evento/ação, com suas características técnicas e com a proposta de aplicação da logomarca dos patrocinadores e/ou futuro parceiros.

Planejamento

ETAPAS DE UM PROJETO CULTURAL
Briefing / Idéia
Planejamento
Projeto [mote e ação]
Pré-produção
Inscrição: Leis de Incentivos
Captação
Execução / Produção
Lançamento
Divulgação
Pós-Produção
Avaliação



O projeto cultural, independente de sua área, é pautado por etapas claramente definidas.
Ele nasce como idéia – briefing; o planejamento é necessário para se confirmar a idéia e tangibilizá-la; defini-se assim o projeto – assunto e área; a pré-produção é a fase em que os parceiros artísticos são envolvidos; definidos parceiros e orçamentos, passa-se à fase de inscrição nas Leis de Incentivos; a captação significa viabilização financeira; a execução ou produção envolve lançamento e divulgação. A pós-produção é marcada pelos relatórios de prestação de contas, seguidos pelas avaliações das ações.



PESQUISA NO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS
A pesquisa, durante o Planejamento, pode identificar ameaças e oportunidades, além de direcionar o trabalho. É o primeiro parâmetro para futuras comparações.
No lançamento de divulgação, é possível recolher dados e informações relativos ao público e a sua percepção quanto à ação cultural.
A avaliação é o momento onde se verifica se os objetivos foram alcançados e se houve mudança de cenário, em comparação com os dados da fase de planejamento.
Para que estas idéias sejam realizadas é necessário torná-las reais, organizando e detalhando cada item que as compõem.
A maturidade é diretamente proporcional ao detalhamento, à confirmação de execução de cada etapa e ao desenvolvimento dos parceiros. Por exemplo: uma exposição só é possível se houver a reserva confirmada do espaço via ofício. Este é um documento importante para dar concretude à idéia, e deve ser anexado ao projeto.


COMO OS PROJETOS NASCEM?
Há essencialmente duas possibilidades para a criação de projetos culturais.
Artista ou produtor > projeto existente > selecionar e adequar
Na maioria das vezes, eles são criados pelo artista ou produtor. Depois são apresentados a possíveis patrocinadores, com o objetivo de captação de recursos. Neste caso, o papel da empresa patrocinadora é selecionar e adequar para que o projeto atinja seu objetivo de comunicação.
Patrocinador > projeto específico > encomendar
Porém, as empresas patrocinadoras estão percebendo que podem ser pró-ativas em marketing cultural, definindo o que querem nos projetos, e se organizando definindo verba disponível. Neste caso, o papel da empresa patrocinadora é encomendá-los conforme as suas necessidades de comunicação.
Afinal, o segredo do marketing cultural é oferecer a opção cultural que o seu público-alvo consome.
Muitas empresas fazem patrocínio de uma forma não planejada, sem utilizar a ferramenta em conjunto com o seu MIX de COMUNICAÇÃO. Não atuam nas oportunidades de mercado, deixando de obter o maior retorno possível de um investimento cultural.

A ARTE possibilita oportunidades concretas de diferenciação por ser vasta, abrangente e universal

Planejar é não desperdiçar recursos. Sem planejamento, a divulgação da marca se faz de forma passiva.
A ação é constituída apenas por um único evento.
Se há merchandising, ele é tratado de forma isolada.
O investimento é pontual e os resultados são medidos somente pela exposição na mídia.
Este é o modo tradicional de patrocínio.
Com planejamento, a divulgação da marca se faz de forma pró-ativa.
A ação é constituída por um programa de eventos.
O merchandising é tratado pelo mix de mídia.
O investimento é a longo prazo e os resultados são medidos por uma serie de valores específicos já determinados na estratégia do planejamento.

Assim se faz Planejamento Estratégico de Patrocínio.

