Scientia Ad Sapientiam

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“Não há homem imprescindível, há causa imprescindível. Sem a força coletiva não somos nada” - blog da retórica magia/arte/foto/imagem.

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Krishnamurti, links para um singular pensador

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Fragmentos de um pensador muito especial.

Para quem deve estar se sentindo de saco cheio de textos científicos ou excessivamente técnicos.

Especialmente referente a última aula de sociologia, onde partiu-se do fato consumado de que onde há sociedade, lá também haverá conflito. Veja de onde vem a raiz desse problema, aparentemente sem solução, segundo a visão deste pensador abaixo.





O que você esta fazendo com a sua vida?
Passagens selecionadas sobre as grandes questões que nos afligem.

Ensinar é a mais nobre das profissões, se é que se pode chamar essa atividade de profissão. É uma arte que requer não somente capacidade intelectual, mas paciência e amor infinitos.
Quando somos realmente instruídos, compreendemos nosso relacionamento com todas as coisas – dinheiro, bens, pessoas, a natureza – no vasto campo da existência.

Sei que você, jovem, pode achar difícil decidir o que de fato ama fazer, porque quer fazer muitas coisas. Quer ser engenheiro, piloto de aviões cruzando o céu azul ou, talvez, um famoso orador ou político, ate quem sabe um arquivista [isso fui eu quem escreveu]. Pode querer ser pintor, químico, biólogo, poeta ou carpinteiro. Talvez queira trabalhar com a cabeça, ou produzir algo com as mãos. Alguma destas coisas é o que você realmente ama. Ou seu interesse é meramente uma reação à pressão social?

Como descobrir?

O verdadeiro propósito da educação é ajudá-lo a descobrir o que quer, para que você, quando for adulto, possa se entregar de mente, coração e corpo aquilo que realmente ama fazer.

Descobrir o que realmente gosta de fazer exige bastante inteligência, porque, se tiver medo de não ser capaz de ganhar a vida, ou de não se encaixar nessa sociedade podre, nunca descobrirá. Mas, se não tiver medo, se recusar-se a serem puxados para o caminho da tradição por seus pais, professores, pelas exigências superficiais da sociedade, você poderá descobrir o que realmente ama fazer. Portanto, para descobrir, você não pode ter medo de não conseguir sobreviver.

Mas muito de nos tem esse medo. O que será de mim se eu não fizer o que meus pais querem, se não me encaixar na sociedade, perguntam-se. Com medo, fazemos o que nos mandam fazer, e nisso não há amor, há apenas contradição, e esta contradição intima é um dos fatores que criam ambição destrutiva.

Desse modo, a função básica da educação é ajudá-lo a descobrir o que realmente ama fazer, para que você entregue a mente  e o coração aquilo, porque isso cria dignidade humana, varre para longe a mediocridade, a mesquinha mentalidade burguesa. Por essa razão é tão importante ter os professores certos...

Descobrirão a resposta quando amarem o que estão fazendo. Se você é engenheiro porque precisa ganhar a vida, ou porque seu pai ou a sociedade esperam isso de você, esse é outra forma de compulsão, e compulsão, sob qualquer forma, cria contradição, conflito. Mas se você realmente ama ser engenheiro, ou cientista, ama plantar uma árvore, pintar um quadro, ou escrever uma poesia, não para ser admirado, mas apenas porque ama o que faz, então descobrirá que não está competindo com ninguém. Penso que este é o segredo: amar o que se faz.
...



A verdade é o catalisador para cessar o conflito

"Em uma sociedade basicamente errada, não pode haver meio de vida correto".




O que está acontecendo no mundo atualmente?

Nosso meio de vida, qualquer que seja, leva à guerra, à miséria geral e à destruição, e isso é perfeitamente óbvio. Nossa ocupação, seja qual for, contribui inevitavelmente para que haja conflito, decadência, implacabilidade e sofrimento.

Então, a atual sociedade é basicamente errada, fundada na inveja, no ódio e no desejo de poder, de modo que cria meios de vida errados, como as profissões de soldado, policial, advogado. Por sua própria natureza, essas profissões são um fator de desintegração da sociedade, e quanto mais soldados, policiais e advogados, mais evidente se torna a decadência da sociedade. No mundo todo há cada vez mais soldados etc... e os homens de negócios os acompanham.

Tudo isso precisa ser mudado para que seja fundada uma sociedade correta, e achamos que essa é uma tarefa impossível.

Não é, mas somos você é eu que temos que cumpri-la.
Hoje, qualquer meio de vida que escolhamos cria infelicidade para um outro ou contribui para a destruição da humanidade, como vemos diariamente.

Como pode isso ser mudado?

Só haverá mudança quando você e eu não estivermos buscando poder, quando não formos invejosos, cheios de ódio e antagonismo.
Quando, em nossos relacionamentos, causamos alguma transformação, estamos ajudando a criar uma nova sociedade formada por pessoas  que não estão pressas à tradição, que não pedem nada para si mesmas, que não estão em busca de poder, porque são ricas por dentro, encontraram a realidade. Só o homem que busca a realidade pode criar uma nova sociedade, só o homem que ama pode transformar o mundo.



Mais videos do pensador em:


Quem quiser estudar sobre os fundamentos do pensamento universal, tanto do oriente quanto do ocidente, e as bases filosóficas nas quais nossa sociedade foi formulada, sobretudo na visão de grandes sábios e não somente em escolas científicas ou filosóficas e religiosas, deve considerar este link, organizado sobre a trajetória de Gurdjieff:

http://www.filoinfo.bem-vindo.net/estudos/modelos/Gurdjieff/Gurdjieff.html

Obs: é necessário ter a máquina Java atualizada no navegador web para visualizar o esquema de estudo.



A EDUCACAO E O SIGNIFICADO DA VIDA 

Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=msFhYRTigXwC&lpg=PA1&dq=krishnamurti%20vida&hl=pt-BR&pg=PA1#v=twopage&q&f=false


SOBRE A NATUREZA E O MEIO AMBIENTE 
Por JIDDU KRISHNAMURTI

http://books.google.com/books?id=THmEaijAq1oC&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PA22#v=twopage&q&f=false


SOBRE A LIBERDADE 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=18MRVyENwDwC&lpg=PA1&hl=pt-BR&pg=PA178#v=twopage&q&f=false


SOBRE O MEDO 
Por Jiddu Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=Whp5WEJHeV8C&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PA38#v=twopage&q&f=false


Ensaios sobre o medo Por Adauto Novaes

http://books.google.com/books?id=ht7AFnd55pMC&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PA272#v=onepage&q&f=false


LIBERTE SE DO PASSADO 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=mm0SeKCVMa8C&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PA38#v=twopage&q&f=false


SOBRE RELACIONAMENTOS 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=wjs01j3twEwC&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PA186#v=twopage&q&f=false


SOBRE A VERDADE 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=5zNta1YDmZcC&lpg=PA1&hl=pt-BR&pg=PA18#v=twopage&q&f=false


SOBRE DEUS 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=ymXgXi3evN4C&lpg=PA1&hl=pt-BR&pg=PA38#v=twopage&q&f=false


SOBRE O VIVER CORRETO 
Por J. Krishnamurti

http://books.google.com/books?id=QPoZnqaSfAAC&lpg=PA1&hl=pt-BR&pg=PA194#v=twopage&q&f=false

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Criatividade e Meditacao

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Seria mais fácil enrolar o céu com um pano do que obter a verdadeira felicidade sem o conhecimento de Si Próprio.
Upanishads

Quando comecei a meditar, eu estava tomado por ansiedades e medos. Sentia deprimido e com raiva.
Muitas vezes eu descarregava essa raiva na minha primeira mulher. Após duas semanas de meditação, ela se aproximou de mim e disse: “O que está havendo?”. Fiquei quieto por alguns instantes. Até que perguntei: “O que quer dizer?”. Ela continuou: “A raiva, aonde foi parar?”. E eu nem tinha notado a mudança...


Costumo chamar esse tipo de depressão e raiva de Sufocante Traje de Borracha de Palhaço da Negatividade.
Ele é sufocante e a borracha fede. Mas logo que você começa a meditar e a mergulhar mais fundo, o traje de palhaço se dissolve. E quando começa a dissolver, finalmente você se dá conta do quanto esse traje é pútrido e fétido. E quando ele se dissolve completamente você tem a liberdade.


A raiva, a depressão e o sofrimento são muito bonitos nos enredos, mas venenosos para os artistas e quem trabalha com arte.
São como torniquetes para a criatividade. Se você estiver preso neste torniquete, vai ser difícil se levantar da cama e mais ainda vivenciar o fluxo de criatividade e idéias.

Para criar é preciso ter clareza. Você  tem que ser capaz de pegar as idéias.


As idéias são como peixes


Se você quer pegar um peixinho, você pode ficar em águas rasas. Mas se quiser um peixe grande terá que entrar em águas profundas. Quanto mais fundo mais poderosos e mais puros são os peixes.
Peixes enormes, abstratos e, realmente maravilhosos. Quanto mais você expande a consciência, a atenção, mais fundo é o mergulho nessa fonte, e maior o peixe que você pode pegar.

Meus 33 anos de pratica no programa de meditação Transcendental têm sido fundamentais para o meu trabalho com arte, e para todas as áreas da minha vida. Para mim, isso é uma forma de mergulhar mais fundo em busca do peixe grande.

Fonte: extraído do livro Em Águas Profundas, de David Lynch, editora Gryphus.
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Diferenca entre ser e ter valor, da-lhe Trigo

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“ANTES de falar de minhas peripécias pela apoplética metrópole paulista, e minhas anotações sobre o evento LAZER EM DEBATE, que rolou final de semana passado, onde poucos discursos foram inspiradores, mas dentre esses em especial o de Mauricio Souza – não o cartunista da Turma da Mônica – mas um cientista artista de mão cheia, me inspirou a relatar esse pequeno artigo – embora não menos importante – a cerca do valor que se pode ter uma mensagem ou uma reunião, seja qual for o fim, devemos dar a exata noção de valor para que estes momentos sejam únicos, e que realmente valha a pena investir em conhecimento. Rompendo conceitos e definindo objetivos, deixo com a palavra o amigo Trigo, que resume com maestria os principais aspectos para se tornar uma pessoa de valor, ao invés de ‘com valor’, como resultado pode faz de seus discursos como bala, que rasga o ar e ecoa forte na memória, e faz sentido se estar vivo”.

Por Luiz Gonzaga Godoi Trigo*

Outro dia estava em uma dessas reuniões cuja finalidade é a gente se mostrar, bancar argumentos e conseguir atingir objetivos óbvios. Enfim, uma reunião mais costumeira do que deveria ser em nossas organizações. Enquanto me chateava profundamente ouvindo coisas previsíveis, comecei a reparar no discurso das pessoas e a dividir os argumentos em algumas categorias, o que me ajudou a passar o tempo e a refletir sobre nossas mazelas lingüísticas e comportamentais.

Em linhas gerais, nas reuniões, há os discursos aproveitáveis e os que ficam entre a inutilidade e o lixo execrável. Comecemos pelos ruins para terminarmos, rumo ao ideal, pelos discursos bons e exemplares que merecem ser lembrados e exercidos.

