Scientia Ad Sapientiam
“Não há homem imprescindível, há causa imprescindível. Sem a força coletiva não somos nada” - blog da retórica magia/arte/foto/imagem.
Olá futuro, prazer estar em você.
O Homo Ciberneticus
por Alexandre Teixeira*Confira entrevista com o futurólogo britânico
Ian Pearson
Atualmente, ele atua em carreira solo, à frente da empresa Futurizon, que fundou em Ipswich, na Inglaterra. Por meio dela, presta consultoria e faz palestras, internacionalmente. Consciente das vulnerabilidades da profissão de futurólogo, Pearson diz ter, desde 1991, um histórico comprovado de 85% de precisão em suas previsões para horizontes de dez anos.Aos 51 anos, não é nenhum aventureiro diletante. Ele é formado em física teórica e matemática aplicada e, por 20 anos, foi pago pela British Telecom (BT), para antecipar tendências e ajudar a materializá-las sob a forma de produtos e serviços. Foi na BT, em 1991, quando o telefone celular ainda era novidade, que Pearson concebeu o sistema de transmissão de texto que daria origem ao SMS, o popular torpedo. Consta que ele anteviu o modelo de console sem fio para videogames dotado de um acelerômetro capaz de detectar movimentos em três dimensões que hoje se associa ao Wii, da Nintendo, e ao Xbox, da Microsoft. Em sua passagem pela BT, Pearson chamou a atenção para o potencial de serviços hoje consagrados, como os mecanismos de busca e o e-mail. Nem sempre o ouviram.
“Minhas ferramentas são: uma sólida experiência em ciência e engenharia, análise de tendências, senso comum, tino comercial, saber quando ouvir outras pessoas e um montão de pensamentos”, afirma ele.Pearson lançou seu livro mais recente, em 2011, You Tomorrow (Você amanhã), sem tradução brasileira. Ele define o trabalho como “um livro sobre o futuro da vida cotidiana”. Soa pretensioso?
Pearson se defende:
“Embora use o título de futurologista, que soa ligeiramente amalucado, sou apenas um engenheiro fazendo deduções lógicas para o amanhã, baseado em coisas que já podemos ver acontecendo”.Alexandre — Sei que sua especialidade é o futuro, mas gostaria de falar, inicialmente, sobre o passado. O senhor é capaz de citar acertos de futurologistas que ajudaram organizações a antecipar tendências relevantes?
Pearson — Acertamos a maioria das coisas que aconteceram na world wide web, no começo dos anos 1990. Entre os anos de 1991 e 1992, ajudamos empresas de toda a Europa a projetar a infraestrutura necessária para a “banda larga” que agora vemos como algo comum. Houve pouquíssimas surpresas, porque fomos precisos na definição dessa estratégia. Este é, provavelmente, o melhor exemplo.Alexandre — E o que dizer dos erros e fracassos dos futurólogos?
Pearson — Bom, há sempre aqueles notórios, como o do Bill Gates, dizendo que ninguém nunca iria querer mais do que 640K de memória, esse tipo de coisa. Mas ele não é um futurista profissional, então é realmente injusto. Não preciso ir além de mim mesmo para trazer alguns erros. No passado cheguei a dizer que, no ano 2000, estaríamos trocando a TV pela realidade virtual.Alexandre — De acordo com suas previsões, em 20 anos, os computadores serão mais inteligentes que os seres humanos, capazes de transmitir sensações e mesmo de preservar o conteúdo da mente humana, o que soa um tanto assustador…
Pearson — É assustador, mas esse movimento não começa da noite para o dia. Ele chega pouco a pouco e você se acostuma a ele. A cada ano diversas coisas novas são lançadas e nós apenas as aceitamos. Ao longo de um período de dez anos, isso significa muita mudança. Hoje mesmo, temos supercomputadores mais rápidos que o cérebro humano, em termos de poder de processamento. Então, já temos essa equivalência com as máquinas. Daqui a 20 anos, você terá equipamentos, no seu bolso, mais espertos que seu cérebro. Você também será capaz de ligar computadores a seu sistema nervoso periférico usando uma pele microelétrica. Você poderá imprimir telas eletrônicas na superfície da pele. Essa pele eletrônica se ligará aos nervos na palma da sua mão. Os sinais elétricos digitados na pele viajarão por esses nervos acionando comandos ou sendo armazenados em um computador. E vice-versa. Em algum ponto do futuro, ao experimentar um jogo de computador ou assistir a um anúncio, você poderá, literalmente, sentir algo em seu corpo, graças a um estímulo dessas terminações nervosas.Alexandre — Não estou tão certo de que iria gostar de que um anúncio me tocasse desse modo. O que mais seria possível?
Pearson — Muito do processo de pensamento vai ser capturado nessa mesma geração de tecnologias. Se você criar um link e transferir todo o seu processo de pensamento para um computador, poderá gravar a sua mente toda. Estamos falando de 2045, 2050, o que é um futuro mais distante. Mas capturar apenas sensações é uma coisa razoavelmente superficial. Poderemos fazer isso dentro de 20 anos ou antes disso.Alexandre — Se pensarmos em termos de sociedades, e não apenas do desenvolvimento tecnológico puro, considerando também economia e política, o senhor acha que essa evolução será predominantemente positiva ou negativa?
Pearson — É inteiramente possível ter avanços positivos e, ao mesmo tempo, um aumento da opressão, da vigilância e da invasão de privacidade. Podemos ter as duas coisas: equipamentos fantásticos que fazem a nossa vida muito melhor e também um governo opressivo. A tecnologia se presta a ambos os propósitos. No momento, infelizmente, estamos vendo evidências de que vamos ter ambos ao mesmo tempo. Na Europa, por exemplo, temos governos que querem monitorar cada coisa que fazemos, com a instalação de câmeras para controle de velocidade nas ruas, o monitoramento do que você faz no seu telefone celular e dos seus e-mails.Alexandre — A tecnologia pode tornar real a figura do Grande Irmão orwelliano.
Pearson — Há muitas invasões de privacidade para as quais os governos querem usar as novas tecnologias. Vemos forças policiais pedindo para usar veículos teleguiados que os militares utilizam no Afeganistão para nos monitorar. Temos grandes empresas de TI, como a Apple, tentando ajudá-las ao inventar novas tecnologias que permitam inabilitar todos os smartphones em uma área, apenas enviando um sinal especial.Alexandre — Não sei qual é a expressão certa para isso, mas o senhor vem escrevendo sobre algo que poderíamos chamar de imortalidade eletrônica. Quanto tempo teremos de esperar até esse tipo de imortalidade se tornar realidade?
Pearson — Há um projeto que as pessoas do Google chamam de Projeto 2045, porque é exatamente quando elas deverão estar atingindo essa imortalidade eletrônica. A essa altura, você terá um arquivo tão bom da sua mente no mundo das máquinas que seu corpo morrerá e você poderá seguir em frente como uma entidade-máquina. Acho que estão sendo otimistas quanto ao período de tempo. Se você quer um link tão transparente entre seu cérebro e as máquinas para que a maioria dos seus pensamentos e das suas memórias esteja acontecendo dentro do mundo da TI, provavelmente terá de esperar até os anos 2050. E então, 10, 15 ou 20 anos depois, vai virar rotina. Em 2070, será normal para as pessoas usar a TI como extensão de seus cérebros. Até certo ponto, muito de seu processo de pensamento e muitas de suas memórias estarão duplicadas ou totalmente armazenadas no mundo da TI. Então, seus corpos morrerão, seus cérebros morrerão, elas perderão uma porcentagem de sua mente e parte de sua personalidade desaparecerá com ela, mas muita coisa vai ficar no mundo da TI. Então, será de fato uma imortalidade eletrônica.Alexandre — Nesse mundo que o senhor vislumbra, androides terão mentes humanas quase reais e coexistirão com seres humanos. Isso soa como ficção científica, algo como o filme Blade Runner, com androides se confundindo com humanos. Quão real é essa imagem?
Pearson — Estou certo de que você viu o filme Eu Robô [uma produção de 2004, inspirada numa coletânea de contos de Isaac Asimov e ambientada em 2035, na qual um policial tecnofóbico investiga um crime que pode ter sido cometido por um robô]. Acho que aquele equilíbrio [entre humanos e máquinas] não está muito longe do que eu esperaria ver. A maioria das casas provavelmente terá um ou dois desses robôs de estilo androide, desempenhando várias tarefas. Teremos um monte deles.Alexandre — Quão parecidos com humanos? Reais a ponto de nos confundirmos?
Pearson — A tecnologia permitirá que sejam bem parecidos com humanos. Já temos peles de silicone que podem imitar a pele humana. Também teremos músculos de silicone, muito mais poderosos que o músculo humano. Então, poderemos ter androides cinco vezes mais poderosos que os humanos. Alguma coisa com a força do Schwarzenegger, um robô muito forte que se pareça com um ser humano normal. No que diz respeito à imortalidade eletrônica, muita gente pensa que teremos um robô ou androide no qual faremos um download da nossa mente e seguiremos em frente depois de mortos, ocupando-o o tempo todo. Eu não acho que será assim. Penso que poderemos muito bem compartilhar robôs.Alexandre — Como isso seria possível?
Pearson — Você terá uma população de, talvez, mil pessoas armazenada em um serviço on-line que suportará suas vidas, eletronicamente, dentro de uma rede. Elas poderão viajar pelo mundo na velocidade da luz. É um tipo de existência completamente diferente. Poderão, ocasionalmente, habitar um androide, mas não consigo ver por que iriam querer fazer isso o tempo todo. Então, esses robôs seriam perfeitamente adequados para o compartilhamento. As pessoas poderão alugar um androide por alguns minutos toda vez que precisarem de um.Alexandre — Como um veículo para visitar o mundo físico?
Pearson — Talvez por umas poucas horas. Elas poderão vir, ocasionalmente, ao mundo físico como pessoas físicas. Mas, na maior parte do tempo, ficarão contentes em existir apenas eletronicamente, dentro de uma máquina. Há também a possibilidade de várias pessoas usarem um mesmo androide ao mesmo tempo. Indo além, há a possibilidade de usar um link entre o cérebro e a máquina para compartilhar o corpo de outra pessoa enquanto ela o usa.Alexandre — Para quê?