ETAPAS 
                                            
         
        
DESENVOLVIMENTO
PROJETO          
CULTURAL 
PRÉ-PRODUÇÃO  CAPTAÇÃO DE RECURSOS PRODUÇÃO EXECUÇÃO  PÓS-PRODUÇÃO
Planejamento  Prospecção Lançamento e divulgação Prestação de contas
Definição objetivos  Negociação Adm recursos financeiros e humanos  Relatórios gerenciais
Levantamento informações Venda        Gerenciamento produtos/serviços Clipping
Orçamentos Contrato  Gerenciamento comunicação  Avaliação
Definição parceiros  
Formatação do projeto  
Inscrição nas leis de incentivos  



Critérios de Avaliação Pesquisa

QUESTÕES IMPORTANTES PARA A EMPRESA QUE NUNCA PATROCINOU
Qual é o seu produto ou serviço?
Quais os diferenciais de sua marca?
Realiza planejamento de marketing?
Quais os públicos-alvos? Quais os objetivos de comunicação?
Quais os meios de comunicação são utilizados?
Produz brinde no final do ano? Já pensou em brindes com valor cultural agregado?
A concorrência faz patrocínio?
Já procurou diferenciar a comunicação com valor cultural agregado?
Conhece Leis de Incentivo à cultura?
Sabe quanto sua empresa paga em impostos?





QUESTÕES IMPORTANTES PARA A EMPRESA QUE PATROCINA
Qual modelo de patrocínio adotado pela sua empresa?
Patrocínio tradicional ou estratégico?
Quais os objetivos do patrocínio?
como são medidos os resultados?
Qual o balanço?
O público percebe o patrocínio e responde positivamente?
Será que é possível otimizar recursos?
A concorrência faz patrocínios em quais áreas?
Quais os diferencias em suas ações de marketing cultural?
Faz patrocínio planejado?




CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO UTILIZADOS PELAS EMPRESAS PATROCINADORAS.

O interesse pelo estudo do marketing cultural e o uso de suas ferramentas pelas empresas tem sido crescente em todo o mundo, apesar do número restrito de trabalhos brasileiros nessa área. O objetivo desta pesquisa é identificar quais os critérios de avaliação são utilizados por empresas no Brasil, para medir os resultados do patrocínio cultural. O desenvolvimento da pesquisa tem como base teórica os fundamentos de marketing cultural, patrocínio, encerrando com o tópico sobre Marketing Metrics e as medidas de desempenho de marketing. O método utilizado foi o estudo múltiplo de casos, por meio de pesquisa qualitativa realizada nas empresas: Petróleos Brasileiros S/A, Banco Real, Pirelli S/A e Grupo Pão de Açúcar. Os dados foram obtidos por meio de entrevistas semi-estruturadas em profundidade e a análise de conteúdo e documental foi realizada de forma descritivo-qualitativa. O trabalho conclui que os projetos patrocinados que apresentaram objetivos estratégicos, têm como indicador o conceito da empresa e a opinião do consumidor/mídia. Os projetos com objetivos operacionais têm como indicador os valores monetários obtidos, direta ou indiretamente.

A contribuição prática desse estudo pode ser ressaltada em duas esferas: no âmbito empresarial e no âmbito da produção cultural. A primeira justifica-se pela possibilidade de servir de ferramenta para as empresas patrocinadoras da atividade cultural, de forma a dar uma visão de como se dá o processo de mensuração de resultados do patrocínio, além de esquematizar os esforços de estudo do consumidor de produto cultural e da sua percepção do vínculo entre a obra de arte consumida e a empresa patrocinadora. Outra justificativa é a possibilidade de fornecer dados aos produtores culturais, informando os critérios de avaliação utilizados pela empresa, servindo de estrutura para elaboração de projetos culturais que sejam mais atrativos, para a obtenção de patrocínio.

É nesse contexto que este estudo foi fundamentado teórica e empiricamente, tendo como objetivo geral de pesquisa: Identificar os critérios de avaliação utilizados para medir os resultados do patrocínio cultural. Os objetivos específicos são:

a) Revelar qual o objetivo das empresas ao investir em marketing cultural;
b) Verificar se as empresas patrocinadoras de produtos culturais realizam algum tipo de avaliação do patrocínio;
c) Revelar como a empresa avalia a relação que o consumidor do produto cultural estabelece entre a obra cultural e a empresa patrocinadora.


