Para quem deve estar se sentindo de saco cheio de textos
científicos ou excessivamente técnicos.
Especialmente referente a última aula de sociologia, onde
partiu-se do fato consumado de que onde há sociedade, lá também haverá conflito. Veja de onde vem a raiz desse
problema, aparentemente sem solução, segundo a visão deste pensador abaixo.
O que você esta fazendo com a sua vida?
Passagens selecionadas sobre as grandes questões que nos afligem.
Ensinar é a mais nobre das profissões, se é que se pode
chamar essa atividade de profissão. É uma arte que requer não somente
capacidade intelectual, mas paciência e amor infinitos.
Quando somos realmente instruídos, compreendemos nosso
relacionamento com todas as coisas – dinheiro, bens, pessoas, a natureza – no vasto
campo da existência.
Sei que você, jovem, pode achar difícil decidir o que de
fato ama fazer, porque quer fazer muitas coisas. Quer ser engenheiro, piloto de
aviões cruzando o céu azul ou, talvez, um famoso orador ou político, ate quem
sabe um arquivista [isso fui eu quem escreveu]. Pode querer ser pintor, químico,
biólogo, poeta ou carpinteiro. Talvez queira trabalhar com a cabeça, ou
produzir algo com as mãos. Alguma destas coisas é o que você realmente ama. Ou seu
interesse é meramente uma reação à pressão social?
Como descobrir?
O verdadeiro propósito da educação é ajudá-lo a descobrir o
que quer, para que você, quando for adulto, possa se entregar de mente, coração
e corpo aquilo que realmente ama fazer.
Descobrir o que realmente gosta de fazer exige bastante inteligência,
porque, se tiver medo de não ser capaz de ganhar a vida, ou de não se encaixar
nessa sociedade podre, nunca descobrirá. Mas, se não tiver medo, se recusar-se
a serem puxados para o caminho da tradição por seus pais, professores, pelas exigências
superficiais da sociedade, você poderá descobrir o que realmente ama fazer. Portanto,
para descobrir, você não pode ter medo de não conseguir sobreviver.
Mas muito de nos tem esse medo. O que será de mim se eu não fizer
o que meus pais querem, se não me encaixar na sociedade, perguntam-se. Com medo,
fazemos o que nos mandam fazer, e nisso não há amor, há apenas contradição, e
esta contradição intima é um dos fatores que criam ambição destrutiva.
Desse modo, a função básica da educação é ajudá-lo a
descobrir o que realmente ama fazer, para que você entregue a mente e o coração aquilo, porque isso cria
dignidade humana, varre para longe a mediocridade, a mesquinha mentalidade
burguesa. Por essa razão é tão importante ter os professores certos...
Descobrirão a resposta quando amarem o que estão fazendo. Se
você é engenheiro porque precisa ganhar a vida, ou porque seu pai ou a
sociedade esperam isso de você, esse é outra forma de compulsão, e compulsão,
sob qualquer forma, cria contradição, conflito.
Mas se você realmente ama ser engenheiro, ou cientista, ama plantar uma árvore,
pintar um quadro, ou escrever uma poesia, não para ser admirado, mas apenas
porque ama o que faz, então descobrirá que não está competindo com ninguém. Penso
que este é o segredo: amar o que se faz.
...
A verdade é o catalisador para cessar o conflito
"Em uma sociedade basicamente errada, não pode haver meio de
vida correto".
O que está acontecendo no mundo atualmente?
Nosso meio de vida, qualquer que seja, leva à guerra, à miséria
geral e à destruição, e isso é perfeitamente óbvio. Nossa ocupação, seja qual
for, contribui inevitavelmente para que haja conflito, decadência, implacabilidade e sofrimento.
Então, a atual sociedade é basicamente errada, fundada na
inveja, no ódio e no desejo de poder, de modo que cria meios de vida errados,
como as profissões de soldado, policial, advogado. Por sua própria natureza,
essas profissões são um fator de desintegração da sociedade, e quanto mais
soldados, policiais e advogados, mais evidente se torna a decadência da
sociedade. No mundo todo há cada vez mais soldados etc... e os homens de negócios
os acompanham.
Tudo isso precisa ser mudado para que seja fundada uma
sociedade correta, e achamos que essa é uma tarefa impossível.
Não é, mas somos você é eu que temos que cumpri-la.
Hoje, qualquer meio de vida que escolhamos cria infelicidade
para um outro ou contribui para a destruição da humanidade, como vemos
diariamente.
Como pode isso ser mudado?
Só haverá mudança quando você e eu não estivermos buscando
poder, quando não formos invejosos, cheios de ódio e antagonismo.
Quando, em nossos relacionamentos, causamos alguma transformação,
estamos ajudando a criar uma nova sociedade formada por pessoas que não estão pressas à tradição, que não pedem
nada para si mesmas, que não estão em busca de poder, porque são ricas por
dentro, encontraram a realidade. Só o homem que busca a realidade pode criar
uma nova sociedade, só o homem que ama pode transformar o mundo.
Quem quiser estudar sobre os fundamentos do pensamento universal, tanto do oriente quanto do ocidente, e as bases filosóficas nas quais nossa sociedade foi formulada, sobretudo na visão de grandes sábios e não somente em escolas científicas ou filosóficas e religiosas, deve considerar este link, organizado sobre a trajetória de Gurdjieff:
“ANTES de falar de minhas peripécias pela apoplética metrópole paulista, e minhas anotações sobre o evento LAZER EM DEBATE, que rolou final de semana passado, onde poucos discursos foram inspiradores, mas dentre esses em especial o de Mauricio Souza – não o cartunista da Turma da Mônica – mas um cientista artista de mão cheia, me inspirou a relatar esse pequeno artigo – embora não menos importante – a cerca do valor que se pode ter uma mensagem ou uma reunião, seja qual for o fim, devemos dar a exata noção de valor para que estes momentos sejam únicos, e que realmente valha a pena investir em conhecimento. Rompendo conceitos e definindo objetivos, deixo com a palavra o amigo Trigo, que resume com maestria os principais aspectos para se tornar uma pessoa de valor, ao invés de ‘com valor’, como resultado pode faz de seus discursos como bala, que rasga o ar e ecoa forte na memória, e faz sentido se estar vivo”.