Características dos discursos inúteis, desagradáveis ou safados:

Lugares comuns - É a vala comum da mediocridade. São preposições infantilizadas, estereotipadas, repetitivas e, portanto, chatíssimas para quem terminou pelo menos uma graduação. Denota falta de criatividade e de pensamentos próprios. 

Elogios gratuitos ou filisteísmo - Filisteu é o povo não semita, inimigo dos hebreus, do Antigo Testamento. Atualmente significa pessoa inculta cujos interesses são vulgares ou convencionais, uma pessoa sem inteligência ou imaginação. Um bom exemplo são os puxa-sacos descarados, muito à vontade no seu papel de capacho, bem limpinho, que protagonizam essa categoria.

Auto-elogios - É quando a conveniente bonomia se volta para si mesmo. Através de indiretas e raciocínios tortuosos a pessoa acaba por se vangloriar, aparentando humildade e sem interesse, claro, mas deixa em público os rastros de sua pretensa magnanimidade e competência. Em geral esses auto-elogios trazem doses generosas de má-fé.

Auto e inter-referências - É uma mescla dos elogios aos outros com os elogios a si mesmo através da mediação de outras fontes: pessoas, textos, filmes, citações etc. Isso é também chamado de cabotinismo, ou seja, alguém presunçoso, vaidoso, afetado, que tenta atrair a atenção para si mesmo a qualquer preço. Já vi gente se auto-intitular "líder do grupo", "exemplo de vida", algo desnecessário e patético. Com a Internet é cada vez mais fácil se auto-vangloriar, mas tudo se dilui no volume da rede. Em uma reunião isso é tão sutil quanto um pinico na cristaleira.

Lamúrias e lamentações - Uma reunião não é terapia de grupo ou sessão de auto-ajuda para tentar justificar as próprias mazelas pondo a culpa nos outros, na organização, no governo ou nos alienígenas. Se houver carências (sempre há, de alguma forma) seja direto e sugira alguma medida razoável para resolver ou melhorar a situação. É contraproducente se justificar através dos problemas alheios além de demonstrar ressentimento e pouca estabilidade emocional.

Emocionalismo enfadonho - Na falta de sólidos argumentos e fatos comprovados, as lamúrias se aprofundam rumo à irracionalidade, ao saudosismo, aos questionamentos emocionais calcados num sentimentalismo rudimentar. É uma categoria diretamente relacionada às lamúrias.

Adjetivos exuberantes - Os termos mais comuns geralmente são: intensamente, extremamente, muito grande, muito consistente, postura pró-ativa, contextualizador e por aí vai. Esses adjetivos ou expressões são acompanhados por uma voz emocionada, postura corporal sofrida tentando demonstrar o esforço que a pessoa faz - ou pensa que faz, ou quer enganar que faz - para exercer suas tarefas e comprovar seus feitos, sempre os mais elevados e árduos.

Enrolação - Isso é tergiversar, ou seja, usar evasivas ou subterfúgios, procurar desculpas. Ou ainda usar velhos argumentos ou textos, amplamente conhecidos por todos, para ganhar tempo, espaço e importância na reunião ou através dessas manobras, fugir do assunto principal.

Relativizar para neutralizar - "Se temos problemas os outros também os tem, e piores que os nossos". Ou então, "A baixa produtividade de nossa empresa faz-se no contexto da crise internacional e considerando suas consequências, nosso desempenho nem foi tão ruim assim..." É algo como um erro justificando o outro, não cola.

Mas nem só de bobagens, de ressentimentos ou de má-fé vive o mundo do trabalho. Nas reuniões também ocorrem momentos de lucidez e dignidade discursiva.

Característica dos discursos produtivos e bem fundamentados

Objetividade - Direto ao ponto, sem rodeios, desculpas ou enrolação. As equipes mais eficientes e eficazes não falam desnecessariamente, mas usam seu tempo para preparar reuniões objetivas e poderem discutir suas táticas e estratégias visando ação. Ram Charan denomina essas qualidades de poder de "execução", título de seu livro a respeito.

Brevidade - Diz a lenda que o finado Mário Covas foi a um evento contra a vontade porque tinha outros compromissos, mas prometeram uma cerimônia rápida. Um político menor, que falou antes dele, se estendeu muito mais do que o combinado. Na sua vez o governador pegou o microfone e disse: "Há dois tipos de discurso, os longos e os bons. Declaro inaugurada a obra, obrigado". Uma boa reunião é uma reunião rápida, que cumpra a agenda e traga bons resultados.

Discurso lógico e articulado - Argumentos baseados em fatos, dados e informações expostos com um método simples (introdução, desenvolvimento, referências e conclusão) e articulado com outros argumentos relacionados e que se complementam.

Exemplos e fatos relacionados - É a lógica, a coerência e a fundamentação da reunião. Os conceitos, ideias, fatos e exemplos surgem numa ordem que facilite a compreensão dos assuntos tratados, possibilita que as referências dadas sejam posteriormente comprovadas através das fontes bem explicitadas e que tudo garanta uma organicidade à pauta tratada e às decisões tomadas.

Clareza nos argumentos - Aí entra a logística. Uma boa reunião é preparada antecipadamente com documentos (digitais ou impressos) distribuídos a todos(as) para que o encaminhamento seja ágil, racionalizado e eficiente.

Humor na medida certa - Sem cair no relaxo total ou no cinismo deslavado, pitadas de humor são importantes para quebrar o formalismo e especialmente arrasar os emocionalismos, cabotinismos e outras mazelas já relacionadas. Nada como o humor para expor a má-fé, para expurgar ressentimentos, para ridicularizar os pretenciosos e convencer os inteligentes. Conheci um diretor de empresas que era autoritário e centralizador, porém muito correto com as pessoas e as reuniões eram quase uma stand up comedy protagonizada por ele, se bem que às vezes a coisa desandava mas, no geral, as reuniões garantiam ótimas risadas e comentários espirituosos.

Bom senso - Isso evita muitos aborrecimentos, atrasos e confusões desnecessárias. Algumas pessoas atingem mais facilmente sua compreensão; outras, demoram para entender que o bom senso facilita a vida do grupo; e outras, infelizmente, serão sempre carentes dessa qualidade relativamente rara em nossas organizações.

Tenham ótimas reuniões.

Contato
trigo@usp.br
www.luiztrigo.blogspot.com
*Luiz Gonzaga Godoi Trigo é escritor, pesquisador e professor associado à Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo.
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A paz possivel, a paz indesejada e as utopias dos felizes para sempre

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A paz possível, a paz indesejada e as utopias dos felizes para sempre







O Relatório da Montanha de Ferro




"Em 1963, uma comissão de alto nível - integrada por quinze eminentes pesquisadores, selecionados por seu alto saber e ilibada reputação - começou a reunir-se no local denominado Montanha de Ferro, perto de Nova York, por convocação provável do governo americano, para analisar, realística e objetivamente, as conseqüências que advirão para a humanidade se, e quando, for adotado universalmente um sistema permanente de paz.


"Após três anos e meio de estudos profundos e de sérias investigações sócio-científicas, o grupo deu por encerrados os trabalhos e emitiu unânime e sigiloso parecer, segundo o qual a paz definitiva, além de provavelmente inatingível, não seria útil à sociedade humana, cuja estabilidade - pelo menos no estágio atual - não pode prescindir da guerra.


"A Paz Indesejável (Original: Report from Iron Mountain, 1969) é o surpreendente e chocante relatório da comissão da Montanha de Ferro tornando ostensivo - sem qualquer corte - pela indiscrição de um de seus membros. Foi acrescido de material introdutivo explicativo, preparado pelo jornalista do The New Yorker, Leonard C. Lewin..." (Apresentação do livro)


"Leonard C. Lewin apresenta o livro como um verdadeiro furo. Uma vez, em agosto de 1963, um cientista social o procurou para lhe passar as conclusões do estudo feito por uma comissão da mais alta importância, convocada por Washington, para determinar, realística e precisamente, a natureza dos problemas que os Estados Unidos teriam de enfrentar se, e quando, o mundo atingir uma condição de paz permanente.


"As conclusões do relatório da comissão foram tão chocantes, que a própria comissão resolveu não as publicar. Em síntese, o relatório legitima a guerra... Este livro foi considerado pela maioria dos críticos, uma obra tão interessante, mas tão fictícia...


"E há ainda um depoimento impressionante. Trata-se do que disse a professora de sociologia da Universidade Estadual da Pensilvânia, Jessie Bernard: 'Antes de comentar este relatório, gostaria de corrigir um rumor errôneo. Na página 21, o autor declara que não havia mulheres na comissão. Acontece que fui membro do Grupo. Mas minhas contribuições eram tão contrárias ao tom das discussões... que, por consenso, me pareceu melhor pular fora'". (Nota do tradutor Luiz Orlando Carneiro).



Partes do relatório:


"A possibilidade da guerra fornece o senso de necessidade externa, sem o qual nenhum governo pode permanecer longamente no poder... A organização de uma sociedade para a possibilidade da guerra é seu principal estabilizador político" (p. 69).


"Em geral, o sistema de guerra dá a motivação básica para a organização social primária. Desta forma, ele reflete no nível social os incentivos do comportamento individual humano. O mais importante deles, para propósitos sociais, é o argumento psicológico individual para submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; uma causa requer um inimigo" (p. 73).


"Um substitutivo viável para a guerra como sistema social não pode ser uma mera charada simbólica. Ele deve envolver um risco real de destruição pessoal real, numa escala compatível com a envergadura e a complexidade dos modernos sistemas sociais. Credibilidade é a chave... a menos que forneça uma ameaça crível de vida e morte, não satisfará a função socialmente organizadora da guerra. A existência de uma ameaça externa aceita é, assim, essencial à coesão social, bem como à aceitação da autoridade política" (p. 76).


"A guerra é a principal força motivadora do desenvolvimento da ciência, em qualquer nível, desde o abstratamente conceitual ao estritamente tecnológico... Todas as descobertas importantes sobre o mundo natural foram inspiradas por necessidades militares, reais ou imaginárias, de suas épocas... Começando com o desenvolvimento do ferro e do aço, passando pelas descobertas das leis do movimento e da termodinâmica, à era da partícula atômica, do polímero sintético, e da cápsula espacial, nenhum progresso científico importante deixou de ser, pelo menos indiretamente, iniciado com uma exigência implícita de armamento" (p. 82).


"O projeto espacial mais ambicioso e fora da realidade não pode, por si só, gerar uma ameaça externa crível. Argumenta-se, fervorosamente, que uma tal ameaça poderia se constituir na última e melhor esperança de paz, unindo a humanidade contra o perigo de destruição por criaturas de outros planetas, ou do espaço sideral. Foram propostas experiências para testar a credibilidade de uma ameaça de invasão extraterrena; é possível que alguns dos mais inexplicáveis incidentes com discos voadores, nos últimos anos, sejam de fato experiências primárias desse tipo" (p. 95).


"Um substitutivo político efetivo da guerra exigiria inimigos substitutivos... Pode ser, por exemplo, que a brutal poluição do meio-ambiente possa eventualmente substituir a possibilidade de destruição em massa, através de armas nucleares, como a principal ameaça aparente à sobrevivência das espécies" (p. 96).




Será que qualquer semelhança com o "aquecimento global" é mera coincidência?