Na última década tem se observado uma atenção maior para a mensuração do desempenho de marketing, conhecido na literatura internacional como Marketing Metrics. Entretanto, ainda é bastante incipiente a instrumentação que as empresas têm para medir o real retorno desses investimentos realizados em marketing. Os autores nessa área estão, ainda, estabelecendo construtos para serem futuramente testados.

A pesquisa em Marketing Metrics, por sua natureza e importância, tem aplicação direta em cada um dos elementos do composto de marketing das empresas. Diversas pesquisas têm sido realizadas com relação ao desenvolvimento de medidas de retorno das ações, em cada um dos elementos desse composto.

Em relação à promoção, os efeitos da percepção sobre propaganda na sensibilidade de preço.
A distribuição é um elemento bastante trabalhado na área de pesquisa em Marketing Mix Metrics, as pesquisas mais relevantes na área são relacionadas à força de vendas e serviços para o cliente.
Referente ao produto, segundo a literatura de marketing tem refletido, em anos recentes, a preocupação das empresas em relação às ações na área de lançamento e monitoramento de novos produtos, ordem de entrada no mercado, reações da concorrência, e plataforma de produtos.



Alguns estudos apontam para a mensuração do desempenho de marketing, numa visão mais ampla, tentando revelar de forma mais abrangente as possibilidades de avaliação, no contexto empresarial.






PESQUISA
A população neste estudo refere-se às empresas nacionais que participaram do PRONAC – Programa Nacional de apoio à Cultura, por meio dos benefícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura, popularmente conhecida por Lei Rouanet. A amostra foi intencional, sendo escolhidos casos julgados como típicos da população, seguindo o ranking (colocação) das empresas que mais investiram recursos financeiros na cultura, por intermédio dos referidos benefícios fiscais.

As empresas selecionadas foram as seguintes, por ordem de realização das entrevistas: Petrobrás – Petróleo Brasileiro S/A; Banco REAL – ABN Amro Bank; Pirelli S/A e Companhia Brasileira de Distribuição – Grupo Pão de Açúcar. Os respondentes das entrevistas foram identificados pelos critérios: o domínio sobre o assunto; o acesso aos dados; o poder de decisão e a responsabilidade sobre as atividades de marketing cultural.

A coleta de dados foi realizada por meio de fontes secundárias e primárias. As fontes primárias foram: artigos de revistas, reportagens de periódicos, dados estatísticos, relatórios estatísticos do Ministério da Cultura – MinC e relatórios da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet. As fontes primárias foram: entrevistas em profundidade, realizada de forma semi-estruturada Outros dados primários foram obtidos por meio da observação direta nos projetos patrocinados pelas empresas pesquisadas.





ANÁLISE DOS RESULTADOS
Os dados de cada empresa foram analisados isoladamente e seguem a estrutura de tópicos das entrevistas realizadas: descrição dos patrocínios realizados, objetivos, vínculo entre a obra patrocinada e a empresa e critérios de avaliação do patrocínio. Na análise dos dados, além das técnicas de agrupamento de palavras e categorização do conteúdo das entrevistas, fez-se uso das informações obtidas nas observações reais. Visando a um maior enriquecimento do texto, foram destacados trechos de depoimentos dos respondentes, que tiveram relevância para a análise de cada tópico. Esses depoimentos foram transcritos sem modificações, sendo mantidas as palavras originais dos respondentes.





DESCRIÇÃO DOS PATROCÍNIOS REALIZADOS
As atividades culturais patrocinadas pela Petrobrás estão classificadas em quatro grandes áreas: artes visuais, incluindo artes plásticas, cinema e vídeo, teatro, fotografia; música; patrimônio e literatura.



No Banco REAL, Os patrocínios na área cultural abrangem todos os segmentos artísticos: artes plásticas, literatura, restauro de patrimônio público, cinema, teatro, dança e música. Além das exposições, o Banco REAL patrocina peças teatrais profissionais e manifestações culturais voltadas para o público de terceira idade, com o programa “talentos da maturidade”, que visa a valorização das atividades culturais para artistas amadores desconhecidos que sejam dessa faixa etária.