Por Luiz Gonzaga Godoi Trigo*
Outro dia estava em uma dessas reuniões cuja finalidade é a gente se mostrar, bancar argumentos e conseguir atingir objetivos óbvios. Enfim, uma reunião mais costumeira do que deveria ser em nossas organizações. Enquanto me chateava profundamente ouvindo coisas previsíveis, comecei a reparar no discurso das pessoas e a dividir os argumentos em algumas categorias, o que me ajudou a passar o tempo e a refletir sobre nossas mazelas lingüísticas e comportamentais.
Em linhas gerais, nas reuniões, há os discursos aproveitáveis e os que ficam entre a inutilidade e o lixo execrável. Comecemos pelos ruins para terminarmos, rumo ao ideal, pelos discursos bons e exemplares que merecem ser lembrados e exercidos.
Características dos discursos inúteis, desagradáveis ou safados:
Lugares comuns - É a vala comum da mediocridade. São preposições infantilizadas, estereotipadas, repetitivas e, portanto, chatíssimas para quem terminou pelo menos uma graduação. Denota falta de criatividade e de pensamentos próprios.
Elogios gratuitos ou filisteísmo - Filisteu é o povo não semita, inimigo dos hebreus, do Antigo Testamento. Atualmente significa pessoa inculta cujos interesses são vulgares ou convencionais, uma pessoa sem inteligência ou imaginação. Um bom exemplo são os puxa-sacos descarados, muito à vontade no seu papel de capacho, bem limpinho, que protagonizam essa categoria.
Auto-elogios - É quando a conveniente bonomia se volta para si mesmo. Através de indiretas e raciocínios tortuosos a pessoa acaba por se vangloriar, aparentando humildade e sem interesse, claro, mas deixa em público os rastros de sua pretensa magnanimidade e competência. Em geral esses auto-elogios trazem doses generosas de má-fé.
Auto e inter-referências - É uma mescla dos elogios aos outros com os elogios a si mesmo através da mediação de outras fontes: pessoas, textos, filmes, citações etc. Isso é também chamado de cabotinismo, ou seja, alguém presunçoso, vaidoso, afetado, que tenta atrair a atenção para si mesmo a qualquer preço. Já vi gente se auto-intitular "líder do grupo", "exemplo de vida", algo desnecessário e patético. Com a Internet é cada vez mais fácil se auto-vangloriar, mas tudo se dilui no volume da rede. Em uma reunião isso é tão sutil quanto um pinico na cristaleira.
Lamúrias e lamentações - Uma reunião não é terapia de grupo ou sessão de auto-ajuda para tentar justificar as próprias mazelas pondo a culpa nos outros, na organização, no governo ou nos alienígenas. Se houver carências (sempre há, de alguma forma) seja direto e sugira alguma medida razoável para resolver ou melhorar a situação. É contraproducente se justificar através dos problemas alheios além de demonstrar ressentimento e pouca estabilidade emocional.
Emocionalismo enfadonho - Na falta de sólidos argumentos e fatos comprovados, as lamúrias se aprofundam rumo à irracionalidade, ao saudosismo, aos questionamentos emocionais calcados num sentimentalismo rudimentar. É uma categoria diretamente relacionada às lamúrias.
Adjetivos exuberantes - Os termos mais comuns geralmente são: intensamente, extremamente, muito grande, muito consistente, postura pró-ativa, contextualizador e por aí vai. Esses adjetivos ou expressões são acompanhados por uma voz emocionada, postura corporal sofrida tentando demonstrar o esforço que a pessoa faz - ou pensa que faz, ou quer enganar que faz - para exercer suas tarefas e comprovar seus feitos, sempre os mais elevados e árduos.
Enrolação - Isso é tergiversar, ou seja, usar evasivas ou subterfúgios, procurar desculpas. Ou ainda usar velhos argumentos ou textos, amplamente conhecidos por todos, para ganhar tempo, espaço e importância na reunião ou através dessas manobras, fugir do assunto principal.
Relativizar para neutralizar - "Se temos problemas os outros também os tem, e piores que os nossos". Ou então, "A baixa produtividade de nossa empresa faz-se no contexto da crise internacional e considerando suas consequências, nosso desempenho nem foi tão ruim assim..." É algo como um erro justificando o outro, não cola.
Mas nem só de bobagens, de ressentimentos ou de má-fé vive o mundo do trabalho. Nas reuniões também ocorrem momentos de lucidez e dignidade discursiva.
Característica dos discursos produtivos e bem fundamentados
Objetividade - Direto ao ponto, sem rodeios, desculpas ou enrolação. As equipes mais eficientes e eficazes não falam desnecessariamente, mas usam seu tempo para preparar reuniões objetivas e poderem discutir suas táticas e estratégias visando ação. Ram Charan denomina essas qualidades de poder de "execução", título de seu livro a respeito.