"Um substitutivo de qualidade e magnitude críveis, deve ser encontrado, se uma transição para a paz é possível sem desintegração social. É mais provável, a nosso ver, que uma ameaça tenha de ser inventada ao invés de ser criada a partir de condições desconhecidas" (p. 96, 97).


"É inteiramente possível que o desenvolvimento de uma forma sofisticada de escravidão possa ser um pré-requisito absoluto para o controle social, num mundo de paz" (p. 99).

NOTA:

É impossível terminar a leitura deste relatório e não se lembrar dos dias de Noé: "Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração" (Gn 6:5). "Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem" (Mt 24:37). O tipo de "paz" que o mundo vai tentar construir em lugar do sistema de "guerra" será sem a presença e os ensinamentos do Príncipe da paz - Jesus Cristo.




Por isso que a profecia adverte: "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição" (1Ts 5:3). As notícias atuais ("Aquecimento global", "vida fora da terra", "terrorismo") refletem as recomendações deste relatório na prática... Quem viver verá!!




"Já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos" (Rm 13:11)




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Excerto do livro - Iron Mountain Report


SECTION 7 - SUMMARY AND CONCLUSIONS THE NATURE OF WAR




War is not, as is widely assumed, primarily an instrument of policy utilized by nations to extend or defend their expressed political values or their economic interests. On the contrary, it is itself the principal basis of organization on which all modern societies are constructed. The common proximate cause of war is the apparent interference of one nation with the aspirations of another. But at the root of all ostensible differences of national interest lie the dynamic requirements of the war system itself for periodic armed conflict. Readiness for war characterizes contemporary social systems more broadly than their economic and political structures, which it subsumes.




Economic analyses of the anticipated problems of transition to peace have not recognized the broad preeminence of war in the definition of social systems. The same is true, with rare and only partial exceptions, of model disarmament "scenarios." For this reason, the value of this previous work is limited to the mechanical aspects of transition. Certain features of these models may perhaps be applicable to a real situation of conversion to peace; this till depend on their compatibility with a substantive, rather than a procedural, peace plan. Such a plan can be developed only from the premise of full understanding of the nature of the war system it proposes to abolish, which in turn presupposes detailed comprehension of the functions the war system performs for society. It will require the construction of a detailed and feasible system of substitutes for those functions that are necessary to the stability and survival of human societies.








THE FUNCTIONS OF WAR

The visible, military function of war requires no elucidation; it is not only obvious but also irrelevant to a transition to the condition of peace, in which it will by definition be superfluous. It is also subsidiary in social significance to the implied, nonmilitary functions of war; those critical to transition can be summarized in five principal groupings.








ECONOMIC. War has provided both ancient and modern societies with a dependable system for stabilizing and controlling national economies. No alternate method of control has yet been tested in a complex modern economy that has shown itself remotely comparable in scope or effectiveness.








POLITICAL. The permanent possibility of war is the foundation for stable government; it supplies the basis for general acceptance of political authority. It has enabled societies to maintain necessary class distinctions, and it has ensured the subordination of the citizen to the state, by virtue of the residual war powers inherent in the concept of nationhood. No modern political ruling group has successfully controlled its constituency after failing to sustain the continuing credibility of an external threat of war.








SOCIOLOGICAL. War, through the medium of military institutions, has uniquely served societies, throughout the course of known history, as an indispensable controller of dangerous social dissidence and destructive antisocial tendencies. As the most formidable of threats to life itself, and as the only one susceptible to mitigation by social organization alone, it has played another equally fundamental role: the war system has provided the machinery through which the motivational forces governing human behavior have been translated into binding social allegiance. It has thus ensured the degree of social cohesion necessary to the viability of nations. No other institution, or groups of institutions, in modern societies, has successfully served these functions.








ECOLOGICAL. War has been the principal evolutionary device for maintaining a satisfactory ecological balance between gross human population and supplies available for its survival. It is unique to the human species.








CULTURAL AND SCIENTIFIC. War-orientation has determined the basic standards of value in the creative arts, and has provided the fundamental motivational source of scientific and technological progress. The concepts that the arts express values independent of their own forms and that the successful pursuit of knowledge has intrinsic social value have long been accepted in modern societies; the development of the arts and sciences during this period has been corollary to the parallel development of weaponry.








SUBSTITUTES FOR THE FUNCTIONS OF WAR: CRITERIA




The foregoing functions of war are essential to the survival of the social systems we know today. With two possible exceptions they are also essential to any kind of stable social organization that might survive in a warless world. Discussion of the ways and means of transition to such a world are meaningless unless a)substitute institutions can be devised to fill these functions, or b) it can reasonably be hypothecated that the loss or partial loss of any one function need not destroy the viability of future societies.




Such substitute institutions and hypotheses must meet varying criteria. In general, they must be technically feasible, politically acceptable, and potentially credible to the members of the societies that adopt them. Specifically, they must be characterized as follows:








ECONOMIC. An acceptable economic surrogate for the war system will require the expenditure of resources for completely nonproductive purposes at a level comparable to that of the military expenditures otherwise demanded by the size and complexity of each society. Such a substitute system of apparent "waste" must be of a nature that will permit it to remain independent of the normal supply-demand economy; it must be subject to arbitrary political control.








POLITICAL. A viable political substitute fir war must posit a generalized external menace to each society of a nature and degree sufficient to require the organization and acceptance of political authority.








SOCIOLOGICAL. First, in the permanent absence of war, new institutions must be developed that will effectively control the socially destructive segments of societies. Second, for purposes of adapting the physical and psychological dynamics of human behavior to the needs of social organization, a credible substitute for war must generate an omnipresent and readily understood fear of personal destruction. This fear must be of a nature and degree sufficient to ensure adherence to societal values to the full extent that they are acknowledged to transcend the value of individual human life.








ECOLOGICAL. A substitute for war in its function as the uniquely human system of population control must ensure the survival, if not necessarily the improvement, of the species, in terms of its relations to environmental supply.








CULTURAL AND SCIENTIFIC. A surrogate for the function of war as the determinant of cultural values must establish a basis of sociomoral conflict of equally compelling force and scope. A substitute motivational basis for the quest for scientific knowledge must be similarly informed by a comparable sense of internal necessity.







But the principal cause for concern over the continuing effectiveness of the war system, and the more important reason for hedging with peace planning, lies in the backwardness of current war-system programming. Its controls have not kept pace with the technological advances it has made possible. Despite its unarguable success to date, even in this era of unprecedented potential in mass destruction, it continues to operate largely on a laissez-faire basis. To the best of our knowledge, no serious quantified studies have even been conducted to determine, for example:








optimum levels of armament production, for purposes of economic control, at any given relationship between civilian production and consumption patterns: ---correlation factors between draft recruitment policies and mensurable social dissidence;
minimum levels of population destruction necessary to maintain war-threat credibility under varying political conditions;
optimum cyclical frequency of "shooting" wars under varying circumstances of historical relationship.

These and other war-function factors are fully susceptible to analysis by today's computer-based systems, but they have not been so treated; modern analytical techniques have up to now been relegated to such aspects of the ostensible functions of war as procurement, personnel deployment, weapons analysis, and the like. We do not disparage these types of application, but only deplore their lack of utilization to greater capacity in attacking problems of broader scope.

Our concern for efficiency in this context is not aesthetic, economic, or humanistic. It stems from the axiom that no system can long survive at either input or output levels that consistently or substantially deviate from an optimum range. As their data grow increasingly sophisticated, the war system and its functions are increasingly endangered by such deviations.

Our final conclusion, therefore, is that it will be necessary for our government to plan in depth for two general contingencies. The first, and lesser, is the possibility of a viable general peace; the second is the successful continuation of the war system. In our view, careful preparation for the possibility of peace should be extended, not because we take the position that the end of war would necessarily be desirable, if it is in fact possible, but because it may be thrust upon us in some form whether we are ready for it or not.

Planning for rationalizing and quantifying the war system, on the other hand, to ensure the effectiveness of its major stabilizing functions, is not only more promising in respect to anticipated results, but is essential; we can no longer take for granted that it will continue to serve our purposes well merely because it always has.

The objective of government policy in regard to war and peace, in this period of uncertainty, must be to preserve maximum options. The recommendations which follow are directed to this end.




SECTION 8 – RECOMMENDATIONS

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ILUMINAÇÃO
Felizes para sempre ou Utopia? Esta história começa com o nascimento de um Homem a 7 de março de 1949 no norte de Tamil Nadu, Índia, homem de muitas qualidades e habilidades extraordinárias, adorado por milhões de pessoas em todo planeta. Muitos nomes e títulos são atribuídos a ele, porém ele prefere que o chamem apenas como Bhagavan (palavra em sânscrito que significa algo como santo ou sagrado, na Índia costuma-se dar este títulos a todos os homens de destaque espiritual).


Depois em 15 de Agosto de 1954 em Nellore Sudeste da Índia, nasce uma extraordinária mulher que parece ser feita de pura compaixão e amor, que tem um sorriso tão singelo e puro que faz com que os mais sensíveis se derramem em lágrimas de emoção, quando em sua presença. Ela prefere ser chamada de simplesmente Amma (mãe em sânscrito).




Casal de Avatares

Um casal aparentemente normal, ele se formou em matemática, se casaram e tiveram um filho, Crishinaji. Porém mantinham incógnito a grande e milagrosa missão de iluminar a humanidade.

Desde criança conta-se que ele, diferente de seus coleguinhas, quase não brincava, pois era um observador obstinado dos mistérios da vida. Certa vez, aos 4 anos de idade, depois de muita insistência de sua mãe acabou respondendo a persistente pergunta de, o que ele tanto pensava quando se punha a manter seu olhar distante de tudo que o rodeava, e ele respondeu simplesmente: -"Nada mãe, estou apenas planejando como iluminar a humanidade".

Cercado constantemente por todos por causa de suas palavras de sabedoria, gestos, amor e graça emanantes em sua presença, e todos nem suspeitavam de quem se tratava aquela encantadora criança. E somente aos 40 anos, em 1989 revelou-se um Avatar (homem de dons especiais) e a graça divina de sua missão. Por seus ensinamentos de Amor e Liberdade além dos estados de felicidade e dos fenômenos extraordinários que sempre ocorrem em sua presença, rapidamente reuniu centenas de milhares de simpatizantes. Pois escutar os ensinamentos de Sri Bhagavan significaria definitivamente rasgar-nos sob todos os véus da ignorância da vida e de tudo.




Projeto


O projeto audacioso deste sagrado casal, passou por fundar uma escola para crianças e nela muitas delas se iluminaram completamente com habilidades extraordinárias. Dentre elas, 6 que conjuntamente a seu amigo de infância se tornaram os 7 principais discípulos deste movimento. E somados aos 200 outros que foram formados por eles, são os responsáveis pela administração de uma gigantesca estrutura montada para a realização da visão de Sri Amma e Sri Bhagavan. A Golden Age Fundation, responsável pela construção da Golden City, uma cidade modelo para nova era com vários setores entre eles a Cosmic Music Studio, estúdio de Música, Oneness University, Universidade da Unidade, Shakti Oneness, Templo da Unidade para todas as religiões e filosofias. Construído em bases a uma ciência muito avança, de estrutura em mármore com três andares, sendo que em um deles há um salão com espaço livre sem pilares para estarem 8000 pessoas simultânea e continuamente, por substituição, em oração e meditação. Experiência sem precedentes na história da humanidade que irá gerar um campo de energia que mudará significativamente o campo psico-morfogênico da humanidade, alterando definitivamente o comportamento do homem elevando a humanidade a iluminação, um estado permanente de consciência acrescentada. Culminando finalmente "na Graça Divina da imensurável Realização de Deus".