Pearson — Para ocupar a mesma rede sensorial dela. Assim, você poderia experimentar as mesmas sensações, viver uma espécie de simbiose.Alexandre — Muitas obras de ficção científica especulam sobre um mundo no qual as máquinas assumem o controle, como O Exterminador do Futuro e Matrix. Isto vai ser um risco real?
Pearson — Não vai ser; já é um risco real, uma vez que estamos avançando por uma estrada na qual as máquinas se tornam tão espertas quanto as pessoas e já estamos criando máquinas autônomas. As pessoas tentarão conectar essas duas coisas. Então, teremos máquinas autônomas tão espertas quanto ou mais do que humanos.Alexandre — A ponto de poderem se insurgir?
Pearson — Isso parece quase inevitável no caminho que já estamos trilhando. Não é um risco; é uma probabilidade que seguiremos por uma estrada na qual haverá máquinas mais espertas que o homem. Existe um risco, então, de que terminemos entrando em conflito com elas em algum momento, se decidirem seguir um caminho diferente. Quando um robô é apenas uma máquina simples, a que se pede para aceitar instruções, ele faz o que mandam. Mas se damos a ele uma mente tão sofisticada quanto a de um ser humano, ele logo se torna capaz de entender situações. Ele percebe que foi instruído a fazer algo, mas que, na realidade, tem algum pensamento independente. Pode racionalizar a situação e, se não gostar das suas razões, optar por não fazer o que você quer. Ele pode optar por desobedecer, se tiver tecnologia superior à sua disposição.Alexandre — Se vamos ter dispositivos tecnológicos conectados aos nossos cérebros para aumentar a velocidade em que operam, para melhorar nossa memória e expandir o conteúdo que eles podem armazenar, podemos assumir que isso vai gerar uma nova divisão de classes na sociedade?
Pearson — [longa pausa] Ah, sim… Podemos falar de uma nova classe de pessoas chamada homo ciberneticus, quando você adiciona capacidade eletrônica ao cérebro humano para melhorar seu desempenho. Você pode melhorar o desempenho de seu cérebro, teoricamente, por um fator de 100 milhões. Acrescentar um monte de zeros ao seu QI. Se você for muito mais esperto do que o seu vizinho, ele não poderá competir com você. É como uma competição entre você e um caracol, dado o abismo intelectual.Alexandre — Esse abismo intelectual é um pesadelo ético.
Pearson — Se houver conflitos, não há meio de as pessoas comuns serem capazes de competir. Elas não irão conseguir projetar os mesmos sistemas de armamentos, se chegarmos ao nível do conflito armado. Certamente não poderiam ter as mesmas ideias para criar novas empresas ou tecnologias. Em todas as coisas para as quais você usa o cérebro, se tivermos uma geração de pessoas ciberneticamente melhoradas, elas teriam uma vantagem muito grande sobre as pessoas comuns.Alexandre — De novo, é meio assustador. Mas vamos falar um pouco de negócios. Como o senhor acredita que o marketing será praticado pelas empresas nesse futuro?
Pearson — Penso em uma nova mídia, que deverá chegar direto ao seu sistema nervoso para estimular sensações. Isso amplia o escopo do marketing. Não é apenas vídeo e áudio. No futuro, vai ser possível sentir o produto, interagir com ele. Provar uma roupa como se a estivesse vestindo. Sentir a sua textura.Alexandre — Quando se pensa no desenvolvimento da internet, muitas empresas tiveram sucesso no mundo real com modelos de negócio criados a partir das possibilidades que a web oferece. O Google é um exemplo disso. O senhor consegue imaginar que tipo de companhia e de novos setores tendem a liderar a criação de mercados nesse futuro?
Pearson — Elas virão do mundo da realidade aumentada. Acredito que dentro de 20 anos muita gente estará usando algum tipo de aparato na cabeça – que pode ser um par de óculos como o que estou usando, dentro dos quais haverá lasers capazes de “escrever” imagens diretamente na retina, ou mesmo lentes de contato ativas, que funcionarão como displays tridimensionais de alta definição e alta resolução. Isso abre um novo mundo, porque lhe permite levar sua vida cotidiana e ao mesmo tempo ter montes de informações de marketing, entretenimento, socialização, negócios…Alexandre — É um admirável mundo novo para a publicidade.
Pearson — Você pode mudar o modo como as coisas se parecem, adicionar valor a ambientes digitalmente e obviamente processar informações de mão dupla. Ver o que os consumidores estão olhando, pesquisar o perfil deles e entregar informação customizada diretamente dentro de seus campos de visão. Se você me conhece bem, sabe que game vou jogar esta noite no meu Xbox. E, provavelmente, poderá usar esses mesmos personagens [do videogame] para entregar informação no meu campo de visão. Ou eu vou poder atirar nesses caras enquanto minha mulher faz compras.Alexandre — Interessante, mas um tanto invasivo, não?
Pearson — O marketing ganha uma nova dimensão quando começa a colocar coisas no campo de visão das pessoas à medida que elas andam por aí no seu dia a dia. E a informação flui nas duas mãos. Eu gostaria de viver num mundo assim, porque ele torna minha vida mais divertida. Eles [os publicitários] gostariam de viver num mundo assim, porque lhes dá mais oportunidades de me vender coisas. E eu posso querer comprá-las. Vou gostar desse marketing, desde que ele seja personalizado. Não gostamos de ver anúncios porque eles são para outras pessoas. Você perde seu tempo. Quando o anúncio é sobre algo de seu interesse, você olha para ele. Às vezes, você sai explorando a internet atrás de informação sobre um produto, então uma ferramenta de marketing pode tentar antecipar o que você iria procurar, de todo modo. Vejo uma nova geração de empresas usando essa combinação de criação de perfis, contextualização e personalização para entrar na sua vida cotidiana utilizando novas mídias. É product placement na vida real para valer.Alexandre — O senhor escreveu sobre a transição do capitalismo para a “economia do cuidado”. Pode explicar o que é “economia do cuidado” e como essa transição vai acontecer?
Pearson — Sim, à medida que os computadores ficarem mais espertos, eles vão assumir mais e mais dos nossos afazeres. Pense nas coisas mundanas da rotina, como procurar voos ou descobrir a que horas um avião vai chegar, providenciar um táxi para ir ao aeroporto, saber como o trânsito está hoje em São Paulo, achar um caminho melhor, esse tipo de coisa que nos aborrece hoje. No futuro, seu computador vai fazer esse tipo de função para você, perfeitamente. Isso vai tornar sua vida mais fácil. No limite, se você elimina do seu trabalho todas as coisas baseadas em conhecimento e todas as coisas administrativas, o que sobra são as partes que têm a ver com o lidar com outras pessoas. Lidar com a sua equipe, dar a ela avaliações de desempenho, guiá-la, liderá-la, esse tipo de tarefa. Ou trabalhos como ser uma enfermeira, um professor, um policial ou alguma coisa em que você tem de lidar com pessoas.Alexandre — Daí o conceito de economia do cuidado.
Pearson — Chamo de economia do cuidado porque, nesse tipo de trabalho que envolve habilidades humanas, as competências mais valiosas são relacionadas a cuidar. Uma enfermeira, por exemplo, é normalmente considerada intelectualmente júnior, na comparação com o consultor mais graduado de um hospital. Mas o consultor mais graduado do hospital é basicamente um robô muito inteligente. Você pode substituir esse cérebro esperto por um computador esperto. Não é muito valioso.Alexandre — Já a enfermeira não pode ser trocada por um robô.
Pearson — Você poderá dar a ela uma versão 20 anos melhorada de um iPad, de longe mais esperta do que o consultor do hospital, que a tornará mais esperta do que o consultor. Então, ela poderá superar o desempenho do consultor em termos de diagnósticos. É com a entrega de cuidados que sempre associamos uma enfermeira. Com o lado da compaixão, de interagir com um ser humano como um ser humano. As enfermeiras, supostamente, são muito boas nisso. Você valorizará a enfermeira mais do que o consultor, porque ela pode, facilmente, fazer o trabalho dele, mas ele não pode fazer o trabalho dela. Então, nós vemos uma inversão. Vamos de uma economia da informação dominada pelo intelecto para uma que é muito mais baseada em habilidades humanas.Alexandre — Que competências serão mais valorizadas na economia do cuidado?
Pearson — Compaixão, amor, todo o lado emocional. É muito mais calorosa uma sociedade em que as pessoas têm habilidades pessoais e os computadores, robôs e androides dão conta das coisas mundanas que ninguém faz questão de fazer. A economia do cuidado é uma economia orientada para o humano, que é possível por termos máquinas muito espertas.
Conheça a Revista da ESPM clicando aqui.
fonte: Revista da ESPM, Edição nº 5 • setembro/outubro 2013 - Por Alexandre Teixeira
Um dia no cotidiano de 2280
Rui Santo*Você acorda e vai “escovar os dentes” cujas cerdas são sensores emocionais, combinados com a visão astrológica.
As cerdas identificam e enviam sinais para uma central, que reenvia direto para sua mesa virtual, os alimentos necessários e na quantidade exata para equilibrar emocionalmente o seu dia, conforme você programou.Com o advento da transferência de matéria não há sobras de alimentos e os objetos materiais – armários, fogões, mesas, geladeiras, estoques, casas, carros – agora existem apenas virtualmente. Tudo é virtual.
Toma o “café da manhã” e vai trabalhar, isto é, muda de ambiente no mesmo lugar. Pega seu “controle pessoal celular” que recebeu ao nascer e ao apertar o único botão do controle, pela identificação digital sintonizada com sua mente e o que você está pensando, projeta na parede virtual desse ambiente a tela de um computador e outra tela pequena a sua frente, como um teclado para digitar, que foi sua opção entre falar, pensar e digitar.
“Trabalha” atendendo os compromissos solicitados pelo seu contratante temporário e pelos clientes de outras dimensões, aqui mesmo, no planeta terra.
Esse trabalho exige a instalação na mente de um chip especial, relacionado com o aperfeiçoamento de seu conhecimento profissional e em função de sua capacidade cognitiva (e /ou física) ampliada.
É um provocador de sinapses mentais para respostas adequadas aos clientes.