Brevidade - Diz a lenda que o finado Mário Covas foi a um evento contra a vontade porque tinha outros compromissos, mas prometeram uma cerimônia rápida. Um político menor, que falou antes dele, se estendeu muito mais do que o combinado. Na sua vez o governador pegou o microfone e disse: "Há dois tipos de discurso, os longos e os bons. Declaro inaugurada a obra, obrigado". Uma boa reunião é uma reunião rápida, que cumpra a agenda e traga bons resultados.
Discurso lógico e articulado - Argumentos baseados em fatos, dados e informações expostos com um método simples (introdução, desenvolvimento, referências e conclusão) e articulado com outros argumentos relacionados e que se complementam.
Exemplos e fatos relacionados - É a lógica, a coerência e a fundamentação da reunião. Os conceitos, ideias, fatos e exemplos surgem numa ordem que facilite a compreensão dos assuntos tratados, possibilita que as referências dadas sejam posteriormente comprovadas através das fontes bem explicitadas e que tudo garanta uma organicidade à pauta tratada e às decisões tomadas.
Clareza nos argumentos - Aí entra a logística. Uma boa reunião é preparada antecipadamente com documentos (digitais ou impressos) distribuídos a todos(as) para que o encaminhamento seja ágil, racionalizado e eficiente.
Humor na medida certa - Sem cair no relaxo total ou no cinismo deslavado, pitadas de humor são importantes para quebrar o formalismo e especialmente arrasar os emocionalismos, cabotinismos e outras mazelas já relacionadas. Nada como o humor para expor a má-fé, para expurgar ressentimentos, para ridicularizar os pretenciosos e convencer os inteligentes. Conheci um diretor de empresas que era autoritário e centralizador, porém muito correto com as pessoas e as reuniões eram quase uma stand up comedy protagonizada por ele, se bem que às vezes a coisa desandava mas, no geral, as reuniões garantiam ótimas risadas e comentários espirituosos.
Bom senso - Isso evita muitos aborrecimentos, atrasos e confusões desnecessárias. Algumas pessoas atingem mais facilmente sua compreensão; outras, demoram para entender que o bom senso facilita a vida do grupo; e outras, infelizmente, serão sempre carentes dessa qualidade relativamente rara em nossas organizações.
Tenham ótimas reuniões.
Contato
trigo@usp.br
www.luiztrigo.blogspot.com
*Luiz Gonzaga Godoi Trigo é escritor, pesquisador e professor associado à Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo.
Amor e Ódio – Uma reflexão sobre viver a vida intensamente.
Primeiro devo dizer que atualmente não odeio nada, porque estou aprendendo a enfrentar as coisas que me incomodam para, quem sabe um dia, usar este aprendizado no jogo de cintura que preciso na vida.
As vezes sinto que estou no último banco do ônibus ou no fundo da sala de cinema - você sabe que está ali para se divertir, mas quando está lá se cansa rápido e, após constatação de tédio total, se pergunta:
- O que estou fazendo aqui?
Acho que isso vale também na questão das baladas. Primeiro, que eu falo por mim e não por todos, então não estou aqui pra ser unanimidade e nem para agredir ou concordar com ninguém. Acredito que balada pode significar muita coisa diferente para diferentes estilos de pessoas, grupos sociais e regiões do país, já que somos continentais. Posso ir pra uma ‘baladjinha’ e ficar amarradão, e também posso acordar no dia seguinte e dizer – que merda que eu fui fazer naquele lugar?
Mas no final das contas, nenhuma opinião pode ser concreta sem a radicalidade da experiência. Então vá lá e tire suas próprias conclusões, de preferência acompanhado de pessoas interessantes.
Com o tempo a gente vai ficando mais seletivo e cansado da repetição. Eu sou um apaixonado pela vida e pelas pessoas, gosto de saber o que elas pensam e seus estilos de vida, então não me importo com quem vive a vida no limite, ou fica na balada até o bagaço da laranja. Prefiro até ficar atrás das lentes, só na observação. Interajo com pessoas diferentes de meu estilo, mas sou bastante reservado, procuro não expor tudo o que sei para qualquer pessoa, a menos que ela me comova.
Agora, por outro lado, como bom escorpião, gosto de “provocar este povo” para que eu encontre alguma coisa que valha a pena participar. Eu vim aqui pra aprender e não para julgar. Meu caminho eu mesmo faço a partir da experiência incrível que é estar vivo nesta selva de seres que lutam pela evolução. Mas este caminho é estreito e perigoso e não será explorado por todos, daí a vida seleciona quem seguirá a diante.
Onde você tem plantado suas sementes?
Eu prefiro semear para o jardim eterno do que, simplesmente aproveitar o dia com excessos, ter uma vida breve e regada de fantasia, drogas lícitas e euforia. Sou Hedonista Natural e apesar disso não considero que tudo me convém, o meu Carpe Diem é V.I.P, ultra - mega selecionada colheita, evito gastar meu tempo com coisas inúteis, recompensas e prazeres imediatos tendem a seres arruinados no futuro, veja quantos reinos e civilizações desapareceram, a história nos adverte.
Mas como tudo lhe é lícito, faça suas escolhas, porque o meu objetivo pode ser diferente do seu e vice-versa, e gosto não se discute, se lamenta. Você decide qual pílula tomar, azul ou vermelha, e ver a ‘Matrix’ sob pontos de vista diferentes, numa analogia ao primeiro filme da série que narra as escolhas e as conseqüências das decisões que todos devem tomar ao longo da vida.