Esta visão de Sri Bhagavan e Sri Amma, de levar a humanidade num estado de Felicidade sem limites e Amor sem causa, promovido pela transferência consciente de uma energia Divina gerando um estado de Unidade com tudo ao redor, que além de ausência de medos, apegos e remorsos, elimina completamente o sofrimento da humanidade.





A Causa do Sofrimento e a Urgência da Mudança de Rota.


O homem tem sofrido por estar escravizado e a mercê dos caprichos da mente, aquela que fora criada para servir de instrumento passou a conduzir o ser sob seu domínio e tirania, causando condicionamentos implacáveis, círculos viciosos, inconscientes, e até mesmo aqueles que tomam conhecimento destes tais condicionamentos, ainda assim não conseguem com facilidade se livrar deles, e acabam se tornando verdadeiros autômatos. Como diz Cristian Opitz: "Todas nossas intenções conscientes estão carregadas por muitas motivações inconscientes e essas motivações não podem ser mudadas através da intenção. As motivações inconscientes são o armazém dos traumas, das idéias limitadas a cerca da vida, da auto sabotagem e surgiram a existência muito antes que pudéssemos formular metas ou intenções. Por tanto, nenhuma quantidade de intenção pode mudar sequer a parte mais profunda da nossa psique, a que determina nossa experiência de vida muito mais que a superfície dos pensamentos conscientes... ...De acordo ao renomado biólogo celular Bruce Lipton, a mente consciente pode processar 2.000 bits de informações por segundo. O inconsciente, não obstante, está processando 4 bilhões de bits por segundo. Isto é a razão de dois milhões por um. Se queremos mudar una crença inconsciente ou limitação através de afirmações conscientes, é como discutir com dos milhões de pessoas que estão convencidas do seu equivoco.


Sri Amma e Sri Bhagavan considerados como os Avatares da Iluminação, vêem para resgatar o homem deste sofrimento, numa atitude de absoluta entrega de amor e compaixão. Assim como os grandes Sábios, Santos, Místicos e Deuses, como Jesus, Bhuda, Ramakrishina, Rama Mararshi, Santa Clara, Maria, São Francisco e outros. Em cada um destes seres especiais o tempo esteve do lado da humanidade, pois depois de terem vindo, a humanidade tive muito tempo para compreender e absorver suas Graças e ensinamentos. Neste momento atual a circunstâncias são muito diferentes, baseado nas expectativas bastante pessimistas das grandes autoridades científicas contemporâneas tanto nos setores ecológicos, econômicos, psicológicos, social e espiritual, são unânimes em que para a solução da aparentemente inevitável rota de colisão, desta vez as mudanças de postura da humanidade devem ser profundas, de caráter global, irreversíveis e principalmente instantâneas.





Benefícios da Iluminação


Baseado na teoria científica da "Necessidade Emergente", onde a solução de qualquer problema emerge das próprias condições que geraram os problemas, e como já dizia o Bhagavad Guita, livro sagrado dos Hindus, "Tudo se resolve indubitavelmente em suas conseqüências". A mesma humanidade que gerou este problema gerou também o surgimento deste Divino Casal com habilidades extraordinárias (Shiva-Shakti) de com uma simples imposição de mãos na cabeça, chamada de Deeksha (iniciação), podem transferir uma parcela de energia inteligente, definida por Bhagavan como uma Esfera Divina de Luz Dourada que promove uma irreversível e progressiva mutação cerebral a nível do Neocortex, Corpo Caloso. Acarretando uma série de alterações definitivas físicas, mentais, emocionais e psicológicas. Sem deixar de mencionar a também valiosa habilidade de transferir esta capacidade de passar iluminação para terceiros, o seja de formar iluminadores.


Dados preliminares de uma pesquisa científicas que estão sendo realizando com as pessoas que receberam a iluminação.

Revelam as seguintes alterações:


1 – Os estímulos neuronais são em maior número no lóbulo frontal que nos parietais, que é mais comum no indivíduo adulto não iluminado.


2 – Dependendo da atividade que o indivíduo comum estiver submetido os estímulos neuronais vão atuar mais fortemente no hemisfério direito ou no esquerdo, a depender do tipo de atividade que exija mais interpretações emocionais ou racionais. E no cérebro de um iluminado será estimulado ambos hemisférios simultaneamente. Este fenômeno é provavelmente decorrente de uma alteração das funções observadas no corpo caloso, neocortex.


3 – A velocidade sináptica sensomotora diminui sensivelmente.


4 – Altera-se a proporção da relação de estímulos conscientes por segundos com relação aos inconscientes, que numa pessoa não iluminada, como citamos anteriormente, é da ordem de 200 mil para 4 bilhões, ou seja 1 para 2 milhões. Todavia ainda não se tem uma medição segura da ordem desta alteração num iluminado.


A níveis mentais e psico-emocionais se observa as seguintes alterações:
1 – Ausência de pânicos e medos.
2 – Estados freqüentes de alegria sem causa.
3 – Equilíbrio emocional estável.
4 – Maior clareza de pensamentos.
5 – Sensação de plenitude e paz.
6 – Desapegos possessivos.
7 – Facilidade de aprendizagem e aumento de inteligência.
8 – Dissolução de complexos de culpa.
9 – Solução de relacionamentos conflituoso.
10 – Manifestações de Amor e Compaixão mais freqüentes





Salto Quântico


A soma de três fatores: 1 – As habilidades extraordinárias de Sri Amma e Sri Bhagavan de iluminar e de formar iluminadores. 2 – Aumento progressivo da Ressonância Shumman, pulso do planeta Terra, de 7,8 para atualmente quase 12 ciclos por segundos, e que segundo as previsões deverá atingir seu auge em 13,4 ciclos. Fenômeno que, segundo os cientista, se repete pela 4 vez, alterando os campos magnéticos as polaridades e a velocidade de rotação do núcleo da Terra, e que por conseqüência afeta significativamente os campos magnéticos do corpo humano. 3 – A conclusão da construção do Shakti Oneness (Templo da Unidade), possibilitarão levar toda humanidade ao estado de iluminação irreversível. Dando princípio a uma nova era, segundo as profecias hindus a Golden Age, Era de Ouro colocando fim a Kaliyuga era de dor e sofrimento causado pela ignorância.


O Fenômeno se dará segundo uma ciência chamada Salto Quântico que versa sobre a mudança no campo psico-morfogênico da humanidade gerando uma reação em cadeia até que todas as pessoas estarão beneficiadas com a transformação. Ou seja os planos para iluminar toda humanidade, está em se atingir a Massa Crítica (quantidade mínima) para promover o Salto Quântico, ou seja, um mínimo de 64 mil pessoas em estado de Iluminação de Unidade, que provocaria uma reação em cadeia e em pouco tempo toda humanidade se Iluminaria automaticamente e mesmo sem que se desse conta de o que exatamente se passou com ela. E todos passariam a manifestar um amor incondicional, e desfrutariam de uma felicidade sem limites e todos em conjunto trabalhariam para construir uma nova civilização a tão esperada Nova Era.





Final da História



Existem hoje inúmeros instrutores por todo planeta distribuindo esta energia e já somam quase 20 mil pessoas que gozam deste estado de ausência absoluta de sofrimento ou seja Iluminação.


Tudo isso pode ser apenas um delírio de um louco, um esquizofrênico megalomaníaco e os registros de transformações das pessoas pode não passar de pura auto-sugestão e esta coisa de Nova Era e de compaixão coletiva ser mera utopia ou pior, uma grande mentira, e se um destes pensamentos passa por sua mente, tudo bem. Contudo não podemos negar que a idéia é extremamente atraente, e vale a pena, dar-se o privilégio da dúvida e pelo menos dar-se a oportunidade de participar do processo para tirar sua opinião desde sua experiência pessoal. E assim quem sabe esta história terminaria com um final: "felizes para sempre".
Por Marco Sanchez







Entrevista com NeurocientistaCHRISTIAN OPITZ


A palavra “helplessnes” em inglês refere-se a ser incapaz ou inadequado para fazer algo por si mesmo, sentindo-se indefesos, impotentes, vulneráveis, expostos, desamparados, abandonados, sem amigos, etc. Por isso a traduzimos como “desamparo” porque é o sentimento que o leva a buscar ajuda.

Bhagavan disse que “onde termina o homem, começa Deus.”

PERGUNTA: Bhagavan enfatiza o desamparo, e que não podemos mudá-lo por nós mesmos. O que há a respeito da idéia de que podemos criar nossa própria realidade através da intenção?

C. Opitz: Todos os seres humanos nascem como seres emocionais, sem a habilidade de formar intenções conscientes. A maior parte dos padrões neurológicos no cérebro é constituída nos três primeiros meses de vida, muito antes que uma mente intencional se forme. Muitas escolas de psicologia do desenvolvimento concordam que 90% de nossos padrões psicológicos se desenvolvam nos primeiros anos de vida, quando a experiência de vida dominante é a experiência emocional direta, sem perspectiva racional ou intencional. Assim, qualquer intenção consciente sempre vem de uma intenção inconsciente mais profunda. Todas nossas intenções conscientes estão reprimidas por muitas motivações inconscientes e estas motivações não podem ser mudadas por meio da intenção. As motivações inconscientes são os armazéns dos traumas, das idéias limitadas a respeito da vida, da auto-sabotagem e surgiram na Existência muito antes que pudéssemos formular metas ou intenções. Portanto, nenhuma quantidade de intenção pode mudar a parte mais profunda da nossa psique, que determina nossa experiência de vida muito mais do que a que emerge dos pensamentos conscientes.

PREGUNTA: Se estou consciente dos conceitos limitantes da minha mente ou do trauma do meu inconsciente, porque não posso mudar estas coisas através de afirmações positivas, por exemplo?

C. Opitz: De acordo com o renomado biólogo celular Bruce Lipton, a mente consciente pode processar 2000 bits de informação por segundo. O inconsciente, no entanto, está processando 4000 milhões de bits por segundo. Esta razão é de 2 milhões para um. Querer mudar uma crença inconsciente ou limitação através de afirmações conscientes seria discutir com 2 milhões de pessoas que estão convencidas de que você está errado. De igual forma, seria como tentar reverter um maremoto disparando uma pistola de água. Outro fator importante é também a motivação que há em usar afirmações ou qualquer outra modalidade para mudar o pensamento. Por exemplo, se uma pessoa se sente como um perdedor na vida e deseja modificar este sentimento repetindo afirmações de êxito, o mesmo desejo de fazê-lo provém de feridas inconscientes que também estão bloqueadas na raiz de seu êxito, porque não foram eleitas pela consciência livre, independente destas feridas. A intenção de mudar o problema sempre vem do problema e, desta forma, é uma extensão dele, e não o caminho da solução. O centro cerebral associado comas motivações emocionais profundas no inconsciente é o sistema límbico e o centro associado com a volição ( desejo) , o córtex frontal. Novas investigações na Alemanha sugerem que o sistema límbico constantemente alimenta com informação o córtex frontal, mas há muito pouca informação a respeito. Isto mostra como os sentimentos inconscientes influenciam nossa mente consciente, mas a mente consciente não é capaz de influenciar os sentimentos inconscientes.