Mais tarde sai para fazer alguns trabalhos externos, nos órgãos do governo que ainda se mantém 200 anos atrasados, isto é, as instalações existem fisicamente como lembrança do século XX, mas como a transferência de matéria ainda não consegue transferir seres vivos, você prefere ir pela rede aérea, invisível para os demais.
- Oh Rui! Só falta precisar carimbar com tinta azul escuro e reconhecer firma nos documentos, não é?
Quando sai do órgão público no fim da tarde, resolve ficar por ali mesmo. Aciona seu “controle pessoal celular” trazendo sua “casa virtual” para onde está ao invés de pegar transporte e todo o movimento de pessoas que preferem voltar para o mesmo lugar de onde vieram.
Na verdade, ninguém tem mais endereço físico como conhecemos até o século XX. Temos apenas endereço eletrônico e GPS. Aonde formos nossa “casa virtual” estará a um aperto de botão do seu intransferível “controle pessoal celular” que sabe tudo sobre você e só funciona com você. Essa revolução foi causada pela formulação matemática de Einstein: E = mc2, isto é, tudo que era matéria, desmaterializou-se e agora é só energia. Assim, cada um pode dar a forma que preferir a energia, isto é, sua própria moda, decoração, design, casa, carro, etc. tudo virtual, embora pareça, ilusoriamente, material.
- Oh Rui, será que os vírus, na hora da transferência, não vão colocar a cama virtual no chuveiro, se é que vamos precisar tomar banho e com que água?
Na cozinha na hora de jantar você chama sua mulher que surge em uma tela que é a própria parede lateral, e ela senta do outro lado da mesa, na “casa virtual” dela, mas é como se estivessem na mesma mesa que você está agora.
Enquanto conversam, na outra parede, digo na outra tela, seu clone, isto é, seu filho o chama.
Você conversa com ele e com sua mulher como se estivessem todos juntos na mesma mesa, embora cada um esteja distante do outro, algumas centenas de quilômetros. No canto da tela, há um mapa GPS indicativo de onde cada um está, as características climáticas do lugar naquele instante, a saúde pelo DNA, a foto kirlian, o horóscopo diário, o I Ching, o estado de humor, o estado emocional e os campos energéticos dos que aparecem na tela (você escolheu o que deve aparecer entre as 1.200 opções!!!).
Os noticiários net-on-line (você dispõe de mais de 290, simultaneamente), e mais os programas que você escolheu, aparecem espalhados nas diversas e pequenas telas que contornam a tela central. Sua cognição se desenvolveu em tal nível nos últimos 30 anos, que você pode assistir três a quatro programas simultaneamente.
A filha do casal – clone de sua mulher – aparece na hora do jantar em outra tela de parede inteira e pede a mãe alguma coisa que esta solicita ao sistema de transferência de matéria, apertando aquele único botão, e mandando que seja entregue, on-line, no endereço eletrônico + GPS, onde está a filha de sua mulher.
Os quatro (o pai com seu clone – filho com a mulher e com a clone – filha dela)[1] conversam como se estivessem juntos na mesma mesa, até que o filho resolve ir fazer alguma outra coisa, saindo da conexão.
Num dia “Tempo Net” programado, já que o calendário e o conceito de “mês, semana e fim de semana” acabaram, combinam uma posição “GPS – primavera” para se encontrarem fisicamente e escolhem a “casa virtual” de quem vão ficar em função da estação do ano no local para onde vão. O mais votado deve levar seu “controle pessoal celular” para transferir sua casa para esse ponto GPS e receber todos.
Depois de dois dias de encontro, cada um volta para seus endereços GPS, mas a filha – clone resolve ficar mais perto da mãe por uns dias.
O consumo foi desmaterializado completamente como condição para salvação do planeta. Há um excesso de alternativas virtuais gratuitas e os baixíssimos impostos pagos sustentam os cursos públicos para desenvolvimento da cognição e motivação nos quais participam os que se “desguiaram“.
O mundo mudou muito nos últimos 280 anos.
Os valores transferiram-se do “fazer” na revolução industrial, para o “ter” que quase destruiu a terra no ano 2000, e agora em 2280 os valores transferiram-se para o “ser” como a melhor forma de dar sustentação à população e preservar o ambiente para todos.
A mudança moral do “ter” para o “ser”, transformou os valores de propriedade em valores de conhecimento, criatividade e intuição, emoções e relacionamentos em detrimento de objetos materiais que praticamente deixaram de existir, exceto nos museus de história do tempo.
Agora todos têm disposição para tudo que quiserem, já que aquele tempo consumido em trabalho para o “ter” pode ser eliminado e preenchido com esforços prazerosos para o “ser”.
Um valor extraordinário para o desenvolvimento e elevação do espírito humano, baseando-se nas novas descobertas e compreensão de estar de passagem na dimensão conhecida como “vida”, na qual, “malas pesadas tiram o prazer de caminhar”.
– Vamos dormir – diz o pai para a mãe, durante o encontro real.
– É Rui, pelo jeito, certas coisas vão demorar mais para mudar… Ainda bem!!!
O futuro pode estar difícil de ser profetizado, mas pode ser fácil de ser “reconstruído”.
fonte: Galáxia Criativa, 2003. A mola propulsora para criatividade, inovação e futuro. Rui Santo.
[1] Essa foi uma decisão da humanidade: cada um cria clones de si mesmo e não da junção de um homem com uma mulher naquele tal de casamento que existia no sec. XX. Tal decisão está criando um grande e novo problema. O avanço do ser humano parou nas cognições que existiam, já que todos querem ter seu clone aos 25 anos. Uma solução está sendo discutida no universo: clone de si mesmo somente após os 65 anos, já que a população vive até os 105 anos, como único jeito de avançar cognitivamente uma vez que se pressupõe que aos 65 anos todos evoluíram mentalmente
CRIA = ATIVA + A + MENTE
Se você concorda, por favor, envie para todos os seus amigos.
Se você não concorda, por favor, envie para os seus inimigos.
Mas contribua com a circulação, socializando a informação!
O quantum comportamental do empreendedor
O fundamento quântico do comportamento empreendedor
Resumo
A lei de causa e efeito segue por um traçado cartesiano, previsível e pontual. O cérebro processa múltiplas ações por segundo, mas na verdade processa muito mais, apenas o faz de forma inconsciente. Tais fenômenos de relacionamento de informação só é possível considerar quando comparados a fenômenos “quânticos”. A física quântica é a física das possibilidades, das múltiplas e infinitas possibilidades.
O ser humano em sua estrutura já pode afirmar a presença e ocorrência de comportamentos quânticos, isto é, fenômenos muito rápidos, em um espaço de tempo muito pequeno e com muita informação. O pensamento empreendedor analogamente se comporta dessa mesma forma, comparando e analisado informações para agir.
O que a “Física Quântica” tem a ver com empreendedorismo?
Talvez por que a Física Quântica seja a física das muitas possibilidades!
Para auxiliar esse entendimento tentaremos ilustrar o que vem a ser alguns dos “fenômenos quânticos”.
Cientistas e pesquisadores questionam-se sobre os comportamentos das subpartículas que compõem o átomo, pois ainda hoje há uma grande distancia a percorrer para compreender totalmente esses fenômenos. Isso se dá pelo fato que muitos fenômenos quânticos são justificados por complexos cálculos matemáticos, nunca foram “vistos” apenas postulados.
A palavra “quantum” é algo como: “pacote ou quantidade”, essa descoberta da Física no campo da energia e da matéria considera que as medições e percepções dessas subpartículas ocorram em pacotes de energia, denominados como “quantum”(“quanta”no singular) de energia”.
Esses fenômenos apresentam um comportamento de forma surreal e para muitos, tem algo de “sobrenatural”, chegando ao ponto que alguns físicos, logo, homens de ciência, permitirem que seu lado místico predomine para poder aceitar tais fenômenos.
Um átomo é formado, a “grosso modo”, de um núcleo, composto de prótons e nêutrons e elétrons girando ao seu redor.
Mesmo em escalas microscópicas não são partículas solidas como imaginamos, há espaço vazio entre eles.
Estudos do átomo levaram os cientistas a considerar uma dualidade comportamental, essa dualidade é conhecida como dualidade onda e partícula.
A conclusão foi que ora se comportam como ondas (uma referencia ao “espalhamento” que expressa, tipo as ondas na água e ondas sonoras) e ora se comportam como partículas definidas.
Pode se concluir que: “Massa” e “energia” sendo uma mesma coisa.
Na verdade tudo é energia, hora mais “adensada”, concentrada em um ponto ou então, ainda energia, espalhada em uma malha de possibilidades.
Na mecânica quântica os elétrons aparecem e desaparecem em suas órbitas, eles vão e vem, mudam de órbita sem apresentar um percurso observável, apenas desaparecem e logo em seguida aparecem, quando o fazem é que ocorre o chamado “salto quântico”.
A dificuldade de entendimento é por que ainda se relativiza alguns fenômenos quânticos considerando como velocidade máxima a velocidade da luz, algo em torno de 300.000 km/s.
Mas é possível também postular, ainda sem o poder de medição, na possibilidade desses fenômenos quânticos ocorrerem em velocidades superiores a da luz, logo, não podemos ainda medi-los.
Um elétron some e depois aparece, sem se saber para onde foi, mas, sobretudo quanto tempo ficou “fora”, pois também não sabe se o elétron que apareceu é o mesmo que desapareceu.
Muitos comportamentos e decisões de empreendedores de sucesso ocorrem da mesma forma, em velocidades muito altas, mudam de um sentido para outro sem uma ligação visível.
Muitas vezes uma decisão sem procedência visível determinará a ação e, os resultados obtidos, sobre inúmeras outras decisões coligadas, apresentando um comportamento sincrônico.
O empreendedor em sua dinâmica apresenta-se hora como uma onda de possibilidades, percebendo e atuando sobre varias coisas ao mesmo tempo e hora também como uma partícula certeira, precisa em situações de caos total.
Aqueles que o acompanham, dificilmente conseguem perceber a sua posição ao mesmo tempo que a sua velocidade, tal como o “principio de Incerteza”, outro conceito da Física Quântica.
Agora pare e respire fundo! Se estiver sentindo a mente confusa e leve desequilíbrio, mesmo sentado, pare e respire fundo de novo. Beber um pouco d’água ajuda também!