Parece-me que há uma grande dificuldade nas pessoas de entender e amar o próximo em condições de evidente diferença. Estamos todos aqui pra relacionamentos e aprendizado, as escolas de hoje e de ontem falharam em nos ensinar como se relacionar de forma harmoniosa, sem preconceitos, aliás, é isso o que mais vemos no mundo hoje. Por um lado estamos tendo oportunidade única de se comunicar e obter conhecimento, por outro lado, nossa arrogância, nossa vaidade, nossa sociedade nos limita e nos ensinam as coisas erradas, temos assim uma falsa idéia da realidade e tomamos como certo essa imagem destorcida da vida. A verdadeira liberdade só pode ser adquirida por aqueles de mentes verdadeiramente livres.
Um grande começo pra virar esse jogo poderia ser um aperfeiçoamento no método e nas experiências dos relacionamentos, buscando em primeiro lugar um verdadeiro conhecimento de Si em detrimento de projeções ilusórias dos EUs, carregados e influenciados cada vez mais por imagens numa sociedade moderna, mutante, veloz e midiática. Onde os valores humanos e conceitos morais são estimulados em comerciais, programas de TV, técnicas sofisticadas de segmentação, classificação de grupos e segmentos sociais, tudo batido em alta velocidade no liquidificador e empurrado goela abaixo dos espectadores.
Cada vez mais vejo pessoas nas ruas que parecem terem saído de dentro de um comercial da TV, de um clipe da MTV, ou de um seriado ou dramalhão da TVBobo, ops, TVGlobo. Daí as 'Raves', baladas homéricas, os sanguinários noticiários da TV, violência, mentira, disputa por poder, corrupção, desequilibrados sociais e morte, são apenas o reflexo do lixo produzido por este estilo de vida do capital canibal. Viagem total.
Mas nem tudo está perdido. “Ainda consigo ver ‘ilhas paradisíacas” num mar turbulento, pessoas engajadas em melhorar sua vida e o mundo a sua volta”.
Nada muito radical porque defensores do meio-ambiente tornam-se radicais hippies modernos, anti-terroristas tornam-se caçadores vigilantes ditadores revolucionários, protestantes e fiéis tornam-se fanáticos religiosos, ou seja, aquilo que você tanto combate ou teme, acaba fazendo parte de você. Estes ideais acabam retornando inversamente em igual ou maior intensidade àqueles que os combatem. Isso acaba acontecendo quando sentimentos de ira, inveja, raiva, cobiça, vaidade se apoderam de nossos pensamentos, um leque vasto de mazelas de um inferno dantesco.
Um bom caminho para se juntar ao ‘grupo do bem’, no meu caso, é abrir a mente e estar sempre atento às informações e influencias que o atingem durante o seu dia e ao longo de sua vida. A partir do momento que você se torna um observador da vida, começa a entender como as coisas simples funcionam, porque o mundo é como é, porque estamos aqui e para onde queremos ir... Leia e informe-se sobre a história e a evolução de determinado grupo, lugar, pessoas, comportamento... E depois de ter lido e se informado, vá lá e se lance no meio da experiência que é estar vivo e aprenda tendo em mente ser simples, não causar danos as coisas e pessoas que lhe circundam, pois assim como a natureza ensina sem te agredir, assim também as pessoas não lhe agredirão, amenos que você esteja no lugar errado fazendo a coisa errada, então elas se voltarão contra você, assim como a força da natureza também ira te engolir com a ira de mil soldados enfurecidos.
Experimente a vida ao lado de pessoas sabias e procure uma boa referencia na sua vida, um mestre, um bom pai, um bom amigo, um relacionamento verdadeiro, e coloque os seus valores na relva simples e humilde, e comece a ver a vida em sua plenitude e simplicidade, e todas as coisas ficarão evidentes, cheia de significado e equilibrada.
Temos a tendência de projetar nossos desejos, frustrações e ideais nas pessoas que nos cercam. E isso tudo não passa de ilusão, assim como nossa vida toda não passa de ilusão, se não procuramos dar um significado mais amplo, verdadeiro, harmonioso, justo, próspero, repleto de paz e amor. Diferentemente do que o mundo capital prega, com sua ilusão de sucesso e felicidade.
Faça uma reengenharia no seu modo de viver, de pensar, de sentir, e o mundo a sua volta ficará melhor, as pessoas serão melhores, a vida será mais repleta de coisas interessantes para fazer, e as baladas, quem sabe, serão transformadas em momentos únicos de comunhão com os irmãos, para festejar e celebrar a vida, a natureza, o Pai, a Mãe, e a irmandade dos Filhos da Luz!
Para mais informações e troca de idéias sobre alguns destes conceitos, envie um comentário no meu blog, e fique a vontade para expressar-se!
Yhwh Shalom, Aloha, Namastê Positive vibration
Leonardo de Barros
As lições de alguns mestres
Todos ao nascermos, ganhamos um espelho.
Este espelho é, então, colado no nosso peito. E assim vivemos toda a nossa vida, refletindo o outro e vendo no (espelho) outro o nosso reflexo.
Como está sua imagem no espelho?
Hermann Hesse disse: "Se você odeia uma pessoa, odeia algo nela que faz parte de você. O que não faz parte de nós não nos incomoda."
Viver considerando isto vai desenvolvendo nossa compaixão, nossa tolerância, nossa empatia e nossa solidariedade para com as nossas fraquezas e dificuldades e as dos outros.
100% do que somos e vivemos (inclusive o que supomos ser acidentes) é fruto de nossas escolhas e opções. Conscientes ou inconscientes.
Desta ou de outras vidas. Viver consciente disto desenvolve nosso discernimento e nossa responsabilidade para com a vida, com as pessoas e com nossas atitudes.
Livre-se da culpa. A única função da culpa é manter sua auto-estima baixa (por isso algumas religiões fomentam a idéia da culpa para assim manter poder). Transmute a culpa por responsabilidade. Ninguém é culpado de absolutamente nada, mas todos são completamente responsáveis por tudo.