PREGUNTA: Eu li estudos que mostram que podemos, por exemplo, melhorar habilidades como jogar uma bola de basketball por meio simplesmente da visualização sem, na realidade, praticar a habilidade. Isto não prova o poder da mente para criar a mudança?

C. Opitz: O estudo mostra que as pessoas que só visualizam lançamentos exitosos de bolas de baskettball melhoram 23% em seis semanas, enquanto que as pessoas que praticam o esporte melhoram 24%. Este estudo é citado frequentemente por aqueles que promovem a idéia de que a mente pode ser usada para mudar a vida humana. Mas, o que mudou na realidade nas pessoas deste estudo? Uma simples habilidade mecânica do sistema nervoso sensório-motor que era completamente irrelevante para a sua felicidade ou liberdade interna. Uma habilidade mecânica como esta é na realidade fácil de mudar com a intenção consciente. Mudar a experiência fundamental da vida, como nos sentimos conosco mesmos e com a vida, que traumas carregamos e vivemos, tudo isto é infinitamente mais complexo que arremessar uma bola de basketball. Mudar quem somos e o que a vida é para a nossa percepção, não pode ocorrer pela mente consciente. A mente consciente é, em si mesma, uma sub-realidade de nossa experiência de vida, e uma parte relativamente pequena se comparada com a mente inconsciente e com os vários fatores genéticos e coletivos. Deste modo, a mente consciente não tem poder de mudar a realidade maior, da qual é só uma parte.


Os Ensinamentos dos Essênios de Enoque aos Manuscritos do Mar Morto – e o verdadeiro Príncipe da Paz

THE REAL PEACE MAKER

“A Lei foi plantada no jardim da Irmandade para alumiar o coração do homem e para fazer direitos diante dele todos os caminhos da verdadeira retidão, um espírito humilde, um humor igual, uma natureza livremente compassiva, e bondade e compreensão e introvisão eternas, e uma sabedoria pujante, que acredita em todas as Obras de Deus, e uma fé confiante em Suas muitas bênçãos, e um espírito de conhecimento em todas as coisas da Grande Ordem, sentimentos leais para com todos os filhos da verdade, uma pureza radiante que abomina tudo o que é impuro, uma discrição relativa a todas as coisas ocultas da verdade e dos segredos do conhecimento secreto.”
Extraído do “Manual de Disciplina” dos Manuscritos do Mar Morto









Eles tinham a sabedoria profunda de compreender que essas forças eram fontes de energia, de conhecimentos e de harmonia, por intermédio das quais o homem transforma o seu organismo num instrumento cada vez mais sensível para as receber e utilizar conscientemente. De mais a mais, entendias que colocar-se em harmonia com as forças do Pai Celestial e da Mãe Terrena era a atividade mais importante do homem em toda a sua vida.


As características de cada uma das diferentes forças estavam muito claras para eles, que sabiam o que significava a força na vida de cada indivíduo e de que maneira ela poderia vir a ser utilizada. Eles também compreendiam o relacionamento entra as forças. No seu entender, cada força celeste tem uma força terrena que corresponde a ela e a cada força terrena tem um pode celeste que lhe corresponde.


Essas forças celestes e terrenas que se correspondem foram colocadas na Árvore da Vida essênia de modo que se atravessam diagonalmente, uma acima e outra abaixo do homem. Uma linha traçada entre qualquer par de forças correspondentes passava, portanto, diretamente pelo homem no centro da Árvore. As forças que correspondem umas às outras, em cima e embaixo, são as seguintes:





O Pai Celestial e a Mãe Terrena


O Anjo da Vida Eterna e o Anjo da Terra


O Anjo do Trabalho Criativo e o Anjo da Vida


O Anjo da Paz e o Anjo da Alegria


O Anjo do Poder e o Anjo do Sol


O Anjo do Amor e o Anjo da Água


O Anjo da Sabedoria e o Anjo do Ar





Essas correlações mostraram aos essênios que, quando uma pessoa estabelece contato com alguma força terrena, entra em contato também com certo poder celestial. Isso permitiu que eles compreendessem como é necessário estar a pessoa em perfeita harmonia com cada uma e com todas as forças e anjos, assim nos mundo visíveis como nos invisíveis. A simbólica Árvore da Vida tornou-se claríssimo para as pessoas quão inseparavelmente estão elas ligadas a todas as forças, cósmicas e terrestres, e mostrou-lhes o relacionamento que mantêm com cada uma delas.





O Anjo da Paz – Segunda-feira à Noite


Essa Comunhão dedicava-se com o Anjo da Paz à profunda intuição do homem em relação à paz dentro si mesmo e com todo o universo infinito. Segundo o pensamento dos essênios, a paz é um dos tesouros mais valiosos do homem e, a menos que ele compreenda o seu verdadeiro significado, não pode ter espiritualidade, sem a qual sua vida não tem sentido. Proclamava-se que a obrigação mais imediata do homem era criar a paz dentro de si mesmo e com tudo o que o cercava, e que o trabalho da paz se inicia no interior do indivíduo. Os essênios utilizavam todas as fontes de paz do universo e as transmitiam ao mundo, uma de cujas manifestações era a saudação universal: “A paz seja contigo.”





AS MEDITAÇÕES DO MEIO-DIA


Um terceiro grupo de práticas era levado a efeito ao meio-dia todos os dias da semana. Eram meditações que solicitavam ao Pai Celestial o envio do Seu Anjo da Paz a fim de harmonizar os diferentes departamentos da vida do homem. Tão importante era a paz para os essênios que eles tinham um ensinamento especial relativo a ela e ao qual chamavam Paz Sétupla.


A prática das catorze Comunhões acarreta uma experiência interior, ou expansão de consciência, que permite que a pessoa faça uso consciente das forças invisíveis da natureza e do cosmo. A Paz Sétupla mostra a aplicação prática dessa consciência expandida na vida cotidiana da pessoa no seu relacionamento com os diferentes aspectos de vida.


Essas Meditações de Paz eram praticadas na seguinte ordem:


Meio-dia de sexta-feira – Paz com o Corpo.


Meio-dia de quinta-feira - Paz com a Mente.


Meio-dia de quarta-feira – Paz com a Família.


Meio-dia de terça-feira – Paz com a Humanidade.


Meio-dia de segunda-feira – Paz com a Cultura.


Meio-dia de domingo – Paz com a Mão Terrena.


Meio-dia de sábado – Paz com o Pai Celestial.





Uma explicação desses sete setores da vida da pessoa é dada num capítulo subseqüente. Todo sétimo dia, o Sábado essênio, era consagrado a um dos aspectos da paz e nele se faziam reuniões comunitárias, separadas das meditações individuais. Essas reuniões tinham por escopo refletir sobre a aplicação coletiva prática da paz particular na qual os essênios se concentravam nesse Sábado.





O GRANDE SABBATH


Todo sétimo Sábado recebia o nome de Grande Sabbath e era dedicado à Paz com o Pai Celestial, a Paz transcendental, que continha todos os demais aspectos da Paz. Dessa maneira, tomava-se em consideração cada uma das fases da vida do homem, uma depois da outra. Esse era o modelo essênio da Comunhão com as forças cósmicas e naturais da meditação sobre os aspectos da paz que lhes mostravam como pôr em prática as forças na vida de cada um.


Não encontraremos o equivalente disso em nenhum outro sistema. Ele tem a sabedoria de oito mil anos atrás de si. Não se trata exclusivamente de uma forma ou de um ritual, mas de uma experiência intuitiva dinâmica, capaz de instaurar a unidade do gênero humano.


Os essênios praticaram essas Comunhões e Meditações há mais de dois mil anos. Podemos praticá-las hoje.



“Exaltarei Tuas obras com cânticos de Ação de Graças continuamente, de período a período, nos circuitos do dia, e na sua ordem fixa: com a vinda da luz desde a sua fonte na virada da noite e no sumiço da luz, no sumiço da treva e no advento do dia, continuamente, em todas as gerações do tempo.”



Extraído dos “Salmos de Ação de Graças” dos Manuscritos do Mar Morto XVII (xii. 4-12)





Why I don’t care about success



Be awesome.



‘Try not to become a man of success, but rather try to become a man of value.’ Albert Einstein

A lot of people in my field write about how to be successful, but I try to avoid it. It’s just not something I believe is important.

Now, that might seem weird: what kind of loser doesn’t want to be successful?

Me. I’m that loser.

Obviously, the first problem with success is how you define success … is it becoming famous, rich, creating a world-changing business, coming up with an idea that changes people’s lives, helping others, being happy? So many people with values similar to mine would reject the traditional definitions of success: being rich or famous or having a best-selling book or creating a huge business is not all there is to life.


And those people are right, in my book. If all you’re striving for is money, you’ll do horrible things to get it. If all you want is a successful business, you’ll screw people over to get it. If all you want is fame, you’ll give up your dignity to achieve it.


I could probably get a book on the New York Times best-seller list if I really tried, but it’s not something I care enough about, and I know I’d have to do things I wouldn’t be happy doing in order to get there. I’d have to make promises I couldn’t deliver on, sell something to people who are looking for answers I don’t have, trick them into buying the book.


I could make a lot more money than I make now, if I capitalized on all the readers I have and pressured them into buying more things. But I don’t think buying a lot of things is a good thing, so I’d feel crappy doing that. It’s not worth it.



Snake oil

So those who teach you to be successful … they’ll share methods that are a bit shady sometimes. If not, often they sell you platitudes that sound good but are too vague to really mean anything.


I’ve read many, many things on how to be successful (I can’t avoid finding them — they’re everywhere), and rarely will any of them really show you how to get where you want to go.


And when you don’t get there, you blame not the success system, but your own inadequacies.



The deeper problem

There are other problems, though. Whatever your definition of success, it’s something you’re looking for … something that exists in the future. It’s based on your desire to achieve something, your feelings that you’re not where you want to be.


That’s why the snake oil salesmen are so “successful” … they capitalize on the feelings of inadequacies that other people have. I think that’s horrible.


But beyond that, the trap of striving for this future “success” … it’s never-ending. You strive for more, and then when you get it, you strive for more again. You’re never satisfied. People who have a billion dollars, for example … they’re successful, right? Why don’t they stop trying to make money, then? Why would they possibly need more than a billion dollars? How can you possibly spend that much? They strive to make more because there will never be enough. They’ll never be successful enough.


That’s true not just of the rich, but of anyone who strives for success. Striving is a condition that doesn’t have an end, unless you give it up.



The real success


I might have a lot of readers now on Zen Habits, but I don’t feel that’s what makes me a success. I’ve been a success since Day 1, because even when I had zero readers, I was doing what I loved. Even when no one else would have called me a success (I really was a nobody then), I absolutely loved writing my posts, and though I don’t agree now with a lot of what I wrote back then (in 2007), I was happy.


Success isn’t about achieving something in the future, but about doing something right now that you love.


So doesn’t that mean I care about success? Well, sure, if you define success as whatever it is you care about, then of course you’re going to care about success. But then “success” really doesn’t have a meaning, does it? If it can mean anything, then it means nothing.