Continuando... Os elétrons na verdade passam a ser representados como ondas de probabilidades e curvas de possibilidades e se comportam partículas após serem consideradas por um observador ou melhor dizendo, na presença de um observador.
No estado de onda, elétrons e fótons (partículas de luz) não têm localização precisa, existem como “campos de probabilidade”. No estado de partícula esse campo “colapsa” produzindo um objeto solido, localizado no espaço e no tempo.
O fato de ter um observador determina a “existência” da partícula, chamado de “colapso de onda”.
Uma conclusão interessante foi obtida pelos físicos após um experimento denominado: “Dupla Fenda”.
Nesse experimento cientifico, elétrons são projetados por duas fendas e se comportam hora como partículas e em outro momento apresentam resultados iguais a das interferências observadas quando ondas se encontram, como se ficasse espalhado e múltiplas partes dele mesmo estivessem em vários lugares.
“O empreendedor observa as possibilidades e vê um negocio em potencial e diante dele as possibilidades se tornam tangíveis e materiais.”
Nessa ilustração, é possível extrapolar e dizer que é algo similar a um fenômeno quântico.
Alguns pesquisadores, realizando comparações e medições acreditam que os fenômenos quânticos ocorreriam em velocidades muito altas e em medidas (dimensões) muito pequenas.
O nosso cérebro capta de forma inconsciente 400 bilhões de bits por segundo de informação, mas só processa cerca de 2 mil bits por segundo, logo, mesmo com toda essa percepção o nosso “processador” ainda é muito lento e nossas referencias para viver são ainda muito limitadas, haja visto o referencial de 5 dos muitos sentidos que possuímos.
Dizem que hoje são mais de 20, os sentidos conhecidos. Com certeza um empreendedor de sucesso faz uso de todos eles.
“Um cérebro empreendedor deve, antes de mais nada, ter como característica processual e comportamental essa predisposição ao raciocínio quântico, isto é, processar inúmeras informações ao mesmo tempo, em um espaço de tempo reduzido e a uma velocidade acima do normal.”
A “função de onda”, uma expressão matemática para declarar que é, usando inúmeros cálculos matemáticos quase ao impossível, justifica uma realidade que na verdade não existe.
“Um cérebro empreendedor deve desenvolver sua curva de probabilidade em múltiplas possibilidades e colapsar essa “onda” que esta espalhada, em realizações, isto é, acreditar e fazer acontecer.”
E mais que isso, têm que sustentar essa realização com muito empenho, trabalho e planejamento, revisando constantemente para nortear a próxima decisão.
Para o cérebro empreendedor tudo que ocorre ao seu redor, antes e depois do agora, deve ser utilizado para formar as suas estratégias.
Pode parecer algo impossível, porém muitos dos empreendedores de sucesso pensam dessa forma.
Na Física Quântica, outro comportamento denominado de “fenômeno não local”, onde dois elétrons separados mesmo a longa distancia, se movem ao mesmo tempo e da mesma forma. Seguindo esse entendimento e indo mais além é possível postular que, se ocorrem ao mesmo tempo, independente da distancia que os separam, desconsideram o espaço e o tempo, logo, pode se extrapolar e aceitar que passado, presente e futuro também ocorreriam ao mesmo tempo.
O que divide o passado e o futuro é o momento presente, a medida que a velocidade empregada vai aumentando e nesse caso é a velocidade da luz, isso já foi dito na teoria da relatividade, o momento presente vai “diminuindo” ficando apenas uma sutil separação entre os dois momentos.
A tomada de decisão para uma mente empreendedora dependera dessa característica, basta exercita-la caso não a possua de forma inata. Não há para o empreendedor, um passado a esquecer, um presente a desconsiderar ou um futuro distante. A mente empreendedora, percebe, organiza, direciona e age de forma total e absoluta.
Muitos argumentam que tal comportamento seria um comportamento sincrônico, quer dizer, coisas que ocorrem de igual forma em locais diferentes, independente da distancia.
Exercício fundamental é o estar sempre preparado e alerta. Buscar constantemente a aquisição de conhecimentos, isto é, estudar muito e se preparar pra valer, colocar em pratica muitas vezes a mesma coisa ou a mesma teoria, ir fazendo os ajustes e revendo resultados até acertar.
O sucesso é formado de 5% de inspiração e 95% de transpiração. Para alguns isso ocorre de vez em quando, para o empreendedor de sucesso isso ocorre a todo o momento.
Seria a criatividade um processo quântico?
Passe a usar a criatividade sobre situações ou problemas densos e maciços e perceba como se resolvem.
O nosso inconsciente registra um mundo de possibilidades e muitas vezes ele determina as saídas de uma questão que nos trava, independente da nossa participação consciente.
A questão da criatividade pode ser uma representação de um fenômeno quântico, pois a criatividade se comporta como ondas de possibilidade que ecoam ao infinito, testando as possibilidades até “colapsar”.
Essa onda, logo, como um passe de mágica (pra quem acredita) trás a solução ao seu alcance ou aquela idéia fenomenal diante de você.
Chegam a dizer que é um “SEGREDO” revelado! Que nada! Nem precisava ter filme nem livro pra isso.
O empreendedor de sucesso apenas usa a sua formula “mágica” de 5% inspiração e 95% de transpiração. O empreendedor de sucesso transpira, planeja, objetiva, trabalha, se organiza, lidera, persiste, muda de estratégia, revê as metas, analisa os riscos, prima pela qualidade, motiva, renova, dinamiza e faz tudo isso e muito mais plenamente consciente de seus objetivos e resultados.
A autoconfiança é condição essencial para unir todos esses comportamentos.
“O cérebro empreendedor é um cérebro criativo, pois processa muitas informações ao mesmo tempo trazendo muita coisa do inconsciente para o consciente.”
Existe uma cultura do “achismo” e do “achamento” ao invés do planejamento.
Planejar é algo que dá trabalho e poucos estão dispostos a trabalhar por seus objetivos, muitos preferem acreditar em formulas mágicas e teorias fantasiosas, a realmente acreditar no próprio taco.
Na Física Quântica existe o “Principio de Incerteza” onde não se pode determinar, ao mesmo tempo, a posição e velocidade de uma partícula.
O empreendedor trabalha e desenvolve no caos das situações externas e internas, com ou sem recursos, mais ou menos sabendo o que fazer, sabendo que alguma coisa deve ser feita.
Ele age e reage ao mesmo tempo. Tem capacidade estratégica extremamente aprimorada, consegue ver o bolo pronto e vendido apenas olhando para a farinha e os ovos ainda na prateleira do supermercado.
Nem sempre acredita no que vê, muitas vezes dá mais importância naquilo que não vê. Não vê impossibilidades, vê possibilidades a serem superadas.
Onde muitos choram, ele vende lenços.
Obtém resultados positivos nos muitos momentos que um raciocínio cartesiano não possibilita mais a realização e o sucesso.
Desafios e superações pessoais é seu combustível, pois o empreendedor de sucesso se desafia a todo instante.
Não se cansa, pois percebe em si mesmo a necessidade constante de movimentar as suas múltiplas e infinitas inteligências para que as coisas ocorram conforme a sua visão.
A visão do empreendedor tem que ser “holográfica”, conceito onde um objeto representado em 3D pode ser visto como um todo mesmo se tendo acesso apenas a uma parte dessa imagem.
De um ponto a principio “cego” (para a maioria) o empreendedor “quântico” percebe todo um negocio existente ou que irá surgir.
O nosso cérebro ainda tem limitações para processar de forma plena tanta informação, é nesse momento que não se considera mais apenas os processos cerebrais, mas processos mentais e podemos ir mais além, processos da consciência.
Alguns físicos quânticos especulam que tais condições quânticas, dadas as características das subpartículas, só poderiam ocorrer somente sob a ação da consciência.
Se desejar pode colocar em uma escala: a consciência que liga a mente que liga o cérebro. Não que exista uma dicotomia entre consciência e mente, a primeira é uma porção da segunda.
Os processos cerebrais seriam, embora muito rápidos, ainda lentos, comparando-se aos processos quânticos, logo o cérebro sob o “ comando” da mente seria esse gerenciador, que é coordenado pela consciência. Onde a consciência atuaria sobre subpartículas em escalas ainda menores das conhecidas no momento.
Possuir esses limites avançados permite a mente criativa atuar sobre os processos “mecânicos” do cérebro, processos condicionados e processos cartesianos. Os processos criativos, permitem em si mesmo inúmeras e múltiplas possibilidades de realizar maior numero de processos quânticos em sua mente para encontrar soluções e acessar as idéias criativas presentes no inconsciente que estão disponíveis para se expressar.
A criatividade é um processo de múltiplas possibilidades e avançado, pois resulta sempre em algo inovador e é super veloz, muitos chamam de “insights criativos”, colapsam uma idéia, tudo isso nos moldes dos fenômenos quânticos.
Processos que ocorrem em nosso inconsciente são em número milhares de vezes maiores que os processos e soluções que encontramos de forma consciente.
O estresse em muitas situações é fator negativo e bloqueador.
A Astrofísica pesquisa a chamada matéria escura, que não se vê, mas se postula a sua existência apenas pelos comportamentos das estruturas materiais que podemos ver ou medir.
Analogamente podemos considerar que o empreendedor realiza em base aos efeitos do mercado e das informações ocultas do mercado sobre as atividades e negócios existentes.
O melhor negocio é aquele que vive no mercado, mas não depende dele para crescer.
Existe negócio assim? Precisa ser inventado? Existe e não conseguimos vê-lo?
Todas as coisas animadas e inanimadas são formadas por átomos e suas subpartículas quânticas.
Os nossos negócios, sólidos e firmes, também são formados por átomos e suas subpartículas quânticas.
As ações mecânicas se percebem mais sobre as coisas mais adensadas e mais sólidas.
Como em uma escala de valores seria algo como a consciência, algo muito sutil, através da mente, que seria algo um pouco mais perceptível, atuaria sobre expressões infinitamente pequenas, tais como as subpartículas quânticas, promovendo colapsos das ondas de possibilidades em partículas, realizando desde as bases quânticas, infinitamente pequeno e sutil, ate a escala atômica, logo já se expressando em subpartículas e partículas.
Mas não apenas os negócios “sólidos”, também as idéias (pensamentos) também são formadas por subpartículas quânticas, pois sendo resultados de processos mentais conclui-se que é também energia, lembrando que energia também é massa, logo matéria.