Viver assim te torna mais atento e cuidadoso para com toda a existência.
Desenvolva a aceitação. Sempre que entramos em contato com alguma dificuldade ou fraqueza nossa,a través de alguém ou de alguma circunstância, normalmente o primeiro impulso da mente/ego é: Ou nos defendemos, negando e resistindo a entrar em contato (muitas vezes entrando na irritação e na revolta, geralmente imputando a culpa a alguém ou a alguma coisa). Ou entramos na condição de vítimas, mergulhando na baixa auto-estima. Aceite sua natureza humana como ela é e aceite também a sua sombra. Entenda que você está aqui na Terra para aprender e expandir sua existência.
Um Mestre hindu falou: "Errar, ter defeitos, falhas, fraquezas, é seu direito. Trabalhar para mudar isso tudo é seu dever".
Tudo no Universo tem duas polaridades: yin/yang, masculino/feminino, positivo/negativo, etc. As emoções e os sentimentos também têm duas polaridades: o outro lado da tristeza é a alegria, do medo é a coragem, da raiva é a energia de realização, do ódio é o amor e o perdão, da ansiedade e da angústia é a calma e o equilíbrio, da baixa auto-estima é a confiança em si mesmo, enfim, nosso grande trabalho de transmutação é estar constantemente reequilibrando estas polaridades. Os hindus diriam que devemos estar sempre transmutando Tamas e Rajas em Sattwa, isto é, trazendo sempre os pensamentos, sentimentos e atos densos, limitadores e negativos, para as freqüências mais sutis.
Viver assim economiza um bocado de energia. Considerando que tudo na vida é passageiro, é mais inteligente procurar mudar a polaridade das coisas e dar a volta por cima do que ficar naufragando constantemente nos mesmos padrões psicoemocionais.
Desenvolva a neutralidade e a observação. Os índios chamam isto de "visão da águia": sair voando de dentro do burburinho dos eventos e, de cima, com uma perspectiva ampla, observar os acontecimentos sem identificação ou julgamentos.
Ou, em outra comparação: sair de dentro do rio caudaloso de nossa vida - onde estamos imersos até o pescoço - sentar na margem e observar. Quando dentro do rio, imersos até o pescoço, qualquer ondinha nos parece um vagalhão, mas quando nos sentamos à beira do rio, a ondinha novamente vira ondinha, e aí podemos ter uma perspectiva mais correta e um envolvimento menos sofrido com as coisas. Isto desenvolve uma profunda consciência da relatividade dos pontos de vista e, por conseguinte, o redimensionamento da nossa identificação e envolvimento com a transitoriedade da vida.
Evite as comparações. Lembra do "jardim do vizinho é sempre mais bonito?" Ledo engano! Grande armadilha!
Mal sabemos que o vizinho ao olhar nosso lado também pensa a mesma coisa sobre algum aspecto de nós...
Considerar este fato te livra do peso dos julgamentos alheios e te torna mais centrado em teu próprio eixo.
Os hindus dizem que todas as doenças que existem - sejam físicas, emocionais, psíquicas ou energéticas - derivam, de uma forma ou de outra, de uma única doença:
“a ignorância de nossa natureza real, a Unidade (eles chamam esta ignorância de avidya e a Unidade de Brahman). Toda a criação é uma grande web onde tudo interage, interdependente e holográfico. Realmente não estamos irremediavelmente presos a tempo e espaço e às três dimensões (não só as antigas tradições, mas a física quântica atual afirma amplamente esta questão).
Considerando nossa natureza una, saiba que não há nada fora de você que você precise obter que já não tenha. Está tudo dentro de você, todo o Universo. Você apenas precisa relembrar sua natureza original, que está pulsando em cada partícula do Universo, em cada pessoa, em cada ser de cada reino. Todo amor, paz e felicidade já estão dentro de você, sempre. Você decididamente não é um pecador. Você não é uma pedra bruta que precisa ser lapidada. Você já é uma jóia pronta, maravilhosa, só que recoberta pela poeira desta ignorância primordial. Passar a considerar estas verdades milenares em nossa vida cotidiana desenvolve nossa co-participação consciente no Universo nos seus mais diversos níveis de existência. Todo o Universo é consciente! Cada pessoa, cada animal, cada planta, cada pedra, cada célula, cada átomo, cada galáxia... A consciência não é um privilégio do cérebro humano, que é apenas um dos veículos onde esta Consciência se expressa. Esta é a chamada onipresença e onisciência de Deus. Os índios têm formas sofisticadas de entrar em contato e interagir com a consciência subjacente à Natureza. Viver considerando este fato torna tua vida muito mais respeitosa, consciente e responsável.
Quando a vida nos apresenta algum evento desconfortável, algum obstáculo ou algum confronto, normalmente o que é acionado em nosso corpo/mente é o "automático" lutar ou fugir. A adrenalina está sempre pronta para desencadear ação. Mas a verdade é que na maior parte das vezes não seria necessário lutar nem fugir, bastaria relaxar e observar, e a partir daí agir com consciência, ou então deixar os acontecimentos se desenrolarem naturalmente. Vamos investir mais nas endorfinas! Desta forma, em todos os níveis e setores da nossa vida, podemos integrar firmeza e simultaneamente relaxamento - só firmeza gera rigidez e só relaxamento gera moleza! Adote a pergunta:
"O que é que eu tenho que aprender com isso?".
Todas (todas mesmo) as coisas que nos acontecem, vem para nos ensinar. A vida está sempre fazendo suas arrumações para que possamos aprender e evoluir. Por isso alguém já disse:
"Cuidado com o que você deseja, pois pode acontecer!".