So forget about “success”, and just find joy, passion, love, awesome-ness right now, in this moment. *That* is a success you can achieve, without any self-help course, without any method. Just go out and do it.

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Laws of Attraction - Affirming, Denying and Reconciling...Addendum

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adir - (latim adeo, -ire, ir para)
v. tr.Dir.
Entrar na posse de (herança).
adição - (latim addictio, -onis, adjudicação, designação de juiz)
s. f. Dir.
Acção! de adir herança.
adendo - (latim addendus, -a, -um, que deve ser acrescentado, gerundio de addo, -ere, acrescentar)
s. m.O mesmo que adenda.


Afirmando, negando e reconciliando com a sociedade e com o mundo, addendum.


leia também

Desenvolvimento Harmonioso do Homem – perseverança paciência e compaixão



Inventário Individual



Há milhares de anos os essênios praticavam um sistema de psicanálise muito mais abrangente do que a psicanálise que hoje se pratica. Embora muito afastado de nós no tempo, ele tinha uma qualidade universal de que carece a psicoterapia moderna.
Trata-se de um inventário pessoal dos ideais essênios de proceder e de evolução individual, que pode ser valiosíssimo para o homem contemporâneo, como folha de balanço do seu grau de harmonia com a Lei.





Entendendo, como o faziam, que o homem vive no meio de um campo de forças, os essênios sabiam que as forças naturais e cósmicas que o rodeiam e que fluem através dele são forças superiores positivas. Mas sabiam outrossim que o homem, em razão dos seus afastamentos da Lei, em pensamento, sentimento e ação cria constantemente forças negativas, inferiores, no meio das quais também vive. Ligado a todas essas forças, ele não pode separar-se delas; além disso, está sempre cooperando, consciente ou inconscientemente, com as forças superiores ou com as inferiores. Neutro é que ele não pode ser.

Sob esse sistema essênio, praticado pela primeira vez no tempo de Zoroastro, a pessoa fazia, uma vez por semana, uma análise de seus pensamentos, palavras e ações. Essa análise mostrava o quanto ela cooperava com as forças superiores ou, pelo contrário, o quanto se afastara delas, e propiciava-lhe um corte transversal no caráter, capacidades e condição física próprias, indicando, por essa maneira, o grau da sua evolução na vida.
A análise lhe permitia reconhecer seus pontos fortes e seus pontos fracos. Empenhando-se sincera e vigorosamente em tornar seu jeito de pensar, de sentir e de agir cada vez melhor, ela progredia na tarefa de toda uma vida de auto-aprimoramento.

Alguns acharão talvez que, com todas as ciências modernas, é desnecessário retroceder 8.000 anos à procura de um antigo ensinamento. Trata-se, todavia, de saber até que ponto os desenvolvimentos da ciência tem contribuído para aumentar a felicidade e o bem-estar humanos. A insegurança e a neurose gerais dos tempos atuais e o desassossego econômico e social, tão amplamente disseminados, dão-nos uma resposta decididamente negativa. O homem adicionou enorme quantidade de conhecimentos teóricos à estrutura de sua cultura científica, mas não lhe acrescentou a felicidade nem a evolução individual. Ela não serviu para ligá-lo ao universo, ao sistema cósmico, nem para mostrar-lhe o seu lugar e o papel que lhe cabe representar nele.

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Sem esse conhecimento, o homem não pode seguir o caminho da evolução perfeita para si nem para o planeta.

A neurose de hoje é causada pelos atuais afastamentos, por parte do homem, da lei da harmonia com as forças naturais e cósmicas. Se o homem fizer o que lhe for possível para viver em harmonia com elas, nunca será vitima de neuroses.
A psicologia de hoje tende a enfatizar apenas uma ou duas forças naturais. Na opinião de Freud, por exemplo, os afastamentos da lei da força natural do sexo provocavam desarmonia no homem; outros cientistas se concentraram em outras formas de afastamento.

Mas o sistema praticado no tempo de Zoroastro considerava a harmonia com todas as forças naturais e cósmicas necessárias à saúde completa e ao equilíbrio psicológico. Sua superioridade sobre outros sistemas repousa na unilateralidade e na universalidade.
A tarefa de auto-aperfeiçoamento, pelo que se vê, tem de ser levada a efeito um dia depois do outro, dia a dia, pelo próprio indivíduo. A psicanálise, por outro lado, depende muitíssimo do analista, pois a pessoa que está sendo analisada assume um papel um tanto ou quanto passivo. No método de Zoroastro, a consecução de harmonia pelo indivíduo é tarefa de toda a vida deste último, e não o trabalho de um terceiro, que se completa num par de anos ou menos.

Os dezesseis elementos empregados no sistema abarcam todos os aspectos da vida humana. Eles correspondem, de certo modo, às catorze forças simbolizadas pela Árvore Essênia da Vida. Os essênios não tencionavam, quer no tempo de Zoroastro, quer mais tarde, dividir as forças naturais e cósmicas em padrões rígidos ou artificiais, senão simplesmente considerá-los de maneira que lhes expressasse, com a máxima clareza, o valor e a utilização na vida do homem.

Não se exigia perfeição na análise, mas a pessoa era instada a lutar continuamente a fim de aprimorar o seu relacionamento com cada umas das dezesseis forças e alcançar maior harmonia e utilização de seus poderes e energias. A pessoa que o fizer fruirá uma vida ativamente criativa, que lhe trará a mais alta medida de felicidade e de serviço prestado a outrem.Mas quem continuar a se afastar da Lei verá sua vida tornar-se mais e mais desinteressante e cada vez menos compensadora, ao mesmo tempo que a miséria e a frustração acabarão ficando cada vez maiores.

Os ensinamentos dos essênios davam ao homem um conhecimento claro do seu lugar e papel no universo, e o método por eles empregado de auto-análise semanal lhes permitia conhecer com quanta clareza compreendiam as lições e com quanto cuidado as praticavam e percorriam o caminho da evolução individual.

Das dezesseis forças utilizadas para fazer a análise, oito pertenciam às forças terrestres e oito às forças cósmicas. As primeiras eram o sol, a água, o ar, o alimento, o homem, a terra,a saúde e a alegria. Os poderes cósmicos eram a energia, o amor, a sabedoria, o mantenedor, o Criador, a vida eterna, o trabalho e a paz.




A análise considerava cada uma dessas forças de três aspectos diferentes:

1. Se o poder ou força é compreendido

2. Se a pessoa sente a importância da força, profunda e sinceramente

3. Se o poder é usado continuamente e da melhor maneira possível






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AS FORÇAS TERRESTRES


São os seguintes os significados e empregos das forças terrestres.

1. O sol
é fonte importantíssima de energia; o homem deve estabelecer contato com o seu poder solar e utilizá-lo da melhor forma para a saúde e para o bem-estar do indivíduo.

2. A água
é um elemento essencial de vida. Deve ser usada de maneira apropriada na dieta e no banho, que se toma todas as manhãs durante o ano inteiro.

3. O ar
exerce um papel muito importante na saúde do corpo e a pessoa deve passar o maior espaço de tempo possível ao ar livre respirando o ar fresco e puro e utilizando as energias da atmosfera em benefício da própria saúde.

4. O alimento
deve ser da espécie correta e ingerido na quantidade certa a fim de fornecer outra força vital ao organismo.

5. O homem
era considerado uma força que representava o direito e a responsabilidade de cada um para com sua própria evolução. Incumbe a todo indivíduo usar cada momento para promover seu progresso na vida, tarefa que ninguém pode exercer por ele. Cumpre-lhe conhecer, e compreender, as própria potencialidades e descobrir o modo mais prática de desenvolvê-las e utilizá-las a serviço da humanidade.

6. A terra
representa os dois aspectos da força geradora que cria uma vida mais abundante no planeta. Um dos seus aspectos cria a vida a partir do solo, produzindo as árvores e toda a vegetação. O outro aspecto se manifesta nas energias sexuais do homem. A pessoa precisa compreender e utilizar os meios mais perfeitos de cultivar plantas, produzir alimentos e levar uma vida sexual harmoniosa.

7. A saúde
depende do relacionamento harmonioso do homem com todas as forças da terra, com o sol, a água, o ar, o alimento, o homem, a terra e a alegria. Incumbe ao indivíduo compreender a relevância da boa saúde para si e para os outros, e deve pôr em prática todas as formas de melhorar a própria saúde, em pensamento, sentimento e ação.

8. A alegria
é direito essencial do homem, que há de executar todas as suas atividades diárias com um profundo sentimento de alegria, que cresce dentro dele e se irradia à sua volta, reconhecendo-lhe a grande importância para si e para os outros. São estas as forças da natureza que o homem deve entender e utilizar.

Os oito poderes seguintes do cosmo são até mais importantes para a vida do homem, que não poderá viver em completa harmonia com as forças terrestres se também não estiver em harmonia com os poderes celestiais.
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AS FORÇAS CÓSMICAS


1. O poder
manifesta-se continuamente por intermédio das ações e obras do homem, ambas as quais resultam de sua cooperação ou falta de cooperação com os outros poderes e forças, em concordância com a lei ferres de causa e efeito. O indivíduo precisa dar-se conta da importância das boas obras; e também lhe cabe compreender que sua personalidade, sua posição e o ambiente de que se rodeia na vida são o resultado de suas ações passadas, como o seu futuro será exatamente o que dele fizerem seus atos presentes. Urge, portanto, que ele se empenhe em todos os momentos para praticar boas ações que expressem harmonia com as leis não só da natureza mas também do cosmo.


2. O amor
expressa-se em forma de palavras delicadas e bondosas dirigidas aos outros, palavras que afetam a saúde e a felicidade próprias, assim como a saúde e a felicidade alheias. O amor sincero a todos os seres põe-se de manifesto através de sentimentos e palavras harmoniosas.

3. A sabedoria
manifesta-se na forma de bons pensamentos, e constitui o direito do homem ampliar seus conhecimentos e sua compreensão de todas as maneiras possíveis para poder ter somente bons pensamentos. Cabe-lhe procurar crescer em sabedoria, de modo que possa compreender cada vez mais a ordem cósmica e o seu próprio papel nessa ordem. Somente atingindo certo grau de sabedoria o indivíduo aprender a conservar bons pensamentos na consciência e recusar-se a alimentar pensamentos negativos e destruidores a respeito de alguém, de algum lugar, de alguma condição ou de alguma coisa. 




4. A manutenção de valores
refere-se ao poder de preservar tudo o que é útil e tem valor verdadeiro, seja uma árvore, uma planta, uma casa, seja um relacionamento entre pessoas ou qualquer forma de harmonia. Quando alguém destrói, ou deixa uma coisa boa perder o valor, deteriorar-se ou danificar-se, seja ela matéria ou imaterial, estará cooperando com as forças negativas e destrutivas do mundo. É mister usar todas as oportunidades para impedir que essa coisa se estrague, seja qual for o seu valor.

5. A criação
significa a necessidade que tem o homem de usar seus poderes criativos, já que o seu papel no planeta é continuar a obra do Criador. Cumpre-lhe, portanto, tentar fazer alguma coisa original e criativa, algo novo e diferentes, tão amiúde quanto lhe for possível, seja um invento de alguma espécie, seja uma obra de arte, enfim, qualquer coisa que venha a beneficiar outrem.