Idéias energéticas podem se transformar em negócios sólidos, basta apenas você colapsar a sua onda e fazer assim realizar a sua idéia.
Lembrando que o pensamento positivo, só é realmente positivo se estiver sob a formula de sucesso : 5% de inspiração e 95% de transpiração.
Não apenas uma idéia, mas múltiplas e infinitas possibilidades de negócios.
Massa é energia e vice versa.
Hoje existem negócios infinitamente lucrativos e nem precisam de uma forma física para existir, são os negócios virtuais, você não os vê, mas representam negócios verdadeiros.
A internet tem possibilitado grandes e lucrativos negócios e tudo é virtual.
Os ativos intangíveis dos negócios, em muitos casos, valem muito mais que o patrimônio físico que uma empresa possa possuir.
Os ativos intangíveis podem ser o fundo de comércio, a tecnologia acumulada, o nome, a marca, a referencia, a credibilidade, a segurança pela tradição, a lista de clientes e outros itens correlatos.
O empreendedor não pode ficar parado observando onde e como o negocio vai acontecer ou se está acontecendo, pois, se faz assim, corre o risco de perder a velocidade do negócio e ele passar do ponto.
O negócio, assim como a idéia, podem ter que passar por um teste da dupla fenda e dependendo do observador, diria um mal observador, um que não trabalha com planejamento, se comportará não como uma simples partícula, mas como uma “pedra” e pode levar o negocio para o fundo do poço.
Traduzindo: Você realiza tudo bem, mas se não partiu para transpirar os 95%, é possível que o negócio siga rumo ao buraco.
O empreendedor sabe, pois vive com as suas certezas que haverá sempre uma curva de probabilidade com ondas de possibilidades.
Empreender, muitas vezes, é tarefa solitária e árdua, por isso dependerá do próprio empreendedor colapsar a própria onda.
Por isso, caro empreendedor ou aprendiz de empreendedor, o seu “segredo” só você pode construir!
por Adams Auni
adamsauni@adeloxoil.com
Administrador de empresas
Empreteco – Sebrae RJ
Viagem espacial e a maquina do tempo – misterio filosofia e religiao
A MÁQUINA DO TEMPO É O MISTÉRIO DE DEUS?
O objetivo deste fórum é discutir a possibilidade da construção da Máquina do Tempo e suas implicações religiosas. Como base para discussão, conviria o conhecimento do livro A MÁQUINA DO TEMPO É O MISTÉRIO DE DEUS? todavia, todo conhecimento relacionado a Máquina do Tempo, Teologia, Profecias, Filosofia, Física, Política, assim como os críticos: são bem vindos.
A MÁQUINA DO TEMPO E A HISTÓRIA
por Rosemberg M. N.
Inicialmente, faço questão de apresentar esse Livrinho como uma obra de ficção científica, não me preocupando em legitimá-lo a Bíblia.
Contudo, gradativamente, tais legitimações aparecerão naturalmente, pelo simples fato de como veremos a seguir: esse Livro não é ficção, mas sim a realidade do universo exposta de uma forma bastante suave e desmistificada.
Exposta pôr alguém que possui AUTORIDADE de fazer esclarecido todos os mistérios do universo, segundo o que está profetizado na Bíblia e em outros Livros Sagrados inspirados pelo Deus Vivo.
Este ser de Autoridade, é aquele previsto na Bíblia no capítulo 4 de Malaquias.
Enfim, estou no espírito de Elias. E aqueles que temem a Deus e conhecem a Palavra, convém que me ouçam!
Pôr mais futurista que eu possa aparentar pôr falar sobre Máquina do Tempo, não me sinto dessa forma.
Pois se hoje aparento ser futurista, o erro não está em mim, mas naqueles que divulgam o conhecimento que se fazem ultrapassados. Assim sendo, eu não sou futurista, já que intelectualmente me encontro no presente; mas as mentes que lideram o mundo, que se fazem secularmente atrasadas em todos os níveis: quer político ou científico.
Nota: poderia sem muito esforço teológico explicar o porquê que estou no Espírito de Elias e até dizer que eu poderia ser uma das Testemunhas Mártires do Apocalipse capítulo 11. Mas, eu estaria dizendo o óbvio.Pois qualquer cristão sabe, que João Batista veio no espírito de Elias, contudo o plano de Deus para com os Judeus não se concretizou naquela época, e por isso um outro Elias viria.E eu me apresento como sendo esse Elias, e todos sabemos que isto iria acontecer. Portanto, não há motivos para se escandalizar com a minha pessoa. A questão é saber, se sou ou não enviado do Deus Vivo para desempenhar esse ministério profético. Alerto entretanto, que a idéia de que Elias virá do céu, é teoria humana e tão passiva de erro como qualquer teoria humana, já que estou no espírito de Elias e nasci no século XX.
Porquê precisamos construir a Máquina do Tempo?
Vivemos num universo constituído de vários planetas e em alguns deles hão vida, tão inteligente quanto a nossa. Não obstante, dificilmente a forma física deste é semelhante a nossa e no entanto, somos imagem e semelhança de Deus.
Pôr ventura, seríamos nós seres humanos, os únicos semelhantes a Deus?
Responder essa pergunta no momento, com certeza escandalizaria a muitos. E pôr isso, não responderei agora.
Mas... se não existir nenhum Deus semelhante a nós, precisaremos criar Um. E a Máquina do Tempo faz isto!
Teria sido este o argumento no qual Lúcifer utilizou para que ele "criatura", se dissesse Criador?
Posteriormente, voltaremos nessa questão.
Trataremos então do motivo que levaria o homem a construir a Máquina do Tempo, caso fosse possível sua construção.
Digamos que hoje, você "leitor" visualiza um disco voador descendo sobre seu quintal, e a porta da nave se abre e de seu interior sai uma pessoa.
Você ao olhar a pessoa é tomado pôr uma grande surpresa, pois vislumbra um ser semelhante a ti, contudo um tanto mais velho e que lhe afirma ser você regredido no tempo.
Você se nega a crer que aquela afirmação seja verídica.
Ao passar de anos...
A Máquina do Tempo é inventada na Terra, e você faz parte desse conjunto. Então, em dado momento de sua História, você regride no tempo e se visita no passado, vivendo a situação relatada anteriormente, mas sob outro ângulo, onde você passa a ser o ser que saiu do disco.
O que quero mostrar nesse exemplo, é que em nenhum momento, a História foi alterada. Pois você entrou em contato consigo mesmo que veio do futuro. Após isso, ao passar de anos, você regride no tempo para ocupar o espaço daquele que se disse você regredido no tempo.
E assim, vossa senhoria cumpriu o papel que a História lhe reservou, sem alterá-la em um único ponto.
Mas, digamos que no futuro, você se recuse a regredir no tempo para se encontrar consigo mesmo no passado.
Se assim agisse: estarias alterando a História?
Com certeza alteraria: E isto destruiria totalmente a racionalidade da existência da Máquina do Tempo, pois é extremamente irracional a estrutura filosófica da Máquina do Tempo de Steven Spielberg "DE VOLTA PARA O FUTURO", onde sua principal função é alterar a História "e isto é impossível"!
E facilmente explicável: pois se foi Deus quem criou a História.Quem somos nós para tentar alterá-la, pôr ventura faríamos uma História mais Perfeita?
As "aparentes imperfeições" de Deus, nada mais são, que Perfeição aquém do entendimento comum!!! Uma vez que a História registrou que você no passado encontrou com um semelhante a ti, que se disse você regredido no tempo. Mas no futuro, você se recusou a executar essa tarefa que estava determinada a ti.
Pôr ventura, no futuro serias obrigado a cumprir essa tarefa de regredir no tempo ainda que não quisesses?
Claro que não! Pois se quisesses, poderias alterar a História caotizando todo universo, com a simples subtração ou acréscimo de um único gesto em seu comportamento para consigo no passado.
E assim, caso a Máquina do Tempo exista, os seus viajantes precisam ser completamente fiéis a História, para que não a altere "visto que a mesma é perfeita".
Mas no entanto, a vontade de alterá-la existiria. E assim, como anular-se-ia esse problema?
Para se anular esse problema, basta a invenção da mentira, e de seu respectivo pai, que é Lúcifer.
Pois se o leitor não quis regredir no tempo para conversar consigo mesmo no passado, e no entanto esse fato "aparentemente" ocorreu. Você não regredirá no tempo para esse propósito, e assim a sua vontade prevalecerá.
Mas, quem teria sido aquele humano que se disse você regredido no tempo quando sai daquele disco voador que havia pousado em seu quintal?
Resposta: Foi um anjo de Lúcifer "disfarçado de ti regredido no tempo", que aterrou em seu quintal na finalidade de enganá-lo quanto a existência da Máquina do Tempo.
Esse anjo de Lúcifer, na verdade não veio do futuro. Ele apenas escolheu o leitor para tentar enganá-lo.
Mas, se no futuro, você mudasse de opinião e resolvesse regredir no tempo para executar aquela tarefa. A História teria sido aquela relatada outrora, sem que um única vírgula da mesma tenha sido alterada.
Vê-se nesse exemplo, que o viajante do tempo, precisa ser demasiadamente correto em sua missão (é como se Deus penetrasse no corpo do regredido - tipo tomado pelo Espírito Santo). Pois, quando diz respeito a encontrar-se consigo mesmo no passado, a correção precisa ser extrematizada, pois saber-se-á como alterar a História e com diversas formas, bastando apenas um gesto fora daquilo que o viajante "demônio" havia feito em seu primeiro encontro consigo antes de regredir no tempo.
"Disse demônio, pois apenas esses tentam esse tipo de proeza de alterar a História. Mas nunca conseguem.
Em primeiro lugar, é porquê demônio como veremos posteriormente não regride no tempo, e por isso não conhece o futuro, e não conhecendo, é impossível a eles alterar a História. Pois o ato que faz, pensando estar alterando a História, estarás apenas fazendo o que a História já havia registrado e ele não sabia.
Se os demônios conseguissem regredir no tempo: Deus em sua consciência plena da História prenderia o demônio antes dele cometer o ato que alteraria a História, e no lugar do demônio, poria um de seus anjos "anjo de Deus", para cumprir aquela missão, e este anjo não alteraria a História, pois faria tudo exatamente como a História havia registrado, pois de certa forma, estará tomado pelo Espírito Santo.