Nós costumamos achar que quando pedimos a Deus alguma virtude, Ele vai milagrosamente introduzir esta virtude em nossa mente e de repente ficamos pacientes, ou disciplinados, ou tolerantes. Provavelmente o que a vida fará é te proporcionar situações que vão te fazer desenvolver aquela virtude.
Se você pediu paciência, provavelmente vai atrair pessoas que vão te fazer perdê-la, e aí é que estará o seu aprendizado. Então, sempre que as pessoas ou as circunstâncias te trouxerem desconfortos ou incômodos, ao invés de se revoltar, se ofender ou se entristecer, ou ainda, achar que a culpa é do outro, pergunte à Vida o que esta situação está te obrigando a trabalhar, que virtudes e qualidades você está tendo que desenvolver para lidar com isso de forma harmônica e equilibrada. Este procedimento com certeza vai aumentar enormemente a qualidade de nossa consciência e a conseqüente percepção dos movimentos da vida e do seu sentido. Gastamos grande tempo mental ficando angustiados por um passado que não podemos mais mudar e/ou ficando ansiosos por um futuro que ainda não chegou.
Outras grandes partes, ainda, gastaram sonhando acordados, delirando os nossos sonhos e desejos. E aí duas coisas ocorrem: sobra pouco tempo para a consciência do aqui-e-agora, o presente, que é onde efetivamente a vida acontece; ou quando precisamos da mente para as coisas que ela foi feita para funcionar - a nossa vida humana diária - esta mente tem dificuldade em se concentrar, em estar presente, inteira, poderosa, centrada. Concentrando- nos no presente desfrutamos mais da vida. A meditação é um ótimo treinamento para aprender a viver no presente, nos livrando das "pré-ocupações" e desenvolvendo uma mente verdadeiramente eficiente.
Infelizmente, ainda vivemos sob a ideologia do "ganha-perde", ou seja, temos muito incutido em nossa cultura a idéia de que para alguém ganhar, alguém precisa perder. É assim que se construiu, por exemplo, o sistema capitalista. Também é seguindo esta filosofia que se está destruindo nosso planeta. E desse ganha-perde que estão impregnadas as nossas relações. Não só no sentido profissional e financeiro, mas também no emocional e no afetivo. É urgente reimplantar- se o "ganho-ganha" nas relações interpessoais e nas relações do homem com a Natureza. Não existe nenhuma possibilidade de ganho real para nada nem ninguém, em nenhum setor da vida, se este ganho for obtido em detrimento da perda de alguém ou de alguma coisa. Na visão oriental, o Karma Yoga é a técnica que visa reeducar o homem e a sociedade para a verdadeira forma de ganhar. Este procedimento simples pode transformar toda a perspectiva que temos em relação à vida, entendendo e vivendo na prática a grande lei universal de causa e efeito.
Atente para a sincronicidade.
Uma escritura hindu diz: "Nenhuma folha de grama se mexe sem uma razão". Nada é casual, mas tudo é intrinsecamente causal. Outro Mestre disse : "nós falamos com Deus através da oração, e Ele nos fala através da sincronicidade". O Dr. Jung percebeu que era esta qualidade da Criação que fazia com que as artes divinatórias (I Ching, Tarot, Runas, Búzios) funcionassem.
Todo o Universo é Um, portanto tudo é inter-relacionado. E a Lei do Karma é quem disciplina este inter-relacionamento. Atente para os sinais! O tempo todo o Universo está interagindo com você! Estar atento à sincronicidade desenvolve a intuição e a expansão da percepção do movimento consciente e multidimensional do Universo.
E finalmente, sobretudo, "não faças ao outro o que não queres que te façam" ainda é a regra de ouro. Viver integralmente assim te torna efetivamente consciente, pleno e equilibrado.
Independente de filosofias, diferenças entre os povos do oriente e ocidente, religiões ou crenças, o que vale aqui neste relato é a tolerância entre as pessoas e suas diferentes formas de se manifestar, pensar, sentir e divertir-se.
Para mudar o mundo, comece mudando você!
God Bless you!
Not require that people can not give;
The closest they are the biggest disappointments they´re give;
How can you require affection if they are at war with themselves;
Promote peace and unconditional love without expecting return on what you do.
The lips of the righteous teaches many; But fools die for want of wisdom; The rich man’s wealth is in the city; Vexation of the soul is vanity; Destruction of the poor is their poverty; The poor man’s wealth is in a holy, holy place; Why do you fight eachother; Why do you kill your brother; Then your reward will be the cemetery!
IS a highly experienced commercial photographer specialising in conceptual still life shots and lifestyle. Involved into the world of Photography since the age of 13, he loves the chance to tell stories through the images he creates. A lot of warm and vibrant colours are the unmistakable elements of his style. He became a member of Melbourne Advertising And Design Club (MADC) in 2007 and a member of Australia Commercial And Media Photographers (ACMP) in 2008, establishing his base in the Studio at Aileen Ave, Melbourne, Australia.
His clients include:
Caesar Park Hotels, Marriot, Sofitel, Intercontinental, WeatherFord, Coca-Cola, Heineken, Perrier, Domino’s, L’oreal, Maybelline, Toga Hospitality Group, Schweppes, Best Western, ABN Amro-Bank, BayView, Quest and Ballantine’s.
Mauro Risch begun his career as a commercial photographer in 1983. The company, Artephoto Studio, based in Rio de Janeiro, was awarded the “studio of the year” for three consecutive years in the mid 90‘s. In 1996 Mauro Risch received his first Cannes Lion award, with the campaign for Insetisan. The NY Festival, The London festival, CCSP, CCRJ and other international awards were attributed to Mauro Risch. Five different campaigns have been published on the german’s Archive Magazine, for clients such as Coca-Cola, Raid and Esso.