A Pirelli focaliza seus investimentos culturais em duas áreas: artes plásticas e música clássica. Nas artes plásticas, a ênfase vai para a fotografia. Além disso, a empresa tem investido no acervo permanente de museus de artes plásticas, dentre os quais se pode citar o MASP – Museu de Arte de São Paulo e o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo.

O Grupo Pão de Açúcar tem no programa “Pão Music” o principal patrocínio e que exige a maior concentração de esforços e de pessoas envolvidas. Outra área de atuação é o teatro e a literatura.






HISTÓRICO E OBJETIVOS



Obrigação social
A atividade cultural realizada pela Petrobrás iniciou de forma esporádica e irregular, acontecendo em função da realização de projetos relevantes, do ponto de vista artístico, apresentados à empresa. Em 1995, um projeto serviu de referência para que a atividade passasse a ser vista de outra forma: a Exposição Rodin, no Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, que alcançou um público de 250 mil pessoas e fez com que o projeto fosse estendido à Pinacoteca de São Paulo, onde foi visitada por mais de 400 mil pessoas.

A partir desse momento, a atividade cultural passou a fazer parte do conjunto de ações que a Petrobrás realiza e que intitula de Comunicação Institucional.. A empresa vê essas atividades como uma contribuição, mas também como uma obrigação para com a sociedade, de maneira que o projeto patrocinado apresente sempre uma ligação com a educação. O sentido de responsabilidade social, observado nesses atributos, fica nítido no depoimento abaixo:

“Com todo esse problema social, de violência, a Petrobrás vai ter que entrar fundo, na periferia, na favela, trazer esse pessoal para a cultura, para o esporte, o social... é uma obrigação, principalmente para a Petrobrás que é uma estatal, a maior empresa do país.”




Mudança de imagem
Em 1990, o Banco Real iniciou suas atividades de patrocínio na área cultural, motivado pela necessidade de mudança da imagem perante a sociedade. Como forma de sedimentar esses novos conceitos e canalizar esses resultados para a melhoria da imagem, criou-se uma agência de cultura, dentro do próprio banco. Atuando em áreas diversas, a agência iniciou realizando patrocínios esporádicos, movidos por projetos de caráter relevante, do ponto de vista artístico-cultural, apresentados diretamente ao banco pelos produtores. Em 1999, com a venda do Banco Real para o ABN AMRO Bank, a imagem do banco novamente teve que ser revista, principalmente no aspecto econômico, uma vez que o perfil do cliente do banco teria que mudar, ser ampliado.






Filantropia
O marco inicial, na década de 60, foi a confecção de calendários com coleções que mostravam quadros de Di Cavalcanti e outros pintores consagrados e fotos de eventos de natureza regional. A aceitação desses calendários no meio artístico foi imediata, em função da qualidade do trabalho e da iniciativa inédita e despertou o interesse no Grupo Pirelli Internacional, que decidiu encampar a iniciativa, numa esfera mundial. Desta forma, a imagem buscada pela empresa se aproxima da visão filantrópica realizada pelas empresas norte-americanas, que escolhem a área cultural para investir em função de alguma familiaridade com a manifestação, sendo essa escolha completamente distanciada de uma visão mercadológica e da relação consumidor-empresa, mais comum na atividade de patrocínio.



No segundo motivo, o aspecto econômico-financeiro é relevante, uma vez que as atividades foram escolhidas em função do volume de custos ser reduzido, comparativamente a outras manifestações. Essa redução nos custos, ressaltada pela empresa, refere-se tanto aos custos operacionais, isto é, custos de produção da atividade patrocinada, como à vantagem financeira de investir nessas atividades em função do percentual de descontos que a Lei de Incentivos possibilita para as atividades de artes plásticas e música clássica, que é de 100% (Cem por cento) do total investido.