Devido a isso, caso a Máquina do Tempo exista, dificilmente será permitido o contato "simples" entre a mesma pessoa em tempos diferentes. Pois a História do Universo se caotizaria devido a um único gesto de um único ser. Caso este resolvesse cometer tal ato.
E assim, sempre que se tentar executar tal feito "regredir no tempo para contactar-se consigo", haverá anjos que impedirão. Anjos estes, enviados diretamente pôr Deus: o Grande Criador do Universo.
Pôr outro lado, quando for necessário que alguém cumpra uma tarefa no passado a qual a História registra, e sua não execução caotizaria o Universo? Este alguém "querendo", irá executar essa tarefa.
Mas, retornando a pergunta inicial: Porquê precisamos construir a Máquina do Tempo?
Nós seres humanos não precisamos construir a Máquina do Tempo! Pelo simples fato de que Deus existe.
Se Deus Existe, logo não precisamos fazer aquilo que está determinado a Ele e seus anjos.
A priori, um homem que possui a Máquina do Tempo, pode perfeitamente existir antes do universo ser criado e ser o Criador do Universo.
Enfim, a Máquina do Tempo cria Deus.
Se Deus existe, logo Ele não precisa ser criado. Se Ele não precisa ser criado, logo não é necessário criar a Máquina do Tempo, mesmo que sua construção física seja possível "pois se tentarmos regredir no tempo para ocupar o lugar de Deus: Deus nos destruirá".
Mas, se Deus pedir para que façamos a Máquina do Tempo na finalidade de sermos seus anjos? Então devemos construí-la.
"Talvez, para que criemos um Deus que seja a nossa imagem e semelhança, caso outras formas físicas de seres inteligentes que se digam imagem e semelhança de Deus existam em outros planetas do universo, e sejam diferentes a nossa constituição física. Logo há um Deus diferente fisicamente de nosso Deus".
Então, quem seria o Deus desses Deuses? Seria Ele um Super Deus? Quem seria esse Super Deus? Pôr ventura, seria o Espírito Santo?
Sua face nunca será vista, porém saber-se-á os efeitos de Sua Existência. E os respectivos Deus de outros planetas, saberão que existe o Super Deus "Espírito Santo", e todos Eles pensarão que o Super Deus é Ele com regressos no tempo a mais. Porém a educação que o Super Deus deu a Esses, fará com que Esses se auto intitulem Deus, mas ao Super Deus, será denominado de "Espírito Santo".
Se assim fosse, a História teria sido escrita e feita dessa forma, e o Deus de planetas se auto-intitulam Deus pois o Super Deus "Espírito Santo", assim confeccionou a História antes do nascimento daquele que ao regredir no tempo se tornaria o Deus de seu planeta.
Não obstante, uma vez a Máquina do Tempo estando construída, quem nos garante que entre os viajantes do tempo, só haverá anjos obedientes ao Espírito Santo?
Pois bastaria um anjo rebelde, ao descuido dos demais anjos, regredisse no tempo além do permitido, localizando-se antes dos demais, e após, se auto intitular Deus, pedindo para que os demais o veja como tal.
Em contraposição, imediatamente uma outra voz se dizendo Deus surgirá e o acusará de Lúcifer.
E o impasse estará formado.Qual dos dois será o verdadeiro? Teriam os dois utilizado do mesmo artifício?
Obviamente, estou expondo suposições.
Uma vez que não afirmo ser necessário edificarmos a Máquina do Tempo. Pois só precisaríamos edificá-la caso Deus não existisse, ou se Ele nos pedisse para que edifiquemos e sejamos seus anjos aptos para a construção física do Paraíso prometido pelos profetas, inspirados pôr Deus.
Deus só fará essa solicitação, caso sua presença em determinado planeta, se fizer como inexistente. Ou seja, um planeta repleto de injustiça, onde as igrejas que se dizem representantes de Deus, estão mais próximas do Diabo, do que do meio-termo, e ainda afirmam com veemência que serão arrebatadas tamanha a sua santidade. Mas, no entanto, ignoram ou até mesmo matam os enviados do Deus quando chegam as suas portas, clamando pôr reconhecimento.
Isto ocorrendo, Deus terá que organizar um outro plano para resgatar aquele planeta para o universo dos vivos, e para isso, contará com os justos, já que muitas de suas igrejas se fizeram Babilônias.
Porém, se naquele planeta, as igrejas que se dizem arrebatáveis, reconhecem o enviado de Deus: Elas serão arrebatadas, e Deus colocará seu exército de anjos "que já existe", para destruir todos os demônios "bestas" que ficaram e dominam aquele planeta.
Então, Deus liberta o planeta e nele estabelece o Paraíso.
Física para a máquina do tempo
QUANTUM PENTADIMENSIONAL
Entendo o universo como uma seqüência de planos quadridimensionais uns sobre os outros, separados entre si na distância equivalente a um quantum penta dimensional (Ë), que por sua vez, estando em repouso apresenta-se sob a forma cúbica, porém esta representação é simbólica, uma vez que o quantum penta dimensional (Ë) como matéria não existe de fato, mas pode ser representado graficamente desta forma.
Este cubo (Ë) uma vez em repouso, não provoca deformação no plano quadridimensional pelo simples fato de estar paralelo à ele numa distância equivalente ao que denomino de PELÍCULA PENTADIMENSIONAL (veremos posteriormente). Entretanto, quando este quantum penta dimensional gira ele provoca a deformação no plano quadridimensional equivalente a distância entre seus vértices. Porém se seu giro for apenas de forma paralela ao plano, não provocará tal deformação e sim um outro efeito que concluiremos posteriormente.
Enfim, cada direção de giro que o quantum penta dimensional faz, tem o seu respectivo efeito em nossa visão tridimensional do universo e creio que entenderemos muitas delas no decorrer deste trabalho. Esses movimentos podem ser simultâneos e também interagem da direção e velocidade do quantum penta dimensional (Ë).
Nesses movimentos encontraremos: gravidade (massa), spin, velocidade, direção...
Pois o quantum penta dimensional é um energia que trafega no interior do vetor penta dimensional, que atravessam os planos quadridimensionais, mostrando-se como partícula quando toca o plano e mostrando-se como onda quando está entre dois planos quadridimensionais.
Os planos quadridimensionais, onde cada um equivale a um momento no tempo, são cortados como já disse, em diversos ângulos pelos VETORES PENTADIMENSIONAIS, que são como tubulações, que em dados pontos possuem um diâmetro maior, no tamanho equivalente a distância maior entre os dois vértices do quantum penta dimensional, e em outro ponto possui a forma quadrada onde o cubo (quantum penta dimensional) supostamente se encaixaria e em outros pontos possui características espirais, como se o suposto cubo (quantum penta dimensional) girasse em seu interior.
Dentro desses vetores penta dimensionais “tubos” corre o quantum penta dimensional, que em sua essência é apenas energia.
Esses tubos quem conectam os planos quadridimensionais, que ao passar por eles provocam as devidas deformações no espaço-tempo.
Enfim, a quinta dimensão seria perpendicular a quarta.
Os vetores penta dimensionais são estáticos embora haja o quantum penta dimensional com velocidade em seu interior e sua extremidade varie conforme já relatei.
Quando o vetor cruza os planos quadridimensionais com ângulo de 90º, será uma partícula sem velocidade, pois o movimento perceptível no plano quadrimensional é caracterizado pela inclinação que o vetor atravessa o plano e proporcional à isso será o tipo de deformação que causará no plano...
A importância destes vetores é a consciência de que tudo que já foi e será, ainda existe, pois toda existência material se encontra estática, pois estáticos são esses vetores, logo o passado, futuro e presente existem na quinta dimensão visto que o Todo Dimensional se encontra imóvel e este todo é a sétima dimensão "que estaria no que denomino de Quartinho de Deus".
O quantum penta dimensional é a única coisa móvel que existe na quinta dimensão (é como se fosse a energia que existe no Quartinho de Deus), e tudo que temos a impressão de estar fazendo, na verdade resulta da posição que o vetor penta dimensional se encontra naquele dado momento em relação ao respectivo plano quadridimensional.
Esta visão que passo sobre a quinta dimensão é apenas para nos familiarizarmos com a visão do plano quadridimensional que passarei a expor posteriormente, onde o movimento da suposta partícula cúbica (quantum penta dimensional) pode se fazer capaz de produzir os efeitos físicos que conhecemos.
O TODO, A SÉTIMA DIMENSÃO
Estando nós no Quartinho de Deus, teremos condições de visionar a Sétima Dimensão, onde em seu interior encontram-se as outras seis dimensões, e vê-la-emos como um globo composto de vários globos elásticos (uns sobre os outros) em seu interior e esses globos são os “planos quadridimensionais”; cruzando esses globos, estão os vetores penta dimensionais, que se dispõem como um aglomerado de tubos nas mais variadas posições, cruzando os planos quadridimensionais nos mais variados ângulos, onde esses ângulos equivalem a direção e velocidade do corpo.
A junção entre os vetores penta dimensionais e os planos quadridimensionais, fabrica o universo tridimensional, e dentro deste estão os bidimensionais e o ponto unidimensional!
A Sexta Dimensão, estaria do lado interno do plano quadridimensional localizado próximo ao raio do globo “sétima dimensão” .
Creio que consegui descrever superficialmente a forma como enxergo o Todo.