Since than, we went all the way to digital capture. Our first digital capture was a scanning back from Dicomed, lately called BetterLight (California). It had the amazing capacity of capturing 129MB files. It was 1995 and we were using a 4x5’ Sinar camera and a Mac. These days we are able to capture 1GB files with the scanning backs for product and still life shots, and 100MB files for people and moving objects with the hasselblad backs. Today, the files can be delivered through our FTP Site, where the clients can access and download their final images. It’s been a very good marriage so far.
Awards
1993/94/95 – Colunistas, Grand Prix, Best Photography of the Year Award
1996 – Cannes Bronze Lion AWARD
1997/98 – Art Directors Club NY – finalist(x2)
2001 – London Festival finalist
2000/02/03 – Luerzer’s Archive Magazine publications (x5)
2004 – PRINT magazine photography award
2005 – Adobe Photographers index
2006 – Sao Paulo Bienal, 3 pieces
2008 – Spider Awards finalist
2009 – Photography Masters Cup award
2009 – Hasselblad Masters Award finalist
2009 – Hasselblad Masters Exhibition – Hong Kong, New York, Kopenhagen & London
2010 – OneEyeLand photographer of the month - February
2010 - PMA exhibition - 4 pieces
2010 – OneEyeLand photographer of the month – July
Mauro Risch é um fotógrafo muito experiente comercial especializado em fotos still life conceptual e estilo de vida. Envolvido no mundo da fotografia desde os 13 anos de idade, ele ama a oportunidade de contar histórias por meio das imagens que ele cria. Um monte de cores quentes e vibrantes são os elementos inconfundíveis de seu estilo. Ele se tornou um membro de Melbourne Publicidade e Design Club (MADC) em 2007 e membro da Austrália Comercial e Media Photographers (ACMP), em 2008, que estabelece a sua base no Studio de Aileen Ave, Melbourne, Austrália.
Seus clientes incluem:
Caesar Park Hotels, Marriot, Sofitel, Intercontinental, Weatherford, Coca-Cola, Heineken, Perrier, Domino's, L'Oreal, Maybelline, Toga Hospitality Group, Schweppes, Best Western, ABN Amro-Bank, BayView, Quest e Ballantine's.
Mauro Risch começou sua carreira como fotógrafo comercial em 1983. A empresa, Artephoto Studio, sediada no Rio de Janeiro, foi agraciado com o estúdio "do ano" por três anos consecutivos, em meados dos anos 90. Em 1996, Mauro Risch recebeu seu primeiro Leão de Cannes, com a campanha para Insetisan. O Festival de NY, o festival de Londres, CCSP, CCRJ e outros prémios internacionais foram atribuídos a Mauro Risch. Cinco diferentes campanhas têm sido publicados sobre a alemã Archive Magazine, para clientes como Coca-Cola, Raid e Esso.
Desde então, percorremos todo o caminho até a captura digital. Nossa primeira fotografia digital foi feita com um chassi digital da Dicomed, recentemente chamado BetterLight (Califórnia). Ela tinha a incrível capacidade de capturar imagens 129MB. Era 1995 e estávamos usando uma câmera 4x5 "Sinar e um Mac. Nstes dias nós éramos capazes de capturar arquivos de 1GB com o chassi de digitalização para produtos e ainda fotos de vida, e 100MB de arquivos para as pessoas e objetos em movimento com os chassis Hasselblad. Hoje, os arquivos podem ser entregues através do nosso site FTP, onde os clientes podem acessar e baixar as imagens finais. Foi um casamento muito bom até agora.
He used to work with: 35mm Contax G2 body + motor driver
lens 16 to 180mm Mamiya RZ67PROII
Lens 50 to 110mm
120 backs (6x6 6x4.5) and Polaroid Cambo 4x5 8x10
Lens 65 to 360mm
And Polaroid back Sinar 4x5
Lens 90 to 120mm Dicomed Digital Camera Back Apple Macs CPUs
Variety of Lighting systems
Leonardo Vilela
Platinum A Platinum surgiu em 1993, com um modesto estúdio de fotografia de produtos no Catete, onde, por influência do fotógrafo Milton Montenegro, de quem fui assistente por três anos, dei meus primeiros passos na pós-produção (manipulação digital).
Em 1997, Flávio Albino se juntou à Platinum e passou a assumir a coordenação da área de pós-produção, dando caráter profissional ao setor. Em 2001 foi a vez de Luciano Honorato assumir e desenvolver a área de 3D e ilustração, completando o terceiro setor e transformando a Platinum no que ela é hoje. Basicamente temos a área de fotografia, pós-produção e 3D, seguidas de atendimento, financeiro e jurídico.Gostamos de pensar que o diferencial da Platinum é seu “staff”. Pessoas altamente competentes, com formações diversas que influenciam de maneira efetiva na produção das imagens, sejam em 3D, foto ou pós-produção. Não temos baias separando as pessoas e ninguém é “dono” de um trabalho. Todos interferem, acrescentando com suas opiniões, que são acolhidas, ou não, por todos. Temos atuado no mercado português, divulgado nossos trabalhos em São Paulo e outras capitais das regiões Sul/Sudeste
Como se deu a entrada em Portugual?