6. A vida
eterna diz respeito à sinceridade do homem para consigo mesmo e para com os outros em tudo o que faz e para com todos os que venha a conhecer. Ele precisa ser profundamente sincero na análise do seu relacionamento, na sua compreensão e na utilização de todas as forças da natureza e do cosmo; e deverá haver todos os esforços para avaliar-se com a máxima honestidade, visto que ele, com efeito, não racionaliza nem justifica as coisas que faz, diz ou pensa.

7. O trabalho
é a precondição de muitos outros valores. Significa a execução das tarefas diárias com zelo e eficiência. É uma contribuição do indivíduo para a sociedade e um pré-requisito de felicidade para todas as pessoas interessadas, pois quando alguém não leva a cabo o seu trabalho convenientemente, outros terão de fazê-lo. O homem tem de aprender a experimentar um sentimento de profunda satisfação no trabalho, de modo que possa devolver à sociedade tudo o que dela recebe.

8. A paz
há de ser criada e conservada por todos os indivíduos dentro e em torno de si, para poderem ser instrumentos na ajuda à prevenção da desarmonia, da inimizade e das guerras, uma vez que a condição de toda a humanidade depende da condição de cada um dos seus átomos, isto em todos indivíduos que a compõem. Estes irão sentir profundamente a necessidade da paz interior e de fazer quanto lhes for possível para estabelecê-la e mantê-la onde quer que estejam.

A pessoa que proceder a uma avaliação de si mesmo de acordo com esses dezesseis elementos de vida, conhecerá claramente onde seu desenvolvimento pessoal pode ser melhorado e de que maneira ela pode contribuir mais plenamente para a evolução do gênero humano.

Se o fizer, progredirá ainda mais na direção da sua meta final, a meta rumo à qual toda a humanidade se move: a união com o Pai Celestial.



“Alcancei a visão interior e através do Teu espírito em mim ouvi o Teu segredo maravilhoso. Através da Tua mística introvisão, fizeste uma fonte de conhecimento crescer dentro de mim, uma fonte de poder, deixando fluir livremente águas vivas, uma torrente de amor e sabedoria oniabrangente como o esplendor da Luz eterna.”

Extraído do “Livro dos Hinos” dos Manuscritos do Mar Morto

















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A quem interessar possa, aqui um link para a íntegra de onde vem este ensinamento
Um index completo com os principais temas que abrangem as obras de Gurdjieff
Mais um link para quem aceita o estudo do pensamento de G, um esquema de seu trabalho

A Paz Sétupla

A Paz Sétupla dos essênios era a soma dos seus ensinamentos interiores. Sua Árvore da Vida e as Comunhões ensinavam o relacionamento com as catorze forças dos mundos visíveis e invisíveis. A Paz Sétupla explica o relacionamento com as partes do seu próprio ser e com os seus semelhantes, mostrando-lhes como é possível criar a paz e a harmonia nas sete categorias da vida. Para os essênios, harmonia significava paz. Eles tinham para si que a vida humana pode ser dividida em sete setores: físico, mental, emocional, social, cultural, o relacionamento com a natureza e o relacionamento com todo o cosmo. Afirmava-se que o homem tem três corpos que funcionam em cada um desses setores: um corpo ativo, um corpo sensível e um corpo pensante. O poder mais alto do corpo pensante é a sabedoria. O poder mais alto do corpo sensível é o amor. E a função do corpo ativo consiste em traduzir a sabedoria do corpo pensante e o amor do corpo sensível em ação no mundo social e cultural da pessoa e na utilização que faz das forças terrestres e celestiais. A Paz Sétupla explica a utilização desses poderes e forças com a máxima clareza. Todos os dias, ao meio-dia, levava-se a cabo uma Meditação sobre um aspecto da Paz; e todo Sábado era coletivamente dedicado a um deles, de modo que o ciclo inteiro, que cobria todas as fases da vida do homem, se completasse num período de sete semanas.


“Que Ele te abençoes com todo o bem, que Ele te preserve de todo o mal e ilumine o teu coração com o conhecimento da vida e te favoreça com a sabedoria eterna E que Ele te dê Sua bênçãos Sétuplas Para a Paz sempiterna.”

Extraído do “Manual de Disciplina” dos Manuscritos do Mar Morto




A Única Lei 



Os Essênios e Seus Ensinamentos


Desde as eras mais remotas da Antigüidade existe um ensinamento notável que é universal em sua aplicação e eterno em sua sabedoria. Encontram-se fragmentos dele em
hieróglifos sumerianos e nas placas de argila e pedras datadas de oito a dez mil anos atrás.


Alguns símbolos, como, por exemplo, os que indicam o sol, a lua, o ar, a água e outras forças naturais procedem de uma era ainda mais remota, que antecedeu ao cataclismo que encerrou o período Plistoceno. Por quantos milhares de anos antes disso existiu o ensinamento não se sabe.
Estudar e praticar o dito ensinamento é despertar novamente dentro do coração de todo homem um conhecimento intuitivo que pode resolver seus problemas individuais e os problemas do mundo.


Traços do ensinamento aparecem em quase todos os países e religiões. Seus princípios fundamentais foram ensinados na antiga Pérsia, no Egito, na Índia, no Tibete, na China, na Palestina, na Grécia e em muitos outros países. Mas ele foi transmitido na sua forma mais pura pelo essênios, misteriosa irmandade que viveu durante os dois ou três últimos séculos antes de Cristo e no primeiro século da Era Cristã junto ao Mar Morto, na Palestina, e junto ao Lago Marótis, no Egito. Na Palestina e na Síria, os membros da irmandade eram conhecidos como Essênios e, no Egito, como Terapeutas, ou curadores.


A parte esotérica do seu ensinamento pode ser encontrada na Árvore da Vida, nas Comunhões e na Paz Sétupla. O ensinamento exotérico, ou externo, aparece no “Evangelho Essênio da Paz”, no “Gênesis, uma interpretação essênia”, em “Moisés, o Profeta da Lei” e no “Sermão da Montanha”.


Afirma-se que é desconhecida a origem da irmandade, e incerta a derivação do nome.


Acreditam alguns que esse procede de Esnoque, ou Enoque, que seria o fundador da irmandade, tendo sido dada primeiro a ele a sua Comunhão com o mundo angélico.
No entender de outros o nome provém de Israel, os eleitos do povos, aos quais Moisés revelou as Comunhões no Monte Sinai, onde lhe tinham sido demonstradas pelo mundo angélico.


Seja, porém, qual for a sua origem, o certo é que os essênios viveram por muito tempo como irmandade, talvez debaixo de outros nomes em outros países.
O ensinamento aparece no Zend Avesta de Zoroastro, que o traduziu num modo de vida seguido durante milhares de anos. Ele encerra os conceitos fundamentais do Bramanismo, dos Vedas e dos Upanixades; e os sistemas iogues da Índia derivaram da mesma fonte. Mais tarde, Buda tornou conhecidas essencialmente as mesmas idéias básicas e a sua sagrada árvore Bodhi se relaciona com a Árvore da Vida dos essênios. No Tibete, o ensinamento, mais uma vez, encontrou expressão na Roda da Vida tibetana.


Os pitagóricos e estóicos, na Grécia antiga, também seguiam os princípios dos essênios e muita coisa do seu modo de vida. O mesmo ensinamento foi um elemento da cultura adônica dos fenícios, da Escola Alexandrina de Filosofia, no Egito, e contribuiu largamente para muitos ramos da cultura ocidental, a Franco-maçonaria, o Gnosticismo, a Cabala e o Cristianismo. 


Jesus interpretou-o na sua mais sublime e bela forma nas sete Bem-aventuranças do Sermão da Montanha.


Os essênios viviam nas margens de lagos e rios, longe das cidades, grandes ou pequenas, e praticavam um estilo de vida comunal, partilhando igualmente de tudo. Eram sobretudo agricultores e arboricultores, donos de vasto conhecimento sobre safras, solo e condições climáticas, que lhes permitia criar uma grande variedade de frutas e vegetais em áreas relativamente desérticas e com um mínimo de trabalho.


Eles não tinham criados nem escravos e, pelo que se dizia, foram o primeiro povo a condenar a escravidão, tanto em teoria quanto na prática. Não havia entre eles ricos nem pobres, visto que ambas as condições eram por eles consideradas afastamento da Lei. O sistema econômico dos essênios, estabelecido por eles mesmos, baseava-se inteiramente na Lei, além de mostrar que todos os alimentos e necessidades materiais do homem podem ser conseguidos sem lutas, por meio do conhecimento da Lei.


Passavam muito tempo entregues ao estudo não só dos escritos antigos mas também dos ramos especiais do saber, como a educação, a arte de curar e a astronomia. Dizia-se que eles eram os herdeiros da astronomia caldaica e persa e da arte de curar dos egípcios.


Conhecedores profundos da profecia, preparavam-se para exercê-la por meio de um jejum prolongado. E mostravam-se igualmente eficiente no uso de plantas e ervas para a cura de homens e animais.


Levavam uma existência simples e regular, levantando-se todos os dias antes do nascer do sol, a fim de estudar e comungar com as forças da natureza, banhando-se em água fria como se fosse um ritual e envergando roupas brancas. Depois do labor cotidiano nos campos e vinhedos, compartiam das refeições em silêncio, precedendo-as e encerrando-as por uma oração. Inteiramente vegetarianos no comer, nunca tocavam em alimentos de carne e em líquidos fermentados. Suas noites eram devotadas ao estudo e à comunhão com as forças celestiais.


O anoitecer era o princípio do dia deles e o Sábado, ou dia santo, principiava no anoitecer de sexta-feira, início da sua semana. Esse dia era consagrado ao estudo, à discussão, ao entretenimento de visitantes e à execução de certos instrumentos, réplicas dos quais foram encontradas.


O modo de vida dos essênios lhes permitia viver até a idade avançada de 120 anos, ou mais, e comentava-se que eles possuíam uma força e uma resistência maravilhosas. Em todas as suas atividades expressavam um amor criativo.


Eles enviavam para fora curadores e mestres, escolhidos entre os membros da irmandade, entre os quais figuraram Elias, João Batista, João, o Bem-amado, e o grande Mestre essênio, Jesus.


Só se obtia a qualidade de membro da irmandade após um período probatório de um ano e após três anos de trabalho iniciatório, seguido de mais sete, em que se recebia o pleno ensinamento interior.


Crônicas a respeito do modo de vida essênio chegaram até nós através de escritos dos contemporâneos. Plínio, naturalista romano, Filo, filósofo alexandrino, Josefo, historiador e soldado judeu, Solano e outros falaram deles variadamente, chamando-lhes “linhagem que se formou por si mesma, mais notável do que qualquer outra no mundo”, “os mais antigos dos iniciados, que recebem ensinamentos diretamente da Ásia Central”, “ensinamentos perpetuados durante um espaço imenso de séculos”, “santidade constante e inalterável”.




Os ensinamentos que Moisés apregoou no Monte Sinais foram praticados mil e quinhentos anos depois pelas Irmandades essênias na Palestina e no Egito.
Compreender-lhes as lições é compreender os valores que as práticas essênias têm para o homem hoje em dia. Moisés foi quem deu a Lei, a Lei Única. Ele instituiu o monoteísmo, que viria a ser não somente o dogma fundamental das Irmandades essênias, mas também de toda a civilização ocidental. A informação mais autorizada que temos a respeito de seus ensinamentos procede das próprias Irmandades.