Agregar valor
O grupo Pão de Açúcar iniciou a década de noventa enfrentando uma crise financeira, ao mesmo tempo em que entravam no mercado brasileiro concorrentes multinacionais de grande porte, tornando o setor de varejo bastante competitivo. A partir do enxugamento da estrutura e da recomposição acionária, o grupo passou a desenvolver uma estratégia mercadológica baseada no reposicionamento da marca. Desta forma, surgiu o primeiro projeto cultural, patrocinado pela marca Pão de Açúcar, o projeto “Pão Music”. Iniciado em 1994, o projeto “Pão Music” tenta agregar valor à marca, através de conceitos como qualidade, diferencial no contato com o cliente e caráter inovador. No sétimo ano de realização, esse projeto tomou forma de programa, mantendo a mesma regularidade e qualidade nas atrações apresentadas.




Divulgação institucional
Em 1999, com o aumento do número de projetos culturais recebidos e a realização de projetos em outras áreas, além dessa, o Grupo Pão de Açúcar sentiu a necessidade de separar a atividade varejo da atividade institucional, criando a diretoria de marketing institucional. Essa área responde pela imagem das marcas que integram o varejo do Grupo. São elas: Pão de Açúcar, Extra, Barateiro e Eletro. As quatro marcas do Grupo Pão de Açúcar possuem um perfil distinto de seus consumidores. Assim, de acordo com o conceito do projeto e do seu público-alvo, o patrocínio é enquadrado em uma das quatro marcas.




Campanha promocional
No campo da literatura, o patrocínio de livros tem ocorrido de forma integrada com a área de marketing de varejo do grupo. O destaque vai para o livro “500 anos de sabor”, que comemora os 500 anos do descobrimento do Brasil através das receitas culinárias nacionais. O livro foi vendido nas lojas Pão de Açúcar, pelo valor simbólico de R$5,00, exclusivamente para clientes especiais que adquirissem o mínimo de R$30,00 (trinta reais) em compras. Desta forma, o marketing institucional alia-se ao marketing de varejo, numa tentativa de incremento de vendas e fidelização de clientes especiais.






AVALIAÇÃO DO PATROCÍNIO




A Petrobrás exige que o patrocinado forneça, no encerramento de cada projeto, um relatório com as seguintes informações:

a) A quantidade de público presente a cada evento.
b) Outro relatório exigido é o clipping resultante de cada projeto, para que se visualize a exposição que o projeto patrocinado teve na mídia e o que obteve de mídia espontânea.

A coleta de informações por parte da empresa, ocorre da seguinte forma:

a) O clipping interno, realizado com os veículos de comunicação de que a Petrobrás dispõe, demonstrando a exposição do evento e a mídia espontânea obtida. Deve-se ressaltar que o clipping realizado pelo patrocinado é na maioria das vezes mais completo e abrangente, uma vez que é realizado na mídia em geral, enquanto que nesse caso, utiliza-se somente alguns veículos.
b) clipping-pesquisa, que é uma pesquisa realizada com base no clipping, onde se faz uma classificação de valor das reportagens elencadas, de forma que essas reportagens sejam apresentadas como favoráveis e desfavoráveis, sendo possível o conceito que um determinado evento teve na mídia espontânea.
c) A receita de mídia, obtida por meio da negociação realizada pelo patrocinado, diretamente com os veículos de comunicação.
d) Pesquisa de recall, trata-se de uma pesquisa de levantamento, realizada com o público entrevistado na saída do evento, e que questiona, entre outras coisas, se o respondente lembra do nome do patrocinador do evento que acabara de visitar.
e) Pesquisa de imagem, realizada para avaliar o conceito que a imagem da empresa detém na comunidade.





O Banco REAL não exige nenhum relatório ao final do evento. Entretanto, algumas informações são fornecidas informalmente pelo produtor do projeto patrocinado:
a) A quantidade de público presente. Essa informação pode ser fornecida de outras formas, como por exemplo, a média de lotação de um teatro, ou a média de visitação diária de uma exposição.
b) Comunicação indireta. Relato de depoimentos que o grupo patrocinado recebeu do público, sobre a qualidade do espetáculo. Esses depoimentos não são formalizados, sendo mencionados verbalmente pelo produtor cultural à gerência de eventos do banco.
c) Clipping, que é apresentado com as reportagens que saíram espontaneamente na mídia, sobre o evento.