O que ocorreu, inicialmente, foi a transferência do Diogo Mello – diretor de arte brasileiro – para a BBDO Lisboa, que nos encomendou um trabalho que havia orçado em Londres e Paris. Lá os custos foram muito acima do budget do cliente, isto em função da metodologia que pretendiam usar (maquetes). Como o Diogo, antes de se transferir, tinha tido a oportunidade de ver alguns trabalhos nossos de fotos combinadas com 3D, pensou que este processo seria um bom caminho, e estava certo: fizemos um “Pinball” com cinco variedades de terrenos (desertos, montanhas, rios, florestas, entre outros) todos integrados entre si e com qualidade de fotografia.
Flávio Albino - E o resultado foi a conquista pela BBDO, após cinco anos de jejum, dos prêmios de melhor anúncio do ano em Portugal, melhor Direção de Arte (Diogo Mello), medalha de prata em NY Clio, entre outros. Daí em diante, as coisas foram acontecendo naturalmente, de boca em boca, via site também, culminando com a inclusão para o acervo permanente do Louvre, da imagem "Canguru" , também honrada com a medalha de Ouro no NY Festival - realizada também para o Diogo da BBDO Lisboa - e da escolha da imagem “Metro” pela revista Photo District News, PDN (a mais importante publicação de fotografia digital profissional) entre as dez melhores imagens de 2004.
A Platinum foi pioneira no Brasil, o conceito de fotografia digital integrado. Esta técnica consiste em utilizar todos os recursos disponíveis em uma composição de imagem, como fotografia, ilustração, 3D e CGI, misturando tudo, perfeitamente juntos.
Hoje, Platinum está operando com uma equipe de treze artistas, com antecedentes diffferent.Graças a esta diversidade, a Platinum tem recebido reconhecimento nacional e internacional, uma de suas imagens, o canguru, é agora parte do Museu do Louvre arquivo permanente. Ao longo dos anos tem colecionando prêmios importantes, inclusive, cinco Linos em Cannes, festival três Clios NY, Londres, três prêmios do festival, e duas medalhas de ouro em EPICA, Premier Creative Awards da Europa.
Masters of Photography
Platinum pioneered in Brasil, the concept of integrated digital photography. This technique consists in using all available resources on a image composition, such as, photography, illustration, 3D and CGI, mixing all, seamlessly together.
Today platinum is operating with a staff of thirteen artists, with diffferent backgrounds. Thanks to this diversity, Platinum has been getting national and international recognition, one of it´s image, the kangaroo, is now part of the Louvre Museum permanent archive. Along the years Platinum has been collecting important awards, including, five linos in Cannes, three NY festival Clios, three London Festival awards, and two golds on EPICA, Europe´s premier Creative Awards.
How take english lessons for free with a little kinda of pleasure
Como ter aulas de Inglês gratuitamente com um pouco de prazer.
Escrever aqui tem sido uma diversão e um processo de auto-satisfação. Acabo descobrindo coisas novas e sinto-me elevado, pois além de aprender também tenho a oportunidade de passar a diante o conhecimento, e ainda fixo o aprendizado na mente. OU seja, compartilhar com as pessoas coisas boas não tem contra-indicação, e você se sente mais próximo de algo superior.
Pois então, nas minhas navegações pela web, pesquisando por lições de inglês e aprendizado de novos idiomas, descobri esta forma de aprender com um pouco mais de prazer. Fugindo um pouco dos esquemas tradicionais de aprendizado de idiomas, com volumes e mais volumes com estorinhas que mais parecem roteiro de filme B ou enlatados americanos.
A primeira dica é ter aulas com uma professora sexy. Ser sexy pode parecer vulgar para uma professora mas neste caso Marina Orlova nos mostra como ser sexy sem ser vulgar. E fica evidente sua intenção de focar sua sexualidade na inteligência, resolvendo questões de origem da língua inglesa com descontração e inteligência.
A segunda dica é aprender técnicas de leitura dinâmica, onde obter auxilio e em quais fontes pesquisar para aprender qualquer idioma em seis meses - ou próximo disso - sem ter que recorrer a cursinhos milagrosos e ficar refém de "conversation classes" por tempo indeterminado para sempre.
Boas aulas!
Tradutor instantâneo e pratica escrita com conversação em tempo real
Professores on-line e pratica de conversação
Como ler mais rápido em 10 min
( + infos em www.pxmethod.com )
1 – Use uma caneta / régua / dedo para percorrer cada linha lida Durante a leitura você faz vários saltos / sacadas sem perda da compreesão
2 – Comece a ler cada linha focando na terceira palavra a partir da primeira e termine na terceira palavra antes da última Use sua visão periférica nas palavras e não foque nas margens
3 – Vá progredindo até conseguir suprimir ¾ das palavras de cada lado. Tente fixar a visão duas vezes por linha. Pratique leitura rápida sem prejudicar a compreensão até encontrar sua velocidade.
CÁLCULO VELOCIDADE: Palavras Por Minutos PPM
Número de palavras em 10 linhas / 10 = média por linha X linhas por páginas = média palavras por páginas PPP
Ex.: 1,25 pag/min em 330 PPP = 412,5 PPM 3,5 pag/min em 330 PPP = 1155 PPM (1% da humanidade)
Pensa escreve desenha cria imagina planeja inspira observa transforma emociona convence comunica mensura anuncia e ainda por cima de um jeito conceitualmente original.
Cuidamos dos conteúdos de comunicação e tecnologias de informação para propósitos transformadores.
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Arte e Fotografia Limitações superadas e transcendidas por meio da arte
by Caboco Satélite Uma canja com um pouco de tudo. Um potpourri louco pra sacudir o esqueleto e espantar qualquer uruca | pesquisa: Richard Verdoorn | imagem: santo Agostinho e o diabo com o livro dos vícios, por Micheal Pacher (1475)