A tradição dos essênios divide a vida de Moisés em três períodos que simbolizam as experiências de vida de todo homem. No primeiro período de quarenta anos, durante os quais viveu como um príncipe do Egito, ele seguiu o caminho da tradição, adquirindo toda a educação e conhecimentos disponíveis naquele tempo. Estudou os rituais de Ísis, de Amon-Rá e de Osíris, os Preceitos de Pta Hotep, o Livro Egípcio dos Mortos e as tradições carreadas do Oriente para o Egito, centro cultural do mundo naquele tempo. Em nenhum dos seus estudos, porém, encontrou ele o dinamismo interior ou o princípio unificador que explicasse o universo e os problemas da vida.


No segundo período ele passou quarenta anos no deserto, seguindo o caminho da natureza, estudando o livro da natureza, como fizeram muitos grandes gênios e profetas,
incluindo Jesus. Na imensa vastidão do deserto, com sua solidão e silêncio, produziram-se grandes verdades interiores. Nesse período, Moisés descobriu a Lei Única, a totalidade de todas as leis. Constatou que essa mesma Lei governava o universo inteiro. Para ele foi o maior de todos os milagres descobrir que tudo opera debaixo da mesma lei. Em seguida, acudiu-lhe a idéia da totalidade das leis. E a essa totalidade deu o nome de A Lei, escrita com “L” maiúsculo.


Ele primeiro observou que o homem vive num universo dinâmico, que muda constantemente; as plantas e os animais crescem e desaparecem; as luas crescem e mínguam. Não há nenhum ponto estático na natureza nem no homem. Ele viu que a Lei se manifesta em perpétua mudança, e que, por trás da mudança, há um plano de Ordem Cósmica numa vasta escala.


Moisés acabou compreendendo que a Lei é o maior e o único poder no universo e que todas as outras leis e todas as outras coisas fazem parte da Lei única, que não está sujeita a nenhuma outra lei ou leis. Eterna, indestrutível, é insusceptível de derrota. Uma planta, uma árvore, um corpo humano ou um sistema solar tem, cada qual, suas próprias leis, matemáticas, biológicas ou astronômicas. Mas o único poder supremo, a Lei, está por trás de todas elas.


A Lei governa tudo o que acontece no universo e em todos os outros universos, toda atividade, toda criação, mental ou física. Governa tudo o que existe em manifestação física, em energia e poder, em consciência, todos os conhecimentos, todos os pensamentos, todos os sentimentos, toda a realidade. A Lei cria a vida e cria o pensamento.
A soma total da vida em todos os planetas do universo foi designada pelos essênios como o oceano cósmico da vida. E a soma total das correntes de pensamento no universo foi denominada o oceano cósmico do pensamento, ou consciência cósmica, na terminologia mais moderna.




O oceano cósmico da vida e o oceano cósmico do pensamento


Formam uma unidade

Dinâmica da qual o homem é parte inseparável. Todo corpo pensante de todo indivíduo está em constante comunhão interior com essa unidade. Todo ser humano é parte individualizada da unidade. Essa unidade é a Lei, a Luz Eterna, de que falou Moisés.
Moisés viu a Lei violada em toda parte. O Egito tinha sido construído em nenhuma consideração por ela. A despeito do grande poder militar e político da nação, não havia
nenhuma lei de igualdade. A miséria e a escravidão existiam em toda a parte; ricos e pobres sofriam igualmente de opressão, epidemias e pragas. Ele aprendeu que a ignorância da Lei, das leis da natureza, era responsável por todos os males, e que tanto os governantes quanto os governados eram igualmente merecedores de censura.
Tornou-se evidente para Moisés que tudo o que se cria em decorrência de um afastamento da Lei se destrói a si mesmo, e com o tempo desaparece. Somente a Lei é eterna.


O terceiro período da vida de Moisés, o Êxodo, começou quando ele decidiu dedicar o restante de seus dias à compreensão e aplicação da Lei, e à tarefa de levar a humanidade a harmonizar-se com ela. Ele reconheceu a enormidade da incumbência que impunha a si mesmo tentando fazer que não só as massas ignorantes mas também os governantes presunçosos aceitassem a Lei e vivessem em harmonia com ela. Obstáculos aparentemente insuperáveis se deparam a todos os reformadores do mundo, quando a idéia pura encontra a força que se lhe opõe na inércia da mente humana e na resistência do poder entrincheirado.


Isso representa uma revolução do dinâmico contra o estático, dos valores mais elevados contra os pseudovalores, da liberdade contra a servidão, e não se limita a uma época da história, nem à humanidade como um todo, mas ocorre repetidamente na vida de cada homem individualmente.


Quando Moisés chegou à conclusão de que não poderia mudar os governantes egípcios nem as massas do povo, voltou-se para a pequena minoria, o povo escravizado e
oprimido de Israel, na a esperança de convencê-lo e fundar uma nova nação baseada inteiramente na Lei. Foi ele a única figura, em toda a história universal, que fundou uma nação nessas condições.


Moisés via o universo como uma Ordem Cósmica gigantesca, em que existiam fontes inesgotáveis de energia, conhecimentos e harmonia à disposição do homem. Ele se lembrava sempre das duas lendas de Jacó, seu antepassado, que lutara com um anjo e o vencera e, mais tarde, tivera uma visão de anjos que subiam e desciam uma escada entre o céu e a terra.
Identificou esses anjos com as forças da natureza e os poderes da consciência do homem e percebeu que essas forças e poderes eram o elo de ligação entre o homem e Deus. E identificou Deus com a grande Lei universal.


Moisés chegou à conclusão de que, se o homem quiser alcançar a Deus, terá de senhorear primeiro todas as forças que são manifestações de Deus, da Lei. Ele queria fazer o seu povo “forte com a Lei”, que é o significado da palavra Israel. E queria criar um sistema de vida que possibilitaria aos membros do seu povo vencer os anjos, como o fizera Jacó, seu antepassado. Tal era o fundamento da ciência oculta, como hoje se denomina, da ciência dos anjos, mais tarde batizada com a denominação de angelologia.


Queria Moisés que seus seguidores compreendessem que estão em contato constante, a cada momento de sua e em todos os pontos do seu ser, com todas as forças da vida e com o universo visível e invisível; e que, se contatassem de forma consciente esses poderes e se tornassem cônscios deles, gozariam de saúde perfeita, felicidade, e harmonia de corpo e mente, em todos os departamentos de sua existência.




O que a história tradicional não conta



O método de estabelecer contato com essas forças estava gravado nas duas tábuas de pedra que ele trouxera do alto do Monte Sinai, mas que destruiu ao descobrir que as massas do povo não estavam prontas para os ensinamentos, do mesmo modo que as massas da humanidade não estão preparadas para eles nos dias de hoje e talvez não venham a estar por muitas gerações vindouras. Mas ensinou aos poucos que estavam prontos o método gravado nas tábuas, as Comunhões com os anjos, que havia sido preservado, através dos séculos, nas Irmandades essênias e que ainda hoje pode ser praticado pelo homem.
Isso foi uma parte dos ensinamentos esotéricos ministrados por Moisés e praticados nas Irmandades essênias cinco séculos antes da era cristã.



Nas tradições essênias ulteriores, a idéias abstrata da Lei foi transmitida pelo símbolo de uma árvore, chamada Árvore da Vida.

Moisés recebera uma grande revelação ao avistar a sarça em chamas no deserto. Esta representava dois aspectos da vida universal: calor e luz. O calor do fogo simbolizava o fogo da vida, a vitalidade no mundo material. A luz, símbolo da consciência do homem, representava a luz da sabedoria à qual se opõem as trevas da ignorância no universo imaterial. Juntos, eles representam o universo inteiro e a idéia de que o homem, no centro, atrai a vida e a vitalidade de todas as forças do cosmo.


Os essênios tinham por símbolo dos seus ensinamentos a Árvore da Vida, que lhes figurava, de forma concreta, que o homem era uma unidade de energia, pensamentos e
emoções e uma unidade de força vital, que comungava de contínuo com a totalidade das energias do universo. Moisés queria ver o homem vivendo em harmonia com as leis que governam todas essas energias, dentro e fora de si, cônscio delas e utilizando-as em todos os momentos da vida.


Em seu estudo da totalidade da Lei, logrou Moisés um conhecimento intuitivo da origem do mundo e do princípio de todas as coisas. Desse princípio de todas as coisas derivou ele as leis para a vida de todos os dias. Ficou sabendo que todas as coisas são partes do todo, postas juntas umas das outras, de acordo com a lei; e que os sete elementos, ou forças básicas da vida, apareciam em sete grandes ciclos da criação, um elemento em cada ciclo. Ele agrupou os dias da semana num ciclo correspondente de sete, considerando que cada dia correspondia a um elemento diferente. Isso era simbolizado nas tradições essênias pelo castiçal de sete braços, cujas velas se acendiam de sete em sete dias, no sábado, para lembrar ao homem os sete ciclos, as sete forças básicas do mundo visível e os sete poderes básicos do mundo invisível da consciência do homem.


As Três fases essenciais da evolução





Os três períodos da vida de Moisés, em que ele descobriu a Lei e suas manifestações, representam os três períodos em que se pode dividir a vida de quase todos os homens. O primeiro, o Egito, foi chamado o período da servidão, das trevas da ignorância, quando o livre fluxo de energia vital é obstruído pela ignorância e pelos falsos valores. O Egito da humanidade, sua escravidão, consiste na totalidade dos afastamentos da Lei.
O segundo período da vida de Moisés corresponde ao deserto na vida do indivíduo, quando seus falsos valores caem por terra e ele nada vê senão o vazio à sua frente. É nesse período que o homem necessita mais urgentemente da orientação interior, a fim de encontrar o caminho que o levará de volta à Luz, à Lei.



O terceiro período, o Êxodo, é possível para todo homem. Há sempre a Luz que indica o caminho para o êxodo. O Egito da servidão do homem nunca é eterno. O Êxodo, para
Moisés, durou quarenta anos, mas era apenas o início do caminho da intuição, o caminho onde ele aprendia a viver em harmonia com as leis da vida, da natureza e do cosmo. Um êxodo para a humanidade só pode ser levado a cabo através dos esforços acumulados de muitas pessoas no correr de muitas gerações.



“Mas ele pode ser realizado e o será. Há sempre uma Canaã, que, longe de ser uma utópica mítica, é uma realidade viva. O êxodo representa o caminho que conduz a Canaã, o caminho que Moisés percorreu iluminado pelas práticas essênias”.








"Agradeço-Te, Pai Celestial,
porque Tu me colocaste na origem de rios fluentes,
na fonte viva de uma terra seca,
regando um jardim eterno de maravilhas,
a Árvore da Vida, mistério dos mistérios,
que produz ramos perpétuos para o eterno plantio
para enterrar raízes na corrente da vida
de eterno manancial.
“E Tu, Pai Celestial,
protege-lhe os frutos
com os anjos do dia
e da noite
e com chamas de Luz eterna que brilham em toda a parte.”

“Extraído dos “Salmos de Ação de Graças”
dos Manuscritos do Mar Morto VIII
(vii. 4-12)


continua …
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