O TEMPO: QUINTA DIMENSÃO
Fiz as explanações anteriores, pois já afirmei que a matéria não existe e para justificar esta afirmação fora necessário mostrar a quinta dimensão, onde a partícula nada mais seria que a passagem do quantum penta dimensional no vetor penta dimensional pelo plano quadridimensional; feito essa observação limitar-me-ei agora a descrever a partícula como se fosse material, ou seja, na minha visão quadridimensional e de certa forma harmônica a visão que hoje se tem sobre o plano quadridimensional, no qual o mesmo representa o tempo, porém em dados momentos mencionarei os vetores penta dimensionais, visto que o plano quadridimensional atualmente entendido é visto como sendo apenas um e eu não o vejo desta forma, e sim um aglomerado deles, onde cada um representa um momento no tempo e na visão atual, o que se foi já era, pois jamais poderíamos ir antes daquilo que não existe mais, pois o plano quadridimensional seria apenas um, portanto o que passou, não existe mais, pois o plano quadridimensional se modificou. Poder-se-ia calcular uma velocidade de retorno maior que a da luz, e não chegaríamos antes do fato, pois o fato seria material e assim, antes de irmos antes dele, colidiríamos com ele. Mas, no interior de qualquer raciocínio, percebemos que cada plano quadridimensional é um momento no tempo, e não o tempo propriamente dito, pois o tempo não pode ser simplesmente entendido como sendo uma consequência “efeito” da deformação do plano quadridimensional e sim a causa. E é vendo o tempo como sendo a causa, que proponho a existência física do mesmo, e lhe crio uma dimensão própria, que denomino de quinta dimensão e esta quinta dimensão que proporciona as respectivas deformações no plano quadridimensional criando toda a impressão que justifica a visão atual de que o tempo seria a quarta dimensão, pois a quinta dimensão interage sobre a quarta deformando a mesma.
O plano quadridimensional (embora globular) é elástico e percebe de todas as formas o movimento que a partícula cúbica (quantum) possui, pois descrever os vetores penta dimensionais a nível de movimento que os tais fazem em torno de seu eixo, chega as raias do semi impossível, visto que ele retrata para o exterior (plano quadridimensional) todo o movimento que a suposta partícula estaria fazendo em seu interior e definir este movimento existente no interior do vetor penta dimensional se faz mais fácil relatar que o mesmo emite vibrações/freqüências para cada plano quadridimensional e tais repercutem no plano quadridimensional. Não obstante, essas vibrações podem ser descritas pelo movimento do cubo. Isto posto, deixemos de lado a quinta dimensão e nos preocupemos apenas com a quarta, pois creio que o amigo leitor já percebeu que os planos quadridimensionais na minha concepção seriam como pedaços da cena de um filme, contendo todas as características daquele momento do filme e é devido a isso que seria possível regredir no tempo, pois bastaria retornar a fita. Mas, nós estamos dentro do filme, então como fabricar esse retorno?
Primeiramente, pentadimensionalmente falando, até esse ato já está descrito nos vetores, pois os vetores já fizeram a curva em direção ao passado e voltando ao futuro, sendo tubos em circunferência, elipse e etc (apesar de nós ainda não termos chegado a esse futuro “plano quadridimensional do futuro”... E este futuro e todo formato dos vetores, podem ser visualizados na sétima dimensão, pois é isto que somos quando vistos de lá, apenas vetores cruzando as bolas (que são os planos quadridimensionais).
Para trazer as questões para o nosso entendimento, é necessário que nos localizemos dentro do universo que descrevo, caso contrário o trabalho apresentado ficará incompreensível.
Nós somos produtos de união de partículas, portanto somos matérias estáticas nos planos quadridimensionais, onde uma infinidade de nossos corpos existem na infinidade de planos quadridimensionais, logo em cada momento do tempo (plano quadridimensional) existe um corpo e a passagem seqüencial sobre os planos quadridimensionais ter-se-á a impressão que corpo se movimenta e que o tempo passa. Isto posto, nós somos como o fluído “energia-quantum” que trafega no interior do vetor penta dimensional.
Este quantum penta dimensional, possui a suposta velocidade da luz, se este quantum trafegasse em linha reta sem sofrer nenhum atrito. Entretanto este quantum executaria vários movimentos no interior do vetor penta dimensional, e o próprio vetor por vezes se faz curvo e varia em sua grossura e isto tende a modificar a velocidade do quantum, fazendo a impressão da velocidade reduzir. Isto visto à nível de partícula poderíamos dizer que quanto maior os tipos de giro que a suposta partícula cúbica “quantum” executa, menor será a sua velocidade penta dimensional, pois a velocidade inicial foi substituída por outro tipo de movimento (do retilíneo para o curvilíneo e etc.); claro que essa variação se faz perceptível ao plano quadridimensional (...) que trataremos posteriormente.
Sendo nós a junção de partículas, possuímos a velocidade penta dimensional proporcional as velocidades penta dimensionais que nossas partículas/átomos/moléculas causaram na velocidade dos quantum pentadimencionais. Enfim, nós, a vida, somos o quantum penta dimensional que trafega no interior dos vetores.
O M.I.C. E SEUS EFEITOS
MIC (MOVIMENTO INTRA CORPORAL)
Como já relatei, o (quantum) cubo em movimento deforma o plano quadridimensional, quando o movimento se faz paralelo ao plano, o campo resultante disto, é o campo magnético também conhecido como spin.
Quanto o movimento do cubo se faz transversal ao plano “na direção do movimento (para frente)” o campo resultante disto é o gravitacional; e quando a direção do movimento é para trás, o campo será anti-gravitacional e será um anti cubo “antipartícula”.
Quando o cubo possui um movimento (giro) numa inclinação de 45º ao plano quadridimensional, convenciono que tal cubo emitirá uma carga elétrica positiva e quando esta inclinação é contrária, sua carga será negativa.
Obviamente o cubo executa vários giros simultaneamente e isto causa a sua diversidade.
PELÍCULAS DIMENSIONAIS
Hão vários planos quadridimensionais, e todos têm a forma de bola elástica, uma dentro da outra, onde logicamente a dimensionada ao lado externo é maior que aquela localizada próximo ao raio do conjunto de planos “bolas” quadridimensionais. Por conseqüência, os vetores penta dimensionais precisam se afunilar a medida que se aproximam do centro das grandes bolas (sétima dimensão). Isto posto, sendo cada plano “bola” quadridimensional da dimensão do universo em dado momento, este universo diminuiria à medida da proximidade do raio das bolas, entretanto, os vetores penta dimensionais igualmente afinariam e com isso a sensação de que o universo estaria sempre nas mesmas dimensões, pois diminuiríamos proporcionalmente a diminuição do universo.
O plano quadridimensional que se encontra no raio das bolas, sua dimensão não será zero. Entretanto os vetores penta dimensionais chegarão ao seu afunilamento extremo. O que seria isto?
Os vetores penta dimensionais possuiriam uma dimensão física, possuindo portanto um diâmetro mínimo que equivaleria ao menor espaço possível. Intuitivamente imagino a sexta dimensão e esta estaria no lado interno do plano quadridimensional mais próximo ao raio da sétima dimensão (grande bola); para que sexta dimensão possui-se dimensão física positiva, seria necessário que o vetor penta dimensional tivesse uma propriedade constante que não sofresse o afunilamento descrito anteriormente e daí intuo a existência de uma película que envolve o vetor penta dimensional (PELÍCULA PENTADIMENSIONAL) e quando os vetores chegam ao máximo de seu afunilamento significa que todas as películas dimensionais se tocaram criando assim no raio da grande bola, um globo formado de película dimensional e seria no interior deste globo que estaria a sexta dimensão. E do lado externo da sexta dimensão estaria o menor plano quadridimensional possível, onde a menor partícula “cubo” teria a dimensão zero.
Assim sendo, a superfície externa da sexta dimensão seria constituída de uma película dimensional, a mesma película que envolve os vetores penta dimensionais, Película esta, sensível aos movimentos existentes em seu interior. O lado externo da sexta dimensão é o primeiro plano quadridimensional partindo-se do raio para fora. O lado interno da sexta dimensão, é a sexta dimensão propriamente dita onde está o plano hexadimensional, semelhante ao quadridimensional, sendo o lado interno da bola e o quadridimensional o externo.
MOVIMENTO DO CUBO
Já superficialmente expus, que a carga elétrica resulta do giro inclinado do cubo em relação ao plano quadridimensional. O campo magnético resulta do giro paralelo do cubo em relação ao plano quadridimensional. O campo gravitacional, resulta do giro transversal do cubo em relação ao plano quadridimensional.
Imaginemos um partícula em seu trajeto penta dimensional, possuindo massa, carga elétrica e campo magnético. Se seu trajeto se faz totalmente transversal ao plano quadridimensional, esta partícula terá uma massa muito insignificante, pois o plano quadridimensional seria composto de vetores quadridimensionais, que seriam como linhas paralelas distantes entre si à largura do cubo e outras linhas transversais distantes entre si na largura do cubo; formando assim uma grande teia quadricular que envolveria toda bola quadridimensional.
O cubo estando em repouso quadridimensional, ele passaria sob os planos quadridimensionais sem provocar deformação no mesmo, pois não tocaria as linhas quadridimensionais. Todavia, para que isto ocorresse, seria necessário que esta partícula não possuísse carga elétrica, nem massa e nem campo magnético, pois qualquer um desses giros deformaria o plano.
Preocupemos-nos exclusivamente com o campo gravitacional da partícula.
Já vimos que o campo gravitacional é o momento em que o suposto cubo gira no interior do vetor penta dimensional no sentido para frente, como se no interior do vetor uma de suas paredes não promovesse nenhum atrito ao suposto cubo e na parede oposta, este atrito se faz sentido provocando o movimento do suposto cubo numa dada direção no interior do vetor penta dimensional. Verificasse assim, que o suposto cubo possui uma folga no interior do vetor penta dimensional, e intuo que esta folga seja da largura da linha quadridimensional.
Se o atrito e ausência do mesmo que caracteriza a direção do suposto cubo no interior do vetor penta dimensional, e, o giro do suposto cubo no interior do vetor, de um lado é para frente e do outro é para trás, logo o que faz o suposto cubo seguir para frente ou para trás passando pelos planos quadridimensionais, haveria de ser a inclinação do vetor penta dimensional, pois o quantum penta dimensional, ou seja, o suposto cubo estando totalmente transversal ao plano quadridimensional, ele “cairia em queda livre” sem tocar os lado internos do vetor penta dimensional, mas se houver inclinação, o suposto cubo (quantum penta dimensional) tocará um dos lados e correrá para frente, mas se a inclinação for contrária, o suposto cubo, correrá para trás. Enfim, para um lado irá ao futuro e no outro lado irá ao passado, um, sendo matéria e o outro anti-matéria.
Pois bem, tudo dependerá do tipo de inclinação que o vetor penta dimensional possui em relação ao plano quadridimensional, e a direção do giro do suposto cubo.