A mensuração dos resultados de um projeto patrocinado, realizada informalmente pelo próprio Banco REAL, são as seguintes:
a) Comunicação direta informal, depoimentos espontâneos, colhidos informalmente pelos gerentes das lojas e pelos funcionários do banco a respeito dos projetos patrocinados. Apesar de não serem formalizados, nem registrados de nenhuma forma, percebe-se uma valorização desse tipo de manifestação, na avaliação do patrocínio.
b) A quantidade de público presente. Essa informação é colhida no livro de assinaturas disposto na entrada dos eventos, principalmente no caso de exposições na praça de atividades do próprio banco.
c) Comunicação direta formal, resultado de opiniões de clientes registradas nos livros de assinaturas dispostos nos eventos e de cartas com considerações, recomendações e elogios sobre os eventos patrocinados.



A avaliação do patrocínio realizada pela Pirelli ocorre informalmente, por iniciativa do patrocinado e em alguns casos, por deliberação própria. As informações que são recebidas pelos patrocinados são:
a) A quantidade de público presente ao evento, que é fornecida espontaneamente pelo patrocinado, uma vez que as entidades produtoras são conhecidas e têm um histórico de parceria com a empresa patrocinadora.
b) O clipping é fornecido pelo patrocinado, mas não ocorre em todos os casos. O fornecimento desse relatório ocorre por iniciativa do próprio patrocinado, não havendo nenhum tipo de solicitação formal nesse aspecto.


Como a maior parte dos projetos patrocinados pelo Grupo Pão de Açúcar têm a área de marketing institucional como produtora, o patrocinado não tem vínculo nenhum com o retorno do projeto, uma vez que a contratação foi do artista e não do projeto do artista, como no caso do Pão Music, por exemplo. Nos casos em que existe um produtor cultural externo, são recebidos relatórios com as seguintes informações:
a) Quantidade de público, com os números totais obtidos pelo projeto realizado;
b) Clipping, com a centimetragem de mídia espontânea obtida, elaborado pelo próprio produtor e comparação com a centimetragem de mídia paga.

A comunicação direta informal é outra forma de mensuração, ocorrendo por meio das opiniões espontâneas dos consumidores, nas gerências de lojas próximas aos eventos ou por meio de telefone para o Serviço de Representação do Consumidor.

Elencados os critérios de avaliação utilizados, fez-se necessário relacionar os resultados obtidos com os objetivos buscados pela empresa, numa visão estratégica de avaliação de resultados. Assim, o objetivo global da empresa foi relacionado com os objetivos propostos e destacados os indicadores de cada critério. Essa relação pode ser melhor visualizada no quadro abaixo:






CARÁTER
ESTRATÉGICO
AÇÃO
PATROCÍNIO CULTURAL
OBJETIVO
Mudança de imagem
Agregar valor
Divulgação institucional
Obrigação social
Filantropismo
CRITÉRIO
Pesquisa de imagem
Pesquisa de imagem
Pesquisa de recall e imagem
Clipping/ pesquisa
Clipping
INDICADOR
Conceito
Conceito
Lembrança/ conceito
Opinião da mídia
Nível de exposição
CARÁTER
ESTRATÉGICO
AÇÃO
PATROCÍNIO CULTURAL
OBJETIVO
Mudança de imagem
Agregar valor
Divulgação institucional
Obrigação social
Filantropismo
CRITÉRIO
Pesquisa de imagem
Pesquisa de imagem
Pesquisa de recall e imagem
Clipping/ pesquisa
Clipping
INDICADOR
Conceito
Conceito
Lembrança/ conceito
Opinião da mídia
Nível de exposição
CARÁTER
OPERACIONAL
AÇÃO
PATROCÍNIO CULTURAL
OBJETIVO
Vendas
Fiscal/ tributário
Comunicação promocional
Objetivo financeiro
CRITÉRIO
Comparativo de vendas
Relatório contábil
Influência de compra
Resultado financeiro
INDICADOR
% incremento nas vendas
Valor nominal do benefício
Mudança no comportamento de compra
Valor real obtido

Pode-se observar que nas empresas cujo objetivo tem o caráter operacional, seja aumento de vendas, interesse fiscal ou financeiro, alguns critérios que poderiam ser utilizados como forma de mensuração da atividade como; comparativo das vendas, lucro contábil ou resultado financeiro, respectivamente, não são considerados, sendo realizados eventualmente, os critérios de quantidade de público e clipping.

Analisando o objetivo Obrigação social, pode-se observar que apesar do critério utilizado indicar a opinião da mídia, essa opinião pode diferir da opinião da sociedade em geral. Assim, o critério mais adequado seria o que demonstrasse a opinião efetiva da sociedade, anulando os possíveis filtros que possam surgir em função do contato com a mídia.

Outro ponto a destacar refere-se ao objetivo filantropismo, uma vez que o indicador obtido, o nível de exposição na mídia, é indiferente para o objetivo proposto. Nesse caso, como o filantropismo não requer contra-prestação, o critério utilizado demonstra-se inadequado e dispensável.








CONCLUSÃO
A totalidade das empresas pesquisadas reconhecem ser o patrocínio cultural uma atividade de difícil mensuração dos resultados. Observa-se um viés pessoal na definição e seleção do tipo de atividade a investir. A familiaridade que o decisão tem com determinada manifestação cultural, é um fator de influência para que determinado projeto nessa área seja priorizado, independente dos propósitos mercadológicos da empresa patrocinadora. Os objetivos que levaram as empresas pesquisadas a investir na atividade, são decorrentes do caráter estratégico e/ou do caráter operacional, e foram determinados pela própria empresa.

Quanto aos critérios utilizados, observa-se que, na maioria dos projetos, a avaliação é feita tomando por base alguns depoimentos informais do público do projeto, sendo que essas manifestações espontâneas são consideradas como uma avaliação geral e formal. Os projetos patrocinados que apresentaram objetivos estratégicos, têm como indicador o conceito da empresa e a opinião do consumidor/mídia. Os projetos com objetivos operacionais têm como indicador os valores monetários obtidos, direta ou indiretamente.

Esta pesquisa demonstrou que as empresas não avaliam os resultados do patrocínio cultural com abrangência devida e que outros recursos de avaliação, como a pesquisa de recall e de imagem, somente ocorrem em projetos que tenham exigido um considerável valor de investimento e, mesmo assim, em casos específicos. O clipping é o critério de avaliação comumente utilizado, bem como relatórios formais. Depoimentos do público, coletados informalmente, têm sido considerados como critério confiável, apesar da inexistência de procedimentos formalizados. A qualidade dos projetos patrocinados e a identificação do público com o projeto se configura como o principal vínculo constatado pelas empresas, apesar da inexistência de pesquisa que confirme esse vínculo.

Nesta pesquisa emergiram algumas questões que não puderam ser resolvidas em função de seu delineamento. A primeira questão seria a comparação, por meio de estudo similar, entre empresas de um mesmo ramo de atividade, uma vez que todas as empresas pesquisadas são integrantes de ramos de atividade distintos, impossibilitando a comparação em função da quantidade de variáveis. Uma segunda questão, seria a possibilidade de repetir esta pesquisa em um grupo mais amplo de empresas, visando confirmar se os objetivos abrangem todas as possibilidades existentes no mercado. Da mesma forma, um estudo mais abrangente poderia apontar outros critérios além dos que foram levantados, neste estudo. Num outro enfoque, estudos que possam explorar a subjetividade do processo de seleção dos projetos patrocinados, seriam relevantes. Seria interessante a replicação deste estudo em outros locais com o intuito de averiguar os resultados em culturas empresariais diferentes, bem como estudos que considerem a cultura organizacional como variável.


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Fontes: Leide Moreira Marketing Cultural, UFF – Instituto de Artes e Comunicação Social, UFPR – Universidade Federal do Paraná

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