DEFORMANDO O PLANO QUADRIDIMENSIONAL
Pelo exposto até o momento, creio que passei a idéia de que o plano quadridimensional é composto de linhas elásticas (vetores quadridimensionais), que se cruzam, criando um vácuo quadricular no tamanho do quantum penta dimensional que possui a forma cúbica. Sendo assim, um plano quadridimensional é como se fosse composto de vários vácuos quadrados.
Como já disse, hão vários planos quadridimensionais, onde cada representa um momento no tempo, e esses planos quadridimensionais são separados entre si na distância de um quantum penta dimensional.
Sabemos que, quando uma massa afunda um plano quadridimensional o tempo nessa massa passa mais vagarosamente. Qual seria pentadimensionalmente, a causa desse fenômeno?
Quando um quantum penta dimensional provoca deformação “massa” no plano quadridimensional, significa que parte de sua velocidade penta dimensional foi reduzida, por ter transformado parte dessa velocidade em giro, e assim, o quantum penta dimensional leva mais tempo para atingir o futuro que os demais quantum penta dimensional, por conseqüência, estando o tempo deste quantum penta dimensional em giro passando mais lentamente, automaticamente, tudo que o mesmo observar a sua volta estará igualmente lento e assim ele verificaria que a velocidade do outro quantum penta dimensional é a mesma em relação à ele, antes dele entrar em giro, ou deformar o plano quadridimensional.
Isto posto, verificamos que nada mudamos na essência da Teoria da Relatividade
MOVIMENTO INTRA CORPORAL (MIC)
O Movimento Intra Corporal (MIC) é a existência tridimensional, pois tudo que vemos e sentimos encontra-se em MIC e aquilo que não estiver em MIC, não será sentido pois não estará de nenhuma forma deformando o plano quadridimensional e nem o vetor penta dimensional; pois encontrar-se-á em queda livre sem atrito no interior do vetor penta dimensional, passando pelos planos quadridimensionais sem tocar em suas linhas quadridimensionais.
Apesar de ter exposto que os vetores penta dimensionais são estáticos e existem desde sempre com suas respectivas curvas e formas e que a matéria derivada dele é apenas uma impressão deixada no plano quadridimensional, ter dado a impressão que somos apenas personagens sem autoridade de manipular esses vetores. Porém, tudo que pensamos em fazer já está escrito nos vetores, porquê nós agimos conforme está determinado, pois agimos com a lógica que rege nosso comportamento, pois somos previsíveis para aquEle que criou todos os vetores. Ainda que pensemos estar mudando nosso futuro, estaremos agindo conforme a lógica de nosso comportamento. Seria destino? Onde está o Livre Arbítrio?
Quando Deus criou o todo, Ele o fez perfeito ou simplesmente o Todo já estava lá, é como se a Perfeição não precisasse ser criada, pelo simples fato de ser perfeita. Ela simplesmente existe e nós somos uma parte dessa perfeição e nossos atos são igualmente perfeitos por estar harmônicos ao restante de toda perfeição. Simplesmente poético e só...
Pois bem, quando formos manipular o MIC, o manipularemos, pois assim está escrito, e desempenharemos o nosso papel.
Como o manipularíamos?
Primeiramente temos que entender a posição de um corpo no universo, ou seja, o que vem a ser para baixo, para cima, para um lado ou para o outro lado em relação ao universo. Melhor explicando: se um corpo está assentado sobre um plano quadridimensional, qual seria a sua parte de baixo?
Todas as partes são a parte de baixo assim como todas as partes são a parte de cima, o mesmo para os lados, pois não é possível determinarmos uma posição quadridimensional, pois está aquém de nosso entendimento, mas tentemos situar um corpo no plano quadridimensional.
Imaginemos um elétron orbitando o núcleo atômico; estando ele em órbita, seu movimento é circular, porém isto não significa que o elétron estaria descendo e subindo no plano quadridimensional: o elétron em sua órbita tem velocidade próxima a da luz, visualizando-o pentadimensionalmente, verificaremos que ele pode fazer um movimento orbital de cima para baixo, sem com isso voltar para o plano quadridimensional anterior, pois o movimento orbital deste elétron para fazê-lo voltar para o plano quadridimensional acima seria necessário que sua velocidade fosse superior a da luz (velocidade do quantum penta dimensional é no máximo igual a da luz), não o sendo, o trajeto de seu vetor penta dimensional será como uma linha ondulada sempre de um lado para o outro e nunca de cima para baixo , e assim em nenhum momento cria um nó.
Mas, ainda estamos longe de sabermos como manipular o MIC, pelo simples fato de não sabermos como o corpo se assenta no plano quadridimensional ou universo pluridimensional (conjunto de todas as dimensões). Sabemos que existência física do corpo em nossa dimensão resulta do MIC que o corpo possui, que é uma seqüência de giros que o corpo possui, esses giros são os responsáveis pela massa, velocidade, direção, carga elétrica e spin, esses movimentos estão sempre harmônicos, ou seja, um é derivado do outro, a perda de um movimento é compensado pelo excesso de outro (lei da inércia). Isto posto, já possuímos pistas de como manipular o MIC. Mas, isso ainda não é o suficiente.
Mas, se é o giro sobre si que produz os efeitos no plano quadridimensional. Daí se propusermos ao corpo um giro artificial; será que modificaríamos o seu MIC?
O elétron quando gira sobre seu eixo, ele emite um campo magnético. E para artificialmente provocarmos esse fenômeno, basta que coloquemos o elétron girando em torno de algo. Verificamos que é possível modificar o MIC.
(obs: : estou desenvolvendo esse trabalho e o disponibilizando quase que imediatamente na internet, portanto, estou passivo de erros, e portanto sujeito a rever certas conclusões anteriores que teriam sido precipitadas, além do fato de não me julgar preparado para desenvolver um trabalho de tamanha grandeza, e humildemente peço help, àquele que estiver mais preparado “desde que seja meu contemporâneo -sem regresso no tempo- e terrestre rsrsrs”).
Sei que meu modo de investigação é um tanto diferente do habitual, mas sempre pensei desta forma, pois assim é mais fácil para encontrar os atalhos para a verdade, do que centrar o raciocínio num único ponto, quando podemos analisar vários pontos de uma só vez e o resto fica por conta da criatividade na construção da ponte que liga os pontos.
COMO PODEMOS MODIFICAR O MIC DE UM CORPO?
Já sabemos o que é uma carga elétrica, o que é uma anti-partícula, o que é o spin, o que é a massa, o que é a velocidade e o que é a direção, só não sabemos como podemos manipular o MIC, pois quando soubermos, teremos a anti-gravidade e total domínio sobre o tempo, e etc.
Para modificarmos o MIC de um corpo, penso que deveríamos bombardear-lo com movimento. Movimento é energia, é quantum penta dimensional. Isto não significa que bombardearíamos o corpo, e sim, daríamos movimento a ele sem que de fato o mesmo se movesse da forma como conhecemos, pois conhecemos o movimento como conseqüência de uma força aplicada numa dada direção, mas na verdade essa força alterou o MIC e por isso o corpo se moveu. Logo, se manipularmos o MIC, não precisaremos da força que deu a direção do movimento.
Sabemos que toda existência resulta do efeito que o vetor penta dimensional causa na linha quadridimensional;
O que proporciona a sensação de existência de um outro corpo no plano pluridimensional, é a forma com que a linha quadridimensional atinge o outro corpo. Enfim, essa seria a definição de onda, campo e etc... Ou seja, os efeitos gravitacionais que uma massa causa noutra massa distante entre si, deriva da variação da linha quadridimensional.
A conclusão resultante desta análise é que todo movimento existente no quantum penta dimensional no interior do vetor penta dimensional é transmitido à linha quadridimensional e esta repassa a informação para o restante do plano pluridimensional, interagindo assim no plano quadridimensional e nos outros vetores penta dimensionais.
Se o quantum penta dimensional executa um movimento que gere massa e spin, o spin fará com que a linha quadridimensional assuma forma espiral em torno deste quantum e a massa deste quantum fará com que o vetor quadridimensional afunde o plano quadridimensional até o momento em que o quantum consiga vazar no plano quadridimensional, passando para o seguinte.
Notificasse desta forma que as linhas quadridimensionais em forma espiral tente a transmitir esse comportamento para o vetor penta dimensional, fazendo com que ele se contamine com esse tipo de movimento.
Posso concluir que o campo de um corpo pode interagir completamente sobre o outro.
Desta forma, podemos acionar o MIC de um corpo no objetivo de influenciar o MIC de um outro corpo, ou seja, ao colocarmos um corpo à girar em torno de outro corpo, estaremos naturalmente acionando o MIC do corpo que faz a circunferência, e nada de extraordinário ocorreria com o corpo que trafega em circunferência, porém, este emitirá o respectivo campo resultante de seu movimento e este campo interagirá no MIC do corpo localizado ao centro, e terá seu MIC alterado relativo a modificação do MIC do corpo que trafega a sua volta. E isto poderia proporcionar variação na massa do corpo central, ou velocidade, ou direção de movimento do corpo central, dependendo do tipo de trajeto em circunferência que é feito.
Será que poderíamos envolver um corpo com 4 tubos em forma de argolas dispostas uma dentro da outra em posições estratégicas, e no interior destas se comunicando colocássemos uma enorme (corrente elétrica, campo magnético ou ?). O que poderia ocorrer com o corpo locado ao centro do experimento?
A intenção desta questão seria modificar o MIC do corpo central, fazendo o mesmo perder ou ganhar massa, adquirir velocidade e direção, através do mero posicionamento das argolas.
O corpo central, nada mais seria que o motor de uma hipotética nave, onde ao ganhar massa negativa a nave se elevaria e sua velocidade e direção seria igualmente manipulada nas argolas, que levaria toda nave.
Na continuação deste post: missão e características da máquina do tempo
COMUNIDADE NO ORKUT: APOCALIPSE E MÁQUINA DO TEMPO
Fórum criado em 12/05/2002 por rosembergmn
URL: A máquina do tempo é o mistério de Deus?: http://www.maquinadotempo.rg3.net
Tags: maquina tempo profecias apocalipse
_hedonism_taken_serious
by The Hedonist Cover Art: "Portrait of Sun Ra", oil on canvas by Paul David Elsen






.jpg)

